WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


abril 2020
D S T Q Q S S
« mar   maio »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


:: 18/abr/2020 . 10:34

Vamos orar: ARÁBIA SAUDITA

Segundo observadores, a presença cristã nativa na Arábia Saudita está aumentando

  • Tipo de Perseguição: Antagonismo étnico, opressão islâmica, paranoia ditatorial
  • Capital: Riad
  • Região: Península Arábica
  • Líder: Rei Salman bin Abdulaziz Al Saud
  • Governo: Monarquia absolutista
  • Religião: Islamismo, cristianismo, judaísmo, hinduísmo, budismo e siquismo
  • Idioma: Árabe
  • Pontuação: 79

POPULAÇÃO: 34,1 MILHÕES
POPULAÇÃO CRISTÃ: 1,4 MILHÃO

Com uma classificação de 79 pontos, a Arábia Saudita ficou na posição 13 da Lista Mundial da Perseguição 2020. O aumento de dois pontos comparado ao ano anterior é explicado pela maior pontuação para pressão já que mais informações foram recebidas de dentro do país. A pontuação para violência permanece a mesma do ano passado e é relativamente baixa. A pontuação média para pressão permanece no nível extremo na Arábia Saudita, um dos poucos países do mundo onde a construção de igrejas é proibida.

A maioria dos cristãos na Arábia Saudita são expatriados ou migrantes que vivem e trabalham temporariamente no país. Boa parte dos cristãos expatriados vem de países de baixa e média renda, como Índia, Filipinas e países da África, mas também há alguns do Ocidente. Além de serem explorados e mal pagos, os trabalhadores migrantes asiáticos e africanos são regularmente expostos a abusos verbais e físicos por causa da etnia e baixo status, mas a fé cristã também está incluída nisso.

Os cristãos expatriados são severamente restritos para compartilhar a fé com os muçulmanos e se reunirem para o culto, o que implica o risco de detenção e deportação. Os poucos cristãos sauditas ex-muçulmanos enfrentam ainda mais pressão. No entanto, o pequeno número de cristãos sauditas tem aumentado e eles também estão se tornando mais ousados, compartilhando a fé cristã com outros pela internet e canais de televisão cristãos por satélite. Essa partilha pública muitas vezes leva a graves repercussões da família ou autoridades. :: LEIA MAIS »

Cristãos são mortos por milícia islâmica no Sudão

Cristãos se opuseram à decisão de governantes de entregar a região de Abyei aos missiriya

Cristãos se opuseram à decisão de governantes de entregar a região de Abyei aos missiriya

Na manhã do dia 13 de abril, a milícia muçulmana Missiriya atacou a vila de Mabook, no Sudão. O local fica em uma disputada fronteira ao sul do país a 25 km da cidade de Abyei. Durante o incidente, quatro cristãos foram mortos e duas crianças sequestradas. Além de queimarem uma igreja, os extremistas atearam fogo em 50 cabanas e 8 abrigos. Os demais moradores da aldeia foram espalhados pelo território e perambulam em busca de alimentos e um local seguro para ficar.

A região de Abyei é rica em petróleo e isso é motivo para que o Sudão e o Sudão do Sul disputem essa área. Em 2005, um tratado de paz foi feito entre os dois países, mas não houve acordo sobre o território, por isso ele ainda é controlado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O local também serve como pastagem para o gado do povo semi-nômade missirya durante seis meses.

O ex-presidente sudanês, Omar al-Bashir, tentou reconhecer os missirya como residentes da área, porém os cristãos que já habitavam a região resistiram à decisão com o argumento de que os criadores de gado ficavam apenas seis meses no território. A perseguição aos seguidores de Jesus no Sudão colocou o país em 7º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2020. Além disso, a nação preocupa as autoridades internacionais durante a crise da COVID-19, já que não há infraestrutura para atender as demandas resultantes de uma pandemia. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia