{"id":65967,"date":"2015-03-22T11:22:09","date_gmt":"2015-03-22T14:22:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=65967"},"modified":"2015-03-22T11:22:09","modified_gmt":"2015-03-22T14:22:09","slug":"desmatamento-na-amazonia-cresce-215-em-um-ano-segundo-o-imazon","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2015\/03\/22\/desmatamento-na-amazonia-cresce-215-em-um-ano-segundo-o-imazon\/","title":{"rendered":"Desmatamento na Amaz\u00f4nia cresce 215% em um ano, segundo o Imazon"},"content":{"rendered":"<div id=\"4053052\" class=\"video componente_materia\" data-height=\"349\" data-width=\"620\">\n<div class=\"wm-poster-wrapper\">\n<div class=\"wm-poster-inner-wrapper\"><img decoding=\"async\" class=\"wm-poster-image\" src=\"http:\/\/s01.video.glbimg.com\/x360\/4053052.jpg\" alt=\"\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Em um ano, o desmatamento na <a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/amazonia\/\">Amaz\u00f4nia<\/a> aumentou mais de 200%. O n\u00famero foi calculado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental Imazon.<\/p>\n<p>O instituto de pesquisa Imazon, em Bel\u00e9m, monitora o desmatamento na Amaz\u00f4nia h\u00e1 mais de 20 anos. No levantamento divulgado esta semana, foram derrubados 1.700 quil\u00f4metros quadrados de floresta nativa, entre agosto de 2014 e fevereiro deste ano. A \u00e1rea desmatada \u00e9 maior que a cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Comparando essa derrubada com o per\u00edodo anterior, o desmatamento na Amaz\u00f4nia aumentou 215%.<\/p>\n<p>&#8220;A perspectiva \u00e9 se continuar nessa tend\u00eancia de aumento do desmatamento, a gente ainda vai detectar um crescimento nas estat\u00edsticas do desmatamento nos pr\u00f3ximos meses&#8221;, diz Marcelo Justino, pesquisador do Imazon.<\/p>\n<p>Segundo o Imazon, quase a metade do desmatamento ocorreu em \u00e1reas particulares, onde a floresta veio abaixo para a expans\u00e3o da pecu\u00e1ria, principalmente no <a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/mato-grosso.html\">Mato Grosso<\/a>. No Par\u00e1, o desmatamento foi provocado em grande parte pela grilagem, que \u00e9 a invas\u00e3o de terras p\u00fablicas. J\u00e1 em Rond\u00f4nia, segundo os ambientalistas, as \u00e1rvores v\u00eam sendo destru\u00eddas para dar lugar \u00e0 agricultura.<\/p>\n<p>Do total desmatado nos \u00faltimos sete meses, o estado que mais destruiu a floresta foi Mato Grosso (35%), depois Par\u00e1 (25%) e Rond\u00f4nia (20%).<\/p>\n<p>Os analistas tamb\u00e9m fazem outro alerta: como os sat\u00e9lites do Imazon s\u00f3 detectam o desmatamento em \u00e1reas acima de dez hectares, os n\u00fameros da derrubada da floresta podem ser ainda mais altos.<!--more--><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio do Meio Ambiente disse que n\u00e3o comenta os dados de desmatamento da Amaz\u00f4nia divulgados pelo Imazon por n\u00e3o consider\u00e1-los oficiais. Fonte: G1\/Jornal Nacional<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em um ano, o desmatamento na Amaz\u00f4nia aumentou mais de 200%. O n\u00famero foi calculado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental Imazon. O instituto de pesquisa Imazon, em Bel\u00e9m, monitora o desmatamento na Amaz\u00f4nia h\u00e1 mais de 20 anos. No levantamento divulgado esta semana, foram derrubados 1.700 quil\u00f4metros quadrados de floresta nativa, entre agosto de 2014 e fevereiro deste ano. A \u00e1rea desmatada \u00e9 maior que a cidade de S\u00e3o Paulo. Comparando essa derrubada com o per\u00edodo anterior, o desmatamento na Amaz\u00f4nia aumentou 215%. &#8220;A perspectiva \u00e9 se continuar nessa tend\u00eancia de aumento do desmatamento, a gente ainda vai detectar um crescimento nas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-65967","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"views":544,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65967","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65967"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65967\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":65968,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65967\/revisions\/65968"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65967"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65967"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65967"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}