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:: ‘campeão’

Em jogaço de bola, Vasco é campeão mesmo com derrota para Coxa: 3 a 2

por GLOBOESPORTE.COM

Foram oito anos, dois meses e 18 dias de uma angustiante espera. A conquista do Campeonato Carioca em 23 de março de 2003 tinha sido a última do Vasco em competições no grupo de elite. Tão logo o árbitro Sálvio Spinola ergueu os braços no lotado Couto Pereira, na gélida noite desta quarta-feira, depois de sofrimento intenso nos 90 minutos, a imensa torcida cruz-maltina era “bem feliz, norte e sul, norte e sul deste país”, conforme o hino do genial Lamartine Babo. O frio de 10 graus no palco da decisão já não importava mais: o calor da festa aqueceu dentro e fora do estádio. A Copa do Brasil 2011 tem como dono, pela primeira vez, clube cujo nome é de navegante português, mas que marca a fase do atual Trem-Bala. Num jogo sensacional, nunca uma derrota foi tão comemorada: os 3 a 2 sofridos diante do Coritiba, que como o Vasco se refez após o inferno de um ano pela Série B, repete uma sina de conquistas longe de São Januário que começou com o Expresso da Vitória, em 1948.

No Chile, Ademir de Menezes era o craque daquele Sul-Americano, que o time ganhou em cima do argentino River Plate. Depois, o Vasco de Bebeto faturaria fora do Rio, no Morumbi, sobre o poderoso São Paulo na final do Brasileiro de 1989. Nove anos depois, em 1998, o clube voltou a mandar na América do Sul ao levantar a Libertadores em Guayaquil após bater o Barcelona equatoriano. E finalmente, em 2000, a catarse no título da Copa Mercosul em pleno Palestra Itália, numa virada histórica por 4 a 3 sobre o Palmeiras comandada por Romário. A história desse clube era um aviso ao Coritiba: fora de casa, é tão ou mais perigoso do que em seu domínios. Alecsandro e Eder Luis escrevem o nome na sala de troféus do clube com os gols marcados – Bill, Davi e Willian fizeram os da vitória do Coxa – e o garantem de volta à Libertadores em 2012 pelo critério de desempate de gols marcados fora.

coritiba x vasco comemoração (Foto: André Durão/Globoesporte.com)
O capitão cruz-maltino, o goleiro Fernando Prass, levanta a tão sonhada taça acompanhado de Felipe: o inédito troféu, enfim, vai para São Januário (Foto: André Durão/Globoesporte.com)

 

Foi uma vibração das mais intensas. O Coritiba pressionava muito, ainda que mais no coração do que na estratégia. Já fora de campo, substituídos, Felipe e Diego Souza rezavam encolhidos, como autênticos torcedores, juntando-se aos quatro mil vascaínos no estádio que explodiram de alegria. O técnico Ricardo Gomes, um dos responsáveis pela recuperação da equipe no início da temporada, se sentia, enfim, recompensado. Roberto Dinamite, ídolo agora presidente, falava do seu primeiro título na nova função. Fernando Prass, goleiro que sofreu a pressão e capitão da equipe, levantava a taça, antes da volta olímpica consagradora, que teve um lado triste: vândalos da torcida do Coritiba atiraram pilhas e uma xícara nos jogadores, que não chegaram a se machucar.

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Tudo de novo! Inter bate o Chivas e é bicampeão da América!

G1

Campeão da América. Campeão do mundo. Campeão de tudo. E agora campeão da América de novo. Campeão de tudo e mais um pouco. Campeão de tudo que existe e um tanto mais. Campeão, campeão e campeão! Mil vezes campeão! Não foi apenas em um jogo de futebol que o Inter venceu o Chivas por 3 a 2 e virou bicampeão da Libertadores. Foi em uma cerimônia muito superior: uma celebração do coloradismo, um ritual de entrada na maturidade dos gigantes do futebol mundial. Não termina mais aquilo que começou em 2006. Não tem mais fim. O Inter é campeão! De novo!

E é campeão porque um dia os deuses do futebol decidiram que Rafael Sobis viria ao mundo para fazer o Inter campeão. Foi dele o gol do empate, quando o Inter perdia por 1 a 0 e via os fantasmas dos anos 90 sobrevoarem o Gigante. Leandro Damião, novato, promessa do clube, entrou em campo para fazer o segundo, para entrar na história com um chute, uma conclusão, um gesto! Giuliano, predestinado, iluminado, fez o terceiro! :: LEIA MAIS »

Mesmo com derrota, Santos é o novo campeão da Copa do Brasil

TERCIO DAVID – estadão.com.br

SÃO PAULO – O Santos é o novo campeão da Copa do Brasil. O time conquistou o inédito título mesmo com derrota de virada na final para o Vitória por 2 a 1, no Estádio do Barradão, em Salvador, nesta quarta-feira. Além do título, a equipe de Dorival Júnior fez também o artilheiro da competição, pela primeira vez, com Neymar (11 gols).

Uéslei Marcelino/Agif/AE
Uéslei Marcelino/Agif/AE
Robinho levanta o troféu da Copa do Brasil

No jogo de ida, a equipe santista havia vencido por 2 a 0 e poderia até mesmo perder, por um placar simples, que ainda sim levaria o título da mesma forma. Com a conquista, o Santos ganhou também o direito de disputar a Copa Libertadores do ano que vem. No entanto, o Vitória ainda pode ficar com a vaga, caso a equipe santista sai campeã também da Copa Sul-Americana, segundo informou o diretor da CBF Virgílio Elísio.

Com o resultado, o Vitória pelo menos tem o mérito de terminar a competição invicto em casa, tomando apenas um gol.

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Juazeiro é campeão da 2ª Divisão do Campeonato Baiano de 2010

do Futebol Baiano

Como havia vencido a partida de ida por 2 a 0, o Juazeiro entrou mais tranqüilo e mesmo com o empate em 2 a 2 com o Serrano, neste domingo, o Juá se tornou campeão baiano da segunda divisão. Mesmo com a derrota o time de Vitória da Conquista também tem garantida sua vaga na elite do futebol estadual.

A partida começou com as duas equipes tentando chegar ao gol do adversário de maneiras diferentes. Enquanto o Serrano foi para cima, já que precisava vencer por, no mínimo, dois gols de diferença. Já o Juazeiro tentava emplacar nos contra ataques.

O time de Juazeiro conseguiu abrir o marcador aos 25 minutos, quando Alan chutou a bola de fora da área e desviou em Felipe, e acabou fazendo o primeiro gol da partida. Porém o Serrano não entregou os pontos e, dois minutos depois, chegou ao empate após cobrança de escanteio e, no bate rebate na área, a bola tocou em Jalnir e acabou morrendo no fundo da sua própria meta. :: LEIA MAIS »

Vitória perde, mas garante o tetra do Baiano

O Vitória se valeu da vantagem de ter a melhor campanha e fez o suficiente para garantir o tetracampeonato baiano. Na tarde deste domingo, chegou até a abrir o placar, num golaço de Elkeson aos 20 minutos de jogo, mas acabou sofrendo a virada no segundo tempo, gols de Rodrigo Gral no início e Lima nos acréscimos, e perdeu a final contra o Bahia por 2 a 1. Nada que impedisse a conquista do 26º título estadual da história do clube e a festa da torcida rubro-negra no Barradão.

Elkeson comemora gol do Vitória - Foto: Eduardo Martins | A TARDE

A festa rubro-negra não tem hora para acabar, mas não pode se estender muito, pois, na quarta-feira, o time volta a campo em jogo decisivo. Em São Januário, enfrenta o Vasco, às 19h30, por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil, podendo perder por até dois gols de diferença. E no sábado estreia no Campeonato Brasileiro, contra o Palmeiras, no Palestra Itália, às 18h30. Ao Bahia, resta deixar o nono Campeonato Baiano seguido sem vencer para trás e focar na campanha para voltar à elite. O primeiro passo é na sexta-feira, em Pituaçu, diante do América-RN, às 21h.

Pressão tricolor, gol rubro-negroO Bahia partiu desde o início para cima, com a velocidade que o técnico Renato Gaúcho sentiu falta na derrota por 1 a 0 no domingo passado. O Vitória precisou apelar para as faltas e teve Vanderson punido com o cartão amarelo logo no início do jogo, por causa de entrada em Apodi.
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Coritiba vence o Atletiba e sai do Alto da Glória com o título

Com uma vitória sobre o rival Atlético Paranaense por 1 a 0, no Estádio Couto Pereira, o Coritiba conseguiu por antecipação conquistar seu 34ª título do Campeonato Paranaense. Abrindo quatro pontos de vantagem em relação ao Atlético-PR, faltando apenas uma rodada para o fim da competição, o clube apagou parte da imagem negativa do ano do Centenário, deixando o Alto da Glória com a tão sonhada taça nas mãos.
Autor de gols decisivos para o Coritiba, Marcos Aurélio, ex-atleta do rival, voltou a aparecer como candidato a herói aos cinco minutos da segunda etapa. Depois de uma tabela com Rafinha, o atacante bateu forte para estufar as redes. Aos 29 minutos, Geraldo, que havia acabado de entrar, penetrou na zaga e chutou para o gol para fechar a contagem e garantir a conquista.
Na próxima rodada, o Coritiba enfrenta o Cascavel para cumprir tabela, domingo, no Estádio Major Antônio Couto Pereira. Já o Atlético Paranaense, que também já não briga por mais nada na competição, encara o Iraty, que está de olho na terceira colocação, no mesmo dia, na Arena da Baixada.
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Com Joel, Botafogo se vinga do Vasco e é campeão

Terra

Não foi com uma goleada, mas o Botafogo conseguiu se vingar da goleada sofrida para o Vasco na terceira rodada da Taça Guanabara. Neste domingo, com Joel Santana no banco e quase 82 mil pessoas presentes ao Maracanã, o time da estrela solitária venceu a final por 2 a 0, conquistou o primeiro turno do Campeonato Carioca e já está garantido na decisão do estadual caso também não venha a vencer a Taça Rio.

Joel Santana não estava naquele fatídico domingo quando o Vasco fez 6 a 0 no Botafogo em pleno Engenhão. A derrota humilhante, que levou um botafoguense a queimar a camisa em pleno estádio, fez com que o comando técnico fosse mudado. No jogo seguinte, o treinador já contratado viu seus comandados vencerem o Tigres do Brasil mas serem duramente criticados pela torcida. :: LEIA MAIS »



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