{"id":59539,"date":"2014-05-29T09:49:42","date_gmt":"2014-05-29T12:49:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=59539"},"modified":"2014-05-29T17:04:17","modified_gmt":"2014-05-29T20:04:17","slug":"em-cidades-grandes-58-das-obras-de-esgoto-do-pac-estao-inadequadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2014\/05\/29\/em-cidades-grandes-58-das-obras-de-esgoto-do-pac-estao-inadequadas\/","title":{"rendered":"Em cidades grandes, 58% das obras de esgoto do PAC est\u00e3o inadequadas"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><em><strong>Clara Velasco\u00a0<\/strong>Do G1, em S\u00e3o Paulo<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"fb-root\"><span style=\"line-height: 1.5em;\">\u00a0<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div id=\"materia-letra\">\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Status dos 149 projetos de esgoto do PAC (Foto: Editoria de Arte\/G1)\" alt=\"Status dos 149 projetos de esgoto do PAC (Foto: Editoria de Arte\/G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/kb5B-DRGh4sBfTZZwqrAO1OQ50Q=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2014\/05\/29\/grafico-agua3.jpg\" width=\"300\" height=\"288\" \/><\/div>\n<p>A maioria das obras de esgoto do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC) nas grandes cidades do pa\u00eds est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o inadequada em rela\u00e7\u00e3o aos seus cronogramas, aponta estudo do Instituto Trata Brasil divulgado nesta quinta-feira (29).<\/p>\n<p>De 149 obras planejadas para os munic\u00edpios acima de 500 mil habitantes (56 cidades no total), 87 estavam paralisadas, atrasadas ou ainda n\u00e3o haviam sido iniciadas em dezembro de 2013, per\u00edodo do levantamento. O n\u00famero corresponde a 58% do total.<\/p>\n<p>&#8220;Escolhemos o recorte das cidades grandes porque considera-se que elas t\u00eam mais facilidade para fazer obras e licita\u00e7\u00f5es. Isso torna os resultados encontrados mais preocupantes, pois s\u00e3o cidades que est\u00e3o acostumadas a executar projetos, ent\u00e3o elas deveriam estar puxando as obras de esgoto no pa\u00eds&#8221;, diz \u00c9dison Carlos, presidente do instituto.<!--more--><\/p>\n<p>Os dados apontam que apenas 19% dos projetos analisados estavam conclu\u00eddos no final de 2013. Destas 28 obras, 11 estavam fisicamente prontas, mas ainda apresentavam pend\u00eancias de encerramento de contratos e ainda n\u00e3o haviam sido entregues para uso p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Etapas do PAC<\/strong><br \/>\nNa m\u00e9dia do pa\u00eds, as obras de esgotos estavam com 43% de sua execu\u00e7\u00e3o, aponta o estudo. O n\u00edvel de execu\u00e7\u00e3o das 111 obras do PAC 1 era de 68%. Para o instituto, o \u00edndice est\u00e1 abaixo do esperado, j\u00e1 que a maioria dos contratos foi assinada h\u00e1 pelo menos seis anos.<\/p>\n<div>saiba mais<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/brasil\/noticia\/2014\/05\/entre-100-maiores-cidades-do-pais-34-nao-tem-plano-de-saneamento-basico.html\">Entre 100 maiores cidades do pa\u00eds, 34 n\u00e3o t\u00eam plano de saneamento b\u00e1sico<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/sao-paulo\/noticia\/2014\/02\/universalizar-saneamento-basico-em-sp-exige-r-35-bilhoes-diz-estudo.html\">Universalizar saneamento b\u00e1sico em SP exige R$ 35 bilh\u00f5es, diz estudo<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/03\/falta-de-saneamento-afeta-educacao-e-produtividade-do-pais-diz-estudo.html\">Falta de saneamento afeta educa\u00e7\u00e3o e produtividade do pa\u00eds, diz estudo<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/ceara\/noticia\/2013\/05\/obras-de-saneamento-basico-do-pac-em-fortaleza-estao-paradas.html\">Obras de saneamento b\u00e1sico do PAC em Fortaleza est\u00e3o paradas<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/05\/de-70-obras-de-agua-do-pac-apenas-19-estao-prontas-em-cidades-grandes.html\">De 70 obras de \u00e1gua do PAC, apenas 19 est\u00e3o prontas em cidades grandes<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p>&#8220;Em 2007, quando o PAC do saneamento come\u00e7ou, havia 20 anos que o Brasil n\u00e3o investia no setor. Assim, houve uma aprova\u00e7\u00e3o maci\u00e7a de projetos que estavam engavetados e que j\u00e1 n\u00e3o estavam de acordo com a realidade das cidades. Eles tiveram que ser readequados, e perdemos quase dois anos nesse vai e vem&#8221;, explica Carlos.<\/p>\n<p>Com o PAC 2, que foi anunciado em 2011, o setor esperava que a execu\u00e7\u00e3o das obras fosse mais r\u00e1pida. Os n\u00fameros, por\u00e9m, mostram outra realidade: em dezembro de 2013, a m\u00e9dia de execu\u00e7\u00e3o das obras estava abaixo de 15%. Metade das 38 obras monitoradas ainda n\u00e3o foram iniciadas e apenas uma foi conclu\u00edda.<\/p>\n<p>&#8220;Existe uma burocracia muito grande para que as obras se iniciem e muitos gargalos, como empreiteiras mal preparadas e a demora das licen\u00e7as ambientais. J\u00e1 estamos novamente com dois anos de defasagem, pelo menos&#8221;, diz Carlos.<\/p>\n<p><strong>Obras paralisadas e atrasadas<\/strong><br \/>\nDe acordo com o estudo, das 87 obras com problemas, 35 estavam paralisadas. Elas totalizam R$ 1,3 bilh\u00e3o de investimentos. O n\u00famero representa uma queda em rela\u00e7\u00e3o a 2012, quando 46 estavam paralisadas.<\/p>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Imagem de 2011 mostra crian\u00e7as da comunidade S\u00e3o Nicolau, em S\u00e3o Paulo, em \u00e1rea onde esgoto passava a c\u00e9u aberto. \u00c1rea sofria com a aus\u00eancia da coleta e tratamento de esgotos (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Instituto Trata Brasil)\" alt=\"Imagem de 2011 mostra crian\u00e7as da comunidade S\u00e3o Nicolau, em S\u00e3o Paulo, em \u00e1rea onde esgoto passava a c\u00e9u aberto. \u00c1rea sofria com a aus\u00eancia da coleta e tratamento de esgotos (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Instituto Trata Brasil)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/3hj3Wysw2SdV53dWb_Q8XOZ3E-A=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2014\/03\/18\/favela_sao_nicolau.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/div>\n<div>Imagem de S\u00e3o Nicolau, em S\u00e3o Paulo, em \u00e1rea<br \/>\nde esgoto a c\u00e9u aberto (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Instituto<br \/>\nTrata Brasil)<\/div>\n<p>Apesar da situa\u00e7\u00e3o irregular, no final de 2013, 69% das obras paralisadas j\u00e1 haviam passado da metade da execu\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos projetos, e a maior parcela (40%) estava com \u00edndices entre 80% e 99,9% de avan\u00e7o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, nenhum dos 35 projetos est\u00e1 nessa situa\u00e7\u00e3o por 5 anos consecutivos. Por\u00e9m, h\u00e1 quatro obras paralisadas por 4 anos consecutivos, dois por 3 anos consecutivos e 11 por 2 anos consecutivos. &#8220;Quando os projetos n\u00e3o v\u00e3o para a frente, isso condena as pessoas a viverem com doen\u00e7as da Idade M\u00e9dia, como a diarr\u00e9ia e problemas de pele. \u00c9 vergonhoso&#8221;, afirma Carlos.<\/p>\n<p>Apesar da queda de obras paralisadas, a propor\u00e7\u00e3o das atrasadas passou de 17% para 22% entre 2012 e 2013. &#8220;As obras v\u00e3o mudando de status. Conseguem retormar o processo, mas passam de paralisadas para atrasadas&#8221;, comenta o presidente do instituto.<\/p>\n<p>J\u00e1 os motivos para os atrasos e paralisa\u00e7\u00f5es s\u00e3o os mesmos de quaisquer obras no Brasil, de acordo com Carlos. O instituto contatou os 37 munic\u00edpios com obras paralisadas, atrasadas ou n\u00e3o iniciadas. Os motivos foram desde a dificuldade de obter licen\u00e7as ambientais, at\u00e9 a necessidade de reprogramar os contratos de financiamento por causa de etapas adicionais.<\/p>\n<p><strong>Regi\u00f5es do pa\u00eds<\/strong><br \/>\nAs 149 obras de esgoto est\u00e3o distribu\u00eddas em 19 estados brasileiros, sendo que 72% delas se dividem entre as regi\u00f5es Sudeste e Nordeste.\u00a0Os valores totais dos recursos destinados aos projetos, que \u00e9 de R$ 8,32 bilh\u00f5es para esgoto, representam 20% do total apresentado no Eixo Cidade Melhor do PAC, que concentra as obras desta \u00e1rea.<\/p>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Status das obras de esgoto por regi\u00e3o do pa\u00eds, em % (Foto: Editoria de Arte\/G1)\" alt=\"Status das obras de esgoto por regi\u00e3o do pa\u00eds, em % (Foto: Editoria de Arte\/G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/3ufdAP0Bdp1fPZydBv0xpeqFLI8=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2014\/05\/29\/grafico-agua2.jpg\" width=\"620\" height=\"342\" \/><\/div>\n<p>Entre as regi\u00f5es do pa\u00eds, a Centro-Oeste e a Norte chamam aten\u00e7\u00e3o negativamente por n\u00e3o terem nenhum obra conclu\u00edda. Na primeira, houve aumento no \u00edndice de obras paralisadas (6% em 2012 para 17% em 2013), mas queda nas atrasadas (de 33% para 6%). J\u00e1 no Norte, das tr\u00eas obras de esgoto, duas est\u00e3o atrasadas e uma, paralisada.<\/p>\n<p>No sudeste, a propor\u00e7\u00e3o das obras atrasadas aumentou de 11% para 20%, mas as paralisadas ca\u00edram (de 30% para 19%). O ponto positivo \u00e9 que as obras conclu\u00eddas passaram de 22% para 33% &#8211; aumento que tamb\u00e9m aconteceu no Sul, de 14% para 29%.<\/p>\n<p>J\u00e1 no Nordeste, apenas 8% das obras estavam conclu\u00eddas. &#8220;O Nordeste tem um n\u00famero grande de obras, mas muita lentid\u00e3o. Isso acontece porque as cidades n\u00e3o se preparam para receber os recursos. \u00c9 um problema administrativo&#8221;, diz Carlos.<\/p>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Obra de saneamento do PAC em Fortaleza em 2013 (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/TV Globo)\" alt=\"Obra de saneamento do PAC em Fortaleza em 2013 (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/TV Globo)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/heSgz6-9SoL9BBw9vnpDe_mK7gc=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2014\/05\/28\/fortaleza.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" \/>Obra de saneamento do PAC em Fortaleza, em<br \/>\n2013 (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/TV Globo)<\/div>\n<p>Em Fortaleza, cidade apontada pelo instituto como uma das com a situa\u00e7\u00e3o pior, das nove obras, quatro estavam com o andamento normal no ano passado e cinco, inadequadas. Destas, tr\u00eas estavam paralisadas e praticamente n\u00e3o iniciadas, com 0,09% de execu\u00e7\u00e3o, e duas estavam atrasadas.<\/p>\n<p>De acordo com a\u00a0Companhia de \u00c1gua e Esgoto do Cear\u00e1 (Cagece), as tr\u00eas obras que estavam paralisadas receberam ordem de servi\u00e7o em abril e est\u00e3o em andamento. O \u00f3rg\u00e3o informou que &#8220;a expectativa \u00e9 de que as obras tenham seus cronogramas cumpridos, sendo executadas normalmente&#8221;, e citou a necessidade de fazer novas licita\u00e7\u00f5es por causa de altera\u00e7\u00f5es nos projetos originais como motivo para atrasos.<\/p>\n<p><strong>Minist\u00e9rio das Cidades<\/strong><br \/>\nDe acordo com o Minist\u00e9rio das Cidades, a responsabilidade pela execu\u00e7\u00e3o das obras \u00e9 dos pr\u00f3prios munic\u00edpios e dos prestadores de servi\u00e7os de saneamento, j\u00e1 que o governo federal &#8220;disponibilizou recursos para que os munic\u00edpios e os estados pudessem executar estas obras&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;As causas que determinam atrasos e paralisa\u00e7\u00f5es nas obras s\u00e3o m\u00faltiplas e complexas, mas o acompanhamento regular das iniciativas empreendido rotineiramente pelo Minist\u00e9rio das Cidades revela que a principal causa continua sendo a qualidade dos projetos de engenharia contratados pelos executores das obras. A elabora\u00e7\u00e3o de projetos n\u00e3o tem conseguido cumprir o calend\u00e1rio de desenvolvimento das iniciativas contratadas e problemas de qualidade t\u00eam sido frequentemente detectados&#8221;, informa o minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>O \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m cita a defici\u00eancia na gest\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o dos empreendimentos, motivados pela insufici\u00eancia de quadros t\u00e9cnicos em parte dos entes p\u00fablicos contratantes das iniciativas, o abandono de obras e contratos pelas empresas executoras e a\u00a0necessidade de melhor aparelhamento dos \u00f3rg\u00e3os ambientais locais para cumprir as exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o como motivos dos atrasos.<\/p>\n<p>O \u00f3rg\u00e3o ainda acrescenta que\u00a050% dos investimentos do PAC 2 foram selecionados no final de 2013. Por isso, &#8220;ainda n\u00e3o houve tempo h\u00e1bil para in\u00edcio efetivo de parte significativa das obras&#8221;.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio tamb\u00e9m informou que &#8220;realiza monitoramento intensivo da execu\u00e7\u00e3o junto aos proponentes e procura atuar como facilitador e catalisador da resolu\u00e7\u00e3o dos problemas, quando sua supera\u00e7\u00e3o envolve \u00f3rg\u00e3os federais&#8221;. &#8220;Nos demais casos, o minist\u00e9rio flexibilizou seus normativos para admitir a utiliza\u00e7\u00e3o de recursos federais para o pagamento de despesas com estudos ambientais, (&#8230;) medidas mitigadoras e compensat\u00f3rias, como reflorestamento, e de despesas com o gerenciamento de obras.&#8221;<\/p>\n<p>Veja abaixo as obras da amostra do estudo que estavam em situa\u00e7\u00e3o inadaquada em dezembro de 2013.<\/p>\n<p><strong>Obras paralisadas<\/strong><br \/>\n&#8211; Macei\u00f3 (AL) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Orla Lagunar<br \/>\n&#8211; Macei\u00f3 (AL) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; Feira de Santana (BA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia do Jacuipe<br \/>\n&#8211; Salvador (BA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Diversos bairros<br \/>\n&#8211; Salvador (BA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacias Trobogi, Cambunas e \u00c1guas Claras<br \/>\n&#8211; Fortaleza (CE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia CD-1<br \/>\n&#8211; Fortaleza (CE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia CD-2<br \/>\n&#8211; Fortaleza (CE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia CD-3<br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Condom\u00ednios P\u00f4r do Sol e Sol Nascente<br \/>\n&#8211; Goi\u00e2nia (GO) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Interceptor Anicuns Margem Esquerda e Caveirinha<br \/>\n&#8211; Goi\u00e2nia (GO) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; Belo Horizonte e Contagem (MG) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; Contagem (MG) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia V\u00e1rzea das Flores<br \/>\n&#8211; Bel\u00e9m (PA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairros Marambaia e Guanabara<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; bairro do Altiplano Cabo Branco<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro Padre Z\u00e9 e Jos\u00e9 Am\u00e9rico<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro\u00a0Cruz das Armas<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro Funcion\u00e1rios 1 e Jos\u00e9 Am\u00e9rico<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Comunidade Jd. Ester<br \/>\n&#8211; Teresina (PI) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Margem direira da macrobacia do rio Parna\u00edba<br \/>\n&#8211; Teresina (PI) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Zona sul<br \/>\n&#8211; Curitiba (PR) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Curitiba II<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia GS, bairros Tirol, Lagoa Nova, Nova Descoberta e Pq. das Dunas<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia H<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Gon\u00e7alo (RJ) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacias dos rios Mutondos e Coelho &#8211; Bairros Nova Cidade, Trindade e Luiz Ca\u00e7ador<br \/>\n&#8211; Porto Alegre (RS) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio I<br \/>\n&#8211; Porto Alegre (RS) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Sarandi<br \/>\n?- Porto Alegre (RS) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio II<br \/>\n&#8211; Guarulhos (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Vertente 3 ETE S\u00e3o Miguel<br \/>\n&#8211; Guarulhos (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Sub bacias SB 08 e SB 09<br \/>\n&#8211; Guarulhos (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio -Vertente 2 ETE S\u00e3o Miguel<br \/>\n&#8211; Guarulhos (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Sistemas S. Jo\u00e3o e Bonsucesso<br \/>\n&#8211; Osasco (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Paulo (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio\u00a0&#8211; S. Domingos, Pirituba, Freguesia do \u00d3, Casa Verde, Santana e Vila Guilherme<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Paulo, Embu das Artes e Itapecerica da Serra (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; S\u00e3o Paulo, Embu, Itapecerica da Serra<\/p>\n<p><strong>Obras atrasadas<\/strong><br \/>\n&#8211; Salvador (BA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Salvador e implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio nas ilhas de Mar\u00e9, dos Frades e Bom Jesus dos Passos<br \/>\n&#8211; Fortaleza (CE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia CE-4<br \/>\n&#8211; Fortaleza (CE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia CE-5<br \/>\n&#8211; Goi\u00e2nia (GO) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Luis (MA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Sistemas Anil, Vinhais e S\u00e3o Francisco<br \/>\n&#8211; Bel\u00e9m (PA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Recupera\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Elevat\u00f3ria final do esgoto da \u00e1rea central<br \/>\n&#8211; Bel\u00e9m (PA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia do Una<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Jd. Cidade Universit\u00e1ria<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairros Jos\u00e9 Am\u00e9rico e Laranjeiras<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o de sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro Altiplano Cabo Branco<br \/>\n&#8211; Recife (PE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Parte do bairro Boa Viagem, Vila Ipsep e entorno da Av. Mascarenhas de Moraes<br \/>\n&#8211; Recife (PE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro Set\u00fabal e parte dos bairros Boa Viagem e Imbiribeira<br \/>\n&#8211; Curitiba (PR) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacias do Rio Igua\u00e7u, Bel\u00e9m, Formosa, Padilha e Barigui<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro de Capim Macio e parte do bairro de Neopolis<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairros Alecrim e Quintas I<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio \u00a0&#8211; Bacias E, F, I, K, L, bairros Bom Pastor, Cidade Nova, Felipe Cmar\u00e3o, Quintas, Planalto e Cidade Esperan\u00e7a<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairros Alecrim e Quintas II<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia LS, bairro Planalto<br \/>\n&#8211; Duque de Caxias (RJ) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro da Pavuna<br \/>\n&#8211; Rio de Janeiro e S\u00e3o Gon\u00e7alo (RJ) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Ilha de Paquet\u00e1<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Gon\u00e7alo (RJ) &#8211; Adequa\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Melhoria da ETE S\u00e3o Gon\u00e7alo<br \/>\n&#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia Santa Cruz<br \/>\n&#8211; Joinville (SC) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; Aracaju (SE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro Aruana<br \/>\n&#8211; Aracaju e Barra dos Coqueiros (SE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; Campinas (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Capivar II<br \/>\n&#8211; Santo Andr\u00e9 e Mau\u00e1 (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamentos sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Bernardo do Campo (SP)\u00a0&#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacias Ribeir\u00e3o dos Couros e Billings, margem norte<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Bernardo do Campo e Diadema (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Favela Naval<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Paulo (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Itaim Bibi, Moema<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Paulo (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; S. Mateus, S. Rafael e Iguatemi<br \/>\n?- S\u00e3o Paulo (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Favela Parais\u00f3polis<\/p>\n<p><strong>Obras n\u00e3o iniciadas<\/strong><br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Condom\u00ednios La Font, Mans\u00f5es entre Lagos e Novo Horizonte<br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Setor de Mans\u00f5es Dom Bosco<br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Col\u00f4nias Agr\u00edcolas \u00c1guas Claras, Bernardo Say\u00e3o, Iapi, SMPW<br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Santa Maria &#8211; Setor Ribeir\u00e3o<br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Brazl\u00e2ndia &#8211; Estor Incra 8<br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Sobradinho, Setor de Mans\u00f5es e Nova Colina<br \/>\n&#8211; Bras\u00edlia (DF) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Setor Habitacional S. Bartolomeu\/Jd. Bot\u00e2nico<br \/>\n&#8211; Goi\u00e2nia (GO) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Luis (MA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacias Anil, S\u00e3o Francisco, Vinhais &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema &#8211; Bacia Bacanga, margem direira<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Luis (MA) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bacia do Bacanga<br \/>\n&#8211; Juiz de Fora (MG) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Pessoa (PB) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Bairro Valentina Figueiredo, Praia do Seixas e Penha, Bairro J. Am\u00e9rico, Colibris e \u00c1gua Fria<br \/>\n&#8211; Teresina (PI) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Sub bacias PA8\/2 e PA8\/4<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211;\u00a0Zona Norte<br \/>\n&#8211; Natal (RN) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Zona Sul<br \/>\n&#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Alegria I<br \/>\n&#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Alegria II<br \/>\n&#8211; Joinville (SC) &#8211; Implanta\u00e7\u00e3o da rede coletora &#8211; Bacias 8.1 e 9<br \/>\n&#8211; Aracaju (SE) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Zona Norte<br \/>\n&#8211; S\u00e3o Paulo (SP) &#8211; Amplia\u00e7\u00e3o do sistema de esgotamento sanit\u00e1rio &#8211; Vila Guilherme e Santana<\/p>\n<p>Fonte: g1<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Clara Velasco\u00a0Do G1, em S\u00e3o Paulo \u00a0 A maioria das obras de esgoto do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC) nas grandes cidades do pa\u00eds est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o inadequada em rela\u00e7\u00e3o aos seus cronogramas, aponta estudo do Instituto Trata Brasil divulgado nesta quinta-feira (29). De 149 obras planejadas para os munic\u00edpios acima de 500 mil habitantes (56 cidades no total), 87 estavam paralisadas, atrasadas ou ainda n\u00e3o haviam sido iniciadas em dezembro de 2013, per\u00edodo do levantamento. O n\u00famero corresponde a 58% do total. &#8220;Escolhemos o recorte das cidades grandes porque considera-se que elas t\u00eam mais facilidade para fazer&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":59558,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[6194,6],"tags":[],"class_list":["post-59539","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-noticias"],"acf":[],"views":531,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59539","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59539"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59539\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59559,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59539\/revisions\/59559"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59558"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59539"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59539"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59539"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}