{"id":14824,"date":"2010-07-05T14:06:01","date_gmt":"2010-07-05T17:06:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=14824"},"modified":"2010-07-05T14:06:01","modified_gmt":"2010-07-05T17:06:01","slug":"preco-da-cesta-basica-cai-em-quase-todas-as-capitais-do-pais-segundo-pesquisa-do-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/07\/05\/preco-da-cesta-basica-cai-em-quase-todas-as-capitais-do-pais-segundo-pesquisa-do-dieese\/","title":{"rendered":"Pre\u00e7o da cesta b\u00e1sica cai em quase todas as capitais do pa\u00eds, segundo pesquisa do Dieese"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>da Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo &#8211; Puxada principalmente pela redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da batata, a tend\u00eancia de queda dos pre\u00e7os da cesta b\u00e1sica medidos pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) se confirmou em junho, quando o custo m\u00e9dio ficou abaixo do valor registrado em maio. Segundo o Dieese, os pre\u00e7os do conjunto de itens essenciais ca\u00edram em 16 das 17 capitais pesquisadas. As maiores redu\u00e7\u00f5es ocorreram em Manaus (-5,1%), Rio de Janeiro (-5%) e Vit\u00f3ria (-4,8%). Somente em Goi\u00e2nia foi registrado aumento de pre\u00e7os da cesta b\u00e1sica (+ 5,2%) em compara\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, resultado atribu\u00eddo, sobretudo, \u00e0 alta do feij\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o mensal, a eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os acumulada no primeiro semestre ainda n\u00e3o foi compensada Em todas as cidades pesquisadas, os moradores pagaram mais em junho do que em janeiro pelos mesmos produtos. As maiores varia\u00e7\u00f5es foram registradas em Recife (21,8%), Goi\u00e2nia (16,8%), Natal (13,8%), Jo\u00e3o Pessoa (13,6%) e Salvador (13,4%). As capitais onde a cesta b\u00e1sica custa mais caro s\u00e3o S\u00e3o Paulo (R$ 249,06), Porto Alegre (R$ 248,15) e Manaus (R$ 236,57). J\u00e1 as cidades mais baratas s\u00e3o Fortaleza (R$ 181,92), Aracaju (R$ 184,17) e Jo\u00e3o Pessoa (R$ 193,94).<!--more--><\/p>\n<p>Considerando o maior custo registrado (R$ 249,06) e o preceito constitucional de que o sal\u00e1rio m\u00ednimo deve ser suficiente para que um trabalhador supra as necessidades familiares com alimenta\u00e7\u00e3o, moradia, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, vestu\u00e1rio, higiene, transporte, lazer e previd\u00eancia, o Dieese estima que o sal\u00e1rio m\u00ednimo, em junho, deveria ser de R$ 2.092,36 (quatro vezes maior do que o valor atual, de R$ 510). Em maio, o departamento havia apontado a necessidade de o trabalhador receber R$ 2.157,88 ao m\u00eas.<\/p>\n<p>Tomando mais uma vez S\u00e3o Paulo por base, os pesquisadores calcularam que o brasileiro teve que trabalhar, em m\u00e9dia, 94 horas e 56 minutos para ganhar os R$ 249,06 necess\u00e1rios \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o dos itens considerados essenciais: carne, leite, feij\u00e3o, arroz, farinha, batata, tomate, p\u00e3o, caf\u00e9, banana, a\u00e7\u00facar, \u00f3leo e manteiga. Menos tempo, portanto, do que as 97 horas e 39 minutos registradas em maio deste ano. Mas ainda acima das 90 horas e 14 minutos que o trabalhador cumpria em junho de 2009 para adquirir os mesmos itens da cesta b\u00e1sica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da Ag\u00eancia Brasil S\u00e3o Paulo &#8211; Puxada principalmente pela redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da batata, a tend\u00eancia de queda dos pre\u00e7os da cesta b\u00e1sica medidos pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) se confirmou em junho, quando o custo m\u00e9dio ficou abaixo do valor registrado em maio. Segundo o Dieese, os pre\u00e7os do conjunto de itens essenciais ca\u00edram em 16 das 17 capitais pesquisadas. As maiores redu\u00e7\u00f5es ocorreram em Manaus (-5,1%), Rio de Janeiro (-5%) e Vit\u00f3ria (-4,8%). 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