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:: ‘sanções’

Ahmadinejad pede para UE marcar data para retomada de diálogo nuclear

estadão.com.br

NOVA YORK – O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse nesta sexta-feira, 24, que seu país está disposto a dialogar sobre seu controverso programa nuclear e pediu à chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, que contate o chanceler iraniano para marcar uma data para o início das negociações.

“A porta está aberta a conversações e negociações baseadas na justiça e no respeito”, disse o presidente iraniano. Ele se encontra em Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), onde discursou na quinta-feira.

“Se a senhora Catherine Ashton contatar o representante iraniano, poderá estabelecer uma data para as conversas. Segundo o plano provisório, em outubro, o representante do Irã se reunirá com um membro do 5+1 para decidir o início do diálogo”, disse o líder iraniano.

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Para jornais dos EUA, acordo é cartada do irã para evitar sanções

BBC Brasil/Estadão

Os principais jornais dos Estados Unidos em suas edições desta terça-feira veem o acordo nuclear negociado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, com o Irã do presidente Mahmoud Ahmadinejad como uma cartada diplomática de Teerã para evitar uma nova rodada de sanções no Conselho de Segurança da ONU.

 O “Washington Post” avalia em editorial que o acordo é “ruim” e “não fará nada para conter o programa nuclear iraniano”.

 “Pode, entretanto, descarrilar os esforços do governo Obama de concentrar a pressão internacional no Irã e dar ao regime mais tempo para enriquecer urânio e derrotar a sua oposição doméstica”, diz o jornal.

 “Em outras palavras, poderia ser um grande golpe diplomático para o regime do aiatolá Ali Khamenei, que foi muito habilidoso em explorar a aspiração dos líderes brasileiro e turco de afirmar seu papel global.”

 O acordo também foi parar na capa do “New York Times” e de outro jornal do grupo, o “International Herald Tribune”. Para ambos os jornais, o acordo não toca na “questão central” do problema, que é a insistência iraniana de continuar enriquecendo urânio e a sua postura de impedir verificações independentes.

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Brasil e Turquia pretendem aproximar o Irã da comunidade internacional

BRASÍLIA- Brasil e Turquia pretendem aproximar o Irã das potências ocidentais – que querem sancionar o regime de Teerã por seu programa nuclear – para evitar que a disputa entre as partes se torne um conflito internacional, afirmaram nesta sexta-feira, 16, os chanceleres dos dois países.

O tema foi discutido pelo ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, e seu colega turco, Ahmet Davutoglu, durante uma reunião em Brasília, poucos dias depois da Conferência de Segurança Nuclear realizada em Washington, onde o presidente Barack Obama insistiu na necessidade de sancionar o Irã.

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU – China, Estados Unidos, Reino Unido, França e Rússia), mais a Alemanha, pressionam o Irã para ser mais transparente acerca dos propósitos de seu programa nuclear.

Amorim insistiu na tese em que as sanções contra Teerã serão ineficazes ou somente afetarão os setores vulneráveis do país. “O que vai ocorrer é que as sanções serão débeis e não terão efeito, ou serão duras e afetarão a população mais pobre, não os dirigentes”, disse Amorim.

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Irã ameaça reagir a sanções e fazer com que países se arrependam

BBC Brasil

Ahmadinejad, afirmou nesta terça-feira que a comunidade internacional pode se “arrepender” caso aprove mais sanções contra seu país.

Em uma entrevista coletiva em Teerã, Ahmadinejad afirmou que os outros países devem pensar duas vezes antes de tentar impor limites ao programa nuclear iraniano.

“Qualquer decisão que eles tomem certamente não vai nos causar problemas”, disse o líder iraniano. “Não estamos encorajando uma repetição dos erros deles, mas isso não vai nos gerar problemas. Vai causar problemas apenas para eles.”

“Se alguém faz algo contra o Irã, então nossa resposta não será a mesma do passado, não será um aconselhamento ou explicação”, acrescentou. “Nós definitivamente vamos reagir e fazer com que eles se arrependam.” :: LEIA MAIS »



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