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:: ‘sucessão presidencial’

Dilma participa de carreata e ato público em Conquista nesta terça

Vermelho

Reduto da esquerda na Bahia, a cidade de Vitória da Conquista, administrada desde 1997 por prefeituras do PT, foi uma das surpresas eleitorais no primeiro turno. Terceira maior cidade do estado, Conquista rendeu uma votação a José Serra (PSDB) superior à obtida pela candidata petista, Dilma Rousseff (PT): 41,27% para o tucano, e 39,43% para Dilma.

Não por acaso, a maior e mais importante cidade do Sudoeste baiano, distante 512 km de Salvador, foi escolhida por Dilma Rousseff para intensificar a sua agenda de atividades de rua no estado que lhe rendeu mais de 4 milhões de votos, e onde venceu em 415 dos 417 municípios. A presidenciável desembarca em Vitória da Conquista na próxima terça-feira (26/10) para participar de carreata ao lado do governador reeleito, Jaques Wagner (PT), como parte da meta de ultrapassar a margem de 70% de votação na Bahia.

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Em Vitória da Conquista, reunião define ações para última semana da campanha de Serra

Ascom | Conquista é Serra

Aconteceu na noite desta sexta-feira (22), na sede do PTN, a quarta reunião do grupo que apóia José Serra, candidato a presidência da República pelo PSDB, em Vitória da Conquista. Além de vereadores e ex-vereadores, participaram do encontro lideranças políticas de diversos partidos, entre eles, PR, PDT, PMN, DEM, PSDB, PTN, PMN, PTBe PMDB.

As lideranças iniciaram a reunião mostrando-se indignados com os atos de violência que Serra sofreu no Rio de Janeiro na última quarta-feira. Em seguida, fizeram um balanço das ações desenvolvidas até o momento, que foram consideradas bastante relevantes e inovadoras e, por fim, foi definido o roteiro de mobilizações nos próximos dias. :: LEIA MAIS »

Marina diz já ter sido procurada por Dilma e Serra após primeiro turno

G1

Ela afirmou que não sinalizou apoio durante as conversas. Candidata do PV teve 19,6 milhões de votos, quase 20% do total

 

Marina Silva durante entrevista coletiva

Um dia após a confirmação de que haverá segundo turno na eleição para presidente, a senadora Marina Silva (PV) disse ter sido procurada pelos candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) para discutir seu apoio na disputa.

A candidata do PV teve 19.636.359 votos, o equivalente a 19,33% dos votos válidos, com 99,99% dos votos apurados. “Ambos me telefonaram para parabenizar pela contribuição que demos ao país, pelas propostas que apresentamos e ambos, muito rapidamente, manifestaram desejo de ter uma oportunidade de conversar, caso eu ache isso oportuno, e no momento adequado” relatou.

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Dirceu tenta barrar avanço de Palocci em eventual governo Dilma

do Estadão

Após combater possível ida do rival para coordenar futuro governo, ex-chefe da Casa Civil quer impedir que ele retorne à economia.

A 35 dias da eleição de 3 de outubro e confiantes na vitória de Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno, os ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci disputam os rumos de eventual novo governo comandado pelo partido. Depois de emitir sinais contrários à possível indicação de Palocci para a Casa Civil, Dirceu luta agora para impedir que ele volte a ditar os caminhos da economia, a partir de 2011.

Os dois “generais” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reeditam a queda de braço que travaram no primeiro mandato do PT para definir a fisionomia do governo. Abatido pelo escândalo do mensalão, em 2005, e cassado pela Câmara, Dirceu vislumbra perda de influência se Palocci – ex-ministro da Fazenda – assumir a Casa Civil sob Dilma. :: LEIA MAIS »

A 42 dias do pleito, PMDB exige do PT a divisão de 50% do governo

do Estadão

Em caso de vitória de Dilma, partido de Temer deixaria de agir como ‘convidado’, passando a atuar como um dos ‘donos da casa’.

Poder dividido “meio a meio”. Assento no Planalto, entre os “ministros da casa”, e no Conselho Político que assessora o presidente da República. Henrique Meirelles na equipe econômica. Ministérios de “porteira fechada”, os cargos de sempre nas estatais e postos de comando nas vedetes do petróleo, a Petrobrás e a Petro-Sal. Senado e Câmara sob seu comando.

Com a campanha eleitoral em curso e ainda a 42 dias da abertura das urnas, é com essa precisão cirúrgica, alimentada pela liderança nas pesquisas da candidata aliada, Dilma Rousseff (PT), que o PMDB já define as regras de ocupação do poder. Como presidente do partido, deputado Michel Temer (SP), no posto de vice da chapa presidencial, o PMDB estima o tamanho da cota futura de poder baseado no argumento de que agora, se Dilma ganhar, o partido não é mais “um convidado”, mas na verdade um dos “donos da casa”, o Palácio do Planalto. :: LEIA MAIS »

Dilma abre 8 pontos sobre Serra, aponta pesquisa do Datafolha

do Estadão

Levantamento que indica 41% para petista e 33% para tucano é o 1º divulgado após debates na TV.

A candidata petista à Presidência Dilma Rousseff tem 41% das intenções de voto e vantagem de oito pontos porcentuais sobre o tucano José Serra, segundo pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira pela TV Globo.

Em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, feito há três semanas, Dilma subiu cinco pontos, e Serra caiu quatro. A candidata do PV, Marina Silva, permaneceu com o mesmo índice, de 10%.

A pesquisa foi a primeira a ser divulgada depois de dois eventos televisivos que colocaram os presidenciáveis sob os holofotes: o debate na Band, no último dia 6, e as entrevistas com Dilma, Marina e Serra no Jornal Nacional, da TV Globo, nos dias 9, 10 e 11, respectivamente.

O Datafolha fez as entrevistas para a pesquisa entre os dias 9 e 12 – ou seja, no universo do levantamento, a performance de Dilma no Jornal Nacional foi assistida por uma parcela maior de eleitores, em comparação a Serra. :: LEIA MAIS »

José Serra e Dilma Rousseff polarizam primeiro debate na TV, com foco em saúde e emprego

do Estadão | EBAND

Tucano criticou o abandono dos mutirões de cirurgias da época em que era ministro e a petista comparou os 14 milhões de empregos da era Lula com os 5 milhões de FHC; Marina teve participação tímida e Plínio atacou ‘bom-mocismo’ de todos os rivais.

O primeiro debate entre presidenciáveis na TV, que ontem reuniu, na Band, os candidatos José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), acabou se transformando em um duelo entre os dois primeiros, que Serra tentou puxar para a saúde e Dilma para números e realizações do governo Lula.

Em um dos poucos momentos mais fortes, o tucano chamou de “cruel” o abandono dos mutirões de cirurgias pelo atual governo e a petista comparou os 14 milhões de empregos da era Lula com os 5 milhões do governo FHC.

Foi um confronto morno, sem emoção, a não ser nas curtas e duras críticas de Plínio aos demais. Dilma sobreviveu, com certo nervosismo e algumas frases longas e genéricas, ao seu primeiro grande teste público. Ao final do programa – que foi moderado por Ricardo Boechat, e tendo como perguntadores os jornalistas Joelmir Betting e José Paulo de Andrade – a petista conseguiu passar os avanços do governo Lula e Serra, além de exibir sua familiaridade com a saúde, prometeu “estatizar” de novo empresas como os Correios, que em sua opinião foram aparelhados pelo PT.

Os quatro responderam sem surpresas à primeira questão, sobre qual seria sua prioridade entre saúde, educação e segurança. Plínio advertiu que nesses três “há um problema de desigualdade social” a ser enfrentado “com firmeza”. Marina, com voz rouca, ressaltou educação, “porque a desinformação é responsável pela falta de oportunidade”, mas elegeu a saúde, “porque o brasileiro não pode esperar mais nenhum momento”. Serra disse que os três “são como três órgãos do corpo humano” e já adiantou que “criará um ministério para a segurança pública”. Dilma disse que uma gestão não pode ter a prioridade pedida na pergunta, “tem de atender aos três, que são os pilares de um governo”. :: LEIA MAIS »

Deputado federal de 39 anos é a escolha do DEM para vice de José Serra

do G1

Deputado Índio da Costa, do Rio de Janeiro, foi oficializado como vice da chapa tucano-democrata. Indicação aconteceu após série de conversas e até anúncio de outro nome. ‘Foi surpresa para mim também’, disse ele após indicação.

DEM indica Indio da Costa (com o braço erguido) para a vaga de vice ao lado de José Serra

 O deputado Índio da Costa (DEM-RJ) disse nesta quarta-feira (30) ter sido surpreendido com sua indicação para o posto de candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB). A oficialização da aliança aconteceu nesta quarta cerca de uma hora após o anúncio do nome do deputado do Rio de Janeiro.

O parlamentar discursou na convenção do DEM logo após ter seu nome aprovado por aclamação. “É com muito orgulho que aceito essa tarefa em nome do Democratas. Foi surpresa pra vocês, mas foi surpresa para mim também.” Índio da Costa disse que “não tinha como recusar” o convite. Ele classificou Serra como “ o mais preparado para governar o país” e criticou o “loteamento da máquina pública” no governo federal.

O candidato a vice agradeceu ao ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (DEM), que o lançou na política, e outras lideranças do partido. O discurso de Índio foi rápido –durou cerca de cinco minutos.

Desfecho da crise :: LEIA MAIS »

Dilma sobe 4 pontos e encosta em Serra, diz Vox Populi

Uma nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República da Vox Populi, encomendada pela TV Bandeirantes e divulgada na noite deste sábado, 3, mostrou que José Serra, pré-candidato do PSDB, lidera a corrida com 34% das intenções de voto. Dilma Rousseff, do PT, aparece com 31%, seguida de Ciro Gomes (10%) e Marina Silva (5%).

A pesquisa, divulgada na noite deste sábado, 3, pelo Jornal da Band, avaliou ainda um cenário sem Ciro na disputa. Nesse caso, Serra fica com 38% e Dilma, com 33%. Na pesquisa anterior do Vox Populi, feita em janeiro, Serra aparecia com os mesmos 34% no cenário que também incluía Ciro Gomes. Já a pré-candidata do PT tinha 27% das preferências.

Entretanto, os questionários dos dois levantamentos não são idênticos. Na pesquisa mais recente, antes de apresentar aos entrevistados os cartões com os nomes dos candidatos e perguntar em quem pretendem votar, o instituto fez perguntas relativas ao grau de conhecimento sobre os concorrentes. Também foram feitas perguntas sobre os cargos que os candidatos já exerceram. :: LEIA MAIS »



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