{"id":31875,"date":"2011-05-13T11:27:25","date_gmt":"2011-05-13T14:27:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=31875"},"modified":"2011-05-13T11:28:04","modified_gmt":"2011-05-13T14:28:04","slug":"nos-jornais-base-de-dilma-da-primeiros-sinais-de-crise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/05\/13\/nos-jornais-base-de-dilma-da-primeiros-sinais-de-crise\/","title":{"rendered":"Nos jornais: Base de Dilma d\u00e1 primeiros sinais de crise"},"content":{"rendered":"<div id=\"texto\">\n<p><em>Estado de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p><strong>Base de Dilma d\u00e1 primeiros sinais de crise<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A vota\u00e7\u00e3o do projeto de C\u00f3digo Florestal deflagrou a primeira crise na base aliada da presidente Dilma Rousseff. Insatisfeitos com o conte\u00fado da proposta e com a demora no preenchimento dos cargos de segundo escal\u00e3o, os aliados se uniram \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o para derrotar o Pal\u00e1cio do Planalto. A fus\u00e3o amea\u00e7a agora a agenda legislativa do Planalto. Al\u00e9m da vota\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo ter sido suspensa diante da inseguran\u00e7a do governo sobre sua aprova\u00e7\u00e3o, novas vota\u00e7\u00f5es importantes para o governo podem ser contaminadas.<\/p>\n<p>O esgar\u00e7amento da base \u00e9 sintoma da centraliza\u00e7\u00e3o nas m\u00e3os do alto petismo das nomea\u00e7\u00f5es para cargos-chave. Cerca de 350 deputados votariam contra a proposta do C\u00f3digo Florestal, um placar resultante da poderosa articula\u00e7\u00e3o dos ruralistas com a insatisfa\u00e7\u00e3o na base por conta da distribui\u00e7\u00e3o de cargos.<\/p>\n<p><strong><!--more-->Brasil retalia Argentina e imp\u00f5e barreiras \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de carros<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO governo brasileiro decidiu impor barreiras \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de carros. O objetivo principal \u00e9 for\u00e7ar a Argentina a rever as a\u00e7\u00f5es protecionistas contra o Brasil, mas a medida tamb\u00e9m procura defender as montadoras instaladas no Pa\u00eds do avan\u00e7o dos autom\u00f3veis asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Desde ter\u00e7a-feira, os importadores devem solicitar licen\u00e7as de importa\u00e7\u00e3o n\u00e3o autom\u00e1ticas, que s\u00f3 s\u00e3o expedidas ap\u00f3s an\u00e1lise dos t\u00e9cnicos do governo e podem demorar 60 dias. N\u00e3o est\u00e3o inclu\u00eddos pneus e autope\u00e7as, para n\u00e3o prejudicar o funcionamento das f\u00e1bricas no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Um debate que virou bate-boca na C\u00e2mara<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o da ex-senadora Marina Silva (PV-AC) na discuss\u00e3o sobre o novo C\u00f3digo Florestal desencadeou um bate-boca em plen\u00e1rio e acusa\u00e7\u00f5es contra o seu marido, F\u00e1bio Vaz de Lima. J\u00e1 era in\u00edcio da madrugada de ontem quando o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator do projeto, reagiu a uma cr\u00edtica feita por Marina no microblog twitter sobre mudan\u00e7as que ele havia feito no texto final.<\/p>\n<p>&#8220;Quem fraudou contrabando de madeira foi o marido de Marina Silva, defendido por mim nesta Casa quando eu era l\u00edder do governo&#8221;, disse Aldo. &#8220;Quando l\u00edder do governo, evitei o depoimento do marido de Marina&#8221;, afirmou. As declara\u00e7\u00f5es, dadas no microfone do plen\u00e1rio, ocorreram minutos depois de Marina escrever na internet direto do Congresso: &#8220;Estou no plen\u00e1rio da C\u00e2mara. Aldo Rebelo apresentou um novo texto, com novas pegadinhas, minutos antes da vota\u00e7\u00e3o. Como pode ser votado?&#8221;<\/p>\n<p><strong>Vota\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Florestal \u00e9 adiada<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>O governo n\u00e3o sabe quando vai retomar as sess\u00f5es para tentar aprovar o novo C\u00f3digo Florestal, mas j\u00e1 decidiu que a meta \u00e9 reabilitar o texto do relator Aldo Rebelo (PC do B-SP) fechado anteontem \u00e0 noite. Os l\u00edderes pol\u00edticos, com a ajuda do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, manter\u00e3o a vers\u00e3o acordada, mas corrigindo as &#8220;pegadinhas&#8221; detectadas na madrugada de ontem.<\/p>\n<p>A nova tentativa de vota\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo, que chegou a ser agendada para ter\u00e7a-feira, est\u00e1 amea\u00e7ada pela viagem de lideran\u00e7as da C\u00e2mara \u00e0 Coreia, na semana que vem. E o PMDB, aliado n\u00famero um do PT e do Planalto, anunciou, por meio do seu l\u00edder, Henrique Eduardo Alves (RN), que est\u00e1 em obstru\u00e7\u00e3o permanente, isto \u00e9, rejeita qualquer vota\u00e7\u00e3o enquanto n\u00e3o for decidido o que fazer com o C\u00f3digo Florestal.<\/p>\n<p><strong>&#8221;Negros t\u00eam de ser prioridade no Brasil sem Mis\u00e9ria&#8221;<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Os negros e os pardos constituem a maioria (70,8%) da popula\u00e7\u00e3o de 16,2 milh\u00f5es de miser\u00e1veis que o programa Brasil Sem Mis\u00e9ria pretende beneficiar. Para a ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, tal constata\u00e7\u00e3o, anunciada na semana passada, deveria levar os mentores do programa, a ser lan\u00e7ado nos pr\u00f3ximos dias, a explicitar que seu alvo principal \u00e9 a popula\u00e7\u00e3o negra. A decis\u00e3o contribuiria para focar as a\u00e7\u00f5es, orientar agentes sociais e atrair um segmento populacional que acredita &#8220;muito pouco&#8221; na capacidade do poder p\u00fablico de lhe oferecer aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ex-prefeito de Jandira vendeu bens, acusa MP<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico apurou que o ex-prefeito de Jandira (SP), Paulinho Bururu (PT), apontado como um dos benefici\u00e1rios do cartel da merenda escolar, estava se desfazendo de seu patrim\u00f4nio para escapar \u00e0 a\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a. A informa\u00e7\u00e3o consta de medida cautelar, por meio da qual a promotoria requereu em car\u00e1ter criminal o sequestro dos im\u00f3veis do petista.<\/p>\n<p>Bururu ocupou o governo de Jandira entre 2001 e 2008. A promotoria identificou 17 casas, terrenos e apartamentos do petista &#8211; sobre 15 desses im\u00f3veis j\u00e1 foram apuradas as condi\u00e7\u00f5es de compra. A maior parte dos bens foi adquirida por Bururu no exerc\u00edcio do mandato. Ele \u00e9 acusado de enriquecimento il\u00edcito.<\/p>\n<p><strong>Gurgel defende decis\u00e3o de Lula sobre Battisti<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>O procurador-geral da Rep\u00fablica, Roberto Gurgel, afirmou ontem que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve rejeitar uma reclama\u00e7\u00e3o do governo italiano contra a decis\u00e3o do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva de manter no Brasil o ex-ativista italiano Cesare Battisti.<\/p>\n<p>Em seu \u00faltimo dia de governo, Lula recusou-se a entregar Battisti para a It\u00e1lia apesar de o STF ter autorizado a extradi\u00e7\u00e3o do ex-ativista. Na It\u00e1lia, Battisti foi condenado \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua em processos nos quais foi acusado de envolvimento em assassinatos.<\/p>\n<p><strong>Insatisfa\u00e7\u00e3o na base aliada aumenta e j\u00e1 compromete agenda de vota\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A vota\u00e7\u00e3o do projeto de C\u00f3digo Florestal deflagrou a primeira crise na base aliada da presidente Dilma Rousseff. Insatisfeitos com o conte\u00fado da proposta e com a demora no preenchimento dos cargos de segundo escal\u00e3o, os aliados se uniram \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o para derrotar o Pal\u00e1cio do Planalto. A fus\u00e3o amea\u00e7a agora a agenda legislativa do Planalto. Al\u00e9m da vota\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo ter sido suspensa diante da inseguran\u00e7a do governo sobre sua aprova\u00e7\u00e3o, novas vota\u00e7\u00f5es importantes para o governo podem ser contaminadas.<\/p>\n<p><strong>Interfer\u00eancia de Marina no debate do C\u00f3digo Florestal preocupa governo<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO governo acompanha com preocupa\u00e7\u00e3o e com perfil de zagueiro as movimenta\u00e7\u00f5es da ex-ministra do Meio Ambiente e ex-candidata ao Planalto Marina Silva (PV) nas negocia\u00e7\u00f5es da reforma do C\u00f3digo Florestal.<\/p>\n<p>A meta \u00e9 impedir que Marina Silva atrapalhe um acordo entre governo e sua base de apoio no Congresso, mas, sobretudo, impedir que ela ganhe espa\u00e7o para viabilizar uma terceira via pol\u00edtica, entre Dilma Rousseff e a oposi\u00e7\u00e3o, de olho disputa ao Planalto em 2014.<\/p>\n<p><strong>Marco Maciel recusa cargos de Kassab<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Depois de um grande constrangimento dentro do seu partido, o presidente do Conselho Pol\u00edtico do DEM, Marco Maciel, recusou as indica\u00e7\u00f5es para compor o conselho de duas empresas da Prefeitura de S\u00e3o Paulo. Pernambucano, o ex-vice-presidente da Rep\u00fablica foi convidado para os cargos pelo prefeito Gilberto Kassab, que deixou o a legenda de Maciel para fundar o PSD. O fato levou integrantes do DEM a pression\u00e1-lo para escolhesse entre o partido ou o prefeito paulistano.<\/p>\n<p>Ao justificar a indica\u00e7\u00e3o, Kassab afirmou que Maciel merecia ser conselheiro da Companhia de Engenharia de Tr\u00e1fego (CET) e da S\u00e3o Paulo Turismo (SPTuris) por sua &#8220;experi\u00eancia&#8221; na vida p\u00fablica. O ex-vice-presidente do DEM Jorge Bornhausen, aliado de Kassab que tamb\u00e9m deixou a legenda, chegou a dizer que se deveria &#8220;bater palmas&#8221; para a indica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ministra quer apoio de prefeitos contra racismo<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A ministra da Secretaria de Pol\u00edticas de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial, Luiza Bairros, participou ontem de reuni\u00f5es com representantes da sociedade civil e lideran\u00e7as pol\u00edticas e do movimento negro de Ribeir\u00e3o Preto (SP), para apresentar a campanha Igualdade Racial \u00e9 Pra Valer, lan\u00e7ada pelo governo federal em mar\u00e7o. &#8220;Essa visita faz parte de um processo mais amplo, de ida aos Estados, para conversas com governadores, prefeitos e sociedade civil, um chamamento para que todos participem da pol\u00edtica de promo\u00e7\u00e3o da igualdade racial&#8221;, resumiu a ministra.<\/p>\n<p><strong>No calor do debate, Aldo acusa marido de Marina de contrabando<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o da ex-senadora Marina Silva (PV-AC) na discuss\u00e3o sobre o novo C\u00f3digo Florestal desencadeou um bate-boca em plen\u00e1rio e acusa\u00e7\u00f5es contra o seu marido, F\u00e1bio Vaz de Lima. J\u00e1 era in\u00edcio da madrugada de ontem quando o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator do projeto, reagiu a uma cr\u00edtica feita por Marina no microblog twitter sobre mudan\u00e7as que ele havia feito no texto final.<\/p>\n<p>&#8220;Quem fraudou contrabando de madeira foi o marido de Marina Silva, defendido por mim nesta Casa quando eu era l\u00edder do governo&#8221;, disse Aldo. &#8220;Quando l\u00edder do governo, evitei o depoimento do marido de Marina&#8221;, afirmou. As declara\u00e7\u00f5es, dadas no microfone do plen\u00e1rio, ocorreram minutos depois de Marina escrever na internet direto do Congresso: &#8220;Estou no plen\u00e1rio da C\u00e2mara. Aldo Rebelo apresentou um novo texto, com novas pegadinhas, minutos antes da vota\u00e7\u00e3o. Como pode ser votado?&#8221;<\/p>\n<p><strong>PMDB se arma para eleger 100 prefeitos em SP<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>O PMDB deve lan\u00e7ar candidaturas pr\u00f3prias a prefeito na maioria dos 645 munic\u00edpios do Estado de S\u00e3o Paulo. A a\u00e7\u00e3o, comandada de Bras\u00edlia pelo vice-presidente Michel Temer, faz parte da estrat\u00e9gia do partido para recuperar antigos redutos eleitorais no Estado, perdidos principalmente para o PSDB e para o PT.<\/p>\n<p>&#8220;Vamos ter candidaturas a prefeito no maior n\u00famero de cidades e, onde isso n\u00e3o for poss\u00edvel, temos de garantir o vice&#8221;, afirmou o ex-deputado federal e ex-prefeito de Sorocaba Renato Amary, coordenador da sigla na regi\u00e3o. Segundo ele, al\u00e9m das candidaturas pr\u00f3prias, a legenda vai investir na forma\u00e7\u00e3o de chapas completas no maior n\u00famero poss\u00edvel de cidades, a fim de ampliar o quadro de vereadores nos munic\u00edpios paulistas.<\/p>\n<p><strong>Prioridade da Uni\u00e3o \u00e9 investir em cidade menor<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>O governo federal j\u00e1 se articula para alavancar o desempenho nas urnas dos candidatos petistas e aliados nas elei\u00e7\u00f5es municipais. A estrat\u00e9gia \u00e9 priorizar investimentos em cidades pequenas com obras de saneamento b\u00e1sico e constru\u00e7\u00e3o de casas para a popula\u00e7\u00e3o de baixa renda.<\/p>\n<p>A partir de 15 de junho, os prefeitos de cidades com menos de 50 mil habitantes poder\u00e3o apresentar propostas para pleitear recursos da segunda etapa do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC). Ser\u00e3o R$ 5 bilh\u00f5es do PAC para obras de saneamento nos pequenos munic\u00edpios e n\u00e3o h\u00e1 contrapartidas.<\/p>\n<p><strong>Temer informa a Dilma seu apoio a Chalita<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA &#8211; O vice-presidente Michel Temer comunicou oficialmente \u00e0 presidente Dilma Rousseff que o PMDB de S\u00e3o Paulo est\u00e1 filiando o deputado Gabriel Chalita para tentar eleg\u00ea-lo prefeito em 2012, independentemente do projeto eleitoral do PT. Embora os petistas tenham uma dezena de pr\u00e9-candidatos \u00e0 Prefeitura paulistana, o PMDB n\u00e3o abre m\u00e3o de indicar o nome do cabe\u00e7a de chapa.<\/p>\n<p>O encontro ocorreu na noite de quarta-feira, 11, no Pal\u00e1cio da Alvorada, poucas horas depois de o vice comandar a cerim\u00f4nia de filia\u00e7\u00e3o do presidente da Fiesp, Paulo Skaf. &#8220;N\u00e3o tem sentido fazer esta mobiliza\u00e7\u00e3o toda sem trocar ideia com a senhora. O Chalita tem um nome muito bom, trabalhou muit\u00edssimo por n\u00f3s e vir\u00e1 para o PMDB&#8221;, disse Temer. A presidente n\u00e3o demonstrou preocupa\u00e7\u00e3o. &#8220;Gosto muito do Chalita, \u00e9 uma \u00f3tima figura, uma pessoa muito decente e que nos ajudou muito na campanha&#8221;, respondeu Dilma.<\/p>\n<p><em>Correio Braziliense<\/em><\/p>\n<p><strong>Descanse que o Senado garante superaponsentadorias<\/strong><\/p>\n<p>O novo plano de carreira do Senado estende a aposentados um benef\u00edcio pr\u00f3prio de quem est\u00e1 na ativa: a gratifica\u00e7\u00e3o por desempenho, que em tese deveria ser paga apenas a servidores que cumprem metas e se destacam. A artimanha, revelam os rep\u00f3rteres Ana D\u2019angelo e F\u00e1bio Monteiro, turbinou o contracheque dos inativos e provocou na Casa uma corrida pela aposentadoria. A maioria, gente que vai receber mais de R$ 20 mil mensais em proventos.<\/p>\n<p>Foi s\u00f3 o ent\u00e3o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva sancionar o projeto de lei que o criou o atual plano de cargos e sal\u00e1rios do Senado, em julho do ano passado, em meio \u00e0 Copa do Mundo, para que servidores da Casa dessem in\u00edcio a uma corrida pela aposentadoria. N\u00e3o \u00e9 para menos. A maioria deles \u2014 t\u00e9cnicos de n\u00edvel m\u00e9dio e analistas legislativos, de n\u00edvel superior \u2014 pendurou as chuteiras levando para casa mais de R$ 20 mil cada um em proventos. De acordo com dados fornecidos pela Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o do Senado, de julho para c\u00e1 foram concedidas 319 aposentadorias, contra apenas 44 no primeiro semestre de 2010 e 99 em todo o ano de 2009.<\/p>\n<p><strong>Verde que te quero verde?<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>O adiamento da vota\u00e7\u00e3o do novo C\u00f3digo Florestal expressa o grau de complexidade com que nasce um documento que pretende, pelas apar\u00eancias, modernizar e preservar o campo por meio de leis sintonizadas com o tempo. Tamb\u00e9m traduz o tom desafinado que rege os passos das pr\u00f3prias bases do governo Dilma Rousseff no Congresso Nacional.<\/p>\n<p>\u00c9 bem poss\u00edvel, no entanto, que os efeitos da suspens\u00e3o das decis\u00f5es sobre o tema n\u00e3o tenham sido t\u00e3o negativos para o Planalto. Talvez fosse esse o intervalo que Dilma precisava \u2014 veremos por que \u2014 para ensaiar mais uma vez e afinar melhor os instrumentos de um teatro que envolve atores de toda sorte de g\u00eaneros. Desde o homem do campo, a mata, o deputado ruralista, a \u00e1gua, o ativista verde de plant\u00e3o, o produtor ambicioso, o parlamentar perdido no meio dessa floresta de s\u00edmbolos.<\/p>\n<p><strong>Cota\u00e7\u00e3o de Izabella em alta<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Das heran\u00e7as que recebeu do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, uma das que mais agradou ao estilo de trabalho exigido pela presidente Dilma Rousseff foi a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Discret\u00edssima, Izabella esteve presente em todas as fases de discuss\u00e3o do C\u00f3digo Florestal. Ao ponto de ontem ter recebido um telefonema da senadora Gleisi Hoffmann lhe parabenizando pela postura firme.<\/p>\n<p>Izabella \u00e9 considerada entre os assessores palacianos uma grande surpresa. A mesma Dilma Rousseff que, quando ministra da Casa Civil, enfrentou um duro embate com a ent\u00e3o ministra Marina Silva, n\u00e3o teve o menor problema com ela. Ao contr\u00e1rio: \u00e9 vista como algu\u00e9m que consegue buscar um ponto de equil\u00edbrio. Recentemente, aceitou, por exemplo, que as \u00e1reas destinadas \u00e0 agricultura familiar ficassem fora das exig\u00eancias de preserva\u00e7\u00e3o. Apesar disso, em v\u00e1rios pontos, ela sempre atua de forma a fazer com que a balan\u00e7a acabe pendendo para o lado ambientalista. Ao longo das negocia\u00e7\u00f5es do C\u00f3digo Florestal dentro do governo, foi ela \u2014 n\u00e3o o ministro da Agricultura, Wagner Rossi \u2014 a mais ouvida durante as conversas em curso na Casa Civil, o que acabou irritando mais os ruralistas e criando desconfian\u00e7as na hora de votar o projeto.<\/p>\n<p><strong>Cristal quebrado<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A vota\u00e7\u00e3o de um tema t\u00e3o pol\u00eamico como o C\u00f3digo Florestal exp\u00f4s a fragilidade dos l\u00edderes partid\u00e1rios para tratar de assuntos que fogem \u00e0 tradicional divis\u00e3o de governo contra oposi\u00e7\u00e3o. Na base aliada, nenhum deles conseguiu, nas \u00faltimas 48 horas, dar ao Pal\u00e1cio do Planalto a certeza de que o texto do acordo seria aprovado na \u00edntegra. Nem mesmo tiveram controle sobre as bancadas para expor aos pr\u00f3prios parlamentares qual era o acordo que estava valendo, j\u00e1 que o pr\u00f3prio l\u00edder do PT, Paulo Teixeira, acusou o relator, Aldo Rebelo, de apresentar ao plen\u00e1rio um texto diferente daquele que havia sido acordado \u2014 o que serviu de estopim para a desconfian\u00e7a que terminou por adiar mais uma vez a vota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Divis\u00e3o racial tamb\u00e9m nas mortes<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Ipea revela que, entre as fatalidades por causas externas, homic\u00eddios s\u00e3o respons\u00e1veis pela maioria dos \u00f3bitos na popula\u00e7\u00e3o negra. Entre os brancos, predominam v\u00edtimas do tr\u00e2nsito violento. Governo anuncia campanha contra racismo<\/p>\n<p>No dia em que a ministra da Secretaria Especial de Pol\u00edticas de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial, Luiza Bairros, apresentou, em S\u00e3o Paulo, a campanha nacional contra o racismo Igualdade Racial \u00e9 Pra Valer, o Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea) divulgou dados preocupantes no levantamento Din\u00e2mica Demogr\u00e1fica da Popula\u00e7\u00e3o Negra Brasileira. Segundo o estudo, os afrodescendentes homens morrem mais de causas violentas do que os brancos. Quase 10% dos homens negros mortos anualmente t\u00eam idades entre 15 e 29 anos, n\u00famero que n\u00e3o chega a 4% entre os jovens brancos na mesma faixa et\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Feridas abertas na base aliada<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>As discuss\u00f5es sobre o novo C\u00f3digo Florestal deixaram \u00e0 mostra feridas abertas ao longo dos anos e a desafina\u00e7\u00e3o de l\u00edderes partid\u00e1rios da base com o governo. Nas tentativas de costurar acordos, e diante da necessidade de contar nos dedos os aliados, o Planalto se deparou com atua\u00e7\u00f5es pouco convincentes e agora paga o pre\u00e7o das pr\u00f3prias escolhas. Um dos buracos surgidos durante as negocia\u00e7\u00f5es envolve o l\u00edder do PT, Paulo Teixeira (PT-SP), e o comando palaciano.<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o do petista foi criticada em conversas de governistas do primeiro escal\u00e3o durante as tentativas de acordo. O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, comentou que o l\u00edder n\u00e3o se empenhou como devia nas discuss\u00f5es em torno do tema e abriu muitas brechas para que deputados ruralistas do partido fizessem prega\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias \u00e0s pretens\u00f5es governistas. O petista tamb\u00e9m foi enquadrado quando anunciou que iria desistir da briga na C\u00e2mara e mandar o debate para o Senado. As declara\u00e7\u00f5es foram interpretadas como a tentativa de lavar as m\u00e3os e evitar o pr\u00f3prio desgaste dentro da bancada.<\/p>\n<p><strong>Ilegais em 11 de junho<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A pressa da bancada ruralista em ver aprovado o novo C\u00f3digo Florestal Brasileiro tem a ver com o fim do prazo estabelecido pelo governo para os produtores regularizarem as \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente (APPs) e as reservas legais. Se, at\u00e9 agora, a bancada tentou a todo custo votar a nova lei, a situa\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 ainda pior nas semanas que antecedem o fim do prazo. O dia de 11 de junho \u2014 menos de um m\u00eas, portanto \u2014 \u00e9 o \u00faltimo previsto no decreto presidencial que obriga a regulariza\u00e7\u00e3o das \u00e1reas que deveriam estar preservadas. Depois disso, os produtores irregulares passariam automaticamente \u00e0 ilegalidade.<\/p>\n<p>Como a vota\u00e7\u00e3o do novo C\u00f3digo Florestal est\u00e1 prevista para ocorrer em duas semanas, restar\u00e3o apenas mais duas semanas para o relat\u00f3rio efetivamente ser aprovado. Se os mesmos impasses permanecerem, o que \u00e9 prov\u00e1vel diante do cen\u00e1rio de distens\u00e3o entre ruralistas e governo, o Planalto precisar\u00e1 decidir se ampliar\u00e1 o prazo previsto no Decreto n\u00ba 7.029, de dezembro de 2009, que instituiu o Programa Mais Ambiente. O programa obriga a regulariza\u00e7\u00e3o de APPs e reservas legais num prazo de dois anos, que se encerra em 11 de junho.<\/p>\n<p><strong>Inqu\u00e9rito cita Rom\u00e1rio<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Vinte e quatro horas depois de ser diplomado para o cargo de deputado federal, o ex-jogador Rom\u00e1rio (PSB-RJ) fez seu primeiro ato parlamentar. Chamado \u00e0 Delegacia de Pol\u00edcia Federal em Angra dos Reis (RJ), em 17 de dezembro do ano passado, para explicar suposto crime ambiental praticado na \u00c1rea de Preserva\u00e7\u00e3o Ambiental dos Tamoios, regi\u00e3o sob responsabilidade da Marinha, Rom\u00e1rio se recusou a falar e alegou foro privilegiado.<\/p>\n<p><strong>Mudan\u00e7a demogr\u00e1fica<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>O Censo Demogr\u00e1fico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (Ibge), divulgado h\u00e1 duas semanas, trouxe uma novidade n\u00e3o vista desde o primeiro levantamento, realizado em 1872: o n\u00famero de negros ultrapassou o de brancos no pa\u00eds. Na \u00faltima pesquisa, 97 milh\u00f5es de pessoas declararam ser afrodescendentes, contra 91 milh\u00f5es que disseram ser brancas.<\/p>\n<p>Para o Ipea, o principal fator para essa mudan\u00e7a \u00e9 a verifica\u00e7\u00e3o de maior fecundidade entre as mulheres negras na compara\u00e7\u00e3o com as brancas. \u201cObservando a pir\u00e2mide et\u00e1ria, notamos que as afrodescendentes s\u00e3o respons\u00e1veis pela maioria dos nascimentos no pa\u00eds\u201d, destacou a t\u00e9cnica em pesquisas do Ipea Ana Am\u00e9lia Camarano, respons\u00e1vel pela pesquisa.<\/p>\n<p><strong>Press\u00e3o sobre os ruralistas<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Para for\u00e7ar a frente agropecu\u00e1ria a aceitar o texto acordado com o Planalto, l\u00edderes governistas v\u00e3o deixar a vota\u00e7\u00e3o do projeto para 25 de maio, 15 dias antes de 90% dos agricultores brasileiros ficarem na ilegalidade<\/p>\n<p>O governo federal amea\u00e7a colocar cerca de 90% dos agricultores do Brasil na ilegalidade para pressionar a bancada ruralista a aprovar o relat\u00f3rio do C\u00f3digo Florestal apresentado por Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Na ressaca pela sess\u00e3o de quarta-feira \u00e0 noite que terminou em crise deflagrada na base governista, o Pal\u00e1cio do Planalto decidiu peitar at\u00e9 aliados, como o PMDB, para fazer valer o texto oficial. Depois de assistir \u00e0 manobra comandada pela oposi\u00e7\u00e3o e pela pr\u00f3pria base para desfigurar o relat\u00f3rio acordado entre minist\u00e9rios, entidades civis e lideran\u00e7as na C\u00e2mara dos Deputados, o Pal\u00e1cio do Planalto decidiu utilizar a entrada em vigor da Lei de Crimes Ambientais, marcada para 11 de junho (leia Para saber mais), para radicalizar nas negocia\u00e7\u00f5es. Caso os deputados n\u00e3o aceitem o projeto do governo at\u00e9 o in\u00edcio de junho, boa parte dos agricultores ficar\u00e1 na ilegalidade.<\/p>\n<p><strong>Proposta cheia de remendos<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Passava das 22h na quarta-feira, o clima era de uma iminente vota\u00e7\u00e3o e, at\u00e9 aquele momento \u2014 13 horas depois de iniciada a discuss\u00e3o \u2014 o relator do novo C\u00f3digo Florestal Brasileiro, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), n\u00e3o havia aparecido no plen\u00e1rio da C\u00e2mara. Aldo chegou \u00e0s 22h10. Come\u00e7ou a falar 10 minutos depois. Exaltou seu relat\u00f3rio, mas n\u00e3o deu qualquer detalhe sobre o que estava escrito no texto prestes a ser votado. Poucos exemplares circularam no plen\u00e1rio, que tinha mais de 460 deputados. Poucos leram, \u00e0s pressas, o texto: l\u00edderes de partidos, jornalistas, representantes de entidades ambientalistas e produtores rurais. Ningu\u00e9m entendeu muita coisa. Aldo acatou a emenda 186 e rejeitou as demais. Os deputados estavam prontos para votar uma proposta praticamente desconhecida por eles.<\/p>\n<p><strong>Relator no ataque<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO deputado Aldo Rebelo (foto) assumiu, h\u00e1 um bom tempo, estar de um lado s\u00f3. No momento mais decisivo das negocia\u00e7\u00f5es com o governo, para definir o texto final do novo C\u00f3digo Florestal, Aldo jantou com as principais lideran\u00e7as ruralistas. Foram os mesmos deputados que, poucos dias depois, compareceram ao gabinete do relator \u2014 e l\u00e1 permaneceram por meia hora \u2014 para opinar sobre altera\u00e7\u00f5es no texto, tamb\u00e9m numa circunst\u00e2ncia decisiva do acordo, at\u00e9 agora frustrado, com o governo. Aldo est\u00e1 fechado com os ruralistas, e n\u00e3o esconde isso.<\/p>\n<p><strong>Veto aos &#8220;superpoderes&#8221;<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Preocupado com a forma\u00e7\u00e3o de comiss\u00e3o parlamentar mista com superpoderes capazes de questionar suas medidas provis\u00f3rias, o governo escalou l\u00edderes petistas para desarticular o grupo do Senado que conseguiu aprovar na Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ) a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera as regras de tramita\u00e7\u00e3o de MPs. Depois do acordo firmado entre o relator da PEC, senador A\u00e9cio Neves (PSDB-MG), e o l\u00edder do governo na Casa, Romero Juc\u00e1 (PMDB-RR), o Planalto temeu que a proposi\u00e7\u00e3o fosse enviada a toque de caixa para o plen\u00e1rio, o que causaria dor de cabe\u00e7a \u00e0 Dilma Rousseff.<\/p>\n<p><em>O Globo<\/em><\/p>\n<p><strong>Alckmin e Kassab loteiam cargos como PT<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>S\u00c3O PAULO. Para acomodar aliados e inflar o seu novo PSD, o prefeito de S\u00e3o Paulo, Gilberto Kassab, tem ampliado de forma cont\u00ednua o n\u00famero de secretarias da prefeitura. S\u00f3 no \u00faltimo m\u00eas foram criadas mais duas, e o total de pastas atingiu o recorde de 29. Quando Jos\u00e9 Serra (PSDB) deixou a prefeitura em 2006, eram 21 secretarias. Kassab tamb\u00e9m est\u00e1 loteando a gest\u00e3o entre aliados, como faz o tucano Geraldo Alckmin no estado, apesar de PSDB, DEM e o novo PSD atacarem o loteamento feito pelo PT no governo federal.<\/p>\n<p><strong>BR puxa queda de at\u00e9 11% nos combust\u00edveis<\/strong><\/p>\n<p>Um dia depois de a BR Distribuidora ter anunciado redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os da gasolina e do \u00e1lcool hidratado &#8211; de 6% e 13%, respectivamente &#8211; para sua rede de postos em todo o pa\u00eds, o consumidor j\u00e1 encontra combust\u00edvel at\u00e9 11,5% mais barato do que na semana anterior. Levantamento feito pelo GLOBO em dez postos do Rio mostra que os pre\u00e7os da gasolina come\u00e7aram a baixar ontem, acompanhando redu\u00e7\u00f5es do pre\u00e7o do \u00e1lcool. O freio nos pre\u00e7os foi articulado pelo governo, conforme antecipou o GLOBO na ter\u00e7a-feira, que decidiu usar a BR, subsidi\u00e1ria da Petrobras &#8211; que conta com 7 mil postos de um total de 37 mil revendas no pa\u00eds e negocia mais de 40% do volume de combust\u00edveis vendido &#8211; para acelerar a normaliza\u00e7\u00e3o dos valores cobrados nas bombas. Trata-se de uma estrat\u00e9gia para conter a alta da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Evang\u00e9licos travam projeto anti-homofobia<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA. Por pouco n\u00e3o terminou em tapas a primeira tentativa da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos (CDH) do Senado de retomar o debate do projeto de lei que tipifica como crime a homofobia, ap\u00f3s a decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a uni\u00e3o est\u00e1vel entre pessoas do mesmo sexo. Diante da mobiliza\u00e7\u00e3o da bancada evang\u00e9lica &#8211; tendo \u00e0 frente os senadores Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ) e deputados como Anthony Garotinho (PR-RJ) e Jair Bolsonaro (PP-RJ) -, a senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora da mat\u00e9ria, tirou o assunto de pauta. Mas o clima tenso levou a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e o deputado Bolsonaro a trocar insultos.<\/p>\n<p><strong>Alckmin e Kassab loteiam cargos como PT<br \/>\n<\/strong><br \/>\nS\u00c3O PAULO. Para acomodar aliados e inflar o seu novo PSD, o prefeito de S\u00e3o Paulo, Gilberto Kassab, tem ampliado de forma cont\u00ednua o n\u00famero de secretarias da prefeitura. S\u00f3 no \u00faltimo m\u00eas foram criadas mais duas, e o total de pastas atingiu o recorde de 29. Quando Jos\u00e9 Serra (PSDB) deixou a prefeitura em 2006, eram 21 secretarias. Kassab tamb\u00e9m est\u00e1 loteando a gest\u00e3o entre aliados, como faz o tucano Geraldo Alckmin no estado, apesar de PSDB, DEM e o novo PSD atacarem o loteamento feito pelo PT no governo federal.<\/p>\n<p><strong>Aldo confessa ter ajudado a acobertar investigado<br \/>\n<\/strong><br \/>\nBRAS\u00cdLIA. No calor das discuss\u00f5es sobre mudan\u00e7as no C\u00f3digo Florestal, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) admitiu em plen\u00e1rio que ajudou a proteger F\u00e1bio Vaz, marido da ex-senadora Marina Silva, embora houvesse a suspeita de que ele tivesse sido favorecido numa doa\u00e7\u00e3o ilegal de madeira feita pelo Ibama. Ao atacar Marina, o pr\u00f3prio Aldo chamou F\u00e1bio Vaz de contrabandista, na madrugada de ontem. Em seguida, confessou que participou do acerto para livrar Vaz de se explicar na C\u00e2mara, em 2004. Na \u00e9poca, Aldo era l\u00edder do governo Lula, e a ex-senadora, ministra do Meio Ambiente.<\/p>\n<p><strong>Ap\u00f3s cr\u00edticas, Maciel desiste de cargos em SP<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>S\u00c3O PAULO. O ex-vice-presidente e ex-senador Marco Maciel anunciou ontem que desistir\u00e1 de ocupar cargos nos conselhos de administra\u00e7\u00e3o da Companhia de Engenharia de Tr\u00e1fego (CET) e da S\u00e3o Paulo Turismo (SPTuris), empresas da prefeitura paulistana. Aliado do prefeito Gilberto Kassab e derrotado nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es, ele tinha ganhado os cargos para cuidar de tr\u00e2nsito em S\u00e3o Paulo, mesmo morando em Pernambuco.<\/p>\n<p>Como conselheiro das duas empresas paulistanas, receberia R$12 mil por m\u00eas, mas teria de comparecer a apenas uma reuni\u00e3o em cada \u00f3rg\u00e3o. Pressionado e criticado ap\u00f3s a descoberta do &#8220;presente&#8221; de Kassab, Maciel anunciou \u00e0 Executiva do DEM que desistir\u00e1 dos postos.<\/p>\n<p><strong>Depois do impasse, C\u00f3digo Florestal agora n\u00e3o tem prazo para ser votado<br \/>\n<\/strong><br \/>\nBRAS\u00cdLIA. Ainda sob a ressaca da fracassada tentativa de votar altera\u00e7\u00f5es no C\u00f3digo Florestal, o l\u00edder do governo na C\u00e2mara, C\u00e2ndido Vaccarezza (PT-SP), avisou ontem que n\u00e3o h\u00e1 novo prazo para a vota\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso tempo para recompor as rela\u00e7\u00f5es entre o governo, os ruralistas e o relator da proposta, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), azedadas depois da confus\u00e3o na noite de anteontem. Al\u00e9m disso, h\u00e1 viagens oficiais de l\u00edderes e do presidente da C\u00e2mara, Marco Maia (PT-RS), na pr\u00f3xima semana.<\/p>\n<p><strong>Dilma cancela viagem por recomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA. A presidente Dilma Rousseff cancelou a viagem que faria neste domingo ao Paraguai para as comemora\u00e7\u00f5es do bicenten\u00e1rio daquele pa\u00eds. Segundo o porta-voz da Presid\u00eancia, Rodrigo Baena, a viagem foi adiada por recomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Dilma se recupera de uma pneumonia diagnosticada em 28 de abril. Orientada a repousar, a presidente reduziu o ritmo de trabalho nas \u00faltimas duas semanas.<\/p>\n<p>&#8211; Os m\u00e9dicos recomendaram cautela. Embora a presidente esteja praticamente recuperada, a recomenda\u00e7\u00e3o foi para que ela n\u00e3o se expusesse a uma viagem de seis horas &#8211; disse Baena.<\/p>\n<p><strong>Gurgel \u00e9 contr\u00e1rio \u00e0 extradi\u00e7\u00e3o de Battisti<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA. O procurador-geral da Rep\u00fablica, Roberto Gurgel, enviou ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contr\u00e1rio ao pedido da It\u00e1lia para que o ex-ativista Cesare Battisti seja extraditado. Em 2009, o STF autorizou a extradi\u00e7\u00e3o do italiano, mas estabeleceu que a decis\u00e3o final caberia ao ent\u00e3o presidente da Rep\u00fablica, Luiz In\u00e1cio Lula da Silva. Em dezembro do ano passado, Lula negou a extradi\u00e7\u00e3o. Foi quando a It\u00e1lia pediu ao STF para derrubar a decis\u00e3o do ex-presidente.<\/p>\n<p><strong>Infiltra\u00e7\u00e3o policial contra pedofilia<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA. Os policiais v\u00e3o poder usar os mesmos truques dos ped\u00f3filos em p\u00e1ginas de bate-papo e sites de relacionamento na Internet para investigar crimes sexuais contra crian\u00e7as e adolescentes na rede. O Senado aprovou ontem projeto que altera o Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente (ECA) para permitir que policiais possam se infiltrar em p\u00e1ginas da internet e se passar por v\u00edtimas para investigar crimes sexuais contra crian\u00e7as e adolescentes. O projeto foi aprovado na Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ) do Senado e agora vai ser apreciado na C\u00e2mara.<\/p>\n<p><strong>L\u00edderes da C\u00e2mara levantam voo<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA. Duas viagens internacionais v\u00e3o afastar da C\u00e2mara, na semana que vem, o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), e os l\u00edderes das duas maiores bancadas &#8211; a do PT, Paulo Teixeira (SP), e a do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN) -, esvaziando o debate do C\u00f3digo Florestal. Est\u00e3o nas duas miss\u00f5es pelo menos mais tr\u00eas deputados.<\/p>\n<p>Marco Maia embarcou ontem para a Coreia do Sul, acompanhado de quatro deputados: Paulo Teixeira, Arlindo Chinaglia (PT-SP), Carlos Alberto Ler\u00e9ia (PSDB-GO) e Cl\u00e1udio Cajado (DEM-BA), para participar da II C\u00fapula Parlamentar do G-20, entre 18 e 20 de maio.<\/p>\n<p><strong>Na vota\u00e7\u00e3o, governo conta 88 traidores<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA. Um grupo de 88 deputados da base do governo juntou-se \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o anteontem \u00e0 noite para tentar votar o relat\u00f3rio do C\u00f3digo Florestal. Esses deputados n\u00e3o atenderam \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o da lideran\u00e7a do governo de obstruir o processo de vota\u00e7\u00e3o, e votaram contra o requerimento de retirada de pauta do projeto. Ao todo, 177 deputados ficaram a favor da vota\u00e7\u00e3o imediata do texto. Mas eram necess\u00e1rios 257 votos para que o C\u00f3digo fosse \u00e0 vota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PSDB de SP reconduz nome ligado a Alckmin<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>S\u00c3O PAULO. Ap\u00f3s um impasse na semana passada, o PSDB encerrou ontem em S\u00e3o Paulo a elei\u00e7\u00e3o da sua nova dire\u00e7\u00e3o estadual, com a recondu\u00e7\u00e3o do secret\u00e1rio-geral, C\u00e9sar Gontijo, ligado ao governador de S\u00e3o Paulo, Geraldo Alckmin. O cargo estava sendo pleiteado tamb\u00e9m pelo deputado Vaz de Lima, ligado ao ex-governador Jos\u00e9 Serra, mas ele decidiu abrir m\u00e3o da vaga. O desfecho sem disputa foi resultado de um esfor\u00e7o dos l\u00edderes tucanos para estancar a crise que atingia o partido desde abril, quando houve debandada de filiados ap\u00f3s a conven\u00e7\u00e3o municipal &#8211; seis vereadores e um dos fundadores do PSDB, Walter Feldman, ligado a Serra.<\/p>\n<p><strong>PSDB, DEM e PSD t\u00eam telhado de vidro em loteamento<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>S\u00c3O PAULO. Para acomodar aliados e inflar o seu novo PSD, o prefeito de S\u00e3o Paulo, Gilberto Kassab, tem ampliado de forma cont\u00ednua o n\u00famero de secretarias da prefeitura. S\u00f3 no \u00faltimo m\u00eas foram criadas mais duas, e o total de pastas atingiu o recorde de 29. Quando Jos\u00e9 Serra (PSDB) deixou a prefeitura em 2006, eram 21 secretarias. Kassab tamb\u00e9m est\u00e1 loteando a gest\u00e3o entre aliados, como faz o tucano Geraldo Alckmin no estado, apesar de PSDB, DEM e o novo PSD atacarem o loteamento feito pelo PT no governo federal.<\/p>\n<p><strong>Queda de bra\u00e7o entre ruralistas e ambientalistas ganha novo \u00e2nimo<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA, S\u00c3O PAULO e CUIAB\u00c1. O Minist\u00e9rio do Meio Ambiente disse ontem que o relat\u00f3rio que Aldo Rebelo apresentou em plen\u00e1rio, com o aval da lideran\u00e7a do governo na C\u00e2mara, traz mudan\u00e7as substanciais com rela\u00e7\u00e3o ao que havia sido negociado na Casa Civil. Segundo o diretor do Departamento de Florestas do minist\u00e9rio, Jo\u00e3o de Deus Medeiros, o texto tira da lista de \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente algumas categorias de \u00e1reas ambientalmente fr\u00e1geis, como os manguezais e as veredas, e ainda abre caminho para a diminui\u00e7\u00e3o de \u00e1reas protegidas na Amaz\u00f4nia por meio de novos desmatamentos.<\/p>\n<p><em>Folha de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p><strong>Governo dificulta importa\u00e7\u00e3o de carros<\/strong><\/p>\n<p>O governo federal adotou uma medida que dificulta a importa\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis, o que pode atrasar a entrada desse produto no Brasil em at\u00e9 dois meses.<\/p>\n<p>Desde ter\u00e7a-feira, os carros que chegam ao pa\u00eds dependem de uma licen\u00e7a pr\u00e9via para a libera\u00e7\u00e3o da guia, o que, at\u00e9 ent\u00e3o, era feito de forma autom\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>Procuradoria ataca projeto que afrouxa licita\u00e7\u00f5es da Copa<\/strong><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal classificou de &#8220;inconstitucional&#8221; a iniciativa do governo que permite o estouro do or\u00e7amento inicial e cria brechas na Lei de Licita\u00e7\u00f5es para as obras da Copa de 2014 e da Olimp\u00edada de 2016.<\/p>\n<p>A proposta do governo cria o chamado RDC (Regime Diferenciado de Contrata\u00e7\u00f5es). Por esse mecanismo, as concorr\u00eancias para obras e servi\u00e7os dos dois eventos -como aeroportos, metr\u00f4 e etapas n\u00e3o licitadas dos est\u00e1dios- podem deixar de ser regidas pela Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Governo estuda reduzir vistoria de obra de pequeno porte<\/strong><\/p>\n<p>Depois de frustrar prefeitos ao &#8220;lavar as m\u00e3os&#8221; em rela\u00e7\u00e3o aos principais pontos de reivindica\u00e7\u00e3o da 14\u00aa Marcha de Prefeitos, encerrada ontem, o governo decidiu estudar formas de afrouxar as exig\u00eancias para a libera\u00e7\u00e3o de verbas para obras de pequeno porte.<\/p>\n<p>Em reuni\u00e3o na noite de anteontem, representantes de dez minist\u00e9rios, incluindo a ministra Miriam Belchior (Planejamento) e o presidente da Caixa Econ\u00f4mica Federal, Jorge Hereda, chegaram a um acordo com os munic\u00edpios no sentido de analisar pelo menos quatro formas de &#8220;desburocratizar&#8221; os repasses de conv\u00eanios.<\/p>\n<p><strong>C\u00f3digo Florestal gera crise na base aliada do governo<\/strong><\/p>\n<p>A suspens\u00e3o da vota\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Florestal explicitou, na madrugada de ontem, a disson\u00e2ncia interna do PT e exp\u00f4s uma crise com o PMDB, principal aliado do governo Dilma Rousseff.<\/p>\n<p>Em descompasso com o Planalto, a base amea\u00e7a emperrar a vota\u00e7\u00e3o da medida provis\u00f3ria que agiliza a contrata\u00e7\u00e3o de obras destinadas \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da Copa e da Olimp\u00edada no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Aldo diz estar &#8220;arrependido&#8221; de cr\u00edticas a Marina<\/strong><\/p>\n<p>O relator do texto do C\u00f3digo Florestal, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), disse estar &#8220;arrependido&#8221; do tom dos ataques \u00e0 ex-senadora Marina Silva (PV-AC) e seu marido.<\/p>\n<p>Anteontem, ele acusou a ex-ministra de ter dito pelo Twitter que ele fraudou o texto do C\u00f3digo Florestal. Irritado, esbravejou: &#8220;quem fraudou contrabando de madeira foi o marido de Marina Silva&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Vota\u00e7\u00e3o pol\u00eamica indica dificuldade para assegurar maioria<\/strong><\/p>\n<p>A discuss\u00e3o da vota\u00e7\u00e3o do novo C\u00f3digo Florestal ultrapassou as fronteiras da C\u00e2mara dos Deputados, mobilizando os diferentes setores da sociedade. Os constantes adiamentos da vota\u00e7\u00e3o sinalizam a dificuldade de constru\u00e7\u00e3o de maioria pol\u00edtica capaz de mudar uma medida relevante para o padr\u00e3o de desenvolvimento brasileiro.<\/p>\n<p><strong>Serra e Alckmin tentam mostrar uni\u00e3o no PSDB<\/strong><\/p>\n<p>Na tentativa de mostrar que a crise do PSDB em S\u00e3o Paulo foi superada, o ex-governador Jos\u00e9 Serra e o atual, Geraldo Alckmin, comemoraram juntos a elei\u00e7\u00e3o da executiva da sigla no Estado.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s impasse sobre a ocupa\u00e7\u00e3o da secretaria-geral, nomes indicados por Serra, Alberto Goldman e o senador Aloysio Nunes, foram contemplados com cargos na executiva. Ainda assim, os alckmistas s\u00e3o maioria no comando do PSDB-SP.<\/p>\n<p><strong>Lula d\u00e1 &#8220;palestra-surpresa&#8221; em resort na Bahia para executivos de cervejaria<\/strong><\/p>\n<p>O ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva deu ontem pela manh\u00e3 palestra em um evento fechado da cervejaria AmBev no resort Costa do Sau\u00edpe, no litoral da Bahia.<\/p>\n<p>A multinacional o contratou para animar uma reuni\u00e3o de executivos brasileiros e de outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. A assessoria de imprensa da AmBev afirmou que n\u00e3o tinha informa\u00e7\u00f5es sobre a palestra.<\/p>\n<p><strong>Sai novo conselho da Funda\u00e7\u00e3o Nemirovsky<\/strong><\/p>\n<p>Deve tomar posse em 18 de maio o novo conselho da Funda\u00e7\u00e3o Nemirovsky. O advogado Arnoldo Wald Filho presidir\u00e1 o grupo, substituindo o arquiteto Jorge Wilheim.<\/p>\n<p>A vice-presidente ser\u00e1 Maria Carolina Nemirovsky Leme, filha de Beatriz Nemirovsky, herdeira do acervo de arte mantido pela entidade.<\/p>\n<p><strong>Indicadores de abril apontam para ritmo menor da ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s um in\u00edcio de ano forte, a economia brasileira j\u00e1 d\u00e1 sinais de desaquecimento. Dados de abril apontam para a estabilidade da produ\u00e7\u00e3o industrial e uma redu\u00e7\u00e3o do crescimento do varejo.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia deve se manter ao longo do ano. Para economistas, a infla\u00e7\u00e3o alta e as condi\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito mais apertadas &#8211; com juros maiores e prazo menores- v\u00e3o reduzir as vendas do com\u00e9rcio. Isso, somado \u00e0 competi\u00e7\u00e3o com os importados, vai afetar a produ\u00e7\u00e3o, dizem.<\/p>\n<p><strong>Para BC, corte nos combust\u00edveis n\u00e3o \u00e9 suficiente para conter alta da infla\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>DO RIO &#8211; O presidente do BC (Banco Central), Alexandre Tombini, classificou a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o dos combust\u00edveis feita pela BR Distribuidora como importante para combater a infla\u00e7\u00e3o. Ele ressaltou, no entanto, que a medida n\u00e3o \u00e9 suficiente para segurar, sozinha, a eleva\u00e7\u00e3o dos \u00edndices.<br \/>\nEm resposta \u00e0 determina\u00e7\u00e3o do governo, a BR Distribuidora reduziu em 6% o pre\u00e7o da gasolina e em 13% o do etanol.<\/p>\n<p>&#8220;[As medidas] ajudam, mas n\u00e3o fazem totalmente o trabalho. S\u00e3o informa\u00e7\u00f5es importantes que n\u00f3s vamos levar em considera\u00e7\u00e3o e certamente v\u00e3o repercutir sobre a infla\u00e7\u00e3o ao consumidor&#8221;, avaliou.<\/p>\n<p><strong>Ex-secret\u00e1rio da Receita Federal volta ao governo<\/strong><\/p>\n<p>DE BRAS\u00cdLIA &#8211; O ex-secret\u00e1rio da Receita Otac\u00edlio Cartaxo foi nomeado ontem presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio da Fazenda. O \u00f3rg\u00e3o cuida do julgamento de recursos apresentados \u00e0 Receita. Cartaxo foi indicado pelo ministro Guido Mantega.<\/p>\n<p>Ele comandava a Receita em 2010, quando a Folha revelou que funcion\u00e1rios do \u00f3rg\u00e3o quebraram o sigilo fiscal de Ver\u00f4nica Serra, filha de Jos\u00e9 Serra (PSDB), ent\u00e3o candidato \u00e0 Presid\u00eancia. Desgastado, Cartaxo deixou a Receita.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estado de S. Paulo Base de Dilma d\u00e1 primeiros sinais de crise A vota\u00e7\u00e3o do projeto de C\u00f3digo Florestal deflagrou a primeira crise na base aliada da presidente Dilma Rousseff. Insatisfeitos com o conte\u00fado da proposta e com a demora no preenchimento dos cargos de segundo escal\u00e3o, os aliados se uniram \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o para derrotar o Pal\u00e1cio do Planalto. A fus\u00e3o amea\u00e7a agora a agenda legislativa do Planalto. Al\u00e9m da vota\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo ter sido suspensa diante da inseguran\u00e7a do governo sobre sua aprova\u00e7\u00e3o, novas vota\u00e7\u00f5es importantes para o governo podem ser contaminadas. 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