{"id":19044,"date":"2010-09-12T14:51:22","date_gmt":"2010-09-12T17:51:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=19044"},"modified":"2010-09-12T14:51:22","modified_gmt":"2010-09-12T17:51:22","slug":"empresario-divulga-nota-desmentindo-reportagem-da-revista-veja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/09\/12\/empresario-divulga-nota-desmentindo-reportagem-da-revista-veja\/","title":{"rendered":"Empres\u00e1rio divulga nota desmentindo reportagem da revista &#8216;Veja&#8217;"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Do G1, em Bras\u00edlia<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O empres\u00e1rio F\u00e1bio Baracat divulgou nota na tarde deste s\u00e1bado (11) na qual desmente reportagem publicada na edi\u00e7\u00e3o deste final de semana da revista &#8220;Veja&#8221;. Na reportagem, a revista apresenta relato atribu\u00eddo ao pr\u00f3prio empres\u00e1rio sobre uma suposta negocia\u00e7\u00e3o com o filho da ministra Erenice Guerra (Casa Civil).<\/p>\n<div id=\"materia-letra\">\n<div>\n<p>Segundo a revista, para conseguir fechar um contrato da empresa Via Net com os Correios, ele teria feito um pagamento de propina equivalente a 6% do valor do contrato, de R$ 84 milh\u00f5es. De acordo com a reportagem, a finalidade da suposta propina, intitulada &#8220;taxa de sucesso&#8221;, era &#8220;saldar compromissos pol\u00edticos&#8221;.<\/p>\n<p><!--more-->A reda\u00e7\u00e3o da TV Globo procurou o empres\u00e1rio Fabio Baracat, que, segundo um tio, se encontra em Paris. Por meio do tio, ele enviou por e-mail uma nota de esclarecimento em que afirma: &#8220;Fui surpreendido com a mat\u00e9ria publicada na revista Veja neste s\u00e1bado, raz\u00e3o pela qual decidi me pronunciar e recha\u00e7ar oficialmente as informa\u00e7\u00f5es ali contidas&#8221;. A revista &#8220;Veja&#8221; ainda n\u00e3o se pronunciou sobre a nota de Baracat.<\/p>\n<p>Leia abaixo a \u00edntegra da nota do empres\u00e1rio:<\/p>\n<p>&#8220;NOTA DE ESCLARECIMENTO<\/p>\n<p>Fui foi surpreendido com a mat\u00e9ria publicada na revista Veja neste s\u00e1bado, raz\u00e3o pela qual decidi me pronunciar e recha\u00e7ar oficialmente as informa\u00e7\u00f5es ali contidas.<\/p>\n<p>Primeiramente gostaria de esclarecer que n\u00e3o sou e n\u00e3o fui funcion\u00e1rio, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conhe\u00e7o a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empres\u00e1rios do setor.<\/p>\n<p>Destaco tamb\u00e9m que n\u00e3o tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer neg\u00f3cio privado ou assuntos pol\u00edticos com ela.<\/p>\n<p>Acerca da MTA, h\u00e1 3 meses n\u00e3o tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual t\u00e3o somente mantive tratativas para compra.<\/p>\n<p>Importante salientar que durante o per\u00edodo em que mantive as conversas com a mencionada empresa a\u00e9rea atuei na defesa de seus interesses, por\u00e9m o fiz exclusivamente no \u00e2mbito comercial, ficando as quest\u00f5es jur\u00eddicas a cargo da pr\u00f3pria empresa e sua equipe.<\/p>\n<p>Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a rela\u00e7\u00e3o da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Opera\u00e7\u00f5es dos Correios, em raz\u00e3o de mat\u00e9ria jornal\u00edstica em diversos peri\u00f3dicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), n\u00e3o podia afirmar categoricamente a extens\u00e3o do v\u00ednculo dela com o Coronel Artur.<\/p>\n<p>Durante o per\u00edodo em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organiza\u00e7\u00e3o da documenta\u00e7\u00e3o da empresa para participar de licita\u00e7\u00f5es, cuja remunera\u00e7\u00e3o previa percentual sobre eventual \u00eaxito, o qual repita-se, n\u00e3o era garantido e como j\u00e1 esclarecido, eu n\u00e3o tinha o poder de decis\u00e3o da empresa MTA.<\/p>\n<p>Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participa\u00e7\u00e3o no mercado, a aquisi\u00e7\u00e3o da empresa se tornava mais onerosa para mim, at\u00e9 que culminou, al\u00e9m de parecer legal negativo, na inviabilidade econ\u00f4mica do neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Acredito que tenha contribu\u00eddo com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete pol\u00edtico-eleitoral irrespons\u00e1vel do qual n\u00e3o participo, por\u00e9m que afetam fam\u00edlias e neg\u00f3cios que geram empregos.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo,11 de setembro de 2010..<\/p>\n<p>Fabio Baracat&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do G1, em Bras\u00edlia O empres\u00e1rio F\u00e1bio Baracat divulgou nota na tarde deste s\u00e1bado (11) na qual desmente reportagem publicada na edi\u00e7\u00e3o deste final de semana da revista &#8220;Veja&#8221;. Na reportagem, a revista apresenta relato atribu\u00eddo ao pr\u00f3prio empres\u00e1rio sobre uma suposta negocia\u00e7\u00e3o com o filho da ministra Erenice Guerra (Casa Civil). Segundo a revista, para conseguir fechar um contrato da empresa Via Net com os Correios, ele teria feito um pagamento de propina equivalente a 6% do valor do contrato, de R$ 84 milh\u00f5es. 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