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:: 9/abr/2020 . 9:30

Vamos orar: PAQUISTÃO

Os cristãos são oprimidos pela maioria islâmica do país

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica, antagonismo étnico, paranoia ditatorial, corrupção e crime organizado
  • Capital: Islamabad
  • Região: Sul da Ásia
  • Líder: Arif Alvi
  • Governo: República islâmica parlamentarista
  • Religião: Islamismo, cristianismo e hinduísmo
  • Idioma: Punjabi, sindhi, saraiki, pashto, urdu e outras
  • Pontuação: 88

POPULAÇÃO: 204,6 MILHÕES
POPULAÇÃO CRISTÃ: 4 MILHÕES

Com 88 pontos, o Paquistão ficou em 5º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2020. O Paquistão continua sendo um dos países onde é mais difícil se viver como cristão. Os índices basicamente inalterados em todas as esferas da vida mostram que a situação para os nossos irmãos é muito difícil. A pontuação relativa à violência continua no nível máximo (historicamente, poucos países atingiram esse nível). Embora por quase dois anos não tenha havido maiores ataques contra igrejas ou ajuntamentos de cristãos, o Paquistão continua a ter nível máximo de assassinatos de cristãos e ataques a igrejas. A lei de blasfêmia do país continua a fazer suas vítimas e quem quer que seja que sequer imagine mudá-la coloca a própria vida em risco. :: LEIA MAIS »

Cristão morto na Líbia era diácono em igreja egípcia

Apesar de enfrentar tortura na Líbia, o egípcio Romany Adly Ayoub não negou a fé em Jesus

Apesar de enfrentar tortura na Líbia, o egípcio Romany Adly Ayoub não negou a fé em Jesus

A Portas Abertas contou a história do martírio de Romany Adly Ayoub, na Líbia. O cristão egípcio estava no país para trabalhar e sustentar a mãe e os irmãos que vivem na província de Assiut, no Egito. O jovem de 27 anos foi sequestrado pelo grupo extremista Ansar al-Sharia e forçado a se converter ao islamismo, mas com a recusa de deixar a Cristo, foi morto. Os radicais confessaram o crime após serem detidos. “Ele foi martirizado em nome de Jesus Cristo. Estamos todos orgulhosos dele e muito felizes por estar em um bom lugar no céu com o Senhor Jesus Cristo agora”, testemunhou Basse, tio da vítima.

Após a morte do pai em 2014, Romany viajou para a Líbia em busca de emprego. “Romany trabalhou duro na Líbia durante os últimos cinco anos. Ele enviava dinheiro para sua mãe e irmãos”, continuou Bassem. Com a renda recebida, a família construiu e se mudou para uma casa na cidade de Sahel Salem. O cristão costumava ligar para a mãe todos os dias, porém desde o fim de janeiro de 2020 não teve mais notícia dele. Então, a família pediu ajuda ao Ministério de Relações Exteriores do Egito e depois às autoridades líbias.

Após as investigações, os integrantes do grupo que sequestrou Romany foram identificados, presos e confessaram o crime. “Eles o espancaram, torturaram e ameaçaram matá-lo se não se convertesse ao islã, mas ele manteve a fé e não se converteu. Depois de três dias, eles o enforcaram e o enterraram”, contou o parente. Os radicais também relataram onde deixaram os restos mortais do jovem cristão. Então, em 19 de março, o corpo dele chegou à cidade de origem. O funeral aconteceu na Igreja Ortodoxa Copta na manhã seguinte e o enterro foi no cemitério da família na aldeia vizinha de El Wadi. :: LEIA MAIS »



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