{"id":31111,"date":"2011-04-28T07:40:13","date_gmt":"2011-04-28T10:40:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=31111"},"modified":"2011-04-28T07:40:13","modified_gmt":"2011-04-28T10:40:13","slug":"entre-2001-e-2009-mais-de-13-milhoes-de-pessoas-entraram-no-mercado-de-trabalho-formal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/04\/28\/entre-2001-e-2009-mais-de-13-milhoes-de-pessoas-entraram-no-mercado-de-trabalho-formal\/","title":{"rendered":"Entre 2001 e 2009, mais de 13 milh\u00f5es de pessoas entraram no mercado de trabalho formal"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>da Ag\u00eancia Brasil <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Bras\u00edlia &#8211; A parcela de trabalhadores formais cresceu 43,5% entre 2001 e 2009, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (27). Segundo o instituto, o n\u00famero de trabalhadores n\u00e3o formalizados cresceu menos no per\u00edodo: 9,2%. Em 2001, o pa\u00eds tinha 28,5 milh\u00f5es de pessoas trabalhando com carteira assinada. Em 2009, esse n\u00famero passou para 41 milh\u00f5es. J\u00e1 o n\u00famero de informais aumentou de 43,7 milh\u00f5es para 47,7 milh\u00f5es no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador do Ipea Sandro Sacchet, esse aumento se deu por dois fatores principais. \u201c\u00c0 medida que a economia cresce, cresce tamb\u00e9m o n\u00famero de postos formais de trabalho. Al\u00e9m disso, o Minist\u00e9rio do Trabalho aumentou a fiscaliza\u00e7\u00e3o\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Sudeste registra a maior parcela de trabalhadores formais. Da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa, 53,6% t\u00eam contrato de trabalho assinado. A Regi\u00e3o Nordeste, por sua vez, foi a que apresentou a maior taxa de crescimento dos postos formais de trabalho, 27,4% entre 2001 e 2009.<\/p>\n<p><!--more-->O estudo mostra que a formaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 maior entre os homens. Em 2001, 37,7% dos empregados do sexo masculino tinham carteira assinada. Em 2009, o percentual passou para 44,5%, um aumento de 18% no per\u00edodo analisado. Entre as mulheres, a formaliza\u00e7\u00e3o aumentou 14,8%, passando de 38,2% em 2001 para 43,8% em 2009. Praticamente a mesma taxa de crescimento do numero de mulheres em ocupa\u00e7\u00f5es informais (15%).<\/p>\n<p>O estudo mostra que a taxa de formaliza\u00e7\u00e3o tem crescimento diretamente porporcional \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de escolaridade do trabalhador. Entre os trabalhadores com at\u00e9 tr\u00eas anos de estudo, a propor\u00e7\u00e3o de formais cresceu 9%. O mesmo aconteceu com os que passaram mais de 15 anos na escola.<\/p>\n<p>Entre os ramos de atividade, o estudo mostra que o setor agr\u00edcola ainda concentra o maior n\u00famero de empregos informais. Em 2009, apenas 10,8% dos trabalhadores estavam protegidos pela legisla\u00e7\u00e3o trabalhista. Outro setor onde a informalidade \u00e9 grande \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o civil. Apesar disso, os dois setores ampliaram em 32%, entre 2001 e 2009, a oferta de vagas formais.<\/p>\n<p>As atividades tradicionalmente mais formalizadas s\u00e3o aquelas mais pr\u00f3ximas da atividade p\u00fablica, como nas \u00e1reas de educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e assist\u00eancia social, onde a taxa de formaliza\u00e7\u00e3o ficou acima dos 69% no per\u00edodo estudado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da Ag\u00eancia Brasil Bras\u00edlia &#8211; A parcela de trabalhadores formais cresceu 43,5% entre 2001 e 2009, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (27). Segundo o instituto, o n\u00famero de trabalhadores n\u00e3o formalizados cresceu menos no per\u00edodo: 9,2%. Em 2001, o pa\u00eds tinha 28,5 milh\u00f5es de pessoas trabalhando com carteira assinada. Em 2009, esse n\u00famero passou para 41 milh\u00f5es. 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