{"id":12871,"date":"2010-06-10T19:37:21","date_gmt":"2010-06-10T22:37:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=12871"},"modified":"2010-06-10T19:37:21","modified_gmt":"2010-06-10T22:37:21","slug":"pequeno-campo-de-petroleo-beneficia-municipio-baiano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/06\/10\/pequeno-campo-de-petroleo-beneficia-municipio-baiano\/","title":{"rendered":"Pequeno campo de petr\u00f3leo beneficia munic\u00edpio baiano"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>do A Tarde <\/em><\/strong><\/p>\n<div><a href=\"http:\/\/www.spagnollo.arq.br\/fotos\/d\/21891-3\/100_0175.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.spagnollo.arq.br\/fotos\/d\/21891-3\/100_0175.jpg\" alt=\"\" width=\"310\" \/><\/a><\/div>\n<div>Pequena jazida de Mata de S\u00e3o Jo\u00e3o traz melhorias \u00e0 economia do munic\u00edpio<\/div>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o independente de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural \u00e9 mais rent\u00e1vel do que se imaginava. Isso \u00e9 o que mostra o estudo elaborado pelo Instituto de Geoci\u00eancias da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores Independentes de Petr\u00f3leo e G\u00e1s (Abpip), cujos resultados foram apresentados ontem \u00e0 imprensa.<\/p>\n<p>A pesquisa, primeira no Pa\u00eds em n\u00edvel quantitativo e ainda em fase de conclus\u00e3o, est\u00e1 sendo realizada no munic\u00edpio baiano de Mata de S\u00e3o Jo\u00e3o, com base na produ\u00e7\u00e3o de um \u00fanico pequeno operador, a PetroRec\u00f4ncavo. Os dados mais significativos apontam que a petroleira sozinha respondeu por 18% dos\u00a0tributos da cidade em 2009, ou cerca de R$ 3 milh\u00f5es.<\/p>\n<p><!--more-->\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com o professor encarregado Doneivan Ferreira, doutor em economia do petr\u00f3leo, 40% do PIB de Mata de S\u00e3o Jo\u00e3o, representado pelo setor industrial, tem como maior fonte a produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo, que no ano passado significou 15% da arrecada\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS). Do total do Imposto sobre Servi\u00e7os (ISS), foram movimentados 14,4% pela PetroRec\u00f4ncavo e 3,4% pelas empresas fornecedoras contratadas.<\/p>\n<p><strong>Diferen\u00e7a <\/strong>&#8211; Para Ferreira, a\u00ed est\u00e1 a grande diferen\u00e7a do pequeno para o grande produtor. \u201cSe fosse a Petrobras, ela n\u00e3o estaria\u00a0pagando ISS ao munic\u00edpio, apenas os royalties. J\u00e1 a pequena empresa, al\u00e9m dos royalties compartilhados, faz o dinheiro rodar internamente, porque ela terceiriza muito os servi\u00e7os e isso gera ISS\u201d, explica o especialista.<\/p>\n<p>\u00a0Segundo ele, enquanto o grande produtor monta um refeit\u00f3rio\u00a0exclusivo da empresa, o pequeno acaba levando um morador a abrir um restaurante para atender a demanda. Ferreira lembra ter encontrado no munic\u00edpio um\u00a0comerciante informal que passou a fornecer 150 caf\u00e9s da manh\u00e3 para funcion\u00e1rios terceirizados da PetroRec\u00f4ncavo. \u201cEsse \u00e9 o maior impacto\u201d, afirma o professor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>do A Tarde Pequena jazida de Mata de S\u00e3o Jo\u00e3o traz melhorias \u00e0 economia do munic\u00edpio A explora\u00e7\u00e3o independente de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural \u00e9 mais rent\u00e1vel do que se imaginava. Isso \u00e9 o que mostra o estudo elaborado pelo Instituto de Geoci\u00eancias da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores Independentes de Petr\u00f3leo e G\u00e1s (Abpip), cujos resultados foram apresentados ontem \u00e0 imprensa. 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