{"id":18856,"date":"2010-09-09T07:37:58","date_gmt":"2010-09-09T10:37:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=18856"},"modified":"2010-09-09T07:37:58","modified_gmt":"2010-09-09T10:37:58","slug":"africanos-acusados-de-aplicar-golpes-na-bahia-sao-presos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/09\/09\/africanos-acusados-de-aplicar-golpes-na-bahia-sao-presos\/","title":{"rendered":"Africanos acusados de aplicar golpes na Bahia s\u00e3o presos"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>CORREIO <\/strong><\/em><\/p>\n<p>Dois estelionat\u00e1rios africanos que foram denunciados por um engenheiro foram apresentados\u00a0nesta quarta-feira (8) pela Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica (SSP). Akuma Agbai Mecha Akanu, 42 anos, e Abduramane Djai\u00f3, 43, falsificavam c\u00e9dulas de R$ 100 e R$ 50 cedidas pelas v\u00edtimas &#8211; eles ficavam com as notas verdadeiras.<\/p>\n<p>Os dois foram presos durante o final de semana por policiais da 14\u00aa Delegacia (Barra) quando estavam em um shopping de salvador. Akanu, nigeriano, diz ser contador, e Djal\u00f3, nascido em Guin\u00e9 Bissau, \u00e9 professor de franc\u00eas. O denunciante vinha negociando com as v\u00edtimas a venda de seu s\u00edtio no Litoral Norte. Percebendo que poderia ser v\u00edtima de um golpe, ele procurou a pol\u00edcia com uma nota falsa de R$ 50 entregue pela dupla.<!--more--><\/p>\n<p>Os dois fals\u00e1rios estavam hospedados no bairro da Barra. Segundo o engenheiro, as informa\u00e7\u00f5es sobre seu s\u00edtio estavam em um site na internet e ele foi abordado pelo nigeriano por email. Depois de tr\u00eas meses de negocia\u00e7\u00e3o, Agbai veio a Salvador para conhecer o s\u00edtio, informando que tinha R$ 9 milh\u00f5es e 600 mil para investir. O nigeriano estava no Brasil h\u00e1 um m\u00eas.<\/p>\n<p>O nigeriano se passava por Louis Nchindo, diretor da empresa Debswana Diamond Company, especializada na extra\u00e7\u00e3o de diamante em Botswana, pa\u00eds africano. Segundo a pol\u00edcia, o golpista usava a identidade do executivo de maneira ilegal &#8211; o empres\u00e1rio foi encontrado morto em Botswana em fevereiro.<\/p>\n<p>O engenheiro recebeu dos dois africanos a proposta de paticipar do golpe da mulitplica\u00e7\u00e3o de dinheiro, com c\u00e9dulas falsificadas. Eles lhe entregaram uma c\u00e9dula de R$ 50 e garantiram que ela seria aceita em qualquer lugar, devido \u00e0 qualidade da falsifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Investiga\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nSegundo a pol\u00edcia, acredita-se que os africanos estavam no shopping para encontrar-se com outra v\u00edtima. Eles tamb\u00e9m passaram por Ilh\u00e9us e Porto Seguro e a pol\u00edcia suspeita da exist\u00eancia de outros golpes pelo interior. O nigeriano disse que vive no Canad\u00e1, onde compra roupas usadas para vender em seu pa\u00eds natal. J\u00e1 Djal\u00f3 vive no Brasil h\u00e1 tr\u00eas anos, \u00e9 casado com uma brasileira e mora em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>O delegado Nilton Tormes atuou os dois por falsifica\u00e7\u00e3o de dinheiro, estelionato e falsidade ideol\u00f3gica. O inqu\u00e9rito ser\u00e1 remetido para a Justi\u00e7a Federal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CORREIO Dois estelionat\u00e1rios africanos que foram denunciados por um engenheiro foram apresentados\u00a0nesta quarta-feira (8) pela Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica (SSP). Akuma Agbai Mecha Akanu, 42 anos, e Abduramane Djai\u00f3, 43, falsificavam c\u00e9dulas de R$ 100 e R$ 50 cedidas pelas v\u00edtimas &#8211; eles ficavam com as notas verdadeiras. Os dois foram presos durante o final de semana por policiais da 14\u00aa Delegacia (Barra) quando estavam em um shopping de salvador. Akanu, nigeriano, diz ser contador, e Djal\u00f3, nascido em Guin\u00e9 Bissau, \u00e9 professor de franc\u00eas. O denunciante vinha negociando com as v\u00edtimas a venda de seu s\u00edtio no Litoral Norte&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-18856","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"views":495,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18856","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18856"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18856\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18857,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18856\/revisions\/18857"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18856"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18856"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18856"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}