{"id":59012,"date":"2014-05-10T08:31:11","date_gmt":"2014-05-10T11:31:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=59012"},"modified":"2014-05-10T08:31:11","modified_gmt":"2014-05-10T11:31:11","slug":"aneel-eleva-para-r-4-bi-a-2a-parcela-de-emprestimo-a-distribuidoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2014\/05\/10\/aneel-eleva-para-r-4-bi-a-2a-parcela-de-emprestimo-a-distribuidoras\/","title":{"rendered":"Aneel eleva para R$ 4 bi a 2\u00aa parcela de empr\u00e9stimo a distribuidoras"},"content":{"rendered":"<p>A Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (9) que vai elevar, de\u00a0<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/05\/2-parcela-de-emprestimo-distribuidoras-sera-de-r-33-bilhoes.html\">R$ 3,285 bilh\u00f5es<\/a>\u00a0para R$ 4,045 bilh\u00f5es, o valor da segunda parcela do empr\u00e9stimo banc\u00e1rio para financiar o uso mais intenso de termel\u00e9tricas e a compra, pelas distribuidoras, de energia no mercado \u00e0 vista.<\/p>\n<p>Com isso, chega a R$ 8,7 bilh\u00f5es o valor tomado at\u00e9 agora junto aos bancos pela C\u00e2mara de Comercializa\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica (CCEE), entidade escolhida pelo governo para intermediar a opera\u00e7\u00e3o financeira. A primeira parcela, no m\u00eas passado, foi de R$ 4,7 bilh\u00f5es.<!--more--><\/p>\n<div>saiba mais<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/05\/governo-avalia-alternativas-para-elevar-socorro-distribuidoras.html\">Governo avalia alternativas para elevar socorro \u00e0s distribuidoras<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/05\/2-parcela-de-emprestimo-distribuidoras-sera-de-r-33-bilhoes.html\">2\u00ba parcela de empr\u00e9stimo a distribuidoras ser\u00e1 de R$ 3,3 bilh\u00f5es<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/05\/governo-busca-tirar-mais-3-tributos-do-emprestimo-distribuidoras.html\">Governo busca tirar mais 3 tributos do empr\u00e9stimo \u00e0s distribuidoras<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/04\/governo-zera-iof-para-emprestimo-de-r-112-bi-que-vai-pagar-termicas.html\">Governo zera IOF para empr\u00e9stimo de R$ 11,2 bi que vai pagar t\u00e9rmicas<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/04\/despacho-fixa-em-r-47-bilhoes-1-emprestimo-para-pagar-termicas.html\">Despacho fixa em R$ 4,7 bilh\u00f5es 1\u00ba empr\u00e9stimo para pagar t\u00e9rmicas<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/04\/aneel-aprova-regra-para-emprestimo-bancario-que-vai-pagar-termicas.html\">Aneel aprova regra para empr\u00e9stimo banc\u00e1rio que vai pagar t\u00e9rmicas<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2014\/04\/energia-contratada-em-leilao-vai-encarecer-contas-de-luz-em-2014.html\">Energia contratada em leil\u00e3o vai encarecer contas de luz em 2014<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p>Esses R$ 8,7 bilh\u00f5es correspondem a 77,7% do total que, estima o governo, ser\u00e1 necess\u00e1rio emprestar neste ano para financiar o setor el\u00e9trico: R$ 11,2 bilh\u00f5es. Essa conta ser\u00e1 repassada \u00e0s tarifas de luz e paga pelos consumidores a partir de 2015.<\/p>\n<p>A segunda parcela do empr\u00e9stimo, agora atualizada para R$ 4,045 bilh\u00f5es, vai servir para pagar o gasto extra das distribuidoras com o uso mais intenso das t\u00e9rmicas e a compra de energia no mercado \u00e0 vista no m\u00eas de mar\u00e7o. Pela regra do setor, essas faturas s\u00e3o sempre quitadas dois meses depois. O pagamento ser\u00e1 feito na segunda (12).<\/p>\n<p>Mais cedo, tamb\u00e9m nesta sexta, o Minist\u00e9rio de Minas e Energia e a Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) informaram que est\u00e3o avaliando alternativas para cobrir os custos adicionais que as distribuidoras de energia ainda t\u00eam devido ao uso mais intenso das termel\u00e9tricas e a compra de energia no mercado \u00e0 vista. As a\u00e7\u00f5es dever\u00e3o exigir mais que os R$ 11,2 bilh\u00f5es da linha de cr\u00e9dito oferecida por bancos na opera\u00e7\u00e3o costurada pelo governo para evitar um impacto maior nas contas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>No mercado, estima-se a necessidade de um valor adicional de R$ 7 bilh\u00f5es para o ano \u2013 elevando o valor dessa conta para R$ 18,2 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Socorro \u00e0s distribuidoras<\/strong><br \/>\nEssa conta bilion\u00e1ria deveria ser paga, neste primeiro momento, pelas distribuidoras de energia, que seriam ressarcidas quando os valores fossem repassados \u00e0s contas de luz. Mas as empresas alegam n\u00e3o ter caixa suficiente e, por isso, em meados de mar\u00e7o o governo anunciou um plano para socorr\u00ea-las.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, o plano previa a inje\u00e7\u00e3o de R$ 12 bilh\u00f5es no setor, sendo R$ 4 bilh\u00f5es via Tesouro e R$ 8 bilh\u00f5es por meio de empr\u00e9stimos banc\u00e1rios a serem repassados \u00e0s contas de luz e pagos pelos consumidores a partir de 2015. Depois, o governo elevou para R$ 12,4 bilh\u00f5es a previs\u00e3o de gastos e anunciou que, desse total, R$ 11,2 bilh\u00f5es devem ser emprestados \u2013 a participa\u00e7\u00e3o do Tesouro se resumiu, portanto, ao aporte de R$ 1,2 bilh\u00e3o feito para cobrir os gastos de janeiro.<\/p>\n<p>At\u00e9 o final de 2014, os gastos das distribuidoras com as t\u00e9rmicas e a compra de energia no mercado \u00e0 vista vai ser apurado mensalmente. Em seguida, a C\u00e2mara de Comercializa\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica (CCEE) vai tomar empr\u00e9stimos junto a um grupo de bancos, entre eles o Banco do Brasil e a Caixa, para cobri-los.<\/p>\n<p><strong>Estiagem<\/strong><br \/>\nEssa conta surgiu com a falta de chuvas no in\u00edcio de 2014, que levou a uma forte queda no armazenamento de \u00e1gua dos reservat\u00f3rios das hidrel\u00e9tricas que ficam no Sudeste e Centro Oeste \u2013 as duas regi\u00f5es respondem por cerca de 70% da capacidade de gera\u00e7\u00e3o de energia no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para poupar \u00e1gua dessas represas, as usinas termel\u00e9tricas, que geram energia por meio da queima de combust\u00edveis como \u00f3leo e g\u00e1s, passaram a funcionar a plena capacidade. Mas a energia gerada por elas \u00e9 mais cara.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a situa\u00e7\u00e3o nos reservat\u00f3rios fez disparar o valor da energia no mercado \u00e0 vista. Quando, para atender aos seus consumidores, uma distribuidora consome mais energia do que a que tem sob contratos, essa diferen\u00e7a \u00e9 paga ao pre\u00e7o do mercado \u00e0 vista. Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (9) que vai elevar, de\u00a0R$ 3,285 bilh\u00f5es\u00a0para R$ 4,045 bilh\u00f5es, o valor da segunda parcela do empr\u00e9stimo banc\u00e1rio para financiar o uso mais intenso de termel\u00e9tricas e a compra, pelas distribuidoras, de energia no mercado \u00e0 vista. Com isso, chega a R$ 8,7 bilh\u00f5es o valor tomado at\u00e9 agora junto aos bancos pela C\u00e2mara de Comercializa\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica (CCEE), entidade escolhida pelo governo para intermediar a opera\u00e7\u00e3o financeira. 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