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:: ‘telefonia’

Guerra de preços torna acesso à internet 3G cada vez mais fácil na Bahia

A Tarde

Com ofertas de internet “pré-paga” a partir de 33 centavos ao dia, TIM, Claro e Vivo disputam clientes no estado.

O acesso à internet 3G a partir de R$ 0,33 por dia – valor que atualmente dá para comprar duas balas e R$ 0,03 de troco – é sinal de que as operadoras de telefonia móvel estão voltando a atenção para um público que era desprezado até pouco tempo. Os créditos dos clientes pré-pagos são a bola da vez no mercado de dados e ofertas prometem se tornar cada vez mais generosas.

Enquanto a Claro aposta na disseminação dos smartphones, com ofertas a partir de R$ 300; a TIM  promete investir R$ 140 milhões nos próximos três anos em rede; enquanto a Vivo planeja encerrar 2011 com 200 municípios atendidos na Bahia, o que representaria um crescimento de 526% em relação às 38 cidades atendidas pela empresa.

O alvo é a preferência de gente como Josiel Santos, 32 anos. O analista de suporte tem computador em casa e no trabalho, mas usa o aparelho celular pré-pago para manter-se atualizado das mensagens de e-mail que recebe, bem como das novidades nas principais redes sociais. “Não dá para baixar um filme, mas consigo trocar mensagens com colegas de faculdade e conversar com meus contatos”, explica. Serve para os serviços básicos, resume.

O básico oferecido pelas operadoras é justamente o acesso a serviços de e-mail e páginas de redes sociais. De acordo com pesquisa do Ibope Nielsen Online, 86% dos usuários de internet do Brasil acessam páginas como Orkut, Twitter, Facebook, entre outras. Para mais da metade desse público, acessar uma vez por dia é pouco.

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Oi não poderá cobrar pelos dias em que o serviço estiver inoperante, alerta o Procon da Bahia

A Tarde
Pane afeta serviços bancários e transações eletrônicas no comércio, que já ameaça entra na Justiça contra a Oi

A partir do meio-dia desta quinta-feira, 23, a empresa de telefonia Oi distribuirá aparelhos de celular com chip e modens 3G para os clientes impedidos de utilizar a telefonia fixa e o acesso à internet, no Centro de Convenções do Hotel Fiesta, por conta do incêndio no prédio da empresa no Itaigara. De acordo com a empresa, ainda existem 29 mil clientes da telefonia fixa e 17 mil de internet sem acesso aos serviços por conta do problema.

Nesta quarta, 22, a situação começou a se normalizar, mas os efeitos da pane nas comunicações ainda eram percebidos. Serviços públicos, como de intermediação de mão-de-obra, funcionaram precariamente, por exemplo. E isso sem contar os centros comerciais que aproveitaram para divulgar que as compras de fim de ano poderiam ser feitas normalmente.

Ainda nesta quarta, o Procon-BA informou em nota à imprensa que está cobrando da Oi um posicionamento a respeito das faturas do mês de dezembro. De acordo com a superintendente do órgão, Cristiana Santos, a informação é um direito garantido pelo Código de Defesa do Consumidor, razão pela qual a empresa tem o dever de ir a público, por todos os meios de comunicação disponíveis, para prestar esclarecimentos.

A superintendente destacou, ainda, que a empresa não poderá cobrar pelos serviços não prestados durante o período de indisponibilidade, o que poderia ser caracterizado como enriquecimento sem causa.

Solução emergencial – “Essa é uma solução para a emergência”, avisou, nesta quarta, o diretor de relações institucionais da Oi, Carlos Ademar de Aragão, durante encontro com a imprensa, na sede da empresa, na Avenida Silveira Martins (Cabula). Além dessas primeiras medidas, ele divulgou outras, de natureza intermediária, e a definitiva, que passa pela instalação de novas centrais telefônicas.

A empresa deslocou um contingente de 100 técnicos para avaliar  a extensão dos danos. Estimativas extraoficiais apontam prejuízo de, no mínimo, R$ 300 milhões. :: LEIA MAIS »

Procon da Bahia solicita que Oi preste esclarecimentos ao consumidor

A Tarde

Lojistas e clientes foram prejudicados com o sistema fora do ar

A operadora OI deverá prestar esclarecimentos aos consumidores lesados com a interrupção dos serviços de telecomunicações, nesta terça-feira, 21, quando o prédio da operadora no bairro do Itaigara foi consumido por um incêndio. A determinação foi feita pelo Procon-Ba, através de contato estabelecido com a operadora, e prevê informações sobre prazos para restabelecimento dos serviços e posicionamento adotado em relação ao pagamento das faturas do mês de dezembro.

De acordo a superintendente do Procon-BA, Cristiana Santos, a informação é um direito garantido pelo Código de Defesa do Consumidor, razão pela qual a empresa tem o dever de ir à público, por todos os meios de comunicação disponíveis, para prestar esclarecimentos à população. A superintendente destacou ainda que a empresa não poderá cobrar pelos serviços não prestados durante o período de indisponibilidade, o que poderia ser caracterizado como enriquecimento sem causa.

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4G no Brasil aguarda resolução da Anatel para ser disponibilizado

do Info Online

Saltar dos usuais 1 Mbps para até 10 Mbps. Isso é o que vai proporcionar a implantação da tecnologia 4G, ou Long-Term Evolution (LTE), para celulares e smartphones compatíveis com o novo formato. O 4G é uma evolução dos padrões GSM/CDMA/WCDMA/TD-SCDMA.

Já disponível em Estocolmo e em outras 30 cidades da Suécia e da Noruega, o 4G está em processo de implantação em cidades dos Estados Unidos, do Japão, e em outros países da Europa. Em alguns casos, com poucos usuários conectados a rede, a velocidade de tráfego pode chegar a 100 Mbps.

Segundo Jesper Rhode, 44 anos, chefe de inovação de negócios da Ericsson, empresa especialista na implantação do padrão, o 4G vai deixar para trás o estigma de que a velocidade de transmissão de dados sem fio é mais lenta do que a via cabo. “O 4G consegue ser tão veloz ou até mais rápido do que a banda larga vigente hoje”, diz ele.

Para implantar o 4G Brasil, as operadoras esperam a definição da Anatel sobre quais faixas de frequência estariam disponíveis para utilização. Segundo Rhodes, o custo para as operadoras não seriam altos, uma vez que toda a estrutura dos padrões EDGE/3G seria reaproveitada. Como qualquer nova tecnologia, os aparelhos compatíveis com o padrão 4G devem ter um custo elevado inicialmente. Com o tempo, os preços devem diminuir.

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Estudo avaliará impacto de celulares na saúde de 250 mil pessoas

Pesquisa em cinco países poderá durar até 30 anos. Até agora, estudos não comprovam efeitos prejudiciais.

  Estudo na Europa vai acompanhar usuários de celulares por 10, 20 ou 30 anos

 Um novo estudo examinando a relação entre o uso de aparelhos celulares e problemas de saúde no longo prazo, como câncer e doenças neurológicas, foi lançada nesta quinta-feira (22) em cinco países europeus. A pesquisa deve durar algumas décadas.

 Organizadores disseram que o estudo Cohort sobre Comunicações Celulares (Cosmos, sigla em inglês) seria a mais ampla realizada sobre o tema, examinando mais de 250 mil pessoas entre 18 e 69 anos de idade na Grã-Bretanha, Finlândia, Holanda, Suécia e Dinamarca.

 O professor Paulo Elliott, principal cientista na Imperial College de Londres para a parte britânica do estudo, disse que dados de pesquisas anteriores que examinaram a relação com a saúde têm sido, até agora, tranquilizadores, mas apontou que essas pesquisas frequentemente se limitam a um período de cerca de 10 anos.

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