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:: ‘salário mínimo’

Fortalecido, Planalto fixa Imposto de Renda em 4,5%

Lu Aiko Otta, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – Perto de ser encerrada a novela do salário mínimo, o próximo passo da presidente Dilma Rousseff é corrigir a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A tendência é que ela seja reajustada em 4,5%, correspondente à meta de inflação para este ano.

“Eu posso afirmar que, quando a presidente sancionar a lei do salário mínimo, será editada uma medida provisória com a correção da tabela do Imposto de Renda, muito provavelmente, tendo o centro da meta da inflação”, disse o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). No Palácio do Planalto, a orientação que circula nos bastidores é não negociar esse índice. O problema é que as centrais querem correção de 6,47%, correspondente à inflação de 2010 medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o mesmo que corrigiu o salário mínimo e as aposentadorias.

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Governo enquadra base para aprovar mínimo de R$ 545 e PT ameaça infieis

Eugênia Lopes e João Domingos / BRASÍLIA e Andrei Netto /ENVIADO ESPECIAL A DACAR

A presidente Dilma Rousseff mandou avisar aos partidos aliados e aos sindicalistas que não negocia mais nada em torno do salário mínimo, fixado em R$ 545. Ela determinou ao PT que, se for preciso, feche questão em torno do assunto, o que possibilitaria a punição aos deputados e senadores que insistirem em outro valor. Em outra frente de ação, os líderes dos partidos aliados receberam a missão de enquadrar seus parlamentares, para que não apresentem nenhuma emenda contrária aos R$ 545.

A ideia do governo é que a proposta do mínimo seja colocada em votação já na próxima semana. “Se nenhum partido aliado apresentar nada, fica mais fácil derrubar as emendas da oposição”, disse o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), logo depois de um almoço com todos os líderes da base aliada ontem. Ele afirmou ter ouvido dos colegas a promessa de que todos os parlamentares aliados vão receber a orientação para não apresentar emendas.

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Lula resiste e centrais atacam novo mínimo

Leonencio Nossa / BRASÍLIA e Lucas de Abreu Maia / SÃO PAULO – O Estado de S.Paulo

Em dia de protesto de estudantes contra o reajuste dos parlamentares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou da campanha dos sindicalistas por um salário mínimo superior à proposta de R$ 540. As centrais sindicais reivindicam o valor de R$ 580.

Lula, que tomou café da manhã com jornalistas, disse que qualquer alteração no mínimo será decidida pela sucessora, Dilma Rousseff. Para o presidente, os sindicalistas não estão aceitando acordo fechado em 2007, que prevê reposições do salário mínimo levando em conta perdas com a inflação e a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

“Os companheiros sindicalistas não podem fazer um acordo e esse acordo só vale quando se é para ganhar mais”, disse. “Temos um acordo para recuperar o salário mínimo até 2023.”

O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, afirmou que prepara emendas à medida provisória que instituirá o valor do salário mínimo a fim de elevá-lo para R$ 580. Além disso, ele vai propor reajuste de 10% para as aposentadorias acima do mínimo.

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Câmara aprova MP que reajustou salário mínimo para R$ 510

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (5) a Medida Provisória que reajustou o salário mínimo para R$ 510, a partir de janeiro deste ano. O projeto segue agora para o Senado Federal. O valor do reajuste, que já está em vigor, foi mantido pelo Congresso. O relator, Pepe Vargas (PT-RS), fez mudanças no texto apenas em relação a reajustes para os próximos anos. O petista retirou do texto a previsão de reajuste para o próximo ano, que seria apenas da inflação deste ano. “Assim, a gente ganhou tempo para negociar com o governo para conseguir um valor maior na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e também no Orçamento”. O texto aprovado pela Câmara prevê ainda que, até março de 2011, o Executivo envie um projeto definindo uma política para reajustes do mínimo até 2023. Do G1



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