{"id":27298,"date":"2011-02-09T10:36:30","date_gmt":"2011-02-09T13:36:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=27298"},"modified":"2011-02-09T10:36:30","modified_gmt":"2011-02-09T13:36:30","slug":"ipea-falta-de-medicos-e-apontada-por-581-como-maior-problema-do-sus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/02\/09\/ipea-falta-de-medicos-e-apontada-por-581-como-maior-problema-do-sus\/","title":{"rendered":"Ipea: falta de m\u00e9dicos \u00e9 apontada por 58,1% como maior problema do SUS"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Wladimir D&#8217;Andrade &#8211; Ag\u00eancia Estado<\/strong><\/em><\/p>\n<div>\n<p>S\u00c3O PAULO &#8211; A falta de m\u00e9dicos \u00e9 o principal fator que impede uma melhor avalia\u00e7\u00e3o da rede p\u00fablica de sa\u00fade. Esse quesito foi apontado por 58,1% dos entrevistados como o maior problema do SUS. A conclus\u00e3o \u00e9 da pesquisa Sistema de Indicadores de Percep\u00e7\u00e3o Social (SIPS), divulgada\u00a0nesta quarta-feira, 9,\u00a0pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea).<\/p>\n<p>Em segundo lugar, ficou a &#8220;demora para ser atendido nos centros de sa\u00fade ou nos hospitais da rede p\u00fablica&#8221; (35,4%), seguido por &#8220;demora para conseguir uma consulta com especialista&#8221; (33,8%). Os dados, de acordo com o Ipea, indicam que a popula\u00e7\u00e3o quer acesso &#8220;mais f\u00e1cil, r\u00e1pido e oportuno&#8221; \u00e0 rede p\u00fablica de sa\u00fade.<\/p>\n<p>A pesquisa revela que a rapidez no atendimento \u00e9 citada como a maior motiva\u00e7\u00e3o para a busca pelos planos de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Para tr\u00eas tipos de servi\u00e7o espec\u00edficos &#8211; atendimento por especialistas, de urg\u00eancia e emerg\u00eancia e centros e\/ou postos de sa\u00fade &#8211; &#8220;aumentar o n\u00famero de m\u00e9dicos&#8221; foi a sugest\u00e3o mais mencionada, seguida pela redu\u00e7\u00e3o do tempo de espera para uma consulta. &#8220;O aumento do n\u00famero de m\u00e9dicos pode ser entendido pela popula\u00e7\u00e3o como uma solu\u00e7\u00e3o para os problemas que vivencia, quando, na busca de servi\u00e7os no SUS, ocorre demora para atendimento ou existe a necessidade de se chegar muito cedo ao local para conseguir marcar uma consulta ou utilizar outro tipo de servi\u00e7o de sa\u00fade&#8221;, diz o estudo.<\/p>\n<p><!--more-->No caso dos servi\u00e7os prestados por m\u00e9dicos especialistas, 37,3% sugerem aumentar o n\u00famero de profissionais no SUS e 34,1% falam em reduzir o tempo de espera entre a marca\u00e7\u00e3o e a consulta. Para servi\u00e7os de urg\u00eancia e emerg\u00eancia, 33% prop\u00f5em aumentar o n\u00famero de m\u00e9dicos e 32% mencionam a diminui\u00e7\u00e3o no tempo de atendimento. No caso dos centros e postos de sa\u00fade, aumentar n\u00famero de especialistas foi citado por 47% e tempo de atendimento, por 15,5%.<\/p>\n<p>Quem tenta driblar o tempo de espera e recorre aos planos de sa\u00fade se depara com o pre\u00e7o da mensalidade, que foi apontado por 39,8% dos usu\u00e1rios consultados como o principal problema da rede suplementar.<\/p>\n<p>As entrevistas foram feitas no per\u00edodo de 3 a 19 de novembro do ano passado. O question\u00e1rio foi aplicado a 2.773 residentes em domic\u00edlios particulares em todos os Estados do Pa\u00eds. A amostragem considerou sexo, faixa et\u00e1ria, faixas de renda e escolaridade de acordo com cada regi\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Wladimir D&#8217;Andrade &#8211; Ag\u00eancia Estado S\u00c3O PAULO &#8211; A falta de m\u00e9dicos \u00e9 o principal fator que impede uma melhor avalia\u00e7\u00e3o da rede p\u00fablica de sa\u00fade. Esse quesito foi apontado por 58,1% dos entrevistados como o maior problema do SUS. A conclus\u00e3o \u00e9 da pesquisa Sistema de Indicadores de Percep\u00e7\u00e3o Social (SIPS), divulgada\u00a0nesta quarta-feira, 9,\u00a0pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea). Em segundo lugar, ficou a &#8220;demora para ser atendido nos centros de sa\u00fade ou nos hospitais da rede p\u00fablica&#8221; (35,4%), seguido por &#8220;demora para conseguir uma consulta com especialista&#8221; (33,8%). 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