WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


janeiro 2020
D S T Q Q S S
« dez    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  


:: ‘Romeu Tuma Júnior’

Tuma Júnior vai deixar Secretaria Nacional de Justiça

Rui Nogueira e Vera Rosa/BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

Abandonado pelo Planalto, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, acertou na madrugada desta terça-feira, 11, com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que vai deixar o cargo ainda nesta terça-feira. Ontem, em reuniões no Planalto e no próprio ministério, os assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomaram conhecimento de um relatório da PF onde a polícia detalhava tudo o que sabia sobre as ligações de Romeu Tuma Júnior com a máfia chinesa.

Dida Sampaio/AE

Dida Sampaio/AE

Governo também foi colocado a par das ações de assessores do secretário

O governo também foi colocado a par das ações de assessores do secretário, que transformaram os gabinetes do Ministério da Justiça em verdadeiras “centrais de favores” prestados a amigos e familiares.

Nas reuniões de ontem, no Planalto, ficou clara a decisão da Polícia Federal de pedir ao Judiciário autorização para abrir uma investigação contra Tuma Júnior.

Diante da decisão, Lula concordou que Tuma não ficaria mais no cargo, mas que caberia ao ministro Barreto decidir a forma de afastamento – o ministro deixou às 20h o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do Executivo, e reuniu-se com Tuma, no ministério, até as duas da madrugada desta terça-feira.

Hoje, depois que a PF divulgou uma nota oficial detalhando todo o histórico de informações coletadas nas investigações que flagraram Tuma Júnior em situações que configuram, no mínimo, tráfico de influência, o secretário Nacional de Justiça decidiu que se afastaria por 30 dias. A informação, dada em primeira mão pelo site de notícias G1, irritou Tuma Júnior, que voltou a se reunir com Barreto.

:: LEIA MAIS »

PF liga Tuma Júnior, secretário nacional de Justiça, a chefe da máfia chinesa

Rodrigo Rangel, de O Estado de S.Paulo

Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela Polícia Federal (PF) durante investigação sobre contrabando ligam o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, ao principal alvo da operação, Li Kwok Kwen, apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.

A relação de Tuma Júnior com Kwen, também conhecido como Paulo Li, foi mapeada ao longo dos seis meses da investigação que deu origem à Operação Wei Jin, deflagrada em setembro de 2009.

Paulo Li foi preso com mais 13 pessoas, sob a acusação de comandar uma quadrilha especializada no contrabando de telefones celulares falsificados, importados ilegalmente da China.

Ao ser preso, Paulo Li telefonou para Tuma Júnior na frente dos agentes federais que cumpriam o mandado. Dias após a prisão, ao saber que seu nome poderia ter aparecido no inquérito, Tuma Júnior telefonou para a Superintendência da PF em São Paulo, onde corria a investigação, e pediu para ser ouvido. O depoimento foi tomado num sábado, para evitar exposição. Tuma declarou que não sabia de atividades ilegais de Li. O surgimento do nome Tuma Júnior no inquérito seguia em segredo até agora.

:: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia