WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


julho 2020
D S T Q Q S S
« jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  


:: ‘promotora’

Pronunciamento: Situação da Segurança Pública nos municípios do Território de Identidade Vitória da Conquista

Drª Guiomar Miranda – Promotora de Justiça

Pronunciamento na Audiência Pública na Câmara Municipal de Vitória da Conquista – 10 de junho de 2010 (quinta-feira), às 8hs30min.

INTRODUÇÃO

Saudações. Agradecimento ao convite – falar da justificada ausência do Procurador Geral de Justiça, neste ato representado por esta Promotora de Justiça – subcoordenadora da Promotoria Regional de Vitória da Conquista e promotora criminal da cidade.

Em levantamento da CNT/Sensus, realizado em junho de 2007, quase 80% da população brasileira acredita que a violência está fora de controle. Uma enquête feita para o Relatório de Segurança Humana revela que o Brasil é o País onde 75% da população acredita que será vítima de violência num futuro próximo (in BEATO FILHO, Cláudio Chaves. “Sobre Caveiras, Impunidade e Desenvolvimento Social na Segurança Pública”)².

 DESENVOLVIMENTO: :: LEIA MAIS »

Pedido de férias de promotora em Vitória da Conquista é acatado

Valmar Hupsel Filho l A TARDE

Vitória da Conquista – O pedido de férias da promotora de justiça da promotoria regional de Vitória da Conquista, Genísia Oliveira, foi aceito pelo Ministério Público. A partir desta quarta-feira, 12, a promotora se afasta oficialmente das investigações sobre a autoria da morte de 11 pessoas e desaparecimento de três adolescentes em Vitória da Conquista. O promotor Marcelo Pinto assumirá as investigações.

Na manhã desta terça, 11, cerca de  60 familiares, amigos e colegas de corporação dos 10 policiais presos preventivamente saíram novamente às ruas de Vitória da Conquista para protestar contra a prisão dos PMs. Fizeram paradas de 15 minutos para discursos Uma terceira manifestação está agendada para quinta, 13, com a promessa de fechar a BR-116, que corta o município.

“Vamos parar o Brasil para protestar contra estas prisões arbitrárias”, bradou o presidente da Associação de Policiais, Praças e Bombeiros Militares (Aspra), Marcos Prisco. Ele questionou a operação feita pela Secretaria da Segurança Pública para prender os policiais, na última quarta-feira. “Utilizaram a tropa de choque para prender policiais que se entregaram voluntariamente”, disse.
:: LEIA MAIS »

Polêmica em Conquista: Promotora deixa o caso da acusação contra policiais

Valmar Hupsel l A TARDE

Lúcio Távora l Agência A TARDE

Genísia Oliveira disse que sofreu ameaças desde que começou a investigar envolvimento de PMs

Genísia Oliveira disse que sofreu ameaças desde que começou a investigar envolvimento de PMs

A promotora de Justiça da promotoria regional de Vitória da Conquista, Genísia Oliveira, não coordena mais as investigações do Ministério Público que apuram a responsabilidade de policiais em 11 homicídios e sumiço de três adolescentes ocorridos no dia 29 de janeiro, no Alto da Conquista.

Em ofício enviado ao MP, ela pediu afastamento do caso no mesmo dia em que entra em férias, justificando que faria cursos em São Paulo e no exterior. O procurador-geral de Justiça em exercício, José Gomes Brito, já acusou recebimento do pedido, mas ainda não divulgou decisão nem informou quem irá substitui-la.

O pedido foi protocolado no último sábado, 8. Na véspera, A TARDE informou com exclusividade que a promotora disse ter sofrido atentado e que vinha recebendo ameaças desde 30 de janeiro – dia seguinte à chacina. No sábado, ela retificou a versão e divulgou que dois homens em uma motocicleta dispararam contra o veículo de seu marido. :: LEIA MAIS »

Conquista: Promotora que chefiava força tarefa pede afastamento

CORREIO

A promotora que chefiava a força tarefa que resultou na prisão de 10 policiais militares em Vitória da Conquista informou nesta segunda-feira (10) que pediu afastamento do cargo. Genisia Oliveira disse que vai tirar férias e realizar cursos de especialização no exterior.

A promotora do Ministério Público informou na semana passada que estava sofrendo ameaças desde que começou a investigar o envolvimento de PMs na morte de onze jovens e no desaparecimento de três adolescentes em Vitória da Conquista. Na última quarta-feira (5), dez policiais foram presos após determinação da justiça.

Genisia Oliveira chegou a pedir proteção policial para sua família após seu marido ter sofrido uma tentativa de homicídio. Ele teve o carro alvejado por disparos de arma de fogo calibre 38 feitos por dois homens em uma moto. O marido de Genísia não foi atingido.

Essa é a segunda mudança na chefia da força tarefa. Em março, todo comando das investigações foi substituído e a promotora Ana Rita Nascimento foi substituída por Genisia Oliveira. De acorodo com a assessoria do Ministério Público Estadual (MPE), o pedido para afastamento da promotora está sendo analisado.

Polêmica em Conquista: Perícia não acha projéteis no carro de promotora

Valmar Hupsel Filho | A TARDE

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Vitória da Conquista não encontrou projétil nem vestígios de disparos no veículo do marido da promotora Genísia Oliveira.

Segundo ela, dois homens montados numa moto se aproximaram do veículo, dirigido por seu marido, e efetuaram três disparos na noite da última segunda-feira (3).

Um deles teria atingido o para-choque. A promotora supõe que tenha sido um atentado, uma vez que vem recebendo ameaças dirigidas à sua pessoa e familiares devido às investigações envolvendo policiais militares na morte e sumiço de jovens.

“Até o momento, não podemos afirmar que o veículo foi alvo de um atentado”, informou um graduado policial que participou da perícia e pediu para não ser identificado.

Segundo ele,um pedaço do para-choque do veículo foi retirado e está em poder da promotora para ser utilizado como prova. “Ela não quis ser ouvida hoje. Aguardamos sua presença e que ela nos traga o material para análise”, disse.

Gravação O policial informou ainda que foram analisadas as câmeras de segurança de um supermercado localizado em frente ao local onde teriam acontecido os disparos, na Avenida Rosa Cruz, por volta das 23h30. O local e hora são indicados como os do suposto atentado. “Vemos o veículo passando, mas sem moto por perto”, disse.

O policial informou que ontem mesmo foi aberto um inquérito policial para apurar a existência ou não do suposto atentado.“ Pode ter sido uma tentativa de assalto, mas vamos apurar todas as alternativas”, disse. :: LEIA MAIS »

Contradições: Promotora contesta declarações de César Nunes

A peça do carro da promotora Genísia Oliveira, vítima de um suposto atentado em Vitória da Conquista vai ser periciada em Salvador. O carro dela foi atingido por tiros na madrugada da última terça-feira (4).

A promotora contesta a declaração feita pelo secretário de Segurança Pública, César Nunes, sexta-feira (7), ao BATV, de que não há indícios de que ela estaria sofrendo ameaças.

Os promotores do grupo de operações especiais do Ministério Público chegaram sexta-feira a Vitória da Conquista. A equipe veio apurar a denúncia de atentado contra a promotora Genísia Oliveira.

Dois soldados da assistência militar do Ministério Público também estão na cidade para fazer a segurança particular da promotora. Genísia Oliveira está à frente do inquérito que investiga a participação de policiais militares na morte de 11 pessoas e no desaparecimento de três adolescentes no mês de janeiro.

Na última terça-feira, véspera da prisão de dez policiais que teriam participação nos crimes, e que já foram transferidos para a região metropolitana de Salvador, a promotora teria sofrido um atentado.

Ontem, o secretário de Segurança Pública do estado falou sobre o caso. ‘Até agora, não há nenhuma evidência concreta, nenhuma evidência firme de que ela esteja sofrendo ameaças. Determinamos de imediato que ela fosse ouvida, que fossem ouvidas as testemunhas desse suposto atentado. O carro não tem marca de bala nenhuma. As diligências estão sendo realizadas também pela Polícia Civil de Conquista’, afirmou o secretário de Segurança.

A promotora Genísia Oliveira contestou as declarações do secretário e apresentou o para-choque do carro com as marcas dos tiros. ‘Ele foi incauto quando ele disse que a perícia do meu veículo não constatou nenhum tiro. O tiro não foi no veículo, foi na lataria do carro e essa retirada foi feita do veículo porque logo depois dos tiros meu marido bateu o carro, em virtude do susto que ele tomou. Para cautelar provas, nós tiramos a parte desse material da lataria do veículo, que está aqui conosco. Portanto, os dois tiros estão aí. Se foi atentado, se foi tentativa de assalto ou se foi uma brincadeira, eu não sei’, afirma a promotora.

:: LEIA MAIS »

MP envia equipe para garantir investigações de crimes em Conquista

A TARDE On Line

O Ministério Público da Bahia (MP) envia nesta sexta-feira, 7, uma equipe com cinco pessoas para Vitória da Conquista. O objetivo é garantir a continuidade das investigações do órgão sobre o envolvimento de dez policiais militares na morte de 11 pessoas e desaparecimento de três adolescentes.

A medida foi tomada após a promotora Genísia de Oliveira denunciar que estava sendo ameaçada e seu marido sofreu um atentado em consequência do seu trabalho na força-tarefa que apura o caso.

Os policiais militares José Benjamim da Purificação e Leônidas Sena Farias, membros da Assistência Militar do MP, viajaram de manhã para Vitória da Conquista. No turno da tarde, seguem para lá o coordenador do Núcleo de Inteligência Criminal (NIC), o promotor de Justiça Luís Cláudio Cunha Nogueira, o assessor-especial do Procurador-Geral de Justiça, promotor de Justiça José Vicente Lima e o chefe da Assistência Militar do Ministério Público, tenente coronel Miguel Angelo Silva Oliveira.

O comandante de policiamento da Regional Sul da PM, coronel Ivo Silva Santos, e integrantes do Batalhão de Choque e da Companhia Especial da Polícia Militar também estão na cidade para reforçar a segurança no município.

Os crimes em Vitória da Conquista começaram após a morte do soldado Marcelo Márcio Lima.

Promotora que mandou prender 10 PMs é ameaçada de morte

Valmar Hupsel Filho l A TARDE

Lúcio Távora l Agência A TARDE

Promotora chega ao MP tensa e sem qualquer proteção

Promotora chega ao MP tensa e sem qualquer proteção

A promotora de Justiça da comarca de Vitória da Conquista Genísia Oliveira teve sua caminhonete importada de cor prata alvejada na noite da última terça-feira, 4, por um disparo de pistola ponto 40, arma de calibre de uso exclusivo de policiais. Horas depois, ela já estava em casa quando recebeu ameaça de morte, por meio de um telefonema anônimo a seu telefone celular pessoal.

O atentado e a ameaça ocorreram no mesmo dia do cumprimento de dez mandados de prisão de policiais militares do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), de Vitória da Conquista, acusados da participação em 11 homicídios e desaparecimento de três adolescentes na madrugada do dia 29 de fevereiro deste ano, no Alto da Conquista. A chacina teria ocorrido em retaliação ao assassinato do policial Marcelo Márcio Lima da Silva, ocorrida três horas antes.

Genísia Oliveira é a responsável pelas investigações sobre o caso e a suposta existência de um grupo de extermínio na cidade e integra a força tarefa de promotores que representaram na Justiça contra 35 PMs acusados de participapação nos assassinatos no Alta da Conquista. O juiz da 2ª Vara Crime de Vitória da Conquista, Reno Soares, acatou o pedido de prisão temporária e pediu aprofundamento das investigações.

Proteção – Na quinta, 6, a promotora fez contato com representantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MP (Gaeco). Ela ameaçou abandonar a investigação caso não fossem destacados policiais de Salvador para sua sua segurança. :: LEIA MAIS »

Durval resolveu não cair sozinho

Quando percebeu que pagaria sozinho pelo esquema de desvio de verbas públicas, ex-secretário resolveu colaborar. Leia a segunda parte da entrevista exclusiva de Aessandra Queiroga

Reprodução
Acuado por uma série de denúncias e abandonado pela mulher e por Arruda, Durval resolveu abrir o jogo

Rudolfo Lago

Operador de um esquema milionário de desvio de recursos públicos, o ex-secretário de Assuntos Institucionais do Governo do Distrito Federal resolveu ter como seus melhores amigos gravadores e câmeras de vídeo, que ficavam escondidos nos desvãos da sua casa ou de seus escritórios. Primeiramente, eles eram salvo-condutos para que Durval pudesse continuar transitando incólume no pântano de corrupção que ajudou a criar.

À medida porém, em que o esquema de desvio ia se ampliando e seus braços se tornavam mais evidentes, Durval foi percebendo que o sistema de  proteção que criara não vinha sendo suficiente para protegê-lo. Alvo do Ministério Público, Durval era já personagem principal das Operações Aquarela e Megabyte. Primeiro, em 2007, foi a Operação Aquarela, que investigou um esquema que envolvia instituições bancárias, entre elas o Banco Regional de Brasília no governo Joaquim Roriz, no desvio de verbas públicas. O envolvimento direto de Durval surgiu de forma mais explícita na Operação Megabyte. Também com a participação da promotora Alessandra Queiroga, a Operação Megabyte investigou, em 2008, irregularidades na compra sem licitação de serviços de informática, de muitas das mesmas empresas que surgiram agora na Operação Caixa de Pandora. Na verdade, a sistemática já era a mesma: dispensa de licitação para pagamento mais alto dos serviços para que se pudesse, com esse recurso a mais, tirar o dinheiro que era desviado para a corrupção e o pagamento de propina a aliados a integrantes do esquema.

Na Operação Megabyte, há já  uma operação de busca e apreensão na casa de Durval Barbosa. Exposto, o ex-secretário vê as coisas começarem a se complicar para o seu lado.  Sua vida familiar começa a ruir. Separa-se da mulher num processo turbulento. O cerco a ele se fecha. A proteção que esperava que viesse de Arruda, até com a promessa de que tinha nas mãos o Ministério Público do DF, não vem. Acuado, Durval admite a hipótese de contar o que sabe. Com a intermediação do jornalista Edson Sombra, informante de Alessandra e amigo do ex-secretário, Durval negocia sua delação premiada. E passa a ser, como mostra Alessandra na entrevista abaixo, prisioneiro do que fez e viu no Governo do Distrito Federal. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia