{"id":6858,"date":"2010-04-20T08:23:05","date_gmt":"2010-04-20T11:23:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=6858"},"modified":"2010-04-20T08:23:05","modified_gmt":"2010-04-20T11:23:05","slug":"argentino-abandonado-na-maternidade-reencontra-mae-no-facebook","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/04\/20\/argentino-abandonado-na-maternidade-reencontra-mae-no-facebook\/","title":{"rendered":"Argentino abandonado na maternidade reencontra m\u00e3e no Facebook"},"content":{"rendered":"<p><strong id=\"brtpOlho\">Um estudante argentino de 23 anos, que havia sido abandonado em um hospital quando tinha sete dias de vida, encontrou a m\u00e3e biol\u00f3gica atrav\u00e9s do site de relacionamentos Facebook. <\/strong><\/p>\n<p>Mauricio Barrios, que mora na prov\u00edncia de C\u00f3rdoba com a fam\u00edlia que o adotou, lan\u00e7ou em mar\u00e7o uma p\u00e1gina no Facebook chamada &#8220;Busco a mi mam\u00e1&#8221; (&#8220;Procuro minha m\u00e3e&#8221;), na tentativa de encontrar a m\u00e3e biol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Segundo ele, al\u00e9m da fam\u00edlia adotiva, 25 mil pessoas se uniram \u00e0 campanha na rede social para tentar ajud\u00e1-lo.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 uma semana apareceu uma amiga da minha m\u00e3e biol\u00f3gica, que a ajudou naquela \u00e9poca. O nome dela \u00e9 Iris e ela me disse onde morava a fam\u00edlia da minha m\u00e3e. Viajei com parentes (adotivos) \u00e0 Villa del Totoral, e l\u00e1 encontrei meus av\u00f3s, meus tios e primos&#8221;, disse ele ao jornal Clarin.<!--more--><\/p>\n<p><strong>Desculpas <\/strong><\/p>\n<p>Como a m\u00e3e n\u00e3o estava na cidade, o encontro entre eles s\u00f3 ocorreu no \u00faltimo domingo, em uma pra\u00e7a, na companhia de familiares.<\/p>\n<p>&#8220;Ela me abra\u00e7ou, pediu desculpas, e eu a desculpei e a agradeci por me deixar ter vida&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Segundo Mauricio, a m\u00e3e biol\u00f3gica teria contado que a gravidez foi &#8220;um acidente&#8221;, que casou com outra pessoa, mas n\u00e3o tem filhos.<\/p>\n<p>Mauricio contou que foi deixado pela m\u00e3e biol\u00f3gica num hospital ap\u00f3s ter sido nascido prematuro no dia 1\u00ba de janeiro de 1987.<\/p>\n<p>&#8220;Eu queria agradecer porque ela me deixou nascer, n\u00e3o me abortou. Ela me manteve vivo durante os sete meses da gravidez&#8221;, afirmou, nesta segunda-feira, diante das c\u00e2meras de televis\u00e3o da Argentina.<\/p>\n<p>&#8220;Sinto um imenso al\u00edvio. Eu sempre quis saber quem era minha fam\u00edlia de sangue. Sempre tive essa curiosidade, essa pergunta constante. Estou muito mais tranquilo e feliz agora&#8221;, disse, por telefone, \u00e0 BBC Brasil.<\/p>\n<p>Na segunda-feira, Mauricio agradeceu no Facebook o apoio dado a ele.<\/p>\n<p>BBC Brasil\/IG<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudante argentino de 23 anos, que havia sido abandonado em um hospital quando tinha sete dias de vida, encontrou a m\u00e3e biol\u00f3gica atrav\u00e9s do site de relacionamentos Facebook. Mauricio Barrios, que mora na prov\u00edncia de C\u00f3rdoba com a fam\u00edlia que o adotou, lan\u00e7ou em mar\u00e7o uma p\u00e1gina no Facebook chamada &#8220;Busco a mi mam\u00e1&#8221; (&#8220;Procuro minha m\u00e3e&#8221;), na tentativa de encontrar a m\u00e3e biol\u00f3gica. Segundo ele, al\u00e9m da fam\u00edlia adotiva, 25 mil pessoas se uniram \u00e0 campanha na rede social para tentar ajud\u00e1-lo. &#8220;H\u00e1 uma semana apareceu uma amiga da minha m\u00e3e biol\u00f3gica, que a ajudou naquela \u00e9poca. 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