{"id":52577,"date":"2013-11-09T21:10:56","date_gmt":"2013-11-10T00:10:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=52577"},"modified":"2013-11-09T21:12:47","modified_gmt":"2013-11-10T00:12:47","slug":"rombo-no-governo-da-presidente-dilma-sera-de-r-534-bilhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2013\/11\/09\/rombo-no-governo-da-presidente-dilma-sera-de-r-534-bilhoes\/","title":{"rendered":"Rombo no governo da presidente Dilma ser\u00e1 de R$ 534 bilh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/t3.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcRwaOv_QpQ4q6w6NK8MB9nduUVuZDDM0gjJoP_YI3BOAlaCmgg1Mw\" \/><\/p>\n<p>A administra\u00e7\u00e3o Dilma Rousseff deixar\u00e1 uma marca nada agrad\u00e1vel para um governante: entre 2011 e 2014, o rombo nas contas do setor p\u00fablico dever\u00e1 totalizar R$ 534,6 bilh\u00f5es, segundo as estimativas mais conservadoras do mercado e da equipe econ\u00f4mica. O buraco ser\u00e1 maior do que os R$ 500 bilh\u00f5es em investimentos prometidos pela presidente da Rep\u00fablica por meio das concess\u00f5es de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, um claro sinal de descontrole das finan\u00e7as federais. Para os especialistas, o pr\u00f3ximo ano ser\u00e1 t\u00e3o complicado, com o deficit podendo chegar a 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que o futuro comandante do Pal\u00e1cio do Planalto ser\u00e1 obrigado a aumentar impostos para manter o pa\u00eds govern\u00e1vel.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro mandato de Lula, quando houve deficit nominal (que inclui os juros da d\u00edvida p\u00fablica) de R$ 308,1 bilh\u00f5es, o rombo do governo Dilma ser\u00e1 73,5% maior. Na compara\u00e7\u00e3o com os \u00faltimos quatro anos do petista, nos quais faltaram R$ 336,3 bilh\u00f5es para o fechamento das contas, o salto foi 59%. N\u00e3o \u00e0 toa, o Brasil est\u00e1 sob total descren\u00e7a entre os investidores e pode ser rebaixado pelas ag\u00eancias de classifica\u00e7\u00e3o de risco, fato que, se confirmado, elevar\u00e1 o custo dos empr\u00e9stimos que as empresas fazem no exterior para incrementar neg\u00f3cios no pa\u00eds.<!--more--><\/p>\n<p>No primeiro ano de mandato, as contas de Dilma ficaram R$ 108 bilh\u00f5es no vermelho. Em 2012, houve estabilidade, com deficit de R$ 109 bilh\u00f5es. Neste ano, as proje\u00e7\u00f5es apontam para um buraco m\u00ednimo de R$ 150 bilh\u00f5es, correspondente a 3% do PIB. Para 2014, ano de elei\u00e7\u00f5es, as estimativas apontam para rombo de R$ 167,7 bilh\u00f5es, o equivalente a 3,2% do PIB. Os mais pessimistas, como o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, falam em deficit nominal de at\u00e9 4% do Produto ou R$ 210 bilh\u00f5es. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Correio Brailiense<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; A administra\u00e7\u00e3o Dilma Rousseff deixar\u00e1 uma marca nada agrad\u00e1vel para um governante: entre 2011 e 2014, o rombo nas contas do setor p\u00fablico dever\u00e1 totalizar R$ 534,6 bilh\u00f5es, segundo as estimativas mais conservadoras do mercado e da equipe econ\u00f4mica. O buraco ser\u00e1 maior do que os R$ 500 bilh\u00f5es em investimentos prometidos pela presidente da Rep\u00fablica por meio das concess\u00f5es de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, um claro sinal de descontrole das finan\u00e7as federais. 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