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:: ‘reforma política’

Cunha diz que resultado da votação da reforma política é imprevisível

Foto: Divulgação

Presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse ontem (25) que o resultado da votação da reforma política, que será iniciada hoje (26) no plenário da Casa, é imprevisível, até porque, segundo ele, é uma decisão pessoal de cada deputado e não da bancada a qual pertença. “Essa votação não tem previsibilidade. A decisão de cada um deixa de ser partidária, passa a ser de caráter pessoal”. Cunha informou que a votação da reforma será por proposta de emenda à Constituição (PEC)l e os temas que forem aprovados passarão a fazer parte do texto da Constituição. De acordo com o presidente da Câmara, a votação poderá ser feita por meio de uma emenda aglutinativa de temas constantes de PECs em apreciação na Casa. “A votação pode ser através de emenda aglutinativa e ter destaques de preferência de itens em substituição a artigos da emenda”, disse. Perguntado se acredita que a reforma política será aprovada, Cunha preferiu fazer uma análise dos aspectos políticos da reforma. “Se nenhum dos modelos alcançar o número [de votos], significa que a opção do Parlamento foi manter o modelo que tá aí, que é uma forma de votar também. Quando você não passa qualquer modelo, significa que a opção da maioria é permanecer como está. Significa que estão satisfeitos como está, mas vai acabar a hipocrisia de chegar aqui pregando a reforma política. Amanhã aqueles que pregam a reforma política vão ter a oportunidade de votar”. O presidente da Câmara, que é defensor do modelo chamado de distritão, disse que ele é melhor que o sistema proporcional. “O distritão tem uma grande vantagem, os eleitores entendem. :: LEIA MAIS »

Senado instala comissão para reforma política

Rosa Costa

BRASÍLIA – Na presença do vice-presidente da República, Michel Temer e de outras autoridades do Executivo e do Judiciário, realiza-se nesta terça-feira, 22, no plenário do Senado o ato de instalação da Comissão que no prazo de 45 dias vai propor mudanças na estrutura política do País. De acordo com o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que preside a comissão, serão examinados 11 temas estratégicos que já são alvo de propostas na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. Entre eles o financiamento público das campanhas eleitorais ; alteração nas regras de escolha dos suplentes dos senadores e o voto distrital.

Participam da solenidade, além do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP)que criou a comissão, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Maia e o ministro do STF, José Antonio Tofolli, que preside a comissão de reforma eleitoral, instalada no ano passado no Senado. Do Estadão

Reforma política pode reduzir corrupção e desigualdade na distribuição de dinheiro entre candidatos

Elaine Patricia Cruz
 Agência Brasil

São Paulo – Dinheiro não contabilizado destinado à corrupção, desigualdade na distribuição de dinheiro entre candidatos e partidos políticos, campanha política cara e muito poder destinado a grandes empresas doadoras de campanhas políticas. Se esses são os principais problemas relacionados à captação de dinheiro para as campanhas políticas no Brasil, como evitar que ocorram ou diminuir seus efeitos?

Para a cientista política Helcimara Telles, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a solução passa por uma reforma política, aliada a uma legislação mais rígida que evite a sensação de impunidade. “Em cada pleito, cada estado tem 3 mil candidatos na disputa. Essa alta competitividade, por exemplo, faz com que os candidatos tenham que gastar muito para se sobressair”, disse. “Essa competitividade faz com que as campanhas fiquem muito caras”, completou. :: LEIA MAIS »



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