{"id":30090,"date":"2011-04-05T14:08:29","date_gmt":"2011-04-05T17:08:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=30090"},"modified":"2011-04-05T14:08:29","modified_gmt":"2011-04-05T17:08:29","slug":"cesta-basica-fica-mais-cara-em-14-das-17-capitais-pesquisadas-pelo-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/04\/05\/cesta-basica-fica-mais-cara-em-14-das-17-capitais-pesquisadas-pelo-dieese\/","title":{"rendered":"Cesta b\u00e1sica fica mais cara em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>da Ag\u00eancia Brasil <\/em><\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo &#8211; Os alimentos considerados essenciais na mesa do brasileiro ficaram mais caros, em mar\u00e7o, em 14 das 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) realiza pesquisa mensal. A maior eleva\u00e7\u00e3o (6,19%) foi constatada em Natal, onde para comprar os 13 produtos da cesta b\u00e1sica o consumidor teve de desembolsar R$ 234,85.<\/p>\n<p>A segunda maior eleva\u00e7\u00e3o (4,90%) ocorreu em Salvador, onde a cesta aumentou para R$ 220,75, e a terceira, em Vit\u00f3ria (4,88%), onde os consumidores pagaram R$ 258,32. Em seguida, v\u00eam o Rio de Janeiro, com aumento de 4,33% e custo de R$ 259,80, e Florian\u00f3polis, com alta de 3,65% e valor de R$ 250,28.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, a corre\u00e7\u00e3o foi de 2,45%. A capital paulista continua sendo a localidade que tem o custo mais elevado (R$ 267,58). Na sequ\u00eancia da lista das cestas mais caras aparecem Porto Alegre, com alta de 1,80% e valor de R$ 261,13. Na outra extremidade, Aracaju \u00e9 a que tem o menor valor (R$ 192,35), com reajuste de 0,89%.<\/p>\n<p><!--more-->As tr\u00eas capitais em que o valor da cesta b\u00e1sica caiu s\u00e3o Recife (-0,77%), passando para R$ 209,77; Manaus (-0,54%); para R$ 251,38, e Bras\u00edlia (-0,05%), para R$ 250,35.<\/p>\n<p>Com as corre\u00e7\u00f5es m\u00e9dias verificadas, houve aumento na proje\u00e7\u00e3o sobre o sal\u00e1rio ideal que o trabalhador deveria receber para suprir as necessidades b\u00e1sicas da fam\u00edlia. O valor estimado passou de R$ 2.194,94, em fevereiro, para R$ 2.247,94, em mar\u00e7o, o equivalente a 4,12 vezes o sal\u00e1rio m\u00ednimo em vigor (R$ 545). Em mar\u00e7o do ano passado, o ganho avaliado pela entidade era de R$ 2.159,65, correspondente a 4,23 vezes o sal\u00e1rio m\u00ednimo oficial naquele per\u00edodo (R$ 510,00).<\/p>\n<p>No acumulado de 12 meses, todas as capitais pesquisadas apresentaram aumentos de pre\u00e7os com destaque para Fortaleza (19,99%); Natal (17,93%), Goi\u00e2nia (17,22%); Vit\u00f3ria (11,23%) e Belo Horizonte (10,87%).<\/p>\n<p>Entre os produtos, os grandes vil\u00f5es do custo da cesta b\u00e1sica foram a batata, que aumentou em todas as capitais do Centro-Sul; o caf\u00e9, cujo pre\u00e7o subiu em 16; o \u00f3leo de soja, que ficou mais caro em 15 cidades, e o tomate, que teve reajuste em 14.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da Ag\u00eancia Brasil S\u00e3o Paulo &#8211; Os alimentos considerados essenciais na mesa do brasileiro ficaram mais caros, em mar\u00e7o, em 14 das 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) realiza pesquisa mensal. 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