{"id":53242,"date":"2013-12-03T16:09:09","date_gmt":"2013-12-03T19:09:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=53242"},"modified":"2013-12-03T16:09:09","modified_gmt":"2013-12-03T19:09:09","slug":"pesquisa-indica-que-28-milhoes-de-brasileiros-tem-familiar-com-dependencia-quimica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2013\/12\/03\/pesquisa-indica-que-28-milhoes-de-brasileiros-tem-familiar-com-dependencia-quimica\/","title":{"rendered":"Pesquisa indica que 28 milh\u00f5es de brasileiros t\u00eam familiar com depend\u00eancia qu\u00edmica"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"Pesquisa indica que 28 milh\u00f5es de brasileiros t\u00eam familiar com depend\u00eancia qu\u00edmica\" src=\"http:\/\/www.bahianoticias.com.br\/fotos\/saude_noticias\/10361\/xIMAGEM_NOTICIA_5.jpg.pagespeed.ic.1YNc0PefI1.jpg\" \/><\/p>\n<h5>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h5>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"cke_pastebin\">Uma pesquisa aponta que ao menos 28 milh\u00f5es de pessoas no Brasil t\u00eam algum familiar que sofre com depend\u00eancia qu\u00edmica. Segundo o Levantamento Nacional de Fam\u00edlias dos Dependentes Qu\u00edmicos (Lenad Fam\u00edlia), da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp), divulgado nesta ter\u00e7a-feira (3), 5,7% dos brasileiros s\u00e3o dependentes de drogas como a maconha, \u00e1lcool e coca\u00edna, \u00edndice que representa mais de oito milh\u00f5es de pessoas. Os dados s\u00e3o baseados em consultas feitas entre 2012 e 2013 sobre consumo de drogas e seus derivados. Na consulta, s\u00e3o informados tamb\u00e9m dados sobre ingest\u00e3o de bebidas alco\u00f3licas, assim como, um mapa sobre usu\u00e1rios que est\u00e3o em reabilita\u00e7\u00e3o e qual o perfil de suas fam\u00edlias. O estudo, segundo um dos coordenadores da pesquisa, Ronaldo Laranjeira, \u00e9 a maior pesquisa mundial sobre dependentes qu\u00edmicos. Foram ouvidas 3.142 fam\u00edlias de dependentes qu\u00edmicos em tratamento. At\u00e9 ent\u00e3o, segundo a Unifesp, n\u00e3o existia no pa\u00eds nenhum estudo de \u00e2mbito nacional focado nas fam\u00edlias. No estudo, a maioria dos pacientes em tratamento para depend\u00eancia qu\u00edmica eram homens, com idade entre 12 e 82 anos. Desses, 26% tinham ensino superior incompleto ou completo. Foi informado tamb\u00e9m que a maioria dos pacientes em tratamento (73%) era poli-usu\u00e1ria, ou seja, consumia mais de uma droga. Em 68% dos casos, quem passava por reabilita\u00e7\u00e3o era consumidor de maconha, combinada com outras subst\u00e2ncias. Segundo a pesquisa, o tempo m\u00e9dio de uso das subst\u00e2ncias foi de 13 anos. Informa\u00e7\u00f5es do G1.<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Uma pesquisa aponta que ao menos 28 milh\u00f5es de pessoas no Brasil t\u00eam algum familiar que sofre com depend\u00eancia qu\u00edmica. 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