{"id":41321,"date":"2012-01-06T20:12:03","date_gmt":"2012-01-06T23:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=41321"},"modified":"2012-01-06T20:12:03","modified_gmt":"2012-01-06T23:12:03","slug":"funai-apura-se-crianca-indigena-foi-queimada-viva-por-madeireiros-no-maranhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2012\/01\/06\/funai-apura-se-crianca-indigena-foi-queimada-viva-por-madeireiros-no-maranhao\/","title":{"rendered":"Funai apura se crian\u00e7a ind\u00edgena foi queimada viva por madeireiros no Maranh\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Crime ocorreu em outubro e v\u00edtima pertence a grupo que vive isolado na mata<\/p>\n<p>A Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio) enviou uma equipe para apurar o caso de uma crian\u00e7a ind\u00edgena que teria sido queimada por madeireiros no Maranh\u00e3o em outubro do ano passado. <strong><\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o \u00f3rg\u00e3o, uma equipe est\u00e1 indo de Imperatriz at\u00e9 a Terra Ind\u00edgena de Arariboia, onde o crime ocorreu. De acordo com a Funai, informa\u00e7\u00f5es mais precisas sobre o caso dever\u00e3o ser divulgadas na pr\u00f3xima segunda-feira (9).<\/p>\n<p>O caso teve destaque nesta semana com a ajuda de redes sociais, mas o crime ocorreu em outubro, segundo o Cimi (Conselho Indigenista Mission\u00e1rio). A crian\u00e7a \u00e9 da etnia Aw\u00e1-Guaj\u00e1, que vive isolada do contato com os brancos e divide o territ\u00f3rio com outros povos. O assassinato foi denunciado pelo povo Tenetehara, que tamb\u00e9m vive em Arariboia.<\/p>\n<p>Os Tenetahara informam que costumavam ver os Aw\u00e1-Guaj\u00e1 em ca\u00e7adas na mata, mas que deixaram de encontr\u00e1-los depois que viram um acampamento com sinais de inc\u00eandio e com os restos mortais da crian\u00e7a. Segundo Lu\u00eds Carlos Tenetehara, era poss\u00edvel nota a presen\u00e7a de madeireiros na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; Depois disso n\u00e3o foi mais visto o grupo isolado. Nesse per\u00edodo os madeireiros estavam l\u00e1. Eram muitos. Agora desapareceram. N\u00e3o foram mais l\u00e1. At\u00e9 para n\u00f3s \u00e9 perigoso andar, imagine para os isolados.<\/p>\n<p>O grupo acredita que os Aw\u00e1 tenham se dispersado para outros pontos de Arariboia temendo novos ataques. Segundo eles, a a\u00e7\u00e3o de madeireiros na regi\u00e3o tem feito com que os Aw\u00e1 migrem do centro do territ\u00f3rio para as periferias, ficando sujeitos ao contato com a sociedade. As migra\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o motivadas pela extra\u00e7\u00e3o de madeira, j\u00e1 que os Aw\u00e1 s\u00e3o essencialmente coletores.<\/p>\n<p>A Funai informou que recebeu, em novembro, uma den\u00fancia an\u00f4nima sobre assassinatos de \u00edndios na regi\u00e3o, mas sem especificar que havia uma crian\u00e7a entre as v\u00edtimas. O \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m disse que protocolou den\u00fancia junto \u00e0 Pol\u00edcia Federal e solicitou que uma investiga\u00e7\u00e3o fosse feita.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crime ocorreu em outubro e v\u00edtima pertence a grupo que vive isolado na mata A Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio) enviou uma equipe para apurar o caso de uma crian\u00e7a ind\u00edgena que teria sido queimada por madeireiros no Maranh\u00e3o em outubro do ano passado. De acordo com o \u00f3rg\u00e3o, uma equipe est\u00e1 indo de Imperatriz at\u00e9 a Terra Ind\u00edgena de Arariboia, onde o crime ocorreu. De acordo com a Funai, informa\u00e7\u00f5es mais precisas sobre o caso dever\u00e3o ser divulgadas na pr\u00f3xima segunda-feira (9). O caso teve destaque nesta semana com a ajuda de redes sociais, mas o crime ocorreu em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-41321","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"views":435,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41321","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41321"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41321\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41322,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41321\/revisions\/41322"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41321"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41321"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41321"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}