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:: ‘juros’

Brasil dispara na lista dos maiores juros do mundo

IG

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central foi unânime ao elevar a taxa de juros da economia a 10,25% ao ano. Com a decisão, o Brasil disparou na lista dos países com os maiores juros reais entre as principais economias, com 5,03%, bastante à frente da China, segunda colocada, com 2,51%. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela Gradual Investimentos.
Segundo André Perfeito, economista da Gradual, embora os juros no Brasil estejam historicamente baixos, ainda são muito altos quando comparados com as demais economias. Ele explica, no entanto, que o cálculo levou em conta a taxa de juros nos países e a inflação acumulada nos últimos 12 meses. “O ideal seria considerar a expectativa de inflação para os próximos 12 meses, porém, em muitos casos, esses dados sequer são divulgados.”
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Copom eleva taxa Selic para 9,5% ao ano

Aumento de 0,75 ponto porcentual foi definido por unanimidade 

Francisco Carlos de Assis, Flávio Leonel e Fernando Nakagawa, da  Agência Estado

SÃO PAULO E BRASÍLIA – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 28, elevar a taxa Selic para 9,5% ao ano, o que representa um aumento de 0,75 ponto porcentual. Desde julho do ano passado, o juro básico da economia brasileira estava em 8,75% ao ano e é a primeira alta da taxa Selic desde setembro de 2008, quando o juro foi elevado de 13% para 13,75% ao ano.

O mercado estava dividido sobre o resultado da reunião desta quarta, o terceiro encontro do Copom neste ano. De um total de 66 instituições consultadas pela Agência Estado, 35 casas esperavam um aumento da taxa de juros de 0,50 ponto porcentual; 30 aguardavam uma elevação de 0,75 ponto e apenas uma casa previa uma puxada de 1 ponto porcentual da taxa.

A pesquisa foi conduzida antes das declarações do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, no último fim de semana, que embaralharam ainda mais as expectativas no mercado de juros. Na terça-feira, a expectativa majoritária no mercado de juros era de alta de 0,75 ponto após os últimos comentários do presidente do BC. “A mensagem que eu daria aos players é de que não tentem ler nas entrelinhas do que o Banco Central disse nas atas ou no relatório de inflação (e tentem encontrar) um sinal dado por um membro ou por outro. Não há sinais”, disse Meirelles à agência Dow Jones, no domingo.

Na terça-feira, dia 20, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e na entrevista que concedeu à Agência Estado, no dia 22, Meirelles havia reafirmado que a condução da política monetária contempla o horizonte de 12 meses à frente e o ano de 2011. “No regime de metas de inflação, o BC implementa uma estratégia de política monetária visando a assegurar a convergência da inflação para o centro da meta no horizonte relevante que, neste caso, são os 12 meses à frente e o ano de 2011”, disse.

Os economistas do mercado financeiro trabalham com a previsão de que a taxa básica de juros termine 2010 no nível de 10,25% a 12,75% ao ano, conforme o levantamento realizado pela Agência Estado. Para os analistas, o atual cenário de atividade econômica aquecida, de inflação corrente mais pressionada e de expectativas também mais altas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), tanto de 2010 como de 2011, obriga o Banco Central a promover ajustes consecutivos na Selic a partir deste mês para evitar problemas futuros no cumprimento das metas de inflação.

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 8 e 9 de junho. A ata da reunião desta quarta será divulgada pelo BC na quinta-feira da próxima semana, dia 6 de maio.

BC mantém juros em 8,75% pela quinta reunião seguida

Ao que tudo indica, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, não quer se candidatar para um cargo público sob a pecha de freio do crescimento econômico. Em uma decisão conturbada tanto no mercado quanto no próprio Comitê de Política Econômica, o Copom, o BC manteve a taxa básica de juros da economia em 8,75% ao ano. Foi a quinta reunião consecutiva de manutenção da taxa.

Segundo a nota divulgada pelo Banco Central, o Copom ainda está atento as perspectivas para a inflação. “O Comitê irá monitorar atentamente a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”, afirma a nota. :: LEIA MAIS »

Banco Central decide juros; entenda o que está em jogo

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira se a taxa básica de juros, a Selic, terá algum tipo de alteração ou se o índice será mantido em 8,75% ao ano – a menor taxa da história. A reunião de diretores e presidente da autoridade monetária ocorre em meio à discussão sobre um possível “excesso” no crescimento econômico, o que já estaria pressionando a inflação para cima.

A maioria dos analistas aposta em um aumento dos juros apenas na próxima reunião do Copom, em abril, mas alguns já esperam uma elevação de 0,25 a 0,50 ponto percentual nesta quarta-feira.

Além de um suposto superaquecimento da economia, os agentes de mercado apontam ainda a proximidade das eleições presidenciais como um fator que também deve influenciar a decisão do Copom. :: LEIA MAIS »



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