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:: ‘pulseira do sexo’

Pesquisa indica que maioria dos jovens entre 10 e 14 anos já usaram pulseirinhas do sexo

da Folha

Cerca de 90% de garotas com idades entre 10 e 14 anos ouvidas em pesquisa em São Paulo disseram já ter usado o acessório conhecido como pulseirinha do sexo. O estudo, realizado pela Secretaria de Estado da Saúde na Casa do Adolescente de Heliópolis, na zona sul, indica ainda que mais de 60% dos adolescentes diz desconhecer o significado das pulseiras.

Divulgação
Cerca de 90% das jovens de 10 a 14 anos já usaram pulseirinhas do sexo
Cerca de 90% das jovens de 10 a 14 anos já usaram pulseirinhas do sexo

Já entre os garotos da mesma faixa etária, quase 55% afirmaram já ter usado os acessórios. Ao todo, foram ouvidos 174 adolescentes e jovens entre 10 e 24 anos entre os meses de abril e maio deste ano.

De acordo com a médica Albertina Duarte Takiuti, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente da secretaria, o fato de muitos adolescentes usarem as pulseiras corresponde à necessidade de autoafirmação e de ser aceito no grupo.

Já na faixa etária de 15 a 19 anos, 38% das meninas afirmaram já ter usado as pulseirinhas, enquanto apenas 8,5% dos meninos admitiram o uso. :: LEIA MAIS »

Vereador Élan de Lozinho quer proibir a venda da “pulseira do sexo” em Itamaraju

O vereador Élan Wagner dos Santos Chaves (PSDB), acaba de apresentar a sugestão na Câmara de Itamaraju, através do Projeto de Lei 05/2010, que versa sobre a proibição da “pulseira do sexo” nas dependências da escolas públicas do município, bem como, qualquer iniciativa que possa direcionar as crianças e adolescente ao uso da alegoria.

À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente. Mas na realidade elas são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito.

Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de arrebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o ato físico a que corresponde à cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado distante. :: LEIA MAIS »

Assembleia de SC aprova em primeiro turno proibição das “pulseiras do sexo”

Os deputados da Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovaram em primeiro turno um projeto de lei que proíbe a comercialização e distribuição dos acessórios conhecidos como “pulseiras do sexo”. O projeto ainda deve passar por votação em segundo turno e depois pela sanção do governador.

Divulgação
Estado de Santa Catarina também proíbe "pulseirinhas do sexo" nas escolas
Estado de Santa Catarina também proíbe “pulseirinhas do sexo” nas escolas

Segundo a assembleia, o projeto de autoria do deputado Narcizo Parisotto, também já tramitou em caráter de urgência pelas comissões de Constituição e Justiça, de Educação, Cultura e Desporto e de Direitos e Garantias Fundamentais, de Amparo à Família e à Mulher.

Para o autor do projeto, os adereços devem ser proibidos devido ao apelo sexual que representam. ‘Cada cor representa uma ação que vai desde um inocente beijo no rosto até uma relação sexual’, afirmou Parisotto. :: LEIA MAIS »

VEREADOR QUER VETAR VENDA DE ‘PULSEIRAS DO SEXO’ EM SALVADOR

 Vereadores de Salvador se mobilizaram para fazer valer uma proposta do parlamentar Isnard Araújo (PRB), que quer proibir a vendas das chamadas “pulseirinhas do sexo” na cidade. O acessório de silicone, que virou mania entre os jovens da Europa e chegou ao Brasil, está disponível em diversas cores, em que cada uma delas representa uma prenda, que vai de um simples abraço a atos sexuais. Isnard diz que a novidade tem contribuído para erotismo precoce e deve ser desestimulado pelas famílias e escolas. O edil lembrou que em outros estados brasileiros já foram registrados casos de assassinato em consequência do uso das pulseiras. A utilização do apetrecho já está proibida nas escolas das redes municipal e estadual. Agora deve ser exterminado o comércio.

Bahia Noticias

Vitória da Conquista: Joel Fernandes destaca projeto que proíbe comercialização de “pulseiras do sexo”

Na sessão desta sexta-feira (9), o vereador Joel Fernandes (PTN) destacou o Projeto de Lei, de sua autoria, que proíbe a comercialização das pulseiras de silicone coloridas, mais conhecidas como “pulseiras do sexo” para menores de idade. Segundo o parlamentar, o PL visa proteger o público infanto juvenil que vem utilizando as denominadas pulseiras do sexo. Segundo o parlamentar, o Município deveria proibir o uso de tais pulseiras nas escolas públicas diante da polêmica que vem acontecendo em torno do tema em diversas cidades do Brasil. “Temos notícias de garotas que foram mortas por causa desta brincadeira”, afirmou.
Sobre a participação do Movimento LGBT na sessão, o parlamentar afirmou que todos devem aprender a conviver com respeito pelas diferenças. Ressaltou que acredita na “cura” para os gays, citando exemplos de ex-homossexuais que hoje são heterossexuais.

ASCOM/CÂMARA

Projeto de lei quer proibir “pulseiras do sexo” nas escolas de São Paulo

Um projeto de lei que proíbe o uso das “pulseiras do sexo” nas escolas municipais e particulares de São Paulo foi apresentado nesta quinta-feira (8) na Câmara Municipal da cidade.

A proposta foi criada tomando como base o caso de uma jovem de 13 anos de Londrina (Paraná), que disse ter sido vítima de estupro após usar o adereço. O caso aconteceu na penúltima semana de março.

Veja vídeo sobre o tema:

A entrega do texto foi o primeiro passo para que São Paulo tenha uma lei sobre o assunto. O projeto deve ser analisado ainda por comissões da Câmara e passar por duas votações em Plenário, antes de ir para aprovação do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

A previsão do gabinete do vereador Ricardo Teixeira (PSDB), autor do projeto, é de no mínimo dois meses até a lei entrar em vigor, caso ela seja aprovada.

Pela proposta, os professores dos colégios devem ser obrigados a se reunir com pais dos estudantes para esclarecer a medida e dar orientações quanto a questões sexuais. :: LEIA MAIS »

Pulseira do sexo poderá ser proibida em Vitória da Conquista

Com o objetivo de mobilizar a sociedade conquistense para um debate mais amplo sobre o assunto, que vem gerando polêmica no Brasil, o vereador Joel Fernandes (PTN) está apresentando na sessão da Câmara Municipal desta sexta (09) um projeto de lei que proíbe o uso da pulseira do sexo (colorida) em escolas públicas e particulares de Vitória da Conquista.

Na defesa do PL o edil ressalta o artigo 227 da Constituição Federal, que diz: “ é dever da sociedade proteger crianças e adolescentes de todas as situações que coloquem em risco sua integridade física e psíquica”, assim hà necessidade de se tomar uma providência para coibir a utilização dos adereços que têm conotação sexual e invadiram os ambientes educacionais.

O projeto será debatido e votado em três sessões, depois segue para o executivo promulgar a lei.

Leia aqui, em primeira mão, o texto na íntegra do projeto, bem como a sua justificação. :: LEIA MAIS »

SEC alerta para o uso de ‘pulseiras do sexo’

A Secretaria de Educação da Bahia (SEC), orienta as escolas públicas de todo o estado a proibir entre os alunos o uso das “pulseiras do sexo”, por conta de diversos casos de violência que vem ocorrendo em algumas cidades brasileiras.

A recomendação já vale a partir de hoje (8), mas a decisão final fica a critério da diretoria da escola. :: LEIA MAIS »

Projeto de Lei proíbe o uso das “pulseiras do sexo” nas escolas de Várzea Grande (MT)

O projeto de lei que proíbe o uso das “pulseiras do sexo” entre as adolescentes das escolas municipais de Várzea Grande, tramita na Câmara Municipal. Em Mato Grosso é o primeiro projeto de lei que trata sobre o tema. De autoria do vereador Toninho do Gloria (PV), o projeto prevê ainda que as direções das escolas chamem os pais para explicar as razões da adoção da medida. 
O uso as pulseiras coloridas de plástico que possuem conotação sexual são febre entre os adolescentes. Quem arrebentar uma das pulseiras recebe o “carinho” do significado da pulseira. Elas fazem parte de um jogo que começou a ser difundido nos Estados Unidos.
Na cidade de Navegantes (SC), um projeto de lei que proíbe o uso das “pulseiras do sexo” na rede municipal foi aprovado por unanimidade na cidade. O juiz da Vara da Infância e Juventude de Londrina (PR), Ademir Ribeiro Richter proibiu nesta quinta-feira (01), o uso e venda da “pulseira do sexo” para menores de 18 anos, na cidade. A decisão foi tomada depois da denúncia de estupro de uma adolescente de 13 anos que estaria usando o acessório.

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Três cidades proíbem uso de “pulseiras do sexo” em escolas

Pelo menos três cidades já proibiram o uso das “pulseiras do sexo” entre alunos das escolas da rede municipal. Na maior delas, em Manaus, a Secretaria Municipal de Educação decidiu ontem o veto dos adereços de plástico nas 450 instituições de ensino após a morte de duas jovens que usavam o produto.
A polêmica em torno do uso das pulseiras se intensificou na semana passada, quando foi divulgado o caso de uma menina de 13 anos que teria sido estuprada em Londrina (379 km de Curitiba) por causa do produto.
Na cidade paranaense, a polícia apura se ela foi violentada por incentivo do “jogo das pulseiras”. Nele, quem arrebenta o acessório recebe uma retribuição sexual da dona do adereço que varia de acordo com a cor do produto -se for roxa, vale beijo de língua; preta, sexo, entre outras possibilidades.
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Em MT, vereador quer proibir uso de pulseiras coloridas

Tramita na Câmara Municipal de Várzea Grande (MT) um projeto de lei que proíbe o uso das pulseiras de plástico coloridas, também conhecidas como “pulseiras do sexo”, nas escolas da rede municipal. De autoria do vereador Antonio José de Oliveira, o Toninho do Glória, do PV, o projeto prevê autonomia e poder a diretores de escolas para proibir o uso de tais adereços.

O projeto prevê também que tal proibição seja precedida de um trabalho de conscientização das crianças, adolescentes, pais e professores. O vereador, que preside a ONG MT Contra a Pedofilia, acredita que por trás do uso das pulseiras existe a “exacerbação da sexualidade entre adolescentes”. :: LEIA MAIS »

Proibição de pulseira do sexo divide opiniões em Londrina (PR)

A Justiça proibiu em Londrina, no Norte do Paraná, o uso de pulseiras coloridas conhecidas como “pulseiras do sexo”. A medida foi tomada depois do caso em que uma estudante de 13 anos acabou estuprada por dois rapazes, com a participação de outros dois. Na visão judicial, proibir o uso para menores de idade pode impedir a repetição de casos como esse.

Já a população não tem o mesmo ponto de vista, duvidando também de que os estudantes deixem de utilizar o acessório. A discussão em torno do uso das pulseiras é polêmica e não vai terminar com o caso de Londrina, que ainda está sendo investigado pela polícia.

Assista ao vídeo:

Após ter ‘pulseira do sexo’ arrancada, adolescente é estuprada em Londrina

Segundo a polícia, crime foi motivado pelo uso do adereço. Dos quatro envolvidos, três são adolescentes e um tem 18 anos.

Foto: Reprodução/TV Globo

Uma adolescente de 13 anos foi estuprada por pelo menos três rapazes, em Londrina (PR). O crime teria sido motivado pelo uso da  “pulseira do sexo”, segundo a polícia. A vítima foi abordada por um grupo composto por quatro jovens depois de sair da escola, na região central da cidade, por volta das 12h do dia 15 de março. De acordo com a Polícia Civil, um dos envolvidos tem 18 anos e vai responder em liberdade pelo crime de estupro de vulnerável. Os demais já foram identificados, mas ainda não prestaram depoimento até a manhã desta quarta-feira (31).

 A “brincadeira” das pulseiras funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até a prática de sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira. 

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