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:: ‘política’

Dilma deve manter Gabrielli no comando da Petrobrás em 2011

Vera Rosa – Estado de S. Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à sua futura sucessora, Dilma Rousseff, que mantenha José Sérgio Gabrielli no comando da Petrobrás pelo menos durante o ano de 2011. Na avaliação de Lula, não é aconselhável mexer na cúpula da companhia no ano em que a briga pela distribuição dos royalties do petróleo da camada pré-sal incendiará o Congresso.

Dilma já teve muitos embates com Gabrielli quando era ministra-chefe da Casa Civil, mas está inclinada a aceitar a sugestão de Lula. A ideia, porém, é que Gabrielli deixe a estatal mais à frente para ocupar uma vaga no secretariado do governo da Bahia. O presidente da Petrobrás é, hoje, o nome mais citado no PT para a sucessão do governador Jaques Wagner, em 2014.

Com a tendência da manutenção de Gabrielli na estatal – que tem previsão de investimentos de R$ 91,3 bilhões para 2011 –, é provável que a diretora de Gás e Energia da Petrobrás, Maria das Graças Foster, continue no mesmo posto. Amiga de Dilma, a engenheira química é o nome da preferência dela para substituir Gabrielli mais adiante. Além disso, no xadrez ministerial, é sempre lembrada para ocupar uma cadeira no Palácio do Planalto. :: LEIA MAIS »

Dilma Rousseff afirma que próximo ministro da Saúde terá perfil técnico

Gustavo Uribe e Roberto Almeida – Agência Estado

Em almoço com médicos e especialistas da área de saúde, na capital paulista, a presidente eleita, Dilma Rousseff, disse não abrir mão de um nome com perfil técnico para o Ministério da Saúde. A petista garantiu essa intenção a pelo menos cinco convidados presentes no evento e destacou que credenciais políticas não são suficientes para qualificar alguém para o posto, que, segundo ela, demanda também experiência na área. A presidente eleita participou hoje (20) de encontro com 26 especialistas e professores da área de saúde, evento promovido na residência do cardiologista Roberto Kalil Filho, do Hospital Sírio-Libanês. O médico coordenou a equipe que tratou Dilma Rousseff de um câncer linfático, no ano passado, e é cotado para assumir o Ministério da Saúde. A presidente eleita foi ao almoço acompanhada pelo deputado federal Antônio Palocci (PT-SP), outro nome cogitado para a pasta.

Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE
Palocci chega ao prédio onde mora o cardiologista Roberto Kalil Filho

A presidente eleita discutiu com os presentes, em tom informal, propostas na área de saúde e ouviu sugestões nas áreas de financiamento e gestão. Os convidados comentaram na saída do evento que a petista mostrou bastante interesse pelo tema e teria sinalizado que o tema seria uma das prioridades de sua gestão à frente do Palácio do Planalto. Dilma recebeu elogios até mesmo da titular da Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Linamara Batisttella, indicada para o posto pelo ex-adversário da petista na disputa presidencial, o ex-governador José Serra (PSDB). A secretária negou que a presidente eleita tenha falado em nomes para o Ministério da Saúde durante o almoço, mas salientou que todos os presentes no evento gostariam que Roberto Kalil Filho fosse o indicado para o cargo. O desejo foi endossado por outros convidados.

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No dia em que recebe Dilma, PT volta a criticar mídia e pede democratização

Eugênia Lopes e Vera Rosa, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – No primeiro encontro da presidente eleita, Dilma Rousseff, com o Diretório Nacional do PT, o partido ressuscitou a tese da regulação de conteúdo da mídia. Ao final da reunião, nesta sexta-feira, 19, o PT aprovou resolução propondo a “democratização da comunicação” e “um debate qualificado acerca do conservadorismo” nos meios de comunicação e na sociedade.

O partido diz que fará isso “respeitando a liberdade de imprensa”. O texto da resolução prega o “caráter laico do Estado brasileiro” e diz que a atual “guerra cambial” é apenas um dos sintomas das incertezas econômicas e políticas no âmbito internacional.

“Foi uma posição do partido. Não diz respeito à proposta do governo. A ação partidária não está relacionada com ações do Executivo”, disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra, ao final do encontro. O debate sobre o “conservadorismo” e as demais propostas são consideradas “medidas essenciais para superar o descrédito de amplos setores de nossa sociedade para com partidos e instituições”. :: LEIA MAIS »

Lula reage para barrar ‘blocão’ do PMDB e faz advertência aos aliados

João Domingos e Leonencio Nossa, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Foi rápida e forte a reação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à montagem de um “blocão” na Câmara dos Deputados liderado pelo PMDB, com 202 deputados, do qual participariam também o PR, PP, PSC e PTB. Menos de cinco horas depois do anúncio do bloco, o presidente Lula deu o troco. E arrancou de lá o PR e o PP.

Primeiro, Lula convocou ainda na noite de terça-feira ao Palácio da Alvorada a presidente eleita, Dilma Rousseff, e o ex-ministro Antonio Palocci, para orientá-los a não ceder espaço no futuro governo aos partidos que formaram o bloco. Depois, foi deflagrada uma operação nos partidos médios para desfazer o que havia sido montado pelo PMDB.

“O PR é aliado do governo e da presidente Dilma. Faz parte do governo. Não faremos nada em desacordo com o governo”, declarou a seus comandados o senador Alfredo Nascimento (AM), presidente da legenda e ex-ministro de Lula. Ele disse que qualquer decisão terá de passar pela Executiva e não está nos planos a formação de um bloco. :: LEIA MAIS »

Equipe de Dilma prepara reajuste do Bolsa-Família acima da inflação

Marta Salomon – O Estado de S.Paulo

A equipe de transição da presidente eleita, Dilma Rousseff, avalia a concessão de um reajuste acima da inflação para os benefícios do Bolsa-Família. De acordo com análise feita no governo, a reposição de pouco mais de 9% da inflação acumulada pelo INPC desde o último reajuste não seria suficiente para começar a tirar do papel a promessa de erradicar a pobreza extrema no País, feita durante a campanha ao Planalto.

Em maio de 2009, quando ocorreu reajuste do Bolsa-Família, o benefício passou a variar de R$ 22 a R$ 200, dependendo do grau de pobreza e da quantidade de filhos da família. Neste ano, o valor ficou congelado, por causa da eleição. O projeto de lei do Orçamento da União enviado ao Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva tampouco prevê reajuste. A decisão ficará para a presidente eleita. Os gastos anuais do programa estão estimados em R$ 13,4 bilhões. :: LEIA MAIS »

Empreiteiras com obras irregulares do PAC deram R$ 70,5 milhões ao PT

Alfredo Junqueira – O Estado de S.Paulo

Empresas responsáveis por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU) doaram R$ 240,5 milhões para campanhas políticas ao longo do primeiro turno das eleições deste ano. O partido mais beneficiado pelas contribuições dessas empreiteiras foi o PT, cujas campanhas receberam R$ 70,5 milhões. Somente a direção nacional da legenda foi agraciada com R$ 18,7 milhões.

Com base em processos disponíveis no site do TCU, o Estado identificou empresas responsáveis ou integrantes de consórcios de 9 das 18 obras do PAC que apresentaram irregularidades graves e que, portanto, terão de ser paralisadas. Entram nesse grupo a Camargo Corrêa, integrante do consórcio contratado para realizar melhoramentos no Aeroporto de Vitória (ES). Foi a empreiteira que mais doou no primeiro turno: R$ 91,7 milhões.

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Tiririca chega para audiência no TRE-SP e pode ser submetido a teste

Priscila Trindade, do estadão.com.br

SÃO PAULO – O deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido como Tiririca, chegou por volta das 9h20 desta quinta-feira, 11, à sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, na Bela Vista, no centro da cidade.

A audiência será para descobrir se ele é alfabetizado. Tiririca pode ser submetido a um teste para a coleta de material gráfico. O objetivo é confrontar a caligrafia do teste com o texto lançado no documento entregue à Justiça eleitoral. :: LEIA MAIS »

PT levará inventário de cargos a Dilma para cobrar fatia maior na Esplanada

Vera Rosa/BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Dilma Rousseff terá o primeiro encontro com a cúpula do PT para tratar de cargos e diretrizes do novo governo seis dias após voltar da viagem a Seul, onde participa da reunião do G-20 ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A presidente eleita é a convidada de honra da última reunião do ano do Diretório Nacional do PT, no próximo dia 19, que será realizada em um hotel de Brasília e contará com governadores do partido.

O inventário destinado à herdeira de Lula já começou a ser preparado pelas correntes do PT, que hoje comanda 17 dos 37 ministérios. Um dia antes do encontro haverá a reunião da Executiva do partido, para alinhavar as propostas. Oficialmente, Dilma comparecerá ao Diretório Nacional apenas para agradecer os companheiros pelo trabalho na campanha presidencial, a primeira sem Lula na chapa, nos 30 anos da legenda. :: LEIA MAIS »

TCU vê indícios de irregularidades graves em 32 obras federais

estadão.com.br

SÃO PAULO – Apuração do Tribunal de Contas da União (TCU) junto a 231 obras tocadas pelo governo federal detectou irregularidades graves em 32 delas, informa nesta terça-feira, 9, o site Contas Abertas. Dos empreendimentos com problemas, 18 fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Entre as irregularidades detectadas, as mais constantes são sobrepreço, superfaturamento, licitação irregular, falta de projeto executivo e problemas ambientais.

De acordo com o Contas Abertas, o TCU recomenda a paralisação das obras, além da retenção parcial de valores em outros seis empreendimentos. As suspeitas recaem principalmente sobre obras de transportes, sendo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e o Ministério das Cidades os órgãos que apresentaram os maiores problemas.

As obras do PAC com indícios de irregularidade incluem a Ferrovia Norte-Sul, a modernização e adequação da produção na refinaria Getúlio Vargas (Repar) e a Refinaria Abreu e Lima. :: LEIA MAIS »

Dilma deve tirar Meirelles do BC para reduzir juros logo no início do governo

João Domingos, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Embora avalie que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi importante para sustentar a política de combate à inflação do governo Lula e certeiro nas medidas de contenção dos efeitos da crise econômica mundial de 2008 e 2009 no Brasil, a presidente eleita, Dilma Rousseff, tende a não aproveitá-lo no posto.

É certo que Dilma vai centralizar em torno de si todas as ações econômicas do início do governo, disse ao Estado um de seus mais importantes colaboradores. Pretende, com isso, alcançar dois objetivos: forçar a redução nas taxas de juros logo na primeira reunião do Conselho de Política Monetária (Copom) e mostrar que, ao contrário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela terá o controle de todos os setores do governo, a começar pela economia. Tanto é assim que o primeiro bloco de auxiliares a ser anunciado será o da equipe econômica. :: LEIA MAIS »

DEM recusa ideia de fusão com o PSDB

Marcelo de Moraes, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – A ideia de fazer a fusão entre PSDB e DEM para criar um grande e fortalecido partido de oposição foi rechaçada ontem pelo presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ). Para o dirigente, a proposta diminuiria o espaço político da oposição no Congresso e ainda abriria a possibilidade para uma onda de desfiliações.

Maia lembra que uma das brechas jurídicas permitidas hoje para que parlamentares troquem de partido sem perderem o mandato por conta da regra de fidelidade partidária é justamente a fusão com outra legenda. :: LEIA MAIS »

‘Até logo’ de Serra desagrada a tucanos, que defendem renovação no partido

Roberto Almeida e Julia Duailibi, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – A declaração do candidato derrotado à Presidência da República, José Serra (PSDB), que em discurso sobre o resultado de anteontem disse que não dava um “adeus”, mas um “até logo”, causou polêmica entre tucanos e aliados, que reservadamente defendem uma renovação dos quadros da oposição nos próximos anos.

Serra, ao reconhecer a vitória da candidata do PT, Dilma Rousseff, sinalizou que não sairá da vida pública, embora não tenha mencionado se pretende voltar a disputar algum cargo eletivo. Houve repercussão negativa da declaração junto a aliados que se incomodaram com a frase “o povo não quis que fosse agora”, usada por ele para falar da derrota. :: LEIA MAIS »

Dilma exclui PMDB da primeira reunião para definir nomes da equipe de transição

João Domingos e Eugênia Lopes, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Mesmo com o vice na chapa, o PMDB foi alijado da primeira reunião da presidente eleita, Dilma Rousseff, realizada ontem de manhã e à tarde na casa da petista, no Lago Sul, um dos bairros nobres de Brasília, quando foram escolhidos os primeiros nomes da equipe de transição.

Essa equipe será comandada pelo presidente do PT, José Eduardo Dutra, e pelo ex-ministro Antonio Palocci. Só foram convidados para a reunião com a presidente eleita os petistas mais próximos e cada um recebeu a sua missão para a futura equipe de transição.

Entre os peemedebistas, notava-se um misto de decepção pela ausência de um representante do partido na reunião com a presidente eleita, e a certeza de que o partido será tratado assim mesmo, à distância, porque os lugares mais próximos a Dilma estão reservados aos petistas.

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Aécio e Marina lideram apostas para 2014

Marcelo de Moraes – O Estado de S. Paulo

Com a eleição presidencial polarizada pela petista Dilma Rousseff e pelo tucano José Serra, uma corrida política paralela foi deflagrada para garantir posições vantajosas na disputa de 2014. Assim, projetos nacionais de poder já foram incubados em várias disputas regionais.

Alguns desses movimentos foram bem claros. É o caso do ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB) e da senadora Marina Silva (PV-AC). Mas há outros nomes desde já de olho na disputa de 2014: os governadores eleitos de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Paraná, Beto Richa (PSDB), além dos governadores reeleitos de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB).

Assim como Marina e Aécio, todos representam lideranças mais jovens que aproveitaram a eleição para se consolidar e ocupar papel de destaque no cenário político nacional.

Aécio, de 50 anos, ganhou tudo em Minas. Foi eleito senador com votação expressiva, emplacou o sucessor Antônio Anastasia (PSDB) no governo e garantiu a vaga de senador para o ex-presidente Itamar Franco (PPS), derrotando na mesma eleição o ex-ministro Hélio Costa (PMDB), e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT). O resultado credencia o tucano como melhor aposta do PSDB para a sucessão presidencial daqui a quatro anos.

Marina Silva, de 52 anos, é nome consolidado para 2014. Credenciada por quase 20 milhões de votos no primeiro turno, mesmo contando com uma estrutura mínima de campanha e quase nenhum tempo de propaganda na televisão, ela se tornou a maior surpresa da corrida presidencial deste ano. Sua campanha bem sucedida formou uma base bastante sólida para a próxima eleição.

Geração. Eduardo Campos, de 44 anos, lidera o projeto nacional do PSB, que ampliou bastante sua representação no País. Cabral, de 47 anos, também se consolidou como maior liderança do Rio, deixando para trás grupos importantes representados pelo ex-prefeito Cesar Maia (DEM) e pelo ex-governador Anthony Garotinho (PR). Passa a ser mais importante ainda se o PMDB decidir bancar um projeto de candidatura presidencial descolado da parceria com o PT.

Entre os tucanos, Alckmin, de 57 anos, dá a volta por cima na sua trajetória política com a eleição para o governo de São Paulo.

Comandando o Estado mais populoso do País, passa a ter importância política para planejar uma nova campanha para o Palácio do Planalto, depois de ter sido batido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006.

Beto Richa, de 44 anos, saiu da Prefeitura de Curitiba para o comando do governo do Paraná, derrotando o senador Osmar Dias (PDT), que tinha o apoio de Lula e do governador Roberto Requião (PMDB). Os dois tucanos, no entanto, precisariam antes superar o bom momento de Aécio dentro do partido.

Na prática, a transição entre as disputas de 2010 e 2014 representa uma espécie de troca de gerações na política brasileira. Depois de dois mandatos, Lula deixará o governo com 65 anos. Pode até tentar um novo mandato em 2014, mas já estará perto dos 70 anos. Os dois principais candidatos à sua sucessão também passaram dos 60 anos. José Serra tem 68 anos e Dilma está com 62 anos. Eleita, é candidata quase certa à reeleição.

Há ainda o caso do deputado Ciro Gomes, de 52 anos, que sonhava com sua terceira campanha presidencial, mas viu o plano ser barrado pela direção do PSB e pelo próprio Lula e não disputou nenhum cargo este ano.

Projetos regionais. Um bom resultado nas eleições, entretanto, não garante o sucesso dessas incubadoras políticas. O principal problema é que, tradicionalmente, a maioria dos partidos não desenvolve projetos de poder em nível nacional. Preferem concentrar suas atenções nas disputas regionais onde possuem lideranças expressivas. :: LEIA MAIS »

Serra diz que é ‘bom para o mundo’ ouvir o papa defender a vida

Brás Henrique – Agência Estado

O candidato a presidente José Serra (PSDB) fez um rápido comentário nesta quinta-feira, 28, em Uberlândia (MG), sobre a atitude do papa Bento XVI, que condenou o aborto e conclamou os bispos brasileiros a orientarem politicamente os fiéis católicos. Serra disse que não leu a declaração do papa na íntegra, mas que conhecia o seu teor. “O papa é um líder espiritual mundial da igreja católica, ele tem o pleno direito de emitir as suas diretrizes e orientações para os católicos do mundo. (Ele) Tem plena liberdade de fazê-lo, é um guia espiritual muito importante, e a defesa da vida é algo que merece fazer parte das palavras do Papa, além do que é previsível, além do que é bom para o mundo ouvir isso: a defesa da vida”, disse o tucano. :: LEIA MAIS »

PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André

Ana Paula Scinocca e Leandro Colon

BRASÍLIA- Uma decisão da Justiça traz de volta um fantasma que acompanha o PT e transforma em réu o partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho. O assessor e o PT viraram réus num processo em que são acusados de participar de uma quadrilha que cobrava propina de empresas de transporte na Prefeitura de Santo André para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos. O esquema seria o precursor do mensalão petista no governo federal.

Na segunda-feira, a Justiça tomou uma decisão que abre de vez o processo contra os envolvidos. A juíza Ana Lúcia Xavier Goldman negou recursos protelatórios e confirmou despacho em que aceita denúncia contra Carvalho, o próprio partido, outras cinco pessoas e uma empresa. A juíza entendeu, no primeiro despacho, em 23 de julho deste ano, que há elementos suficientes para processá-los por terem, segundo a denúncia, montado um esquema de corrupção para abastecer o PT. “Há indícios bastantes que autorizam a apuração da verdade dos fatos por meio da ação de improbidade administrativa”, disse. :: LEIA MAIS »

PT prepara ofensiva judicial contra PSDB e Paulo Preto

Andrea Jubé Vianna – Agência Estado

O líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), e o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), preparam uma ofensiva judicial contra o PSDB e o ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), empresa do governo paulista, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto.

Ferro e Vaccarezza devem ingressar ainda hoje com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Eleitoral (MPE) em que pedem a abertura de investigação contra o ex-assessor do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Paulo Preto respondia por grandes obras de infraestrutura do governo de São Paulo, como o Rodoanel. Ele foi acusado de desviar R$ 4 milhões em doações para um suposto caixa dois da campanha de Serra, segundo reportagem da revista IstoÉ.

Em entrevista ontem ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o senador eleito por São Paulo Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) rechaçou as acusações, mas confirmou que é amigo pessoal de Paulo Preto. Ele também admitiu que recebeu R$ 300 mil de empréstimo do ex-diretor da Dersa, mas declarou que já o quitou. :: LEIA MAIS »



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