{"id":26526,"date":"2011-01-27T07:30:00","date_gmt":"2011-01-27T10:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=26526"},"modified":"2011-01-27T07:30:00","modified_gmt":"2011-01-27T10:30:00","slug":"nos-jornais-senadores-poderao-receber-ate-r-50-mil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/01\/27\/nos-jornais-senadores-poderao-receber-ate-r-50-mil\/","title":{"rendered":"Nos jornais: senadores poder\u00e3o receber at\u00e9 R$ 50 mil"},"content":{"rendered":"<div id=\"texto\">\n<p><em><strong>O Globo<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>Senadores poder\u00e3o receber at\u00e9 R$ 50 mil, acima do teto<\/strong><\/p>\n<p>O novo Senado, que tomar\u00e1 posse na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira, ter\u00e1 26 ex-governadores entre os 81 senadores, sendo que 13 deles ter\u00e3o subs\u00eddios que ultrapassam o teto do funcionalismo p\u00fablico, de R$ 26.700. Eles v\u00e3o acumular os vencimentos de senador com aposentadorias de ex-governadores, que variam de R$ 11 mil a R$ 24 mil, dependendo do estado. O STF, em decis\u00e3o de 2007 sobre Mato Grosso do Sul, definiu que essas pens\u00f5es s\u00e3o i1egais, mas os estados continuam pagando. At\u00e9 mesmo o presidente do Senado, Jos\u00e9 Sarney, que ser\u00e1 reeleito para o cargo, recebe R$ 24 mil como ex-governador do Maranh\u00e3o. O diretor-geral do Senado, Haroldo Tarja, diz que a Casa n\u00e3o tem como aplicar o teto nesses casos. Depois de reportagens do GLOBO, a OAB anunciou que recorrer\u00e1 ao STF.<\/p>\n<p><strong><!--more-->Em Minas, pens\u00e3o para quatro ex <\/strong><\/p>\n<p>Pelo menos quatro ex-governadores de Minas Gerais recebem aposentadorias por terem exercido o cargo por per\u00edodos que variam de quatro a sete anos. Gra\u00e7as a uma lei estadual de 1957, que assegura o privil\u00e9gio, Eduardo Azeredo (1995-1999), H\u00e9lio Garcia (1984-1987 e 1991-1995), Francelino Pereira (1979-1983) e Rondon Pacheco (1971-1975) t\u00eam direito a um contracheque mensal de R$10,5 mil brutos. Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3. Exceto H\u00e9lio Garcia, os demais acumulam os vencimentos aos de outros cargos p\u00fablicos. Senador em fim de mandato, Azeredo ainda receber\u00e1 R$16,5 mil como parlamentar at\u00e9 o final de janeiro. Ele assumiu o cargo em 2003, mesmo ano em que a aposentadoria de ex-governador come\u00e7ou a pingar na conta banc\u00e1ria. J\u00e1 Rondon Pacheco foi abrigado no Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), institui\u00e7\u00e3o estatal, onde obt\u00e9m mais R$4,5 mil para participar de uma reuni\u00e3o ordin\u00e1ria por m\u00eas.<\/p>\n<p><strong>\u00c1rea econ\u00f4mica pede firmeza com centrais <\/strong><\/p>\n<p>A \u00e1rea econ\u00f4mica aconselhou o Pal\u00e1cio do Planalto a ter uma postura mais firme, hoje, no encontro com as centrais sindicais: corre\u00e7\u00e3o da tabela do Imposto de Renda s\u00f3 com a garantia de que o sal\u00e1rio m\u00ednimo ser\u00e1 de R$545. Mas o discurso duro da \u00e1rea t\u00e9cnica esbarra na necessidade pol\u00edtica de o governo Dilma Rousseff chegar a um acordo com as centrais. O secret\u00e1rio-geral da Presid\u00eancia, Gilberto Carvalho, re\u00fane-se com os presidentes das seis principais centrais sindicais do pa\u00eds sabendo que o governo ter\u00e1 que melhorar sua proposta.<\/p>\n<p><strong>Grupo de peritos de elite deve apurar den\u00fancias de tortura contra presos<\/strong><\/p>\n<p>O governo Dilma Rousseff criar\u00e1 um grupo formado por 11 peritos de v\u00e1rias \u00e1reas com autonomia para entrar em pris\u00f5es, cadeias e penitenci\u00e1rias do pa\u00eds, sem necessidade de autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos diretores dos estabelecimentos ou de outras autoridades. O grupo vai apurar den\u00fancias de pr\u00e1tica de tortura contra presos. A iniciativa \u00e9 da Secretaria de Direitos Humanos, e o projeto de lei que cria o grupo est\u00e1 sendo conclu\u00eddo pela Casa Civil. O texto ser\u00e1 enviado ao Congresso Nacional ainda este ano.<\/p>\n<p><strong>Governo Lula teve 20% a menos de invas\u00f5es de terra que o de FH<\/strong><\/p>\n<p>O n\u00famero de invas\u00f5es de terra nos oito anos do governo do presidente Lula foi 20% menor que o registrado nos dois mandatos do antecessor, Fernando Henrique Cardoso. Na gest\u00e3o do tucano, os sem-terra fizeram 2.442 invas\u00f5es, contra 1.965 no per\u00edodo Lula. Aliados do PT, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e outras entidades que lutam pela reforma agr\u00e1ria deram um al\u00edvio ao petista. Ao todo, realizaram 477 invas\u00f5es a mais no governo de FH. Esse n\u00famero equivale a quase dois anos de ocupa\u00e7\u00f5es no governo Lula.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia de invas\u00f5es no governo FH foi de 305,2 por ano. Com Lula, esse n\u00famero caiu para 245,2. Os dados s\u00e3o da Ouvidoria Agr\u00e1ria Nacional, vinculada ao Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio, que faz esse levantamento desde 1995. No governo FH, ocorreram 243 mortes de conflito agr\u00e1rio, contra 125 no per\u00edodo de Lula.<\/p>\n<p><strong>&#8216;N\u00e3o posso me queixar se morrer, mas estou lutando&#8217;<\/strong><\/p>\n<p>Homenageado com a Medalha 25 de Janeiro, concedida pela prefeitura de S\u00e3o Paulo, em comemora\u00e7\u00e3o aos 457 anos da cidade, e entregue pela presidente Dilma Rousseff, o ex-vice-presidente Jos\u00e9 Alencar disse ontem que est\u00e1 lutando para n\u00e3o morrer. Sentado numa cadeira de rodas, bastante magro, abatido e acompanhado por dois m\u00e9dicos, Alencar aguardou por quase uma hora, no gabinete do prefeito Gilberto Kassab, a chegada da presidente. Ap\u00f3s o evento &#8211; que contou tamb\u00e9m com a participa\u00e7\u00e3o do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva-, Alencar foi autorizado a ir para sua casa, onde dormiria. Ele deve voltar hoje para o Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Luiz Fux \u00e9 o favorito para ocupar vaga aberta no STF<\/strong><\/p>\n<p>O ministro do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) Luiz Fux passou a ser o nome mais forte no Pal\u00e1cio do Planalto para ocupar a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) com a aposentadoria, em agosto do ano passado, de Eros Grau. Nos \u00faltimos dias, a presidente Dilma Rousseff deu indica\u00e7\u00f5es internas de que Fux \u00e9 o nome preferido.<\/p>\n<p>Nos bastidores, o governador S\u00e9rgio Cabral (PMDB-RJ) tem sido um forte cabo eleitoral de Fux, que tamb\u00e9m \u00e9 carioca. Mas Dilma teria ficado bem impressionada com a receptividade ao nome de Fux no meio jur\u00eddico. Ele foi o presidente da comiss\u00e3o de juristas criada para formular o anteprojeto do novo C\u00f3digo do Processo Civil, enviado ano passado ao Congresso.<\/p>\n<p><em>Folha de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p><strong>Presidente do TCU recebe de \u00f3rg\u00e3os que deve fiscalizar<\/strong><\/p>\n<p>\u00d3rg\u00e3os p\u00fablicos e entidades submetidos a fiscaliza\u00e7\u00e3o do TCU (Tribunal de Contas da Uni\u00e3o) pagaram ao menos R$ 228 mil ao presidente do tribunal, ministro Benjamin Zymler, por palestras e cursos de um ou dois dias entre 2008 e 2010. Ap\u00f3s as palestras, Zymler seguiu como relator de seis procedimentos e participou de ao menos cinco julgamentos de processos de interesse dos contratantes. Em nenhuma das vezes entendeu que havia motivo para se declarar impedido. As palestras, os custos e as agendas de Zymler n\u00e3o s\u00e3o divulgados pelo site do TCU. No final de 2008, ele ministrou a servidores da Eletronorte (Centrais El\u00e9tricas do Norte do Brasil), por R$ 21,5 mil, curso de dois dias intitulado &#8220;Licita\u00e7\u00f5es e Contratos sob a \u00d3tica do TCU&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Ministro diz que n\u00e3o h\u00e1 &#8220;veda\u00e7\u00e3o legal&#8221; nem &#8220;conflito de interesses&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>O presidente do TCU, Benjamin Zymler, disse que n\u00e3o houve &#8220;veda\u00e7\u00e3o legal, regimental ou conflito de interesses&#8221; nos casos em que atuou no tribunal ap\u00f3s proferir palestras e cursos. &#8220;Os casos de impedimento est\u00e3o previstos no inciso 8\u00ba do artigo 39 do regimento interno do TCU e que n\u00e3o houve incid\u00eancia de quaisquer dessas hip\u00f3teses&#8221;, informou. Zymler disse que os ministros do TCU &#8220;possuem as mesmas prerrogativas dos ministros do Superior Tribunal de Justi\u00e7a e, portanto, submetem-se \u00e0 Lei Org\u00e2nica da Magistratura&#8221;. UFABC, Eletronorte, Sebrae, Inpi, Conab e AGU disseram que a lei autoriza a dispensa de licita\u00e7\u00f5es em casos de not\u00f3ria especializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Duas tetranetas de Tiradentes tamb\u00e9m v\u00e3o pedir pens\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Mais de 200 anos ap\u00f3s a morte de Tiradentes, duas tetranetas do m\u00e1rtir da Inconfid\u00eancia pretendem reivindicar uma pens\u00e3o especial do governo que uma irm\u00e3 delas j\u00e1 recebe. Nascidas no Rio, as irm\u00e3s moram em Bras\u00edlia. Carolina Menezes Ferreira, 67, disse \u00e0 Folha que o direito \u00e0 pens\u00e3o existe porque a ascend\u00eancia est\u00e1 provada por documentos. Ela afirma que o processo s\u00f3 n\u00e3o come\u00e7ou ainda por falta de tempo. &#8220;A gente sabe que, se entrar, \u00e9 tranquilo que ganha&#8221;, diz. Carolina far\u00e1 o pedido com a irm\u00e3 Belita Menezes Benther, 71, que ganha pens\u00e3o do governo do Distrito Federal pela morte do marido.<\/p>\n<p><strong>Empresa envolvida no caso Erenice \u00e9 impedida de ter contratos com estatal<\/strong><\/p>\n<p>Protagonista do esc\u00e2ndalo que mergulhou os Correios numa crise em 2010, a MTA Linhas A\u00e9reas foi impedida de fazer contratos com a estatal por cinco anos. Reportagem do jornal &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221; de ontem revelou que a empresa de transporte de carga a\u00e9rea foi declarada inid\u00f4nea pela estatal por descumprir contratos, o que levou ao atraso de entrega de correspond\u00eancias. A MTA foi multada pela estatal em mais de R$ 1 milh\u00e3o.<br \/>\nA empresa tamb\u00e9m foi citada na crise que derrubou a ent\u00e3o ministra Erenice Guerra (Casa Civil) no governo Lula. A MTA contratou uma consultoria de lobby dos filhos de Erenice para agilizar a renova\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o para voar.<\/p>\n<p><strong>Uni\u00e3o deixa de repassar R$ 27,8 bi a prefeituras, dizem munic\u00edpios<\/strong><\/p>\n<p>A Uni\u00e3o deixou de repassar para prefeituras nos \u00faltimos anos cerca de R$ 27,8 bilh\u00f5es previsto no Or\u00e7amento para despesas correntes e investimentos. O recurso foi autorizado pelo governo, mas n\u00e3o foi efetivamente pago no Or\u00e7amento corrente -agora, entra na rubrica de &#8220;restos a pagar&#8221;. O valor faz parte de balan\u00e7o divulgado ontem pela CNM (Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios). &#8220;O prefeito trabalha sem haver um planejamento efetivo. N\u00f3s temos que melhorar a qualidade da rela\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o com os munic\u00edpios&#8221;, disse Paulo Ziulkoski, presidente da CNM.<\/p>\n<p><strong>Dilma e Lula choram em homenagem a Alencar<\/strong><\/p>\n<p>Na primeira apari\u00e7\u00e3o juntos depois da passagem da faixa, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula choraram lado a lado em homenagem ao ex-vice-presidente Jos\u00e9 Alencar. Abatido e de cadeira de rodas, ele fez um discurso emocionado sobre a luta contra o c\u00e2ncer na regi\u00e3o abdominal ao receber a medalha 25 de Janeiro, que comemora o anivers\u00e1rio de S\u00e3o Paulo. &#8220;A situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o boa que n\u00e3o tem como melhorar. Todo mundo rezando, torcendo por mim. Se eu morrer agora, est\u00e1 bom demais, n\u00e3o posso me queixar. Mas estou lutando para n\u00e3o morrer.&#8221; O ex-vice lembrou que est\u00e1 internado h\u00e1 tr\u00eas meses e j\u00e1 passou por um infarto, em dezembro. Ele disse entregar o futuro a Deus. &#8220;O que Ele quiser ser\u00e1, e n\u00f3s aceitaremos de bom grado.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Paulo marca ida de Kassab para base do governo<\/strong><\/p>\n<p>A celebra\u00e7\u00e3o do anivers\u00e1rio de S\u00e3o Paulo foi um rito de passagem do prefeito Gilberto Kassab, ainda no DEM, para a base do governo da petista Dilma Rousseff. No ano em que pretende se filiar ao PMDB, Kassab dedicou a Jos\u00e9 Alencar, vice do ex-presidente Lula, medalha comemorativa da cidade. Outro homenageado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso viajou. Num agonizante ato de protesto, o tucanato boicotou a solenidade -apelidada de &#8220;festa petista&#8221;- e optou por outros eventos do dia.<br \/>\nPadrinho pol\u00edtico de Kassab, o ex-governador Jos\u00e9 Serra (PSDB) tamb\u00e9m n\u00e3o foi. Participou de outras atividades oficiais. Mas, apesar de convidado, driblou um primeiro encontro com Dilma no p\u00f3s-elei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mabel anuncia candidatura na C\u00e2mara<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 revelia do Planalto, o deputado Sandro Mabel (PR-GO), da base que apoia o governo, lan\u00e7ou ontem sua candidatura \u00e0 presid\u00eancia da C\u00e2mara. Ele concorrer\u00e1 contra Marco Maia (PT-RS), candidato de Dilma Rousseff.<br \/>\nO deputado entrou na disputa apostando no apoio de insatisfeitos com libera\u00e7\u00f5es de emendas parlamentares, com a distribui\u00e7\u00e3o de cargos e com o voto do baixo clero. Mabel trabalha ainda para convencer outros partidos -como o PTB- a lan\u00e7ar um terceiro nome, tentando levar a elei\u00e7\u00e3o, no dia 1\u00ba de fevereiro, ao segundo turno.<\/p>\n<p><strong>Dilma libera m\u00ednimo mais alto, mas com corte em 2012<\/strong><\/p>\n<p>A presidente Dilma Rousseff quer adiar as negocia\u00e7\u00f5es sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo para o in\u00edcio dos trabalhos do Congresso, mas j\u00e1 orientou sua equipe a aceitar um valor de, no m\u00e1ximo, R$ 550. Acima desse n\u00famero, Dilma vai alertar a base aliada de que os cortes no Or\u00e7amento ter\u00e3o de ser elevados, afetando ainda mais os investimentos de interesse de seus ministros e de seus partidos. Na reuni\u00e3o de hoje com as centrais sindicais, a presidente recomendou ao ministro Gilberto Carvalho que n\u00e3o avance em negocia\u00e7\u00f5es sobre o valor at\u00e9 aqui definido pelo governo -R$ 545.<\/p>\n<p><strong>Lula defender\u00e1 a volta de Del\u00fabio, diz dirigente do PT<\/strong><\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Comunica\u00e7\u00e3o do PT, Andr\u00e9 Vargas, disse ontem \u00e0 Folha que o ex-presidente Lula defender\u00e1 a volta ao partido do ex-tesoureiro Del\u00fabio Soares, acusado de operar o mensal\u00e3o. Ele afirmou que o ex-companheiro &#8220;foi injusti\u00e7ado&#8221; e que a dire\u00e7\u00e3o da sigla deve votar seu pedido de refilia\u00e7\u00e3o em mar\u00e7o ou abril. &#8220;Se for questionado, Lula vai dizer que \u00e9 favor\u00e1vel&#8221;, disse Vargas, que \u00e9 deputado federal pelo Paran\u00e1 e integra o Diret\u00f3rio Nacional do PT. O ex-presidente evitava falar do esc\u00e2ndalo, mas mudou o tom no fim do mandato, quando chamou o mensal\u00e3o de &#8220;tentativa de golpe&#8221; e prometeu reavali\u00e1-lo depois de deixar o Planalto.<\/p>\n<p><strong>Acordo d\u00e1 presid\u00eancia de Furnas ao PMDB<\/strong><\/p>\n<p>A presidente Dilma Rousseff acertou com o PMDB que o partido indicar\u00e1 o novo presidente de Furnas, empresa do sistema Eletrobras. O escolhido, no entanto, ter\u00e1 de ser um t\u00e9cnico do setor. Al\u00e9m disso, Dilma determinou ao PT que pare de disparar acusa\u00e7\u00f5es contra peemedebistas por conta de supostas irregularidades na estatal, que no governo Lula teve presidentes do PMDB. A presidente encarregou o ministro Luiz S\u00e9rgio (Rela\u00e7\u00f5es Institucionais) de transmitir sua ordem aos petistas. Segundo os peemedebistas, os ataques est\u00e3o partindo principalmente de petistas do Rio de Janeiro, Estado de origem do ministro. O acerto foi definido durante reuni\u00e3o de Antonio Palocci (Casa Civil) com o vice-presidente Michel Temer, anteontem no Planalto.<\/p>\n<p><strong>Burocracia emperra divulga\u00e7\u00e3o de lista de passaportes<\/strong><\/p>\n<p>O pedido do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal do Distrito Federal para obter a lista de passaportes diplom\u00e1ticos concedidos entre 2006 e 2010 encontra-se parado na mesa do procurador-geral da Rep\u00fablica, Roberto Gurgel, h\u00e1 13 dias e ainda n\u00e3o foi encaminhado ao Itamaraty. Em f\u00e9rias desde o dia 10 de janeiro, Gurgel \u00e9 o respons\u00e1vel por encaminhar a recomenda\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico ao Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores. Por conta da burocracia, os prazos de dez dias para a resposta do Itamaraty e de 60 dias para as provid\u00eancias de anula\u00e7\u00e3o e maior rigor n\u00e3o come\u00e7aram a ser contados. A assessoria de imprensa de Gurgel informou que ele retorna hoje.<\/p>\n<p><strong>Alckmin sai em defesa de aliado condenado pelo STJ<\/strong><\/p>\n<p>O governador Geraldo Alckmin disse ontem que Jos\u00e9 Bernardo Ortiz, antigo aliado pol\u00edtico a quem o tucano delegou o comando da FDE (Funda\u00e7\u00e3o para o Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o), \u00e9 &#8220;um dos melhores administradores&#8221; que conhece. Ortiz, que comandar\u00e1 um or\u00e7amento de R$ 2,5 bilh\u00f5es, foi condenado no ano passado pelo STJ (Superior Tribunal de Justi\u00e7a) por improbidade administrativa. A decis\u00e3o se refere a nomea\u00e7\u00f5es sem concurso para cargos na administra\u00e7\u00e3o de Taubat\u00e9.<br \/>\nNa decis\u00e3o, o STJ proibiu Ortiz de disputar cargos p\u00fablicos por cinco anos e determinou o pagamento de multa de cerca de R$ 210 mil.<\/p>\n<p><em>O Estado de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p><strong>Dilma j\u00e1 trata Kassab como aliado e faz cr\u00edticas indiretas a tucanos de SP<\/strong><\/p>\n<p>A iminente ida de Gilberto Kassab para o PMDB, partido da base governista, levou a presidente da Rep\u00fablica, Dilma Rousseff, a elogiar o prefeito paulistano e a destacar investimentos na capital, ao mesmo tempo em que criticou, de maneira indireta, o PSDB. A presidente cumprimentou Kassab (DEM) &#8220;com muito carinho&#8221; e disse estar &#8220;honrada&#8221; com o convite feito por ele para participar nesta ter\u00e7a, 25, da cerim\u00f4nia em comemora\u00e7\u00e3o ao 457.\u00ba anivers\u00e1rio de S\u00e3o Paulo, na sede da Prefeitura, na qual foi entregue a Medalha 25 de Janeiro ao ex-vice-presidente Jos\u00e9 Alencar, que luta contra um c\u00e2ncer h\u00e1 13 anos. Al\u00e9m de Dilma e Alencar, estavam com Kassab no palco montado na Prefeitura o ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, o governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), e o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), com quem o prefeito mant\u00e9m conversas sobre a troca de partido. Ontem, os dois conversaram rapidamente na presen\u00e7a de Alckmin.<\/p>\n<p><strong>Planalto quer prefeito na base aliada, mas desvinculado de Serra<\/strong><\/p>\n<p>Desde o fim de 2010, o governo federal tem mandado recados para o prefeito de S\u00e3o Paulo, Gilberto Kassab (DEM), avisando que sua entrada num partido da base aliada, como o PMDB, seria recebida com entusiasmo. Tanto a presidente Dilma Rousseff como o ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva sabem que a ades\u00e3o de Kassab traz para o lado do Pal\u00e1cio do Planalto a maior prefeitura do Pa\u00eds. Mais: consolida uma pr\u00e9-candidatura competitiva para o governo de S\u00e3o Paulo, em 2014, capaz de interromper a hegemonia tucana no Estado, algo que nem a imensa popularidade de Lula foi capaz de fazer nos seus oito anos de mandato. Mas o ponto central para que essa parceria se consolide est\u00e1 na rela\u00e7\u00e3o que Kassab manter\u00e1 com o tucano Jos\u00e9 Serra. Candidato do PSDB derrotado por Dilma na \u00faltima elei\u00e7\u00e3o presidencial, Serra \u00e9 o padrinho pol\u00edtico de Kassab e seu aliado direto.<\/p>\n<p><strong>Batalhas de 2012 e 2014 definem l\u00edderes<\/strong><\/p>\n<p>A batalha pela lideran\u00e7a dos partidos no Congresso disfar\u00e7a uma outra luta, travada no terreno da ocupa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os pol\u00edticos com vistas \u00e0s elei\u00e7\u00f5es municipais de 2012 e presidencial de 2014, al\u00e9m de cargos no pr\u00f3prio Senado e C\u00e2mara dos Deputados. No PSB, a disputa entre o presidente do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e os irm\u00e3os Ciro e Cid Gomes (governador do Cear\u00e1), resultou na escolha da deputada Ana Arraes (PE) para l\u00edder do partido. M\u00e3e de Eduardo Campos, Ana foi levada \u00e0 lideran\u00e7a para evitar que os irm\u00e3os Gomes aumentassem sua influ\u00eancia entre os socialistas.<\/p>\n<p><strong>Nora de Gim Argello pede exonera\u00e7\u00e3o do cargo<\/strong><\/p>\n<p>A assessora parlamentar Mariana Naoum dos Santos pediu exonera\u00e7\u00e3o do cargo que ocupava no gabinete do senador Gim Argello (PTB-DF). Ela \u00e9 namorada do filho mais velho do senador, Jorge Argello J\u00fanior, e foi nomeada em 2008, com sal\u00e1rio de quase R$ 6 mil. A nomea\u00e7\u00e3o contraria s\u00famula editada em outubro de 2008 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu a contrata\u00e7\u00e3o de parentes nas tr\u00eas esferas do poder p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>FHC apoia abrir arquivos, mas n\u00e3o cr\u00ea em descobertas<\/strong><\/p>\n<p>O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem ao Estado ser a favor da abertura de todos os arquivos da \u00e9poca do regime militar, mas adiantou que a dificuldade ser\u00e1 encontrar os documentos. &#8220;Eu mesmo falei com eles (os militares) quando presidente e eles insistem que n\u00e3o h\u00e1 documentos&#8221;, afirmou. Ele disse tamb\u00e9m ser contra a ideia de prolongar por mais 50 anos o sigilo sobre os arquivos militares, definida no decreto 4.554\/02. &#8220;Eu fui acusado de ter proibido a abertura de arquivo por 50 anos. Aquilo ocorreu no meu \u00faltimo dia (no governo) e algu\u00e9m colocou um papel para assinar l\u00e1&#8221;, justificou-se. &#8220;Eu sou contra isso. Temos sim de abrir os arquivos&#8221;, disse.<\/p>\n<p><strong>Falha manobra de Val\u00e9rio para adiar julgamento<\/strong><\/p>\n<p>A 9.\u00aa Vara Criminal de Belo Horizonte inicia hoje, com o depoimento de testemunhas de acusa\u00e7\u00e3o, a fase de instru\u00e7\u00e3o do processo contra os acusados no inqu\u00e9rito do chamado mensal\u00e3o mineiro, suposto esquema de desvio de recursos p\u00fablicos durante a campanha \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o do ent\u00e3o governador de Minas, Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998.<\/p>\n<p>Ontem, a ju\u00edza Neide da Silva Martins indeferiu uma manobra de \u00faltima hora da defesa de Marcos Val\u00e9rio Fernandes de Souza, que solicitou o adiamento da audi\u00eancia e que o processo fosse remetido para o Supremo Tribunal Federal, j\u00e1 que um dos r\u00e9us, Cl\u00e9sio Andrade (PR), passou a gozar de foro privilegiado ao assumir uma cadeira no Senado ap\u00f3s a morte de Eliseu Resende (DEM), de quem era suplente.<\/p>\n<p><strong>Homenageado, Alencar esquece rotina hospitalar<\/strong><\/p>\n<p>A ter\u00e7a-feira foi emocionante para o ex-vice-presidente Jos\u00e9 Alencar Soares da Silva. Logo pela manh\u00e3, no seu quarto no Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas, ele ainda n\u00e3o tinha certeza de sua participa\u00e7\u00e3o na cerim\u00f4nia na qual seria homenageado com a Medalha 25 de Janeiro. Estava ansioso, segundo sua esposa, Mariza.<\/p>\n<p>Mais tarde, j\u00e1 examinado e com o sinal verde da equipe do m\u00e9dico Roberto Kalil, que o atende, ele ainda teve medo de que o esfor\u00e7o, ap\u00f3s quase 90 dias de interna\u00e7\u00e3o &#8211; interrompidos por duas breves altas &#8211; e uma delicada cirurgia no abdome para estancar uma hemorragia, atrapalhassem a apari\u00e7\u00e3o em p\u00fablico. Na cerim\u00f4nia de posse de Dilma Rousseff, Alencar n\u00e3o fora liberado pelos m\u00e9dicos para viajar a Bras\u00edlia. Acompanhou pela TV.<\/p>\n<p><em>Correio Braziliense<\/em><\/p>\n<p><strong>Viagens secretas da Abin crescem 30%<\/strong><\/p>\n<p>As viagens secretas da Ag\u00eancia Brasileira de Intelig\u00eancia (Abin) consumiram R$ 5,3 milh\u00f5es no ano passado, 30% a mais que em 2009. O valor \u00e9 maior do que o destinado na proposta de Or\u00e7amento da Uni\u00e3o para 2011 para programas da ag\u00eancia nas \u00e1reas de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico e Engenharia (R$ 1,8 milh\u00e3o) e de Forma\u00e7\u00e3o de Recursos Humanos (R$ 3 milh\u00f5es). Vinculados ao Gabinete de Seguran\u00e7a Institucional (GSI), os arapongas do governo Lula acompanharam deslocamentos presidenciais, intensos em ano eleitoral, e participaram de miss\u00f5es pouco transparentes. N\u00e3o h\u00e1 balan\u00e7o ou registro recente da atua\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia. As informa\u00e7\u00f5es \u2014 mesmo as de anos anteriores \u2014 est\u00e3o protegidas por sigilo \u201cem defesa da sociedade e do Estado\u201d.<\/p>\n<p><strong>A disputa agora \u00e9 por metro quadrado<\/strong><\/p>\n<p>O desenho pol\u00edtico formado pela nova composi\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara dos Deputados j\u00e1 iniciou uma guerra entre partidos por espa\u00e7o f\u00edsico. Enquanto legendas que sa\u00edram menores do pleito de outubro n\u00e3o querem desocupar os amplos gabinetes de lideran\u00e7as que conquistaram nos \u00faltimos anos, agremia\u00e7\u00f5es que aumentaram o n\u00famero de integrantes j\u00e1 reivindicam espa\u00e7o maior e colocam o tema na mesa de negocia\u00e7\u00e3o em torno da elei\u00e7\u00e3o de Marco Maia (PT-RS) para o comando da Casa. Se as normas internas fossem cumpridas ao p\u00e9 da letra, DEM, PSDB, PPS, PP, PR e at\u00e9 PMDB deveriam passar a ocupar gabinetes menores. Por outro lado, PDT, PSB e PT teriam o direito a reivindicar a ocupa\u00e7\u00e3o de mais metros quadrados.<\/p>\n<p><strong>A empreitada solit\u00e1ria de Mabel<\/strong><\/p>\n<p>O deputado Sandro Mabel (PR-GO) oficializou ontem a candidatura avulsa \u00e0 Presid\u00eancia da C\u00e2mara e exp\u00f4s uma briga dentro do partido que vinha sendo mantida nos bastidores. Poucas horas depois do an\u00fancio, caciques do PR divulgaram uma amea\u00e7a velada de expuls\u00e3o para for\u00e7ar o parlamentar a desistir da empreitada. Apesar da manobra, Mabel, que espera contar com votos de dissidentes e de insatisfeitos com a candidatura oficial de Marco Maia (PT-RS), candidato \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o, n\u00e3o descarta abandonar a corrida at\u00e9 a pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira, dia da elei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Um resto a pagar bilion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Passada a lua de mel entre os prefeitos e a presidente Dilma Rousseff, vem a cobran\u00e7a da fatura. As gest\u00f5es municipais est\u00e3o preocupadas com as despesas correntes e com os investimentos previstos para as cidades que deixaram de ser repassados pelo governo federal, especialmente, com a proximidade de ajustes fiscais para equilibrar as contas da Uni\u00e3o. De acordo com um levantamento da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM), divulgado ontem, o d\u00e9bito \u00e9 de R$ 27,8 bilh\u00f5es e os minist\u00e9rios da Cidades e da Sa\u00fade s\u00e3o as pastas que mais devem: R$ 6,9 bilh\u00f5es e 6,3 bilh\u00f5es, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Projeto contra a corrup\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong><br \/>\nAntes de deixar o Senado, na pr\u00f3xima segunda-feira, a senadora Marina Silva (PV-AC) apresentou uma proposta para tornar mais rigorosa a legisla\u00e7\u00e3o que pune a corrup\u00e7\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica. O projeto altera a Lei de Improbidade Administrativa, tornando imprescrit\u00edvel as a\u00e7\u00f5es contra pessoas que desviaram recursos, fraudaram licita\u00e7\u00f5es e enriqueceram ilicitamente, al\u00e9m de outros crimes contra o er\u00e1rio. O projeto ainda assegura mais agilidade nos procedimentos da Justi\u00e7a para o ressarcimento dos preju\u00edzos aos cofres p\u00fablicos.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Globo Senadores poder\u00e3o receber at\u00e9 R$ 50 mil, acima do teto O novo Senado, que tomar\u00e1 posse na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira, ter\u00e1 26 ex-governadores entre os 81 senadores, sendo que 13 deles ter\u00e3o subs\u00eddios que ultrapassam o teto do funcionalismo p\u00fablico, de R$ 26.700. Eles v\u00e3o acumular os vencimentos de senador com aposentadorias de ex-governadores, que variam de R$ 11 mil a R$ 24 mil, dependendo do estado. O STF, em decis\u00e3o de 2007 sobre Mato Grosso do Sul, definiu que essas pens\u00f5es s\u00e3o i1egais, mas os estados continuam pagando. 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