{"id":52284,"date":"2013-10-25T21:39:01","date_gmt":"2013-10-26T00:39:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=52284"},"modified":"2013-10-25T21:39:01","modified_gmt":"2013-10-26T00:39:01","slug":"novas-descobertas-podem-abalar-teoria-da-evolucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2013\/10\/25\/novas-descobertas-podem-abalar-teoria-da-evolucao\/","title":{"rendered":"Novas descobertas podem abalar teoria da evolu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" title=\"Novas descobertas podem abalar teoria da evolu\u00e7\u00e3o\" alt=\"Novas descobertas podem abalar teoria da evolu\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/noticias.gospelprime.com.br\/files\/2013\/10\/cranio-abala-teoria-da-evolucao-320x179.jpg\" \/><\/p>\n<p>Novas descobertas podem abalar teoria da evolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Duas descobertas recentes podem \u201cabalar\u201d a teoria da evolu\u00e7\u00e3o. Um cr\u00e2nio escavado na Rep\u00fablica da Ge\u00f3rgia, est\u00e1 levantando uma nova hip\u00f3tese sobre a forma\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie humana. Muitos cientistas defendiam a possibilidade de que v\u00e1rias esp\u00e9cies humanas viveram na Terra h\u00e1 dois milh\u00f5es de anos. Contudo, h\u00e1 fortes ind\u00edcios que isso pode n\u00e3o ser verdade.<\/p>\n<p>Em um artigo publicado recentemente na revista cient\u00edfica\u00a0Science, a equipe liderada pelo pesquisador David Lordkipanidze, defende que as esp\u00e9cies\u00a0Homo habilis,\u00a0Homo rudolfensis\u00a0e\u00a0Homo erectus s\u00e3o todos parte de uma linhagem \u00fanica.<\/p>\n<p>O cr\u00e2nio descoberto em Dmanisi, Ge\u00f3rgia, apresenta dentes grandes, um rosto comprido e sugere que o c\u00e9rebro era menor. Estas caracter\u00edsticas seriam semelhantes \u00e0s do\u00a0Homo habilis, mas com tra\u00e7os at\u00e9 ent\u00e3o exclusivos do\u00a0Homo erectus.<\/p>\n<p>Para Lordkipanidze, as grandes varia\u00e7\u00f5es presentes neste cr\u00e2nio n\u00e3o seriam sinais de esp\u00e9cies diferentes, mas apenas diferen\u00e7as dentro de uma mesma esp\u00e9cie. \u201cQuando olhamos para essas varia\u00e7\u00f5es e comparamos com humanos modernos, voc\u00ea pode ver que \u00e9 uma varia\u00e7\u00e3o normal\u201d, disse ele \u00e0 rede BBC.<\/p>\n<p><!--more-->Paralelo a isso, a descoberta de um mosquito fossilizado est\u00e1 fazendo cientistas questionarem a suposta idade dos f\u00f3sseis antigos e camadas de rocha. Um artigo importante foi publicado pela Academia Nacional de Ci\u00eancias de autoria de cinco cientistas norte-americanos e europeus.<\/p>\n<p>Ele aborda a recente descoberta de um mosquito fossilizado na Forma\u00e7\u00e3o Kishenehn, em Montana, EUA.\u00a0Uma imagem que remete ao filme Jurassic Park, de 1993. Dentro do f\u00f3ssil existe vest\u00edgios de sangue ainda preservado, algo que os descobridores consideram sem precedentes.<\/p>\n<p>\u201cA preserva\u00e7\u00e3o desse mosquito f\u00eamea fossilizado\u2026 foi algo extremamente improv\u00e1vel. E precisava estar cheio de sangue e ser envolvido por um sedimento anaer\u00f3bio sem que isso estourasse a fr\u00e1gil distens\u00e3o de seu abd\u00f4men repleto de sangue\u201d, afirmam seus descobridores no artigo publicado pela revista cient\u00edfica Nature\u00a0.<\/p>\n<p>O mosquito estava envolto em sedimentos de xisto, num local que os ge\u00f3logos afirmam ter 46 milh\u00f5es de anos.\u00a0Logo, essa descoberta precisaria ter diz fossilizada h\u00e1 cerca de 46 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.\u00a0Contudo, os cientistas afirmam que o sangue dento do inseto n\u00e3o poderia ter sobrevivido durante um per\u00edodo t\u00e3o grande de tempo.<\/p>\n<p>\u201cO abd\u00f4men de um mosquito cheio de sangue \u00e9 como um bal\u00e3o pronto para estourar.\u00a0\u00c9 algo extremamente fr\u00e1gil\u201d, afirmou Dale Greenwalt, l\u00edder da equipe de cientistas. \u201cAs chances de ele n\u00e3o ter se desintegrado antes de fossiliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o infinitamente pequenas\u201d.<\/p>\n<p>Agora, levanta-se a quest\u00e3o de se os m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o das rochas naquela regi\u00e3o s\u00e3o confi\u00e1veis. Brian Thomas, cientista ligado ao Instituto de Pesquisas da Cria\u00e7\u00e3o, diz que o sangue do mosquito n\u00e3o poderia ter sobrevivido a milh\u00f5es de anos.\u00a0Ele disse ao\u00a0Christian News Network\u00a0que os cientistas estimam a idade dos f\u00f3sseis com os dados de cartas geol\u00f3gicas padronizadas.<\/p>\n<p>Para Thomas os m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o das rochas utilizados normalmente s\u00e3o \u201csabidamente pouco confi\u00e1veis\u201d. \u201cEm \u00faltima an\u00e1lise\u201d, conclui Thomas, n\u00e3o haveria uma explica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica plaus\u00edvel. Os \u201cmilh\u00f5es de anos\u201d sempre apontados pelos ge\u00f3logos podem n\u00e3o estar corretos, pois seriam no m\u00e1ximo milhares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Gospel Prime<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Novas descobertas podem abalar teoria da evolu\u00e7\u00e3o Duas descobertas recentes podem \u201cabalar\u201d a teoria da evolu\u00e7\u00e3o. Um cr\u00e2nio escavado na Rep\u00fablica da Ge\u00f3rgia, est\u00e1 levantando uma nova hip\u00f3tese sobre a forma\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie humana. Muitos cientistas defendiam a possibilidade de que v\u00e1rias esp\u00e9cies humanas viveram na Terra h\u00e1 dois milh\u00f5es de anos. Contudo, h\u00e1 fortes ind\u00edcios que isso pode n\u00e3o ser verdade. 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