{"id":18371,"date":"2010-09-01T14:04:32","date_gmt":"2010-09-01T17:04:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=18371"},"modified":"2010-09-01T14:04:32","modified_gmt":"2010-09-01T17:04:32","slug":"pib-per-capita-do-brasil-cresceu-217-em-14-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/09\/01\/pib-per-capita-do-brasil-cresceu-217-em-14-anos\/","title":{"rendered":"PIB per capita do Brasil cresceu 21,7% em 14 anos"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Alessandra Saraiva, da Ag\u00eancia Estado<\/em><\/strong>\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>RIO &#8211; Nos \u00faltimos 14 anos, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil cresceu 21,7%, e saltou de R$ 4.441,00 (1995) para R$ 5.405,00 em 2009. \u00c9 o que mostrou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em sua pesquisa &#8220;Indicadores de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel&#8221;, referente ao ano de 2010.<\/p>\n<div id=\"pCorpoMateria\">\n<div>Ainda segundo o instituto, as maiores taxas anuais de crescimento do PIB per capita foram apuradas nos anos finais da s\u00e9rie, com exce\u00e7\u00e3o de 2009, quando os efeitos da crise internacional afetaram o desempenho da economia brasileira. O instituto revela que, em 2009, influenciado pela crise global, o PIB per capita do Pa\u00eds caiu 1,17% ante 2008, quando registrava R$ 5.469,00.<\/div>\n<p><!--more-->\u00a0<\/p>\n<p>Dados de 2007 disponibilizados pelo IBGE na publica\u00e7\u00e3o mostram que a regi\u00e3o com o maior PIB per capita do Pa\u00eds \u00e9 a Sudeste (R$ 19.277,00), seguida por regi\u00e3o Centro-Oeste (R$ 17.844,00); regi\u00e3o Sul (R$ 16.564,00); regi\u00e3o Norte (R$ 9.135,00); e regi\u00e3o Nordeste (R$ 6.749,00).<\/p>\n<p>Entre as unidades federativas do Brasil, o destaque positivo ficou com o Distrito Federal, o maior PIB per capita do Pa\u00eds (R$ 40.696,00), quase o dobro do Estado de S\u00e3o Paulo (R$ 22.667,00), que obteve o segundo lugar. O Rio de Janeiro ocupa a terceira posi\u00e7\u00e3o (R$ 19.245,00), seguido por Esp\u00edrito Santo (R$ 18.003,00) e Santa Catarina (R$ 17.834,00).<\/p>\n<p>J\u00e1 entre os destaques negativos, os piores resultados ficaram concentrados na regi\u00e3o Nordeste. O Estado com o menor PIB per capita do Pa\u00eds foi o Piau\u00ed (R$ 4.662,00); seguido por Maranh\u00e3o (R$ 5.165,00); Alagoas (R$ 5.858,00); Para\u00edba (R$ 6.097,00); e Cear\u00e1 (R$ 6.149,00).<\/p>\n<p><strong>Energia<\/strong><\/p>\n<p>O consumo final de energia per capita mostrou um crescimento de 32,69% de 1992 a 2009, passando de 36,4 gigajoules (GJ) por habitante em 1992 para 48,3 GJ por habitante no ano passado. Por\u00e9m, em 2009, o ano em que a economia foi mais afetada pela crise, o consumo final de energia sofreu uma pequena queda, de 3,4% contra 2008, quando mostrou consumo de 50,0 GJ por habitante.<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise do IBGE, o consumo final de energia no Brasil, em valores absolutos, \u00e9 crescente ao longo do tempo. Mas no per\u00edodo de 1997 a 2002 o consumo per capita se estabiliza, oscilando ao redor de 45 GJ por habitante devido ao baixo crescimento da\u00a0 oferta interna de energia, de acordo com o instituto.<\/p>\n<p>Ainda segundo o instituto, a partir de 2002, houve uma retomada no crescimento do consumo de energia per capita, devido ao aumento de investimentos em gera\u00e7\u00e3o de energia, especialmente t\u00e9rmica a g\u00e1s. A partir de 2006, houve uma acelera\u00e7\u00e3o no crescimento do consumo de energia, na avalia\u00e7\u00e3o do IBGE.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alessandra Saraiva, da Ag\u00eancia Estado\u00a0\u00a0 RIO &#8211; Nos \u00faltimos 14 anos, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil cresceu 21,7%, e saltou de R$ 4.441,00 (1995) para R$ 5.405,00 em 2009. \u00c9 o que mostrou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em sua pesquisa &#8220;Indicadores de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel&#8221;, referente ao ano de 2010. Ainda segundo o instituto, as maiores taxas anuais de crescimento do PIB per capita foram apuradas nos anos finais da s\u00e9rie, com exce\u00e7\u00e3o de 2009, quando os efeitos da crise internacional afetaram o desempenho da economia brasileira. 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