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:: ‘vice’

Via Twitter, Índio ataca Dilma e Lula

do Último Segundo

O candidato a vice de José Serra afirmou na internet que Lula tentou barrar o Ficha Limpa e acusou Dilma de fugir do debate. Presidente disse ontem que não sabe quem ele é.

Menos de 24 horas depois de ser anunciado candidato a vice de José Serra à Presidência, o deputado Indio da Costa (DEM-RJ) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua candidata, Dilma Rousseff.

Ele rebateu as declarações dadas pelo presidente ao ser questionado sobre o anúncio do nome de Indio ao cargo. Pelo Twitter, Indio afirmou: “Lula diz que não me conhece. Esqueceu que tentou barrar o #fichalimpa, mas não conseguiu”.

Ontem, ao ser abordado por jornalistas para opinar sobre a escolha tucana, Lula devolveu a pergunta com a seguinte indagação: “De onde ele é?”. Em seguida, disse não saber quem era Indio da Costa. Lula participava de uma conferência em Brasília para formandos do Programa Universidade para Todos (ProUni). :: LEIA MAIS »

Vice de Serra critica Lula e Dilma pelo Twitter

Nara Alves, iG São Paulo

Foto: Agência Estado

Indio da Costa e Serra celebram aliança

Menos de 24 horas depois de ser anunciado candidato a vice de José Serra à Presidência, o deputado Indio da Costa (DEM-RJ) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua candidata, Dilma Rousseff.

Ele rebateu as declarações dadas pelo presidente ao ser questionado sobre o anúncio do nome de Indio ao cargo. Pelo Twitter, Indio afirmou: “Lula diz que não me conhece. Esqueceu que tentou barrar o #fichalimpa, mas não conseguiu”.

Ontem, ao ser abordado por jornalistas para opinar sobre a escolha tucana, Lula devolveu a pergunta com a seguinte indagação: “De onde ele é?”. Em seguida, disse não saber quem era Indio da Costa. Lula participava de uma conferência em Brasília para formandos do Programa Universidade para Todos (ProUni).

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Quem é o deputado Índio da Costa

O candidato a vice-presidente na chapa do tucano José Serra à Presidência da República, Antônio Pedro de Siqueira Índio da Costa, tem 39 anos e exerce seu primeiro mandato federal pelo DEM do Rio de Janeiro. Índio da Costa é afilhado político do ex-prefeito César Maia (DEM) e está no primeiro mandato como deputado federal. Índio somou 91.538 votos (1,15% dos votos válidos) na disputa eleitoral de 2006.
 
O deputado formou-se em direito na Universidade Cândido Mendes e fez especialização em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele atuou como assessor do Conselho Municipal de Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1993, foi administrador regional do Parque do Flamengo. Também foi assessor do gabinete de César Maia na prefeitura.

Índio foi vereador por três mandatos (1996-2000; 2001-2004; 2005-2007). Assumiu o mandato na Câmara em fevereiro de 2007. Na Casa, já integrou as Comissões de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira; Constituição e Justiça; Educação e Cultura e Turismo.

O parlamentar foi co-autor da política de Turismo da cidade do Rio de Janeiro. Atualmente é membro titular Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Casa. :: LEIA MAIS »

Deputado federal de 39 anos é a escolha do DEM para vice de José Serra

do G1

Deputado Índio da Costa, do Rio de Janeiro, foi oficializado como vice da chapa tucano-democrata. Indicação aconteceu após série de conversas e até anúncio de outro nome. ‘Foi surpresa para mim também’, disse ele após indicação.

DEM indica Indio da Costa (com o braço erguido) para a vaga de vice ao lado de José Serra

 O deputado Índio da Costa (DEM-RJ) disse nesta quarta-feira (30) ter sido surpreendido com sua indicação para o posto de candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB). A oficialização da aliança aconteceu nesta quarta cerca de uma hora após o anúncio do nome do deputado do Rio de Janeiro.

O parlamentar discursou na convenção do DEM logo após ter seu nome aprovado por aclamação. “É com muito orgulho que aceito essa tarefa em nome do Democratas. Foi surpresa pra vocês, mas foi surpresa para mim também.” Índio da Costa disse que “não tinha como recusar” o convite. Ele classificou Serra como “ o mais preparado para governar o país” e criticou o “loteamento da máquina pública” no governo federal.

O candidato a vice agradeceu ao ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (DEM), que o lançou na política, e outras lideranças do partido. O discurso de Índio foi rápido –durou cerca de cinco minutos.

Desfecho da crise :: LEIA MAIS »

“Houve avanço para indicação de vice de Serra”diz presidente do DEM

AE/R7

Durou cerca de duas horas, na sede do PSDB, a reunião do presidente do partido, Sérgio Guerra, com o presidente do DEM, Rodrigo Maia. Segundo Maia, houve avanços. 

– Avançamos positivamente na conversa sobre indicação do vice.

Na próxima semana deve haver uma reunião dos comandos do PSDB e do DEM com o candidato tucano à sucessão presidencial, José Serra. O DEM terá que definir questões eleitorais como composição de chapa e alianças regionais até dia 30 de junho, data da convenção nacional do partido.

Após meses de indefinição sobre quem seria o cabeça na chapa – Serra ou Aécio Neves -, a escolha de um segundo nome também virou uma novela no PSDB. O DEM, principal aliado dos tucanos nestas eleições, teria a preferência na indicação, mas, temendo ainda mais impasses, membros do partido dizem que essa escolha caberá ao candidato.
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‘Não posso ficar me insinuando’, diz Aleluia sobre ser vice de Serra

Aura Henrique e Lucas Esteves, iG Bahia

O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM), nome baiano cogitado para vice na chapa do presidenciável José Serra (PSDB), disse nesta terça-feira (15) que não foi oficialmente convidado ao posto e que sua prioridade, no momento, é a reeleição. O parlamentar do DEM admitiu a possibilidade de seu nome “emplacar” no processo, mas afirmou que seu apoio a Serra é “incondicional”.

“Estarei com ele em qualquer hipótese”, avisou Aleluia. Se for convidado para ocupar o posto de vice e aceitar, ele arriscará uma candidatura com vitória tida como certa rumo ao sexto mandado de deputado federal. Segundo Aleluia, sua candidatura a vice foi sugerida por “amigos” e pela necessidade de escolha de um nome para a vaga. O deputado afirma, entretanto, que não cabe a ele aventar seu próprio nome. “Não posso ficar me insinuando”, esquivou-se. :: LEIA MAIS »

Edmundo Pereira fala em primeira mão para o AcheiBrumado sobre a escolha do seu nome para companheiro de chapa de Geddel

Daniel Simurro/Acheibrumado

A confirmação do nome do atual vice-governador da Bahia, o brumadense Edmundo Pereira Santos, como companheiro de Geddel na chapa encabeçada pelo PMDB foi recebida com muita alegria pelo mesmo, o qual falou em primeira mão com o AcheiBrumado.

Assim que a nossa equipe recebeu a confirmação da indicação do nome de Edmundo Pereira entramos em contato com ele, o qual num clima de grande alegria, prontamente nos atendeu.

Questionado como ele tinha encarado a escolha do seu nome para integrar a chapa majoritária capitaneada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, ele argumentou que “não posso esconder a minha satisfação pelo fato de o PMDB e os partidos aliados, renovarem a confiança no meu trabalho e ter-me indicado para disputar o cargo pela segunda vez consecutiva, apesar de o grupo político dispor de outros grandes nomes igualmente capacitados para desempenhar a função”. :: LEIA MAIS »

Geddel define chapa. Edmundo disputa vice, de novo

do A Tarde

Sem surpresas de última hora, o deputado federal e ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), definiu o restante da sua chapa majoritária para a eleição de outubro deste ano, com os nomes de Edmundo Pereira (PMDB), para a vaga de vice-governador, e de Edvaldo Brito (PTB) para o Senado, ao lado do senador César Borges (PR). O nome do vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito, certamente engrandece qualquer chapa e aumenta a responsabilidade do eleitor na hora de decidir a quem dar o voto, tanto pelo seu passado como pelas suas qualificações pessoais.

Mas a curiosidade da composição coordenada por Geddel recai sobre a figura do candidato a vice, Edmundo Pereira, que é o atual vice-governador de Jaques Wagner. Indicado para o cargo por Geddel, em 2006, Edmundo Pereira brilhou pela discrição com que exerceu a função, conquistando a tal ponto a confiança de Wagner que, quando houve o rompimento com o PMDB, o governador continuou a chamá-lo de irmão.

Político de grande liderança no sudoeste baiano, Edmundo foi prefeito de Brumado e elegeu sua esposa, Marizete Pereira, deputada estadual. Com um jogo de cintura digno de nota conseguiu manter-se fiel a Geddel Vieira Lima sem perder a amizade e as boas relações com o governador, apesar do alto nível do atrito entre as duas lideranças políticas.

Daí talvez ele tenha conseguido ser um caso único na história política do Brasil – da Bahia, com certeza – ao passar de vice-governador a candidato a vice-governador de um candidato adversário. Algum mal-intencionado poderia dizer “Vaselina pouca é bobagem”, mas eu prefiro elogiar a habilidade política do vice e a sua capacidade de se manter fiel ao aliado mais antigo.

PSDB deve escolher o vice de José Serra até o próximo dia 12

do Estadão

Frustrado o projeto de chapa puro-sangue, nome do deputado baiano José Carlos Aleluia, do DEM, ganha força dentro do tucanato

 

Depútado federal baiano José Carlos Alelula (DEM) é um dos favoritos a compor chapa com Serra

 O PSDB espera que o pré-candidato José Serra invista no processo de definição da escolha do vice até a semana que vem. A expectativa é ir para a convenção do partido, no dia 12, já com um nome definido.

 Como o ex-governador de Minas Aécio Neves garantiu que está fora do projeto de chapa puro-sangue, a adesão ao nome do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) cresceu entre o próprio tucanato.

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Executiva do PMDB aprova Temer para vice de Dilma

MARIA CLARA CABRAL
da Sucursal da Folha em Brasília

O PMDB formalizou nesta terça-feira a indicação do deputado Michel Temer (SP) para a vaga de vice na chapa da pré-candidata à Presidência da República do PT, Dilma Rousseff. A decisão, que ainda precisa ser ratificada pela convenção do partido, foi unânime.

Após reunião da Executiva do partido, Temer admitiu pela primeira vez que é candidato a vice e disse que agora terá uma agenda de viagem junto com a petista.

“Atuarei [como vice] nos limites da Constituição. [Se eleito] Serei extremamente discreto, como cabe a um vice”, disse Temer.

A convenção do PMDB está marcada para o dia 12 de junho. Depois disso, a partir do dia 15, começam as convenções estaduais.

O deputado negou que eventuais problemas locais, como o de Minas Gerais, possam atrapalhar a aliança com o PT em âmbito federal.

“Temos tempo para tentar solucionar essa questão. A nossa convenção nacional vai pautar muita coisa e muitas conversas vão acontecer até lá e pode ser muito produtivo”, disse.

Lula desconversa sobre PMDB adiar apoio a Dilma

Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que não conversou com ninguém sobre a decisão do PMDB de adiar para junho o anúncio do apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. “Não falei nada com ninguém, cheguei aqui às 3 da manhã da viagem”, disse o presidente, referindo-se às viagens que fez a Buenos Aires e Montevidéu.
Indagado se a ex-ministra estava sendo uma pré-candidata “muito pesada” para levar adiante, por causa, principalmente das dificuldades que está enfrentando com os aliados, Lula ironizou: “Ela pesa menos que o adversário dela. Pesa uns 15 quilos menos”, disse, referindo-se a José Serra, pré-candidato da oposição.

Brasil: PMDB adia definição de vice e pressiona PT

colaboração para a Folha

Hoje na FolhaO PMDB adiou a oficialização do nome do presidente da Câmara, Michel Temer (SP), como candidato a vice na chapa da petista Dilma Rousseff e a divulgação das propostas para um programa de governo, eventos que estavam marcados para o próximo dia 15. A informação é de reportagem da Folha desta quarta-feira (05).

A mudança de data tem relação com a indefinição das alianças regionais, notadamente em Minas, Ceará e Pará.

A Folha apurou que o PMDB considera resolvida a situação em Minas, onde o PT, por pressão do presidente Lula, deve apoiar o ex-ministro Hélio Costa na disputa pelo governo. No Ceará, porém, Eunício de Oliveira (PMDB) não quer o petista José Pimentel na sua chapa ao Senado. E, no Pará, o deputado Jader Barbalho (PMDB) não se acertou com a candidata à reeleição, Ana Júlia Carepa (PT).

Sobre o assunto, Dilma falou ontem que, como mineira, prefere resolver todos os “entraves” antes de realizar a solenidade de aliança e que a relação PT-PMDB é “meio nuvem, num dia o humor está de um jeito, noutro dia está de outro”.

Tribuna da Bahia: Herzem Gusmão pode ser vice de Geddel

Tribuna da Bahia

PTC anuncia apoio à chapa de Geddel

Evandro Matos

O PTC anuncia hoje, oficialmente, o seu apoio à pré-candidatura do ex-ministro Geddel Viera Lima (PMDB) ao governo do estado. O anuncio será formulado na sede do PMDB, às 10h, com a presença de Geddel, do presidente nacional Daniel Tourinho, do prefeito João Henrique, e da cúpula dos dois partidos. Com a decisão do PTC, este é o décimo partido a integrar a aliança liderada pelo PMDB, que conta ainda com PR-PTB-PSC-PPS-PSDC-PMN-PRP e PTdoB.

Ontem a executiva estadual do PTC se reuniu na sua sede para avaliar a posição que adotaria na eleição deste ano. Segundo o presidente da legenda, Rivailton Pinto, o apoio à pré-candidatura de Geddel foi aprovado em razão de o partido já fazer parte da administração do prefeito João Henrique, em Salvador. “O nosso presidente nacional, Daniel Tourinho, recomendou o apoio em função do trabalho que o partido já faz com PMDB, participando da administração municipal”, explicou.

Rivailton alega que a decisão pesou ainda em razão de um pedido feito por João Henrique e pela disputa na chapa proporcional. “Além do bom êxito com que participamos da administração municipal, a direção nacional achou por bem caminhar com a candidatura de Geddel, onde já tem outros partidos emergentes na aliança, além de ser o melhor caminho para eleger os nossos deputados estaduais e federais”, pontuou.

Na prefeitura o PTC tem o próprio Rivailton e Ricardo Gray como assessores especiais do prefeito, além do ex-presidente da Câmara, Valdenor Cardoso, que é o Ouvidor do Município. O partido conta ainda com outros cargos de menor expressão em órgãos da prefeitura.

O presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, disse que ainda restam três partidos sem definição – PTN, PHS e PSL – e não descartou que eles também possam integrar a aliança em torno da candidatura de Geddel. “Os partidos ainda não se decidiram e as conversas vão continuar acontecendo”, frisou. Sobre a formação da chapa a ser encabeçada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, o peemedebista falou que não existe mais pressa.

“Quando César Borges veio para cá, acabou a pressa”, brincou. Após confirmar os nomes de Geddel para o governo e César Borges para uma das vagas ao Senado, Lúcio disse que o partido vai definir com calma as outras duas vagas para completar a chapa majoritária. “Temos os nomes de Edvaldo Brito e Edmundo Pereira para o Senado ou a vice, e os de Herzem Gusmão (de Vitória da Conquista) e Misael Aguilar (ex-prefeito de Juazeiro) para a vice”, frisou. :: LEIA MAIS »

SP: vice e vaga para senador emperram alianças de Mercadante

Na véspera do lançamento oficial da pré-candidatura do senador Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo, o PT paulista ainda trabalha na montagem da chapa que será oferecida ao eleitor. Além de Mercadante, o partido definiu até agora o nome de Marta Suplicy para uma das duas vagas ao Senado. A outra, além da escolha do vice de Mercadante, deve ocorrer no mês de maio. De acordo com o prefeito de Osasco, Emídio de Souza, escalado para coordenar a campanha petista, “o quadro em São Paulo ainda está conturbado, ainda que pareça tranquilo”.

Ele diz que cinco partidos estão confirmados na aliança com o PT: PDT, PR, PRB e PPL e PTdoB. O partido ainda busca uma aliança com o PSB, que por enquanto mantém a ideia de candidatura própria com o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf. Caso esse quadro se mantenha, o PDT deve indicar o nome do vice. A segunda vaga para a disputa do Senado está entre Gabriel Chalita (PSB) e Netinho de Paula (PCdoB), que ainda não fecharam com os petistas. Partidos como PTN, PCdoB, PSL, PHS, PSC, e PSDC, também poderão integrar a chapa. :: LEIA MAIS »

Vice de Marina Silva tem propriedade no Sul da Bahia e é contra o Porto Sul na Ponta da Tulha

Um bilionário será o candidato a vice da ex-ministra Marina Silva. Segundo notícia divulgada hoje (22) pelo site Jornal Bahia Online, o empresário e sócio da empresa de cosméticos Natura, Guilherme Leal, de 60 anos agora faz parte da chapa do PV. Considerado um dos homens mais ricos do Brasil, segundo a revista Forbes, com uma fortuna estimada em US$ 1,2 bilhão – que o classificou na posição de número 601 dentre os únicos 793 bilionários vivos hoje no planeta, Leal passa frequentes finais de semana na região de Serra Grande onde tem uma confortável residência e atua com apoio a projetos sociais.
Guilherme Leal é discreto e apoia silenciosamente a luta dos ambientalistas contrários à implantação do Porto Sul na região de Ponta da Tulha. Segundo os site, o bilionário é querido entre os funcionários que mantém em Serra Grande, mas não é muito chegado às aparições públicas mesmo quando convidado. Do O Tabuleiro

Serra admite que não terá Aécio como vice

 pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, admitiu nesta segunda-feira (12), pela primeira vez na corrida eleitoral, que não terá o ex-governador mineiro Aécio Neves como candidato a vice-presidente em sua chapa.

Em entrevista à TV Bandeirantes, o tucano destacou que a vontade de Aécio de disputar o Senado por Minas “será respeitada”. Serra também reforçou que apoiará a candidatura de Antônio Anastasia (PSDB) ao governo de Minas. :: LEIA MAIS »

Aliados de Serra voltam a discutir nome de Aécio como vice

Líderes do PSDB, PPS e DEM voltaram a discutir a possibilidade de Aécio Neves ser candidato a vice na chapa encabeçada por José Serra. De forma reservada, o assunto tomou força no fim de semana após a postura do ex-governador mineiro no lançamento da pré-candidatura tucana. Aos gritos de “vice, vice, vice”, ele fez um discurso de forte teor oposicionista.

“Combinamos que ninguém vai falar disso agora. Vai ficar para a segunda quinzena de maio”, disse o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia. “Mas todos sabemos que nenhum outro nome tem mais impacto que o do Aécio. Só o tempo é que vai resolver isso. Se ele tiver convencido, ele será o vice”, disse Maia.

AE
Serra lançca candidatura, no sábado, ao lado de Aécio 

O presidente do PPS, Roberto Freire, já defendeu publicamente, por diversas vezes, o nome de Aécio como vice.  “Sempre fui otimista, mas agora sou realista. Eu acredito, mas isso só será definido mais adiante. Agora não é um bom momento”, disse. “De qualquer forma, o discurso dele [no sábado] foi muito importante”, completou.

Em dezembro passado, Aécio anunciou publicamente que disputaria ao Senado, retirando-se da disputa com Serra pela vaga de candidato a presidente. Na oportunidade, ele ressaltou que não tinha intenção de integrar a chapa como vice. De lá para cá, os partidos aliados a Serra deixaram o assunto de lado. Mas ao mesmo tempo não lançaram nenhum outro nome. :: LEIA MAIS »



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