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:: ‘vaticano’

Vítima de abusos sexuais de padre nos EUA responsabiliza papa

MILWAUKEE, Estados Unidos (Reuters) – O papa Bento 16 deveria ser responsabilizado por nada ter feito em relação a um padre do Estado norte-americano de Wisconsin que foi acusado de abusos sexuais contra cerca de 200 meninos em uma escola para crianças surdas na cidade de Milwaukee, declarou uma de suas vítimas nesta quinta-feira.

O gráfico Arthur Budzinski, de 61 anos e surdo, falou por intermédio de sua filha, Gigi, sobre como sua “inocência foi roubada” pelo acusado dos abusos, o padre Lawrence Murphy, que faleceu em 1998 aos 72 anos.

“O papa sabia disso. Era ele quem se encarregava dos casos de abuso sexual. Por isso, acho que ele deveria ser responsabilizado por nada ter feito”, disse Gigi Budzinski em entrevista à imprensa do lado de fora dos escritórios da arquidiocese de Milwaukee. :: LEIA MAIS »

Igreja Católica cria linha de telefone para atender vítimas de abuso sexual

Após o escândalo de abusos envolvendo religiosos católicos, os bispos

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alemães anunciaram a criação de um número telefônico de assistência a vítimas. Serviço similar, criado por críticos da Igreja, já existe há anos.
Há oito anos, Katharina B. atende em casa a telefonemas de gente que sofreu abusos sexuais por membros da Igreja Católica. Ela prefere não divulgar seu nome por temer retaliações, devido ao teor de seu trabalho.
A linha direta começou a funcionar em 2002, quando foram divulgados os primeiros casos de violência sexual de padres católicos contra crianças e jovens nos Estados Unidos. O movimento laico de críticos à Igreja Wir sind Kirche (“Nós somos Igreja”) logo pediu providências à Conferência dos Bispos na Alemanha.

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Papa encobriu caso de pedófilo na Igreja dos EUA, diz ‘New York Times’

RIO – Importantes autoridades do Vaticano, incluindo Joseph Ratzinger, então chefe da Congregação para Doutrina da Fé e que anos mais tarde viria a se tornar Papa, teriam ignorado casos de abuso sexual cometidos por um padre contra cerca de 200 menores surdos, de acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal “The New York Times”.

Segundo o diário, o padre Lawrence Murphy cometeu os crimes quando trabalhou em uma renomada escola para jovens surdos entre 1950 e 1974 no estado americano de Wisconsin. O caso, entretanto, só começou a ser investigado em 1993, quando o arcebispo de Milwaukee àquela época, Rembert Weakland, recebeu as primeiras denúncias contra Murphy. :: LEIA MAIS »

Vaticano investiga em Espanha 14 casos

Papa aceita renúncia de bispo irlândes após escândalos de pedofilia

CIDADE DO VATICANO – O Vaticano anunciou nesta quarta-feira que o Papa Bento XVI aceitou a renúncia do bispo irlandês John Magee, de 73 anos, acusado de negligenciar relatos de abusos sexuais em sua diocese, em Cloyne. Não foram divulgados detalhes sobre a renúncia de Magee. Antes de ser nomeado na Irlanda, ele foi secretário dos papas Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II. A renúncia do bispo é o mais recente resultado de uma série de escândalos de pedofilia que vem abalando a imagem da Igreja Católica na Europa.

Magee deixou de realizar suas tarefas diárias no ano passado para lidar com as investigações sobre os abusos. Investigações promovidas pelo governo irlandês deram origem a um relatório divulgado no ano passado com relatos de abusos sexuais contra crianças dentro de outras dioceses da Igreja na Irlanda, e supostos esforços dos religiosos para encobrir os casos. :: LEIA MAIS »

Mais 4 sacerdotes e 2 freiras são acusados de pedofilia na Alemanha

BERLIM – O número de sacerdotes acusados de pedofilia no Coral de Ratisbona (sul da Alemanha) aumentou nesta segunda-feira para seis, confirmou Clemens Neck, porta-voz da diocese.

Entre os acusados estão quatro padres e duas freiras. Um dos homens trabalhou no internato em que Georg Ratzinger, irmão do papa Bento XVI, foi diretor musical durante três décadas.

Neck explicou que as acusações são anteriores a 1984. Os homens vivem atualmente em diversas dioceses da Alemanha, enquanto as duas mulheres sofrem de demência senil. Segundo ele, o número de vítimas continua aumentando, ao mesmo tempo em que são apresentadas acusações contra religiosos que já morreram.

No início do mês o Bispado de Ratisbona anunciou que dois religiosos da comunidade, mortos em 1984, foram condenados judicialmente por pedofilia. :: LEIA MAIS »

Bispos italianos declaram ‘vergonha’ por escândalos de pedofilia

Os bispos italianos manifestaram nesta segunda-feira “sua dor e vergonha” pelos escândalos de pedofilia que afetaram a Igreja Católica da Europa nas últimas semanas e expressaram sua solidariedade às vítimas.

“A pedofilia é algo aberrante e de uma gravidade moral ainda maior se for cometida por um sacerdote. Sentimos uma profunda dor e uma vergonha inapagável”, declarou o cardeal Angelo Bagnasco, presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI) durante uma assembleia de bispos.

Em seu discurso, Bagnasco elogiou a atitude do papa Bento XVI frente aos escândalos: “não calou nem encobriu a verdade, ainda que ela fosse dolorosa e odiosa”, disse.

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Carta do Papa sobre pedofilia marca o fim da política de silêncio

Carta do papa sobre pedofilia na Irlanda será publicada sábado

Cidade do Vaticano – A carta aos católicos irlandeses na qual o papa Bento XVI indicará “claramente” quais as medidas adotadas para fazer frente aos inúmeros casos de abusos sexuais contra crianças cometidos por padres no país será publicada em 20 de março, informou hoje o Vaticano.

“Peço a todos que a leiam com o coração aberto e espírito de fé”, afirmou o papa, que acrescentou que a sua “esperança” é de que o texto “ajude no processo de arrependimento, cura e renovação”.

Dois relatórios oficiais – o Relatório Ryan e o Relatório Murphy – revelaram que centenas de crianças irlandesas sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes do país durante décadas, sobretudo na arquidiocese de Dublin entre 1975 e 2004.

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Vaticano: Há uma campanha contra a Igreja

VATICANO – Os recentes escândalos de abuso sexual infantil por parte do clero na Europa fariam parte de uma campanha contra a Igreja Católica, sugeriu ontem o Vaticano após novas acusações de pedofilia na Áustria. As denúncias somam-se a centenas de casos na Alemanha e na Holanda que envolvem, inclusive, o Papa Bento XVI quando era arcebispo de Munique (1977-1982). Em 2001, Joseph Ratzinger teria determinado a bispos manterem sob segredo casos de suspeita de abuso sexual. :: LEIA MAIS »

Polícia investiga suspeita de abuso sexual cometido por religiosos em AL

A Polícia Civil de Alagoas investiga possíveis de casos de abuso sexual que teriam sido cometidos por religiosos da Igreja Católica em Arapiraca (AL). A delegada responsável pelo inquérito, Bárbara Arrais, informou ao G1 que a investigação atende a um pedido feito pelo Ministério Público Estadual.

 “O caso está em segredo de Justiça pela possibilidade de haver vítimas que são menores de idade. Estamos ouvindo testemunhas envolvidas no caso em Arapiraca. Temos prazo de 30 dias para concluir o caso, mas pediremos prorrogação”, disse a delegada, que divide a presidência do inquérito com Maria Angelita Souza, da Delegacia da Mulher da capital alagoana. :: LEIA MAIS »

Vaticano reconhece 3 mil denúncias de abuso

ROMA – À medida que surgem novos detalhes sobre abusos sexuais de crianças por religiosos na Arquidiocese de Munique, então liderada por Joseph Ratzinger, o Vaticano veio a público defender o Papa Bento XVI neste sábado contra o que chamou de uma campanha agressiva contra ele na Alemanha. Ao mesmo tempo, um alto funcionário do Vaticano que supervisiona investigações internas reconheceu que 3 mil casos de suspeita de abusos sexuais nos últimos oito anos foram levados à sua atenção na década passada, dos quais 20% foram a julgamento em cortes da Santa Sé. :: LEIA MAIS »

Funcionários do Vaticano defendem Papa em escândalo

CIDADE DO VATICANO – O Vaticano criticou no sábado, 13, o que considerou tentativas exageradas de vincular o papa Bento XVI com os recentes escândalos envolvendo sacerdotes que abusaram de crianças na Alemanha, país natal do pontífice. O Vaticano assegurou ainda que o papa sempre enfrentou os casos de abuso com seriedade.

Estadão

Igreja Católica alemã volta a pedir desculpas por casos de pedofilia

O presidente da Conferência Episcopal da Alemanha, o arcebispo Robert Zollitsch, voltou a pedir “desculpas” nesta sexta-feira às vítimas dos atos de pedofilia cometidos por padres, depois de ser recebido em audiência pelo Papa Bento XVI no Vaticano.

“Quero reiterar aqui em Roma as desculpas que pedi há duas semanas”, declarou Zollitsch em uma entrevista coletiva ao fim da audiência. :: LEIA MAIS »

Principal exorcista da Santa Sé afirma: «Diabo está no Vaticano»

Há 25 anos que Gabriele Amorth é o principal exorcista da Santa Sé. Agora, o padre vem a público denunciar que «o Diabo está a trabalhar dentro do Vaticano».
«O Diabo mora no Vaticano e as consequências são visíveis», afirmou Amorth, em entrevista ao La Repubblica.
Para o padre de 85 anos, os recentes escândalos de abusos sexuais de menores em instituições da Igreja ou os episódios de luta pelo poder na hierarquia católica, entre «cardeais que não acreditam em Jesus e bispos que estão ligados ao demónio», são o exemplo claro da presença de Belzebu.
A Bolapt

Aumentam denúncias na Áustria sobre abusos sexuais na Igreja Católica

Irmão do papa diz que deu tapas em alunos em coral de escola, mas nega abusos

O irmão do papa Bento 16 disse em entrevista na terça-feira que deu tapas no rosto de alunos em uma escola alemã onde foi diretor do coral, mas que não tinha consciência da brutalidade da disciplina aplicada na escola. Ele também alegou desconhecer possíveis abusos sexuais em seu coral.

O reverendo Georg Ratzinger, de 86 anos, deu as declarações a um jornal alemão após a divulgação de acusações de abusos sexuais e físicos cometidos em escolas católicas da Baviera, a região natal do papa. Escândalos de abuso sexual também abalaram as igrejas dos Estados Unidos e Irlanda.

“Durante viagens para concertos, alunos me contavam sobre o que acontecia. Mas, pelas histórias que me contaram, não me dei conta de que eu deveria tomar uma atitude. Eu não tinha consciência da extensão desses métodos brutais”, disse Ratzinger ao Passauer Neue Presse.

“Se eu tivesse tido conhecimento do excesso de força que estava sendo utilizado, eu teria dito alguma coisa… Peço perdão às vítimas”, disse Ratzinger, que comandou o “Regensburger Domspatzen”, ou Pardais da Catedral de Regensburg — o coral oficial da diocese de Regensburg – entre 1964 e 1994. :: LEIA MAIS »



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