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:: ‘votação’

Candidatos ao Governo da Bahia votam e comentam suas expectativas

A Tarde

Os três principais aspirantes ao Governo da Bahia votaram logo no início da manhã deste domingo, 3, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Primeiro entre os governadoráveis a execer o voto neste domingo, Paulo Souto, candidato pela coligação “A Bahia Merece Mais” (DEM/PSDB) chegou por volta das 9h ao Colégio Estadual Pedro Calmon, no bairro de Armação, em Salvador. Acompanhado por José Carlos Aleluia (DEM) e ACM Neto (DEM), respectivamente candidatos a Senador e Deputado Federal, o ex-governador abriu mão da prioridade e enfrentou cerca de 40 minutos de fila.

Souto disse estar “confiante” e “esperançoso”, mas afirmou que não irá se pronunciar antes do resultado das urnas. Em entrevista aos jornalistas que o esperaram na saída, o ex-governador afirmou ter feito uma campanha verdadeira para a população baiana e que se mostrava satisfeito por ter cumprido sua obrigação.“Eu cumpri os meus deveres para a Bahia, fiz uma campanha mostrando os grandes problemas que o estado está vivendo e foi uma campanha baseada na verdade. Agora temos aguardar o resultado das eleições, encarar esse resultado com naturalidade. Vamos  torcer para que tudo de bom aconteça para a Bahia”, afirmou. Do bairro de Armação, o candidato seguiu para o campus da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no bairro do Canela, onde ACM Neto votou por volta das 11h.

Geddel Vieria Lima, por sua vez, candidato ao Governo da Bahia pela coligação “A Bahia Tem Pressa”, chegou ao Colégio Antônio Vieira, no bairro do Garcia, por volta das 10h, com a esposa, Alessandra Vieira Lima e os filhos Julianna e Geddel Filho.

“Estou otimista por tudo que vi no interior e todas as manifestações na capital”, disse Geddel, ao comentar suas expectativas quanto ao 2º turno. “O povo é soberano seja qual for o resultado. É evidente que todos que prezam a democracia vão se curvar a ele [o resultado] e aplaudir”, destacou, afirmando que cabe à oposição tecer críticas ao governo. “Quem ganha governa, quem perde faz oposição”, frisou. :: LEIA MAIS »

Esforço para votar MPs e PEC 300

Brito Jr/Câmara

Em meio à campanha eleitoral, os deputados voltam à Câmara para participar de seis sessões na próxima semana, no que promete ser o último esforço concentrado até as eleições de outubro. A pauta, definida na última semana, é a mesma para terça, quarta e quinta-feiras. Está prevista a votação de três medidas provisórias e o segundo turno da PEC 300, que institui o piso salarial nacional para policiais civis e militares e bombeiros dos estados. No entanto, obstrução feita pelos partidos de oposição pode prejudicar o andamento da pauta.

O governo quer votar as três MPs. Em especial a Medida Provisória 487/10, que perde a eficácia em 5 de setembro. E é nela que reside a polêmica. A MP trata de três temas, sendo que o mais importante é a transferência de R$ 80 bilhões do Tesouro Nacional para o BNDES. O banco já havia recebido R$ 44 bilhões em 2009, por meio da MP 465. Nos dois casos, segundo o governo, o objetivo é ampliar o limite de financiamentos de projetos de longo prazo do setor privado. :: LEIA MAIS »

Vaccarezza: votações do pré-sal vão ocorrer após eleição

LEONARGO GOY – Agência Estado

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT), disse hoje que, para que fosse possível votar nesta terça-feira o projeto que cria o fundo social do pré-sal e define o sistema de partilha, seria necessário haver 300 deputados da base governista na Câmara para fazer frente à obstrução que vem sendo aplicada pela oposição. Porém, segundo cálculos do próprio Vaccarezza, há 247 deputados ao todo na Casa. Essa ausência de um maior número de deputados, segundo o líder, se deve ao período eleitoral. Por isso, argumentou que o projeto só será votado após as eleições. “Após as eleições, a Câmara será outra”, disse o líder.

 Ao ser questionado sobre a possibilidade de o sistema de partilha ser deixado de lado, caso a oposição, que é contrária ao modelo, vença as eleições de outubro, Vaccarezza afirmou: “Se a oposição vencer, eu vou lutar pela aprovação do sistema de partilha, mas eles são contra. Vai ganhar quem tiver maioria”.

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Bancada governista adia votação de projeto que beneficia PMs

Regina Bochicchio l A TARDE

Lúcio Távora/Agência A TARDE

Deputados oposicionistas comemoram derrota do governo em sessão na Assembleia Legislativa

Deputados oposicionistas comemoram derrota do governo em sessão na Assembleia Legislativa

Em manobra política que surpreendeu a bancada governista na Assembleia Legislativa (AL) na noite de terça-feira, 2, quando se pretendia votar o projeto-de-lei n° 18.627/2010, que beneficia os policiais militares, o PMDB conseguiu manipular o rumo da votação, que teve de ser adiada para a próxima terça. Eufóricos, oposicionistas comemoraram o feito ao lado de governistas abatidos. Além da vitória política, a manobra coloca em choque PMs e governo.

O caso começou quando o líder do PMDB na Casa, Leur Lomanto Jr., de última hora, subiu na tribuna do Plenário e, depois de discursar sobre o caos da segurança pública no Estado, leu uma Resolução (um fac-símile) assinada pelos presidentes estaduais dos partidos que compõem a aliança de apoio ao pré-candidato ao governo do Estado, Geddel Vieira Lima (PMDB). A resolução determina que os deputados do PMDB, PR, PSC, PMN, PTdoB, PRP e PRTB votem em favor do projeto da PM apenas “com alterações que beneficiem a todos os membros da corporação“.

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Sarney ressalta que é prioridade votar Ficha Limpa até junho

Agência Brasil/ Estadão

BRASÍLIA – Independentemente do posicionamento do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de querer discutir de forma mais detalhada o Projeto Ficha Limpa e, se for o caso, apresentar emendas, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta quinta-feira, 13, que a matéria é prioritária e vai colocá-la em votação. O objetivo é encaminhar a matéria para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes do dia 9 de junho, quando termina o prazo para que possa valer já nas eleições deste ano.

“O problema do (Projeto) Ficha Limpa é que se trata de uma aspiração nacional e de uma necessidade”, disse o senador. Para apressar a tramitação do projeto no Senado, José Sarney disse que convocará todos os líderes partidários, na semana que vem, para tentar um acordo que permita votar o projeto o mais rápido possível.

Sarney deixou claro que diverge de Jucá quanto ao projeto. “O senador Romero Jucá tem uma posição que, com certeza, não é a minha”, afirmou. O presidente do Senado acredita que a intenção de debater com calma a votação do projeto não é uma posição do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

O parlamentar destacou que, ao contrário de uma postura reticente do Executivo sobre o projeto, tem percebido “manifestações de simpatia”. “Essa é uma questão que não é partidária, mas de consciência. Não vi até agora uma posição do governo (referente à apreciação do projeto)”.

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Destaques do projeto ficha limpa devem ser votados nesta terça-feira

Rede Globo

 

Parlamentares e manifestantes favoráveis ao projeto

A Câmara dos Deputados retoma nesta terça-feira a votação dos destaques ao projeto ficha limpa, que tenta barrar a candidatura de políticos condenados pela Justiça. Apesar de o texto-base da proposta ter sido aprovado na última terça (4), algumas das nove alterações sugeridas, e que ainda precisam ser votadas, podem alterar pontos considerados importantes do projeto. Depois de apreciados os destaques, a proposta ainda precisa ser encaminhada para votação do Senado. No ranking de apresentação de emendas, o campeão foi o PMDB, com quatro destaques. O segundo colocado foi o DEM, que fez três sugestões. Ambas as legendas, contudo, já tiveram baixas nos destaques feitos ao projeto. No mesmo dia em que a proposta foi aprovada, três emendas foram rejeitadas pelo plenário. Com isso, manteve-se a originalidade do texto do deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP). Uma das rejeições atingiu o PMDB. A outra, do DEM. A terceira negativa foi de um destaque do PTB. (G1)

Senado deve confirmar reajuste a aposentados, diz Sarney

Ana Paula Scinocca, da Agência

BRASÍLIA – O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sinalizou hoje, ao chegar ao Congresso, que o plenário deverá confirmar o reajuste de 7,71% para as aposentadorias acima de um salário mínimo, concedido ontem pela Câmara. “Estamos num ano eleitoral e dificilmente teremos o Senado modificando qualquer decisão da Câmara, qualquer que ela seja. Eu não conheço os números do orçamento do governo, mas acho que politicamente é muito difícil que haja qualquer modificação nesse projeto dentro do Senado. Até mesmo porque há uma simpatia muito grande aqui com os aposentados”, afirmou.

 O peemedebista recorreu à mãe, dona Kiola, que, segundo ele, sempre o alertou para a importância de se pagarem justas remunerações aos aposentados. No fim da vida, analisou, as pessoas têm mais dificuldades para se sustentar e os preços dos medicamentos comprometem ainda mais o orçamento dos aposentados. :: LEIA MAIS »

Adiada a votação de projeto de lei que prevê mudanças na PM

CORREIO

A votação do projeto de lei que prevê reajustes salariais e mudanças na estrutura da PM foi adiada ontem, depois de um acordo fechado entre deputados estaduais do governo e da oposição. O adiamento foi pedido pelo deputado Tadeu Fernandes (PSB), para tentar convencer o Executivo a aprovar emendas de autoria do parlamentar.

“A PM não foi contemplada do jeito que merece”, disse Fernandes. Entre as propostas que serão negociadas, estão a gratificação de periculosidade, auxílio acidente e a redução de tempo de aposentadoria de 35 para 30 anos para as mulheres da PM.

O deputado destaca que houve avanços, como a equiparação da Gratificação da Atividade Policial entre ativos e os da reserva, reajustes que, em média, somam 13,7% e a possibilidade de que soldado vire sargento semcumprir o prazo de sete anos como cabo. A previsão é de que o projeto seja votado na Assembleia na tarde da próxima terça-feira.

Plenário da Câmara aprova reajuste de 7,71% para aposentados

Denise Madueño, da Agência Estado 

BRASÍLIA – O plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira, 4, o reajuste de 7,71% para as aposentadorias com valor acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social, derrotando a proposta negociada pelo governo de aumentar os benefícios em 7%. Com forte apelo popular, em um ano eleitoral, os deputados preferiram transferir para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o eventual desgaste político de vetar a proposta.

A medida provisória ainda será votada no Senado, onde os líderes da base já anunciaram o apoio aos 7,71%. O governo alega não ter condições para pagar aos aposentados um índice muito acima da proposta original da MP, de 6,14%, em vigor desde o dia 1º de janeiro. Os deputados votam agora os destaques apresentados à Medida Provisória.

A votação foi simbólica, sem registro no painel eletrônico, e nem mesmo os petistas ficaram coesos na defesa do parecer do relator e líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), que previa os 7% de reajuste. O PT liberou os deputados da bancada para votar como quisessem. Todos os demais partidos, de oposição e governistas, encaminharam voto a favor da proposta de 7,71%, apresentada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP).

Reajuste dos aposentados deve ser votado hoje (04)

Da Agência Brasil

O reajuste para os aposentados que recebem mais de um salário mínimo por mês deverá ser votado nesta terça-feira pela Câmara dos Deputados. Essa é a previsão do relator da Medida Provisória (MP) 475 que reajusta as aposentadorias, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que também é líder do governo.
Vaccarezza acredita que haverá acordo entre os partidos da base aliada do governo para aprovar um reajuste de 7% para todos os aposentados. “Estamos explicando para a base que não há como aumentar esse percentual. Chegamos ao limite”. Segundo o deputado, algumas centrais sindicais já se convenceram que não será possível conceder um reajuste maior do que 7%.
O líder governista informou que está trabalhando junto ao líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), para liberar em plenário sua bancada na hora da votação do reajuste dos aposentados. O peemedebista vem afirmando que seu partido vai votar na Câmara o mesmo índice que os senadores aprovarem. O Senado já fechou acordo para aprovar 7,71 %. 
De acordo com Vaccareza, mesmo no PMDB há muitos deputados que votam os 7%, assim  como nos outros partidos da base governista. Ele afirmou que há maioria para aprovar o reajuste de 7% na Câmara dos Deputados.
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Pressão para retomar votação da PEC 300

Brito Júnior/Câmara

A coleta de assinaturas vai começar na próxima semana. A intenção é que mais da metade absoluta da Câmara (número superior a 257 deputados) endosse um documento que solicita a retomada da votação da PEC 300 (que cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil – para praças e oficiais, respectivamente).  A PEC já foi aprovada em primeiro turno na Câmara, mas não é colocada na pauta para que a votação se conclua. Na verdade, o atraso é fruto de uma preocupação do governo federal e de governos estaduais, que temem um imenso rombo orçamentário caso o piso passe a constar da Constituição.

Independentemente das preocupações dos governos, os que defendem o piso rejeitam a tática protelatória e querem a apreciação da PEC. O abaixo-assinado seria, assim, um instrumento de pressão. As assinaturas serão entregues ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Caso a medida não surta efeito, um mandado de segurança será impetrado no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a votação da PEC 300 seja retomada no plenário. :: LEIA MAIS »

BBB 10: Dicesar é eliminado com 58% e Bial dar um show

O paranaense Dicesar, de 44 anos, é o décimo terceiro eliminado do Big Brother Brasil 10, com 58% dos votos com mais de 100 milhões de votos. O maquiador enfrentou seu quarto Paredão depois de ser indicado pela líder Fernanda, em uma combinação entre os dois, para evitar que Lia, Cadu e Dourado votassem no brother. Já o lutador foi o mais votado pela casa e teve 42% dos votos do público.

O maquiador deixou o jogo com 58% dos votos

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