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:: ‘petróleo’

Pré-sal pode ameaçar biodiversidade marinha do Brasil, diz Greenpeace

Karina Ninni – estadao.com.br

O Greenpeace Brasil lançou nesta quinta-feira um relatório sobre biodiversidade marinha e exploração de petróleo offshore (no oceano). “Mar, petróleo e biodiversidade” traça um raio X da costa brasileira e contrapõe os setores de Meio Ambiente e Energia, fazendo a relação entre áreas prioritárias para a criação de Unidades de Conservação Marinhas e áreas onde a prospecção e a exploração de petróleo já acontecem.

Disponível no site da entidade, o documento mostra que na região Sudeste – onde se encontra o pré sal – 21% das áreas consideradas prioritárias para a implantação de Unidades de Conservação Marinhas já têm campos de exploração em atividade ou blocos de exploração em fase de prospecção. A região é seguida de perto pelo Nordeste, com 17,8% de áreas prioritárias para a conservação já concedidas para petrolíferas.Ironicamente, são as duas maiores áreas de ocorrência de corais na costa brasileira: 91% dos recifes de corais do País estão na região Nordeste e o restante está no Sudeste.

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Furacão Alex atinge a costa do México

O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos informou na noite desta quarta-feira que o furacão Alex – o primeiro da temporada de 2010 no Atlântico – atingiu a costa nordeste do México, trazendo chuvas e ventos fortes.

 De acordo com o organismo de alerta de tempestades americano, a velocidade dos ventos do Alex é de 165 km/h, o que faz com que ele seja classificado como um furacão de categoria 2.

 Segundo o governo americano, a tempestade atingiu a costa do México por volta de 23h, horário de Brasília, a cerca de 180 km ao sul da cidade de Brownsville, no Texas, que fica na fronteira entre os dois países.

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Pequeno campo de petróleo beneficia município baiano

do A Tarde

Pequena jazida de Mata de São João traz melhorias à economia do município

A exploração independente de petróleo e gás natural é mais rentável do que se imaginava. Isso é o que mostra o estudo elaborado pelo Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (Abpip), cujos resultados foram apresentados ontem à imprensa.

A pesquisa, primeira no País em nível quantitativo e ainda em fase de conclusão, está sendo realizada no município baiano de Mata de São João, com base na produção de um único pequeno operador, a PetroRecôncavo. Os dados mais significativos apontam que a petroleira sozinha respondeu por 18% dos tributos da cidade em 2009, ou cerca de R$ 3 milhões.

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EUA confirmam viver pior desastre ecológico de sua história

EFE

 

WASHINGTON – O vazamento de petróleo no Golfo do México é “possivelmente o pior desastre ecológico” da história dos Estados Unidos, afirmou hoje Carol Browner, assessora para meio ambiente e energia da Casa Branca.

Em declarações ao programa “Meet the Press”, do canal NBC, a assessora falou depois que a companhia British Petroleum, responsável pelo derramamento, anunciou o fracasso dos planos de bloquear o fluxo de petróleo com uma injeção de lama pesada.

“Isso quer dizer que há mais petróleo fluindo no Golfo do México que em qualquer outro momento de nossa história”, disse Carol Browner, colocando, assim, o desastre acima do naufrágio do Exxon Valdez, no Alasca, em 1989.

A assessora da Casa Branca alertou que é possível que o petróleo siga vazando até agosto, quando estarão completos os dois poços alternativos que estão sendo furados pela BP, a solução apontada como definitiva para o problema.

Segundo ela, o Governo “está preparado para o pior”, que seria a possibilidade de que nenhum dos métodos de contenção nesse meio tempo funcione e o problema não seja resolvido até que os poços alternativos sejam finalizados.

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Mancha de petróleo chega à costa dos Estados Unidos

O vazamento de petróleo no Golfo do México atingiu a costa do estado americano da Louisiana, na noite desta quinta-feira (29). As agências de notícias France Presse e Associated Press informam, com base na apuração com autoridades locais, que a mancha de óleo alcançou uma ilha perto do delta do Rio Mississippi, ameaçando flora e fauna da região. A Guarda Costeira confirmou a informação à rede BBC.

Vários estados americanos estão em alerta por causa do vazamento de petróleo. Há temor de que praias e refúgios de vida selvagem sejam danificados em quatro estados. Além da Louisiana, que entrou em situação de emergência, estão ameaçados os estados do Mississipi, Alabama e Flórida.

Lontras, pelicanos e outros pássaros estão no caminho da mancha de petróleo, e o serviço de preteção ambiental do país tenta proteger as espécies ameaçadas.

Guarda Costeira dos EUA monta barreira de contenção na costa da LouisianaGuarda Costeira dos EUA monta barreira de contenção na costa da Louisiana (Foto: AP)

 G1

Manifestantes iniciam passeata no Rio contra cortes de royalties do petróleo

RIO – A passeata contra a emenda que altera as regras de distribuição dos royalties do petróleo começou a sair por volta das 16h55 desta quarta-feira, 17, da Candelária, no centro do Rio. Desde o início da tarde, centenas de manifestantes desembarcam na Avenida Rio Branco em caravanas. A Polícia Militar prevê que 150 mil pessoas participem da ação.

 A prefeitura de Macaé disponibilizou 40 ônibus para o protesto, assim como os municípios de Rio das Ostras e Quissamã contam com 20 ônibus cada um. Além de disponibilizar ônibus, a prefeitura de Búzios decretou ponto facultativo a partir do meio-dia para que os servidores possa comparecerem ao ato. :: LEIA MAIS »

Senado tenta evitar guerra por recursos de petróleo

Será travada no Senado a nova batalha para tentar evitar uma guerra judicial em torno dos royalties do petróleo.
A aprovação, na Câmara dos Deputados, da emenda que redistribui os recursos públicos arrecadados na exploração de óleo e gás entre Estados e municípios não produtores embute o risco de um enfrentamento federativo que pode chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF). Até um dos autores da proposta, Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), admite:
– Um substitutivo pode ser negociado com os líderes do Senado, dos autores da emenda e dos líderes da Câmara. E não pode ser feito acordo antes de consultar os prefeitos.
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