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Vivenciando a paz de Deus em meio à perseguição

Sarita e a irmã são as únicas cristãs da família e enfrentam perseguição no Nepal

Sarita e a irmã são as únicas cristãs da família e enfrentam perseguição no Nepal

A cristã Sarita* vive com os pais e os irmãos no Nepal, onde lida com a perseguição. Apenas ela e uma das irmãs seguem a Jesus e se converteram após testemunhar a cura de uma cristã que sofria de uma doença mental. Ao conhecer o evangelho, Sarita e a irmã foram batizadas e passaram a ser perseguidas pela própria família. Elas foram ameaçadas e forçadas a seguir rituais hindus durante festivais.

Em algumas ocasiões, elas foram agredidas enquanto iam para a igreja e, muitas vezes, tiveram as Bíblias rasgadas. Por causa disso, elas começaram a viver separadamente em um quarto alugado. Mas o irmão das cristãs entrou no quarto, jogou fora todos os pertences e trancou o quarto, não permitindo que elas permanecessem lá. Então ele as arrastou à força e as levou para casa, as forçando a fazer as tarefas domésticas.

Mais tarde, elas foram obrigadas a sair da casa por causa de mais agressões e perseguições. Sarita e a irmã estão vivendo separadamente em outro lugar, longe da família. Apesar da severa perseguição, elas são firmes na fé. “Quando meu irmão me bateu, senti dor no corpo por algumas vezes, mas depois, não senti dor; em vez disso experimentei paz e alegria em meu coração. É porque Deus sempre esteve comigo e me confortou. Estou sempre pronta para suportar as dores que tenho por amor a Cristo”, testemunha Sarita.  :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristão é preso na Argélia

As igrejas cristãs na Argélia permanecem fechadas e o número de prisões de cristãos tem aumentado (foto representativa)

As igrejas cristãs na Argélia permanecem fechadas e o número de prisões de cristãos tem aumentado (foto representativa)

Hamid, um cristão de 43 anos, casado e com quatro filhos se converteu ao cristianismo em 2001, na Argélia. Em 2018, ele compartilhou uma caricatura do profeta do islã em uma conta nas redes sociais. No dia 20 de janeiro de 2021, ele foi convocado pela polícia para uma investigação, em que foi acusado de insultar o líder islâmico.

No dia 21 de janeiro, ele foi julgado por blasfêmia e recebeu a pena máxima – cinco anos de prisão. No dia 22 de março, o tribunal de apelações do país confirmou a sentença. Os parceiros da Portas Abertas na Argélia ainda não sabem se o cristão recorrerá da sentença à Suprema Corte.

Várias acusações e punições semelhantes foram relatadas contra outros seguidores de Jesus no país. No dia 27 de fevereiro, o pastor Rachid Seghir e Nouh Hamimi foram condenados por propagar o evangelho. Eles foram condenados a dois anos de prisão e multados. O recurso deles será julgado em 18 de abril.

Dois cristãos de origem muçulmana da área de Cabília foram recentemente condenados por blasfêmia, recebendo sentenças de seis meses e três anos, respectivamente. Além disso, em meados de fevereiro, as autoridades permitiram a reabertura dos locais de culto que haviam sido fechados devido às restrições da pandemia da COVID-19. No entanto, as igrejas cristãs permanecem fechadas e não foram incluídas na ordem de abertura. :: LEIA MAIS »

Cristãos são feridos em ataque a igreja na Indonésia no Domingo de Ramos

Igreja é atacada na Indonésia por dois homens-bomba, deixando mais de dez feridos e um morto (imagem: Reuters)

Igreja é atacada na Indonésia por dois homens-bomba, deixando mais de dez feridos e um morto (imagem: Reuters)

Na manhã de hoje, cristãos foram surpreendidos por uma explosão enquanto saíam de uma igreja em Makassar, Sulawesi do Sul, Indonésia. A polícia disse a repórteres que dois homens-bomba tentaram entrar no templo antes de uma explosão acontecer na entrada lateral da igreja.

Sam (pseudônimo)colaborador da Portas Abertas no Sudeste Asiático, conta: Alguns cristãos foram gravemente feridos e todos os presentes ficaram traumatizados. Suas vidas nunca mais serão as mesmas. Pedimos à igreja em todo o mundo que ore por seus irmãos e irmãs em Makassar”.

Um segurança abordou um dos supostos terroristas, que chegou de moto e tentou entrar na igreja. Imagens de câmeras de segurança mostraram fumaça e destroços lançados na estrada devido à explosão.

De acordo com o canal de TV News Asia, cinco membros da equipe da igreja e quatro fiéis estão entre os feridos. Eles disseram que havia poucas pessoas assistindo à missa devido às restrições da COVID-19. Sam acrescentou: “Na Indonésia, a situação dos cristãos tem piorado nos últimos anos. É importante estar ao lado deles quando sofrem. Eles devem saber que não estão sozinhos”. Parceiros da Portas Abertas na Indonésia estão no local avaliando a situação e fornecerão mais atualizações conforme surgirem.  :: LEIA MAIS »

Acampamento rohingya é incendiado em Bangladesh

Após o incêndio aos campos rohingya em Bangladesh, os refugiados retornaram ao local para ver os danos causados pelo fogo (foto: Reuters)

Após o incêndio aos campos rohingya em Bangladesh, os refugiados retornaram ao local para ver os danos causados pelo fogo (foto: Reuters)

No dia 22 de março, chamas tomaram conta de cinco campos rohingya, em Bangladesh. De acordo com fontes locais, mais de 10.000 casas improvisadas foram queimadas, cerca de 45.000 pessoas ficaram desabrigadas. Além disso, onze pessoas foram mortas e mais de 500 ficaram feridas. Ainda não se sabe ao certo o número de desaparecidos.

As crianças e idosos foram os mais feridos e a maioria das vítimas mortas também eram crianças. De acordo com as notícias, esses campos eram bem povoados e as casas improvisadas, construídas com bambu e lona. Os lares foram construídos muito próximos uns dos outros. Então, quando o fogo começou, juntamente com a falta de água, as casas foram queimadas em poucos minutos.

Os caminhos de saída dos campos também eram estreitos, o que dificultou a saída e muitas pessoas se machucando enquanto tentavam fugir das chamas. Mas eles conseguiram escapar apenas com as roupas que estavam usando e todo o resto foi deixado para trás. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Ataque deixa dezenas de mortos no Níger

Esse não é o primeiro ataque liderado por grupos radicais no Níger desde o início do ano (foto representativa)

Esse não é o primeiro ataque liderado por grupos radicais no Níger desde o início do ano (foto representativa)

No dia 21 de março, homens armados em motocicletas invadiram três aldeias no Sudoeste do Níger, matando cerca de 137 pessoas em ataques coordenados. Os agressores atacaram os vilarejos de Intazayene, Bakorat e Wistane, e outros vilarejos na região de Tahoua, na fronteira com o Mali. De acordo com parceiros da Portas Abertas no local, o número de mortes deve aumentar. Os líderes do país decretaram três dias de luto nacional após o ataque.

Embora ninguém tenha reivindicado a responsabilidade por esse ataque, o grupo Estado Islâmico Grande Saara é visto como autor do ataque, pois já realizou diversos ataques nesta área, localizada perto das fronteiras do Níger, Mali e Burkina Faso. Os parceiros no local ainda não sabem se existem cristãos entre as vítimas, mas é preocupante o fato de que esses ataques desafiam a coesão religiosa e social pela qual o Níger é conhecido há muitas décadas.

Os atacantes têm uma agenda expansionista islâmica e querem estabelecer um califado. À medida que esses grupos radicais islâmicos buscam esse objetivo, eles trabalham para interromper a coesão social colocando pessoas de diferentes grupos étnicos umas contra as outras. Exemplos disso podem ser encontrados em Burkina Faso, onde o pico da violência radical muçulmana colocou pessoas de diferentes grupos étnicos umas contra as outras.  :: LEIA MAIS »

Cristãs são luz em meio às trevas da prisão no Irã

Em 2009, Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh foram presas porque se converteram e eram ativas na igreja local

Em 2009, Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh foram presas porque se converteram e eram ativas na igreja local

No Dia Internacional do Direito à Verdade sobre Graves Violações aos Direitos Humanos e da Dignidade das Vítimas, a população mundial se concentra em entender a importância de investigações em locais onde as pessoas enfrentam todo tipo de violência. A partir disso, são tomadas decisões para corrigir as ações que ferem a dignidade de todo ser humano e fazer justiça em nome daqueles que sofreram a violação dos próprios direitos. De acordo com a cristã Maryam Rostampour, um dos piores lugares da terra é a prisão de Evin em Teerã, Irã. No local, os prisioneiros são torturados por meio de privação de sono, estupro, eletrochoque e agressões.

A cristã e Marziyeh Amirizadeh cumpriram pena em Evin, porque são convertidas e eram ativas em uma igreja no Irã. Em entrevista a um jornal britânico em 2017, elas contaram que os dias demoram a passar na prisão e a o medo da violência é constante. Mas apesar do sofrimento, elas têm a esperança de que Deus está no controle e tem um plano para elas em Evin. “Deus tem um propósito para estarmos neste lugar escuro”, disse Marziyeh ao canal de notícias Alarabiya. Nos primeiros dias na prisão, elas oravam pela libertação, mas com o passar dos dias, entenderam que precisavam compartilhar sobre Jesus com outras mulheres, algumas eram sem-teto e tinham problemas com drogas.

“Deus nos deu oportunidade de compartilhar a mensagem do cristianismo com as pessoas que precisam ouvir mais”, reconhece Maryam. As duas amigas já apresentaram Jesus para centenas de prisioneiras e algumas carcereiras. No Irã, elas estão mais livres para compartilhar a fé dentro da prisão do que fora dela. Outras cristãs que estiveram detidas por causa da fé são Fatemeh Bakhteri e Rokhsareh Ghanbari. Ambas foram sentenciadas a um ano de reclusão por propagandas contra o regime e o sistema. A primeira cristã também ficou em Evin, já a segunda cumpriu a pena em Karaj.

Pedidos de oração

  • No Dia Internacional do Direito à Verdade sobre Graves Violações aos Direitos Humanos e da Dignidade das Vítimas, ore para que a justiça prevaleça e as pessoas sejam tratadas com dignidade, conforme são imagem e semelhança de Deus.
  • Interceda pelos cristãos presos no Irã por causa do evangelho. Peça que Deus encha-os de coragem, alegria e esperança, para que testemunhem do amor dele mesmo nessas situações.
  • Clame para que as autoridades, que concordam com a violação dos direitos dos cristãos presos, encontrem Jesus e tenham as vidas mudadas por ele.

Fonte: Portas Abertas

Neste Dia da República, ore pelo Paquistão

No Paquistão, país que ocupa o 5º lugar na LMP, os cristãos são vistos como inferiores e lidam com perseguição extrema

No Paquistão, país que ocupa o 5º lugar na LMP, os cristãos são vistos como inferiores e lidam com perseguição extrema

Hoje é celebrado o Dia da República do Paquistão, data que marca o início da nação, em 1940. Há 81 anos, a Declaração de Lahore foi assinada, garantindo a unidade e independência do país. O Paquistão é um dos maiores países islâmicos do mundo, o que faz com o que a maioria islâmica exerça pressão sob a minoria cristã. A grande parte dos cristãos vive na província de Punjab, onde ocorre a maioria dos incidentes de perseguição.

Os seguidores de Cristo no país enfrentam perseguição extrema em todas as áreas da vida e os convertidos do islã enfrentam maiores níveis de hostilidade. Todos os cristãos são considerados cidadãos de segunda classe e recebem empregos considerados inferiores e podem até ser vítimas de trabalho forçado. As igrejas cristãs existem, mas as que são ativas no evangelismo enfrentam severa perseguição da sociedade. Até os mais jovens enfrentam a hostilidade por amor a Cristo. As meninas cristãs correm o risco de sequestro e abuso sexual e, muitas vezes, são forçadas a se casarem com os agressores e a se converterem ao islã. 

No país, que ocupa o 5º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, os cristãos lidam com a perseguição vinda de oficiais do governo, grupos religiosos violentos, líderes religiosos não cristãos, amigos, familiares, líderes de grupos étnicos, redes criminosas e muito mais. Os principais tipos de perseguição são paranoia ditatorial, opressão islâmica, hostilidade etno-religiosa, corrupção e crime organizado. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristãos são presos na Eritreia

Na Eritreia, muitos cristãos são presos por não abdicarem da fé em Jesus

Na Eritreia, muitos cristãos são presos por não abdicarem da fé em Jesus

No início do mês, a Portas Abertas noticiou a libertação de 21 cristãs que haviam sido presas na Eritreia há cerca de três anos, e agradecemos a Deus pela libertação. Mas, na semana passada, novas prisões de cristãos aconteceram no país e 21 fiéis foram presos na área residencial Mai Chehot da capital Asmara.

Fontes locais ainda não sabem detalhes sobre o motivo da prisão dos seguidores de Cristo, ou para onde foram levados e as circunstâncias que eles podem estar enfrentando. Os cristãos presos no país são mantidos pelo governo em péssimas condições e muitos ficam enclausurados em contêineres em temperaturas altas. Milhares de cristãos foram detidos e presos nos últimos anos, alguns dos quais estão na prisão há mais de dez anos.

A Eritreia ocupa o 6º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021 e os seguidores de Jesus no país enfrentam perseguição em níveis extremos em todas as esferas da vida. A perseguição vem dos amigos e familiares, grupos criminosos, líderes não cristãos e autoridades do país. Muitos são presos por não abdicarem da fé e centenas permanecem detidos.  :: LEIA MAIS »

Cristão com Doença de Parkinson é convocado a prisão no Irã

Homayoun Zhaveh e Sara Ahmadi foram acusados de participar de igrejas domésticas e cumprirão pena no Irã (foto: Article18)

Homayoun Zhaveh e Sara Ahmadi foram acusados de participar de igrejas domésticas e cumprirão pena no Irã (foto: Article18)

Homayoun Zhaveh e a esposa Sara Ahmadi são um casal de cristãos no Irã que aguardam a convocação das autoridades para se apresentarem à prisão. O casal é acusado de participar e liderar cultos em igrejas domésticas. Para Zhaveh, a sentença foi de dois anos, enquanto para Sara, foi de oito anos. O cristão, de 62 anos, tem Doença de Parkinson em estado avançado.

O casal foi preso em junho de 2019 enquanto estava de férias com outras famílias cristãs na cidade de Amol, no Norte do Irã. Enquanto todos os membros do grupo foram interrogados, apenas Zhaveh e Sara foram detidos, primeiro em Amol e depois na prisão de Evin, em Teerã. Homayoun foi libertado após um mês, mas Sara permaneceu na prisão por mais de dois meses, metade dos quais ela passou em confinamento solitário. Ela também foi exposta a severas torturas psicológicas.

O caso foi ouvido por um juiz em novembro de 2020 e, após a sentença, uma audiência de apelação foi realizada em dezembro. Após recurso, a pena de Sara foi reduzida de 11 para oito anos de prisão, mas os outros aspectos de sua sentença foram mantidos: após a libertação, o casal deve cumprir seis meses de serviço comunitário e eles não estão autorizados a deixar o país ou se tornar membros de um grupo social ou político por dois anos.

“Entregar uma sentença de prisão a um homem da idade de Zhaveh, sofrendo com Parkinson avançado – e apenas por causa de sua adesão a uma igreja doméstica – seria chocante se não fosse o histórico comprovado do Irã de perseguir os cristãos, independentemente da idade, saúde ou quaisquer outras considerações razoáveis”, disse o diretor de advocacy do Article18, Mansour Borji.  :: LEIA MAIS »

Após libertação do Boko Haram, cristãos lutam para sobreviver

Hannatu, o marido e os sete filhos foram capturados pelo Boko Haram, na Nigéria

Hannatu, o marido e os sete filhos foram capturados pelo Boko Haram, na Nigéria

A Portas Abertas contou a história de como Hannatu Ezra, o marido e os sete filhos dela foram sequestrados pelo Boko Haram, na Nigéria. Todos foram levados para a floresta de Sambisa, onde os jihadistas têm uma base militar. Quando completaram seis meses no local, o esposo da cristã conseguiu fugir, mas ela ficou mais dois anos presa, juntamente com os filhos.

O resultado da má alimentação que recebia fez com que Hannatu ficasse doente e só deitada. Mas foi quando ela não tinha mais forças para lutar pela vida, que o exército da Nigéria invadiu o acampamento para prender os militantes. Muitos fugiram, mas a cristã doente foi deixada para trás.

“Depois que o Boko Haram fugiu, o tiroteio parou. Minha filha saiu para informar aos soldados que eu estava morrendo. Eles entraram onde eu ficava e mandaram que me levantasse. Mas eu não conseguia andar. Em seguida, eles me ajudaram a entrar em um carro e me levaram para o hospital”, relembra.

Depois a cristã e os filhos foram levados para Pulka, uma cidade entre a floresta Sambisa e a fronteira com Camarões, que abriga seis campos de deslocados. Por ser uma região afastada, o local é de difícil alcance para as agências humanitárias. Muitos deslocados vivem sem alimento e estão desnutridos.

Os desafios dos cristãos deslocados na Nigéria

“Eles me deram comida e roupas para vestir, alimentaram meus filhos também. Mas a vida no campo de deslocados era terrível. Não é um lugar onde um cristão gostaria de ficar. Então, nós partimos. Eu disse que preferia ficar com minha mãe idosa. Eles me trouxeram para onde meus pais estão. Hoje, eu ainda estou lá”, explica Hannatu.

A vida não tem sido fácil, já que a renda da família com agricultura não é suficiente para suprir nem as necessidades alimentares de todos. Alguns vizinhos receberam Hannatu e os filhos muito bem, mas outros zombaram da situação da cristã. “Posso dizer que o meu tempo com o Boko Haram fortaleceu o meu amor a Deus e tornou-me muito próxima dele”, conclui. :: LEIA MAIS »

Faculdade é atacada e estudantes são levados na Nigéria

Pais e familiares dos alunos sequestrados buscaram por notícias sobre os filhos na porta da faculdade na Nigéria

Pais e familiares dos alunos sequestrados buscaram por notícias sobre os filhos na porta da faculdade na Nigéria

Na madrugada de 12 de março, homens armados sequestraram dezenas de estudantes de uma faculdade em Kaduna, ao norte da Nigéria. De acordo com as autoridades, cerca de 180 estudantes e funcionários foram resgatados pelo exército, mas cerca de 30 estudantes continuam desaparecidos.

Os líderes do governo ainda não sabem quem estava por trás do ataque à Faculdade Federal de Mecanização Florestal, que está localizada perto de uma academia de treinamento militar. Desde dezembro, cerca de 800 estudantes foram sequestrados em vários ataques a escolas no Norte da Nigéria. Todos foram libertados após negociações com os atiradores.

Pais e parentes se reuniram na faculdade para esperar por notícias sobre o destino dos filhos. Alguns residentes disseram que, quando ouviram os tiros dos sequestradores durante a noite na faculdade, pensaram que era um exercício militar na instituição. Testemunhas dizem que quando os militares chegaram ao complexo escolar, os agressores tinham ido embora. Agora, tropas com tanques e helicópteros foram mobilizadas para tentar resgatar os sequestrados. :: LEIA MAIS »

Guerra na Síria: 10 anos de um conflito que ninguém esperava

A guerra causou uma destruição massiva em muitos lugares na Síria, como na cidade de Alepo

A guerra causou uma destruição massiva em muitos lugares na Síria, como na cidade de Alepo

Mais de meio milhão de pessoas mortas, mais de seis milhões de refugiados sírios espalhados pelo mundo e mais de seis milhões de deslocados no país. Esse é o preço dos dez anos de guerra na Síria. Essa guerra que realmente ninguém esperava resultou em uma enorme perda humana, além de destruição e colapso da economia síria. A guerra completa uma década hoje, 15 de março de 2021.

Tudo começou com a chamada Primavera Árabe. Esse movimento, que começou no final de 2010 e início de 2011, ganhou atenção nas manchetes de todo o mundo. Ele consistiu em ondas de protestos que começaram na Tunísia e logo se espalharam por outros países no Norte da África. No EgitoLíbia e Iêmen, as pessoas foram para as ruas exigindo uma mudança política.

Como resultado, diversos governos caíram. Presidentes no poder há muito tempo, como Zine El Abidine Ben Ali, na Tunísia, Hosni Mubarak, no Egito, e Ali Abdullah Saleh, no Iêmen, tiveram que deixar seus cargos. Muammar Gaddafi, governante da Líbia, foi morto após meses de conflito no país. Já em BahreinMarrocosIraqueArgélia, Líbano, JordâniaKuwaitOmã Sudão, as pessoas também foram às ruas, mas isso não resultou em grandes mudanças no estágio inicial.

Em janeiro de 2011, a Síria ainda era um país pacífico. O presidente Bashar al Assad deu uma entrevista para o Wallstreet Journal em que disse: “Para fazer uma comparação entre o que acontece no Egito e na Síria, é preciso olhar de um ponto de vista diferente: ‘Por que a Síria é estável, embora tenhamos condições mais difíceis?’ O Egito é apoiado financeiramente pelos Estados Unidos, enquanto nós estamos sob embargo da maioria dos países do mundo. Nós crescemos embora não tenhamos muito do básico necessário para o povo. Apesar de tudo, as pessoas não começaram uma revolta”. Como o presidente, quase ninguém esperava que a Primavera Árabe também abalaria o poder do governo Assad na Síria.

Qual é o motivo da guerra na Síria?

 

Uma das cidades muito afetadas pela violência da guerra foi Alepo, de onde muitos cristãos acabaram saindo

No dia 6 de março de 2011, um grupo, principalmente de adolescentes sírios, pichou paredes na cidade de Daraa. Uma das frases dizia: “O povo quer derrubar o regime”, slogan da Primavera Árabe. Mais de uma dúzia de adolescentes foram presos e, de acordo com as pessoas, eles foram torturados. Essa foi a faísca que levou aos protestos nas ruas da cidade. Em 18 de março, três manifestantes foram alvejados durante protestos. Cinco dias depois, o exército sírio atacou a cidade, matando dúzias de pessoas. Esse foi o início do que levaria à guerra síria. Dessa forma, protestos e violência se espalharam pelo país. :: LEIA MAIS »

Mesmo perseguida, viúva cristã compartilha o evangelho

A viúva cristã Kusum enfrenta perseguição há anos na Índia, mas permanece firme em Jesus

A viúva cristã Kusum enfrenta perseguição há anos na Índia, mas permanece firme em Jesus

Kusum* é uma cristã da Índia que há anos lida com a perseguição e vulnerabilidades. Em 2016, ela foi acusada da morte do marido e impedida de enterrar o próprio filho, tudo por ser seguidora de Jesus. À medida que ela crescia na fé, a perseguição vinda dos aldeões também aumentava. O sogro da cristã insultou a fé e já ameaçou a vida dela com um machado. Há cinco anos, os parceiros da Portas Abertas na Índia têm caminhado com Kusum e, embora ela ainda enfrente muita hostilidade, continua firme na fé e no evangelismo.

“Todos os dias eu vou às casas dos cristãos na minha aldeia para orar. O resto do tempo estou ocupada com meu trabalho doméstico. Devido à minha conversão, enfrentei e continuo enfrentando muita perseguição vinda dos vizinhos, mas agora muitos deles estão se convertendo. Desde o confinamento pela pandemia, dez novas famílias vieram a Cristo”, compartilha a cristã.

A maioria das pessoas da aldeia de Kusum que se converteram estavam doentes e foram curadas depois de irem à igreja. Mas o mais empolgante para a cristã é que as orações dela estão sendo respondidas, pois as pessoas mais próximas estão começando a conhecer Jesus.

“Meus cunhados costumavam me perseguir muito, mas agora eles estão acreditando em Cristo. Muitas vezes, eles costumavam vir à minha casa para me agredir e ameaçar. Eu sempre orava por eles. O Senhor ouviu minha oração, e agora eles se tornaram cristãos. Todos estão voltando à fé, exceto meu sogro – embora ele também tenha aprendido sobre Jesus. Ele também agora me pede para orar por ele”, conta Kusum. :: LEIA MAIS »

Como é a perseguição às mulheres e meninas cristãs?

Em todo o mundo, as mulheres e meninas cristãs enfrentam dupla vulnerabilidade: por serem mulheres e por serem cristãs

Em todo o mundo, as mulheres e meninas cristãs enfrentam dupla vulnerabilidade: por serem mulheres e por serem cristãs

Nos últimos anos, vimos a crescente perseguição a mulheres e meninas cristãs em todo o mundo. Casos de violência, sequestro e agressões às seguidoras de Cristo mostram que a questão de gênero tem a ver com a perseguição e intolerância religiosa. Os perseguidores têm como alvo os indivíduos mais vulneráveis. Isso torna milhões de mulheres e meninas cristãs – geralmente já em desvantagem na sociedade simplesmente por serem mulheres – duplamente vulneráveis à perseguição. Muitas vezes sem marcos legais protetores, elas podem ser “alvos fáceis” para os perseguidores.

Homens e meninos cristãos não estão isentos de perseguição. Eles são mais propensos a experimentar formas “visíveis” de perseguição, como serem agredidos publicamente, mortos, demitidos dos empregos ou presos por governos. As mulheres, por outro lado, são mais propensas a enfrentar perseguições “ocultas”, como casamento forçado, violência sexual e cárcere doméstico. Esses eventos são menos propensos a ocorrer para homens em sociedades predominantemente patriarcais. O sofrimento das mulheres e meninas cristãs porque amam Jesus é, muitas vezes, invisível e ignorado pelo mundo ao seu redor.  :: LEIA MAIS »

Hoje é o Dia Mundial da Oração

A igreja no Cazaquistão precisa ser fortalecida neste Dia Mundial da Oração

A igreja no Cazaquistão precisa ser fortalecida neste Dia Mundial da Oração

Hoje é o Dia Mundial da Oração e a Portas Abertas convida a igreja brasileira para interceder pelos cristãos no Cazaquistão. No país, que ocupa o 41º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, os seguidores de Cristo enfrentam a hostilidade vinda principalmente do governo, grupos extremistas, amigos e até familiares.

A perseguição vinda do Estado envolve o monitoramento dos cultos das igrejas por meio de policiais, serviços secretos e autoridades locais. As comunidades cristãs não registradas são perseguidas regularmente. Já a cultura islâmica extremista proíbe a conversão de muçulmanos ao cristianismo, excluindo os convertidos da sociedade e do convívio familiar.

Enquanto as igrejas locais não entram em contato com a população cazaque, não enfrentam tanta opressão, mas quando os cristãos decidem compartilhar Cristo, estão sujeitos a abusos físicos, ataques e até a morte. A igreja de Shanyrak, em Astana, enfrenta problemas com as autoridades do país. Há acusações de que alguns membros da congregação insultaram os muçulmanos. :: LEIA MAIS »

Cristãos na Indonésia são assistidos após ataque terrorista

Os cristãos em Sigi, na Indonésia, lidam com as consequências dos ataques terroristas que destruíram igrejas e casas

Os cristãos em Sigi, na Indonésia, lidam com as consequências dos ataques terroristas que destruíram igrejas e casas

Em 27 de novembro de 2020, aconteceu um ataque terrorista em Sigi, na Indonésia. Muitas famílias cristãs foram afetadas e, mesmo após três meses do incidente, os seguidores de Jesus lidam com as consequências. “Já se passaram três meses do pesadelo que todos querem esquecer. Muitas famílias perderam entes queridos e tiveram as vidas mudadas para sempre”, conta um parceiro local da Portas Abertas.

Quando a notícia do ataque se espalhou pela região, os colaboradores da instituição viajaram para estar com os irmãos e irmãs vítimas da intolerância religiosa. Além das visitas e orações, os parceiros também forneceram apoio financeiro para auxiliar os cristãos a se mudarem para uma área mais segura na região. Nesse novo local, estão sendo construídas treze novas casas, previstas para serem concluídas ainda neste mês de março.

Um terreno também havia sido comprado para a construção da igreja do Exército da Salvação, e o trabalho começará logo após o término dos projetos habitacionais. O major Erik A. Kape, comandante da divisão do Exército da Salvação de East Palu, compartilha que o plano é ter a igreja pronta até julho deste ano. “Somos muito gratos pelo apoio de todos os cristãos ao redor do mundo, principalmente dos parceiros da Portas Abertas, que têm ajudado generosamente nossos irmãos e irmãs aqui. Eles estão indo bem e continuam vivendo suas vidas agora. Um deles até se casou”, conta o major. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Igreja é esvaziada à força na Bielorrússia

Os líderes cristãos acreditam que o ataque aconteceu após protestos durante o período de eleições presidenciais na Bielorrússia (foto representativa)

Os líderes cristãos acreditam que o ataque aconteceu após protestos durante o período de eleições presidenciais na Bielorrússia (foto representativa)

Uma igreja na cidade de Minsk, na Bielorrússia, foi invadida e desocupada por oficiais de justiça e policiais. A invasão ocorreu após uma tentativa de despejo em janeiro, quando os líderes da Igreja Nova Vida não permitiram que a polícia e os oficiais do governo entrassem no templo. O pastor, Viacheslav Goncharenko, foi multado por desobedecer a ordem judicial e não permitir a entrada das autoridades.

No dia 17 de fevereiro, os funcionários retornaram e forçaram a entrada na igreja, enquanto uma reunião de oração, com aproximadamente 60 pessoas, acontecia. Os policiais alegaram que agiram por uma ordem de despejo que foi emitida em 7 de dezembro, exigindo que a igreja fosse desocupada antes do final do mês.

“Os funcionários do governo ordenaram que todos saíssem da igreja, ameaçando detê-los por 24 horas se não saíssem”, disse o administrador da igreja, Vitaly Antonchikov. Desde o ataque, o prédio tem sido vigiado pelas autoridades e não foi oferecido um novo lugar para os cristãos se encontrarem.

A igreja está em conflito com as autoridades desde que a congregação começou a se reunir em um antigo galpão em 2002. “O governo se recusou a permitir que a igreja legalizasse sua posição mudando a designação do edifício para um local de culto, ou para usá-lo para reuniões de adoração”, explica o cristão. Ao longo dos anos houve uma série de tentativas de despejo. :: LEIA MAIS »



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