{"id":25877,"date":"2011-01-12T03:15:12","date_gmt":"2011-01-12T06:15:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=25877"},"modified":"2011-01-12T03:15:12","modified_gmt":"2011-01-12T06:15:12","slug":"sites-com-arquivos-piratas-tem-53-bilhoes-de-visitas-ao-ano-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2011\/01\/12\/sites-com-arquivos-piratas-tem-53-bilhoes-de-visitas-ao-ano-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Sites com arquivos piratas t\u00eam 53 bilh\u00f5es de visitas ao ano, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/wscdn.bbc.co.uk\/worldservice\/assets\/images\/2010\/12\/28\/101228130641_sp_internet_spl_226x170.jpg\" alt=\"Sites de compartilhamento de arquivos atraem mais de 53 bilh\u00f5es de visitas ao ano\" width=\"226\" height=\"170\" \/>Para analista, \u00e9 preciso buscar novos meios de reprimir pirataria na rede<\/p>\n<p>Uma pesquisa feita pela empresa antifraude MarkMonitor revelou uma nova realidade da pirataria online.<\/p>\n<p>A empresa monitorou o tr\u00e1fego ilegal em 43 sites  de compartilhamento de arquivos e concluiu que esses sites atraem mais  de 53 bilh\u00f5es de visitas anualmente.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas primeiros colocados (RapidShare.com, Megavideo.com e Megaupload.com) atra\u00edram mais de 21 bilh\u00f5es de visitas.<\/p>\n<p>Esse tipo de site est\u00e1 se tornando t\u00e3o popular  quanto m\u00e9todos de compartilhamento de material ilegal \u201cpeer to peer\u201d (de  uma pessoa para outra).<\/p>\n<p>O estudo usou uma amostra pequena de sites, uma indica\u00e7\u00e3o de que o problema pode ser muito maior.<\/p>\n<p>&#8220;Os n\u00fameros s\u00e3o impressionantes&#8221;, diz Charlie Abrahams, vice-presidente da MarkMonitor.<!--more--><\/p>\n<p>O estudo foi feito em resposta a um pedido da  C\u00e2mara do Com\u00e9rcio dos Estados Unidos, que queria que fossem  identificadas novas tend\u00eancias e sites ilegais.<\/p>\n<p><strong>Muito f\u00e1cil<\/strong><\/p>\n<p>Mark Mulligan, um analista da firma de pesquisas  Forrester, lembra que o n\u00famero de visitas n\u00e3o equivale ao n\u00famero de  downloads de arquivos ilegais.<\/p>\n<p>Para ele, no entanto, o estudo mostra que sites  comerciais para a troca de arquivos, assim como m\u00e9todos que n\u00e3o utilizam  a rede, est\u00e3o se tornando uma forma t\u00e3o popular de compartilhar m\u00fasica e  filmes pirateados quanto as tecnologias para troca de arquivos \u201cpeer to  peer\u201d.<\/p>\n<p>&#8220;Esses sites para upload tendem a manter \u00edndices de arquivos. \u00c9 muito f\u00e1cil e muito conveniente&#8221;, ele acrescentou.<\/p>\n<p>&#8220;Em mat\u00e9ria de pirataria, sites para uploads,  assim como mensagens instant\u00e2neas e blogs, est\u00e3o hoje par a par com  sites de troca \u2018peer to peer\u2019&#8221;, ele disse.<\/p>\n<p>E ele acrescenta: &#8220;Est\u00e1 ficando cada vez mais dif\u00edcil para os donos dos conte\u00fados fazerem muita coisa a respeito&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Sem filtros<\/strong><\/p>\n<p>Um dos sites destacados pelo estudo, o  RapidShare, foi alvo de uma investiga\u00e7\u00e3o da  RIAA (a associa\u00e7\u00e3o da  ind\u00fastria fonogr\u00e1fica dos Estados Unidos), que acusa o site de arquivos  baseado na Su\u00ed\u00e7a de abrigar grandes quantidades de material pirateado.<\/p>\n<p>A RIAA e outros donos de conte\u00fados querem que o site instale filtros para policiar a troca de conte\u00fado ilegal no seu dom\u00ednio.<\/p>\n<p>Na Alemanha, esse objetivo foi frustrado quando um tribunal decidiu que o RapidShare n\u00e3o precisava instalar os filtros.<\/p>\n<p>A corte considerou que a empresa estava tomando \u201cmedidas razo\u00e1veis\u201d para combater a pirataria.<\/p>\n<p>As tentativas de bloquear o conte\u00fado  compartilhado nesses sites traz mem\u00f3rias das tentativas anteriores de  fechar o Napster, diz Mulligan.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um completo d\u00e9j\u00e0 vu, e levou muito tempo para fech\u00e1-lo\u201d, diz.<\/p>\n<p>Segundo ele, a legisla\u00e7\u00e3o para lidar com o  compartilhamento \u201cpeer to peer\u201d j\u00e1 est\u00e1 velha, e \u00e9 hora de buscar novas  formas de combater o problema.<\/p>\n<p>\u201cO compartilhamento ilegal de arquivos est\u00e1 se  tornando incrivelmente complexo e est\u00e1 se tornando muito oneroso  investig\u00e1-lo e polici\u00e1-lo\u201d, afirma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para analista, \u00e9 preciso buscar novos meios de reprimir pirataria na rede Uma pesquisa feita pela empresa antifraude MarkMonitor revelou uma nova realidade da pirataria online. A empresa monitorou o tr\u00e1fego ilegal em 43 sites de compartilhamento de arquivos e concluiu que esses sites atraem mais de 53 bilh\u00f5es de visitas anualmente. Os tr\u00eas primeiros colocados (RapidShare.com, Megavideo.com e Megaupload.com) atra\u00edram mais de 21 bilh\u00f5es de visitas. Esse tipo de site est\u00e1 se tornando t\u00e3o popular quanto m\u00e9todos de compartilhamento de material ilegal \u201cpeer to peer\u201d (de uma pessoa para outra). 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