{"id":32023,"date":"2011-05-16T07:56:19","date_gmt":"2011-05-16T10:56:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=32023"},"modified":"2011-05-16T07:56:19","modified_gmt":"2011-05-16T10:56:19","slug":"com-direito-a-drama-no-fim-peixe-conquista-o-bi-em-cima-do-timao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/05\/16\/com-direito-a-drama-no-fim-peixe-conquista-o-bi-em-cima-do-timao\/","title":{"rendered":"Com direito a drama no fim, Peixe conquista o bi em cima do Tim\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Globo Esportes<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em><a href=\"http:\/\/www.blogdaresenhageral.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Santos-Paulistao-Foto-Ari-Ferreira_LANIMA20110515_0093_30.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Santos-Paulistao-Foto-Ari-Ferreira_LANIMA20110515_0093_30\" src=\"http:\/\/www.blogdaresenhageral.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Santos-Paulistao-Foto-Ari-Ferreira_LANIMA20110515_0093_30.jpg\" alt=\"\" width=\"490\" height=\"278\" \/><\/a><br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Foi dram\u00e1tico, como final normalmente \u00e9. Chuva fina, campo molhado, falhas de goleiros. Nervosismo, tens\u00e3o e, finalmente, explos\u00e3o. O Santos \u00e9 bicampe\u00e3o paulista. Um t\u00edtulo hist\u00f3rico, o primeiro conquistado numa fina de fato na Vila Belmiro. E mais especial ainda para os santistas: em cima do Corinthians, o maior rival. A vit\u00f3ria por 2 a 1, neste domingo, na Vila Belmiro (o jogo de ida, domingo passado, no Pacaembu, havia sido 0 a 0), deu ao Peixe seu 19\u00ba t\u00edtulo estadual e confirmou a voca\u00e7\u00e3o vitoriosa da nova gera\u00e7\u00e3o de Meninos da Vila, capitaneada por Neymar.<\/p>\n<p>O primeiro tempo foi do Santos. N\u00e3o por acaso, o time da Vila Belmiro abriu o placar aos 16 minutos, com Arouca. Ele mesmo, o volante que n\u00e3o marcava desde o dia 5 de novembro de 2008, quando garantiu a vit\u00f3ria do Fluminense sobre o Figueirenre, por 1 a 0, pelo Brasileir\u00e3o. Durante a semana, o volante chegou a dizer que sonhava marcar seu primeiro gol com a camisa branca numa final de campeonato. Profecia realizada.<\/p>\n<p>\u00a0<!--more--><\/p>\n<p>Antes desse gol, o Peixe j\u00e1 havia chegado perto aos sete minutos, num chute cruzado de L\u00e9o. O Corinthians, embora tivesse mais a bola, tinha dificuldades para criar jogadas. Liedson, isolado, sa\u00eda demais da \u00e1rea. Jorge Henrique e Dentinho mal foram vistos em campo, presas f\u00e1ceis para a \u00f3tima marca\u00e7\u00e3o santista. Aos 20 minutos, preocupa\u00e7\u00e3o para o Santos. Jonathan correu para fazer uma cobertura pela direita e sentiu uma fisgada na coxa direita. Foi substitu\u00eddo por Par\u00e1. O n\u00edvel do time da casa n\u00e3o caiu.<\/p>\n<p>Adriano, le\u00e3o de ch\u00e1cara da zaga da equipe praiana, n\u00e3o deixou Bruno C\u00e9sar em paz. Ganhou todas as dividas e mostrou rapidez de racioc\u00ednio nas antecipa\u00e7\u00f5es. Com isso, o Santos passou a criar muitas chances. Aos 34, Arouca acertou a trave com uma bomba de p\u00e9 direito, aproveitando rebote numa cobran\u00e7a de escanteio. Acuado, o Corinthians apelava para chut\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. Sem muito sucesso. Tanto que Rafael terminou o primeiro tempo sem praticar defesas dif\u00edcil.<\/p>\n<p>A marca\u00e7\u00e3o santista era eficiente tamb\u00e9m porque Alan Patrick e Z\u00e9 Eduardo voltavam para batalhar a posse de bola, dando um refresco para os volantes. Neymar, mais \u00e0 frente, driblava de um lado para o outro e dava passes muito bons, como o que acertou aos 39, para Alan Patrick. A bola veio por cima e o meia tentou completar de primeira. Mandou por cima do gol.<\/p>\n<p>Nas arquibancadas, os torcedores do Santos empurravam o time criando um ambiente que misturava alegria e tens\u00e3o. Os corintianos, em minoria, chegaram a se calar no momento do gol santista, mas passaram a cantar, empurrando o time para a virada. Era o Peixe, por\u00e9m, quem estava mais perto do gol.<\/p>\n<p>Aos 43, Neymar apareceu livre pela esquerda. A zaga corintiana parou pedindo impedimento. A arbitragem mandou o lance seguir. O astro santista chegou de frente para Julio Cesar e n\u00e3o conseguiu concluir bem. Tentou um chute no v\u00e1cuo, balan\u00e7ou o corpo, mas o camisa 1 se manteve parado. Numa \u00faltima tentativa, Neymar tentou acertar o v\u00e3o entre as pernas do corintiano, mas errou o alvo. A bola bateu no advers\u00e1rio e saiu.<\/p>\n<p><strong>Corinthians tenta apertar, mas Santos se segura<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong>Novamente, o Corinthians passou a maior parte do tempo com a bola na etapa complementar. Rondou mais a \u00e1rea santista, trocou mais passes, mas tinha extrema dificuldade at\u00e9 para dominar a bola. Jorge Henrique n\u00e3o conseguia se aproximar de Liedson, que, sozinho, lutava no meio dos defensores santistas. A \u00fanica chance mais clara para a equipe visitante saiu aos 14 minutos, quando Willian pegou rebote da zaga e emendou um tiro forte de direita. Rafael espalmou para a frente. Durval completou o corte.<\/p>\n<p>O Santos, retra\u00eddo, tentava encaixar algum contra-ataque. Faltava, por\u00e9m, algu\u00e9m para acertar o passe final. Alan Patrick n\u00e3o conseguia dar sequ\u00eancia aos lances. Neymar, sozinho \u00e0 frente, corria de um lado para o outro, s\u00f3 via a bola chegar pelo alto. Elano, que poderia armar, estava atuando como volante. Na \u00fanica vez que o astro conseguiu dominar a bola, levou perigo, aos 12. Ele recebeu pela esquerda e veio cortando para o meio. Rolou para Elano, que entrava livre. O chute, rasteiro e cruzado, foi para fora.<\/p>\n<p>O jogo se tornava perigoso para o Santos. Preso demais l\u00e1 atr\u00e1s, a equipe de Muricy Ramalho apenas se segurava. Por volta dos 28 minutos, a chuva come\u00e7ou a cair mais forte, o qeu deu uma maior carga de dramaticidade \u00e0 partida.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que o tempo passava a press\u00e3o corintiana aumentava muito. O Tim\u00e3o se lan\u00e7ava inteiro para o ataque, abrindo enormes espa\u00e7os para o Peixe contra-atacar. Os atacantes do time da Baixada, por\u00e9m, estavam extenuados. De repente, Neymar. Aos 38, ele recebeu pela esquerda, arrancou em velocidade. Mas, cansado, arrematou bem fraco. O chute, rasteiro e colocado, morreria f\u00e1cil nas m\u00e3os de Julio Cesar. No entanto, o camisa 1 do Tim\u00e3o, num lance de extrema infelicidade, eixou a bola escapar. Ela d emorou eternos segundos para ultrapassar a linha, caprichosa, dram\u00e1tica, para fazer a Vila Belmiro explodir.<\/p>\n<p>A torcida santista j\u00e1 gritava \u201c\u00e9 campe\u00e3o\u201d, mas o jogo aindda n\u00e3o havia acabado. Aos 41, foi a vez de Rafael falhar. O goleiro, que estava seis gols sem sofrer gols, saiu mal e Morais aproveitou, diminuindo a vantagem santista. N\u00e3o havia tempo para mais nada por\u00e9m. O Alvinegro se segurou l\u00e1 atr\u00e1s e esperou o apito final para comemorar o t\u00edtulo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Globo Esportes Foi dram\u00e1tico, como final normalmente \u00e9. Chuva fina, campo molhado, falhas de goleiros. Nervosismo, tens\u00e3o e, finalmente, explos\u00e3o. O Santos \u00e9 bicampe\u00e3o paulista. Um t\u00edtulo hist\u00f3rico, o primeiro conquistado numa fina de fato na Vila Belmiro. E mais especial ainda para os santistas: em cima do Corinthians, o maior rival. 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