{"id":19856,"date":"2010-09-24T20:44:10","date_gmt":"2010-09-24T23:44:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=19856"},"modified":"2010-09-24T20:44:10","modified_gmt":"2010-09-24T23:44:10","slug":"brasil-e-15%c2%ba-pais-menos-vulneravel-a-alta-dos-alimentos-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/09\/24\/brasil-e-15%c2%ba-pais-menos-vulneravel-a-alta-dos-alimentos-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Brasil \u00e9 15\u00ba pa\u00eds menos vulner\u00e1vel \u00e0 alta dos alimentos, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>da BBC Brasil<\/strong><\/em><\/p>\n<p>maior banco de investimentos da \u00c1sia coloca o Brasil como 15\u00ba pa\u00eds menos vulner\u00e1vel a uma futura alta global nos pre\u00e7os dos alimentos.<\/p>\n<p>O estudo do banco Nomura tamb\u00e9m cita Brasil e Argentina, dois grandes exportadores de alimentos, como poss\u00edveis beneficiados pelo eventual aumento dos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>O ranking, que contempla 80 pa\u00edses, coloca a Nova Zel\u00e2ndia como pa\u00eds menos vulner\u00e1vel \u00e0 alta global nos pre\u00e7os dos alimentos, com o Uruguai em segundo lugar e a Argentina em terceiro.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio mostra Bangladesh, Marrocos e Arg\u00e9lia como os tr\u00eas mais vulner\u00e1veis.<!--more--><\/p>\n<p>Para estabelecer a lista, o Nomura criou um \u00cdndice de Vulnerabilidade de Alimentos, que leva em conta fatores como PIB (Produto Interno Bruto) per capita nominal, a parcela ocupada pela alimenta\u00e7\u00e3o no consumo das fam\u00edlias e a participa\u00e7\u00e3o da exporta\u00e7\u00e3o de alimentos no PIB de cada pa\u00eds.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com o estudo, o Brasil est\u00e1 em 10\u00ba lugar na lista dos pa\u00edses em que o pre\u00e7o dos alimentos menos afeta o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor. Os Estados Unidos s\u00e3o o pa\u00eds com menor impacto, enquanto a \u00cdndia \u00e9 o mais afetado.<\/p>\n<p><strong>Previs\u00e3o de alta nos pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p>O estudo do Nomura prev\u00ea uma alta nos pre\u00e7os dos alimentos nos pr\u00f3ximos anos, considerando fatores como aumento da demanda global, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, redu\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas cultiv\u00e1veis, diminui\u00e7\u00e3o nos ganhos da atividade agropecu\u00e1ria, especula\u00e7\u00e3o e protecionismo.<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o proposta pelo relat\u00f3rio \u00e9 aumentar a oferta mundial de alimentos atrav\u00e9s de um investimento maior em agricultura, da remo\u00e7\u00e3o das barreiras comerciais, da reforma das pol\u00edticas agr\u00e1rias e do acesso facilitado de servi\u00e7os financeiros aos produtores.<\/p>\n<p>Os temores com o aumento dos pre\u00e7os dos alimentos levou \u00e0 convoca\u00e7\u00e3o de uma reuni\u00e3o extraordin\u00e1ria da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) nesta sexta-feira, em Roma, para discutir o assunto.<\/p>\n<p>Entre os participantes da reuni\u00e3o, est\u00e3o produtores de gr\u00e3os da R\u00fassia, pa\u00eds que suspendeu suas exporta\u00e7\u00f5es de trigo e outros gr\u00e3os devido \u00e0 seca.<\/p>\n<p>A not\u00edcia gerou temores de que uma nova alta generalizada nos pre\u00e7os de produtos agr\u00edcolas pudesse causar uma nova crise de alimentos, como a ocorrida em 2007\/2008, que gerou revoltas populares em v\u00e1ris pa\u00edses como Haiti, Indon\u00e9sia, Egito e Camar\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da BBC Brasil maior banco de investimentos da \u00c1sia coloca o Brasil como 15\u00ba pa\u00eds menos vulner\u00e1vel a uma futura alta global nos pre\u00e7os dos alimentos. 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