{"id":39761,"date":"2011-11-17T06:43:31","date_gmt":"2011-11-17T09:43:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=39761"},"modified":"2011-11-17T06:43:31","modified_gmt":"2011-11-17T09:43:31","slug":"em-2010-percentual-de-pessoas-pobres-em-municipios-de-medio-porte-era-maior-que-media-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/11\/17\/em-2010-percentual-de-pessoas-pobres-em-municipios-de-medio-porte-era-maior-que-media-nacional\/","title":{"rendered":"Em 2010, percentual de pessoas pobres em munic\u00edpios de m\u00e9dio porte era maior que m\u00e9dia nacional"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>da Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Rio de Janeiro &#8211; O percentual de pessoas consideradas pobres &#8211; com rendimento domiciliar <em>per capita<\/em> de at\u00e9 R$ 70 \u2013 era maior, em 2010, nos munic\u00edpios de m\u00e9dio porte, que t\u00eam entre 10 mil e 50 mil habitantes. Enquanto a m\u00e9dia em todo o pa\u00eds de brasileiros nessa condi\u00e7\u00e3o era de 6,3%, nessa parcela de munic\u00edpios ela atingiu o dobro, 13,7%. Al\u00e9m disso, metade dos moradores das cidades de m\u00e9dio porte vivia com at\u00e9 meio sal\u00e1rio m\u00ednimo <em>per capita<\/em> (R$ 205).<\/p>\n<p>A informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 nos Indicadores Sociais Municipais do Censo Demogr\u00e1fico 2010, divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O levantamento faz uma an\u00e1lise do Censo, focando em temas como aspectos demogr\u00e1ficos, educacionais, de saneamento e do perfil de distribui\u00e7\u00e3o dos rendimentos para os munic\u00edpios brasileiros.<\/p>\n<p>O estudo aponta tamb\u00e9m que nos munic\u00edpios maiores, com popula\u00e7\u00e3o superior a 500 mil habitantes, a incid\u00eancia da pobreza \u00e9 menor. Neles menos de 2% dos habitantes tinha at\u00e9 R$ 70 de rendimento <em>per capita<\/em> e cerca de um quarto vivia com at\u00e9 meio sal\u00e1rio m\u00ednimo.<!--more--><\/p>\n<p>Entre as capitais, Macap\u00e1 tinha a maior propor\u00e7\u00e3o de pessoas vivendo nessa situa\u00e7\u00e3o de pobreza, 5,5% do total. Com at\u00e9 um quarto do sal\u00e1rio m\u00ednimo (R$ 127,50), viviam na capital do Amap\u00e1 16,7% dos habitantes. Os melhores indicadores foram observados em Florian\u00f3polis. Na capital catarinense, apenas 0,3% da popula\u00e7\u00e3o vivia com rendimento domiciliar <em>per capita<\/em> de at\u00e9 R$ 70 e 1,3% com at\u00e9 \u00bc do sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/p>\n<p>Considerando apenas as capitais das regi\u00f5es Sul e Sudeste, o Rio de Janeiro registrou os maiores percentuais de pessoas nessas condi\u00e7\u00f5es. Na capital fluminense, 1,1% apresentava rendimento domiciliar <em>per capita<\/em> de at\u00e9 R$ 70 e 4,5% viviam com at\u00e9 um quarto do sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; da Ag\u00eancia Brasil &nbsp; Rio de Janeiro &#8211; O percentual de pessoas consideradas pobres &#8211; com rendimento domiciliar per capita de at\u00e9 R$ 70 \u2013 era maior, em 2010, nos munic\u00edpios de m\u00e9dio porte, que t\u00eam entre 10 mil e 50 mil habitantes. Enquanto a m\u00e9dia em todo o pa\u00eds de brasileiros nessa condi\u00e7\u00e3o era de 6,3%, nessa parcela de munic\u00edpios ela atingiu o dobro, 13,7%. Al\u00e9m disso, metade dos moradores das cidades de m\u00e9dio porte vivia com at\u00e9 meio sal\u00e1rio m\u00ednimo per capita (R$ 205). 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