{"id":34870,"date":"2011-07-19T07:36:39","date_gmt":"2011-07-19T10:36:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=34870"},"modified":"2011-07-19T07:36:39","modified_gmt":"2011-07-19T10:36:39","slug":"medicos-indicam-aborto-mas-casal-se-recusa-e-menina-sobrevive","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/07\/19\/medicos-indicam-aborto-mas-casal-se-recusa-e-menina-sobrevive\/","title":{"rendered":"M\u00e9dicos indicam aborto, mas casal se recusa e menina sobrevive"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><small>Crescer\/G1<\/small><\/em><\/strong><\/p>\n<div id=\"materiaContainer\">\n<div>\n<div>Quando a inglesa Heather Skinner&#8217;s estava com cerca de 21 semanas de gravidez, os m\u00e9dicos a aconselharam a interromper a gesta\u00e7\u00e3o, pois dificilmente a menina, que j\u00e1 tinha ganhado o nome de Charley-Marie, sobreviveria. Por meio de exames, os especialistas descobriam que havia um <strong>tumor<\/strong> na parte esquerda do <strong>cora\u00e7\u00e3o<\/strong> da garota, o que fazia com que o fluxo sangu\u00edneo fosse prejudicado, noticiou o jornal brit\u00e2nico D<em>aily Mail<\/em>. Por\u00e9m, Heather e o marido, Andy, decidiram que iriam ter a filha, pois preferiam que, se fosse mesmo o caso, a menina morresse naturalmente a<br \/>\ninduzir um <strong>aborto<\/strong>.<br \/>\nMesmo com a decis\u00e3o, os m\u00e9dicos disseram para o casal iniciar os preparativos para o funeral. Eles ainda tiveram de contar aos outros cinco filhos que eles provavelmente n\u00e3o teriam mais uma<br \/>\nirm\u00e3zinha. Heather disse ao jornal que quando soube da not\u00edcia, ela e o marido ficaram em um quarto do hospital e a \u00fanica coisa que conseguiam fazer era chorar. J\u00e1 em casa, contaram com o apoio de uma parteira que os ajudaria a lidar com o inevit\u00e1vel.<br \/>\n<!--more--><br \/>\n\u201cTodos os dias eu me perguntava se ela ainda estava<br \/>\nviva dentro de mim\u201d, contou Healther. Mas, contra todas as probabilidades,<br \/>\nCharley-Marie surpreendeu os m\u00e9dicos e sobreviveu. Ela nasceu em janeiro do ano<br \/>\npassado, tr\u00eas semanas antes do previsto. Imediatamente ap\u00f3s o nascimento, a<br \/>\ngarota foi levada para a UTI do hospital para que fossem realizados exames no<br \/>\nseu cora\u00e7\u00e3o. O tumor ainda estava l\u00e1, contudo, de alguma forma, o cora\u00e7\u00e3o da<br \/>\nmenina encontrou uma maneira de bombear o sangue.<\/p>\n<p>As primeiros 48 horas<br \/>\nde vida de Charley-Marie foram cr\u00edticas e fam\u00edlia ficou sem saber o que<br \/>\naconteceria. Mas tr\u00eas dias ap\u00f3s o nascimento, ela foi autorizada a ir para casa<br \/>\ncom os pais. A fam\u00edlia, que esperava pelo pior, sequer tinha preparado o enxoval<br \/>\ndo beb\u00ea. \u201cN\u00e3o t\u00ednhamos nem comprado roupas para ela, apenas um cobertor que<br \/>\nseria usado em seu enterro\u201d, contou Andy ao jornal.<\/p>\n<p>Apesar da alegria<br \/>\ninicial, os m\u00e9dicos novamente foram taxativos: a menina n\u00e3o sobreviveria ao<br \/>\nprimeiro anivers\u00e1rio. Com 5 meses, ela foi diagnosticada com <strong>esclerose<br \/>\ntuberosa<\/strong>, uma doen\u00e7a rara que causa tumores benignos em \u00f3rg\u00e3os vitais.<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 cura e os especialistas disseram que uma cirurgia n\u00e3o adiantaria.<\/p>\n<p>Mais uma vez contrariando as expectativas, Charley-Marie teve, sim, sua<br \/>\nfesta de anivers\u00e1rio de 1 aninho, com direito \u00e0 fam\u00edlia reunida e fogos de<br \/>\nartif\u00edcio. Hoje, aos 19 meses, a menina se comporta com qualquer crian\u00e7a de sua<br \/>\nidade, segundo a m\u00e3e. \u201cOs m\u00e9dicos n\u00e3o tem ideia do que vai acontecer com o<br \/>\ncora\u00e7\u00e3o dela. E n\u00f3s apenas esperamos pelo melhor\u201d, afirmou.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crescer\/G1 Quando a inglesa Heather Skinner&#8217;s estava com cerca de 21 semanas de gravidez, os m\u00e9dicos a aconselharam a interromper a gesta\u00e7\u00e3o, pois dificilmente a menina, que j\u00e1 tinha ganhado o nome de Charley-Marie, sobreviveria. Por meio de exames, os especialistas descobriam que havia um tumor na parte esquerda do cora\u00e7\u00e3o da garota, o que fazia com que o fluxo sangu\u00edneo fosse prejudicado, noticiou o jornal brit\u00e2nico Daily Mail. Por\u00e9m, Heather e o marido, Andy, decidiram que iriam ter a filha, pois preferiam que, se fosse mesmo o caso, a menina morresse naturalmente a induzir um aborto. 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