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:: ‘pedofilia’

Escândalo: Carta de 1985 mostra que Bento 16 resistiu a afastar padre pedófilo, diz agência

A agência Associated Press afirmou nesta sexta-feira ter obtido uma carta de 1985, assinada pelo hoje papa Bento 16, na qual ele resiste a um pedido de afastamento do padre americano Stephen Kiesle, envolvido em um escândalo de pedofilia.

Segundo a AP, o Vaticano confirmou que a assinatura é de Bento 16, que na época era o cardeal Joseph Ratzinger. Mas o porta-voz Federico Lombardi disse que o Vaticano “não acredita ser necessário responder sobre todos os documentos tirados de contexto referentes à situações legais”.

A carta, escrita em latim, é parte de uma série de correspondências entre o Vaticano e a diocese de Oakland, que pediu a exoneração de Kiesle em 1981 – o que só ocorreu em 1987.

A AP afirmou que o padre Stephen Kiesle foi condenado à três anos de liberdade condicional em 1978, pelo abuso de dois meninos em São Francisco. Ratzinger assumiu a Congregação de Doutrina da Fé, que lida com casos de abuso sexual, em 1981. :: LEIA MAIS »

Professor de judô é preso por pedofilia em Itabuna

Um professor de judô foi preso, no sul do estado, acusado de pedofilia, ele dava aulas em uma academia no centro de Itabuna. No apartamento dele, estavam uma adolescente de 13 anos e uma menina de 11 anos, alunas dele. Outra adolescente também confirmou a denúncia de abuso sexual.

Ruy Dias Freitas, de 51 anos, foi preso em flagrante. Ele é professor de judô há mais de 14 anos e dava aulas para crianças e adultos em uma academia no centro da cidade. De acordo com a polícia, ele foi preso no apartamento dele em companhia de duas menores. :: LEIA MAIS »

Em MT, vereador quer proibir uso de pulseiras coloridas

Tramita na Câmara Municipal de Várzea Grande (MT) um projeto de lei que proíbe o uso das pulseiras de plástico coloridas, também conhecidas como “pulseiras do sexo”, nas escolas da rede municipal. De autoria do vereador Antonio José de Oliveira, o Toninho do Glória, do PV, o projeto prevê autonomia e poder a diretores de escolas para proibir o uso de tais adereços.

O projeto prevê também que tal proibição seja precedida de um trabalho de conscientização das crianças, adolescentes, pais e professores. O vereador, que preside a ONG MT Contra a Pedofilia, acredita que por trás do uso das pulseiras existe a “exacerbação da sexualidade entre adolescentes”. :: LEIA MAIS »

Com autoridade suprema na Igreja e imune às leis, o papa se blinda contra a pedofilia

Nas últimas semanas, o pontificado de Bento XVI tem sido colocado à prova diante de centenas de denúncias de abusos sexuais cometidos por religiosos católicos na Alemanha, sua terra natal. Não bastasse o escândalo, que descortina uma sucessão de histórias sórdidas, o manto papal foi definitivamente maculado quando começaram a pesar sobre o sumo pontífice incômodas acusações de conivência com os supostos crimes.

Em 1996, ainda cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e homem forte de João Paulo II, ele teria feito vista grossa para mais de 100 denúncias de pedofilia que incriminavam o padre americano Lawrence Murphy, acusado de molestar crianças com deficiência auditiva. Em 1980, ainda bispo de Munique, o religioso teria optado pelo afastamento, e não pela denúncia formal, do sacerdote alemão Peter Hullermann, um notório pedófilo. Também paira sobre Bento XVI a suspeita de que ele saberia dos abusos no tradicional coral Regensburger Domspatzen, dirigido por seu irmão Georg Ratzinger, de 1964 a 1994. Em meio a essa névoa de desconfiança, o mundo fica cada vez mais reticente diante do chefe supremo da Igreja Católica, alvo de críticas incisivas e inclementes de vários setores da sociedade, que chegam a pedir seu afastamento do cargo. Tudo em vão. Na condição de papa, Bento XVI é inatingível pela justiça dos homens. :: LEIA MAIS »

CNBB defende o papa e critica mídia nos casos de pedofilia

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) saiu em defesa do papa Bento 16 e divulgou notas anteontem (da presidência da entidade) e ontem (do Celam, Conselho Episcopal Latino-Americano, presidido pelo arcebispo de Aparecida).
As entidades repudiam a suspeita de que o papa tenha sido conivente com abusos de padres a menores e criticaram a imprensa pela forma como trata o assunto. “Alguns meios de comunicação têm procurado atingir indiretamente o Santo Padre”, diz o texto feito pelo Celam.
A CNBB diz lamentar o que entende como uma campanha difamatória contra o papa e contra a Igreja Católica. “A imprensa tem noticiado com insistência incomum casos acontecidos nos Estados Unidos, na Alemanha, na Irlanda e também no Brasil”, afirma a entidade.
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Papa tem Via Crucis marcada por escândalos de pedofilia

O papa Bento 16 presidiu nesta Sexta-Feira Santa no Coliseu de Roma a tradicional Via Sacra, que relembra o calvário de Cristo até sua crucificação, evento que este ano foi ofuscado pelos escândalos envolvendo padres pedófilos e pela acusação de um membro da Igreja de que as denúncias relembram aspectos do antissemitismo.

Antes da Via Crucis no Coliseu, em rito religioso celebrado na presença do papa no Vaticano, o pregador-chefe da Casa Pontifícia, padre Raniero Cantalamessa, disse que a Igreja Católica e o sumo pontífice eram vitimas de um “ataque violento que recorda o antissemitismo” por causa das alegações de abusos sexuais cometidos por sacerdores.

AFP
Papa recebe ajuda de seu secretário pessoal, Georg Gaenswein, durante Via Sacra no Coliseu
Papa recebe ajuda de seu secretário pessoal, Georg Gaenswein, no Coliseu

Membro da ordem dos Frades Menores Capuchinhos, Cantalamessa é uma figura influente no Vaticano, sendo o único autorizado a pregar para o papa. A Casa Pontifícia é o nome dado ao grupo de pessoas que convive com o papa na Santa Sé.

Na homilia, Cantalamessa leu a carta de um amigo judeu, que escreveu para manifestar solidariedade ao papa por causa das alegações de abusos. :: LEIA MAIS »

Papa condena aborto e não menciona escândalos de pedofilia

O Papa Bento XVI deu início nesta quinta-feira às celebrações da Páscoa com uma condenação do aborto, mas sem abordar os escândalos de pedofilia na Igreja Católica que abalam vários países europeus, sobretudo a Alemanha, país natal do pontífice, assim como os Estados Unidos.
Durante uma misa na qual foram abençoados os óleos sagrados utilizados durante todo o ano, dedicada em particular à missão dos padres, o Papa voltou a condenar o aborto.
“É importante para os cristãos não aceitar uma injustiça elevada ao grau de direito, por exemplo quando se trata do assassinato de crianças inocentes que ainda não nasceram”, declarou na homilia. :: LEIA MAIS »

Igreja católica alemã abre linha telefônica para denúncias de pedofilia

A Igreja Católica na Alemanha está lançando nesta terça-feira uma linha telefônica especial para vítimas de abuso sexual por parte de padres. A linha será administrada a partir da cidade de Trier, no oeste do país. Os telefonemas serão atendidos por psicólogos e assistentes sociais.

O bispo local, Stephan Ackermann, foi escolhido para lidar com qualquer alegação feita contra o clero. Na segunda-feira, Ackermann anunciou que 20 padres de sua diocese foram acusados de pedofilia desde a década de 50. Dez deles já morreram, mas os outros estão sendo investigados.

Ackermann disse que ficou perplexo com as revelações e encorajou as vítimas a fazer denúncias.

Centenas de pessoas no país vieram a público desde o início deste ano na Alemanha dizendo que sofreram abusos por parte de padres quando eram crianças, entre as décadas de 50 e 80. :: LEIA MAIS »

PJ investiga três novos casos de padres católicos

“O Papa escondeu meu caso”, diz vítima de abuso sexual

DER SPIEGEL: Novos fatos contra o Vaticano elevam a pressão sobre o Papa Bento 16; uma renúncia é possível?

Continuam a surgir alegações de que o papa Bento 16 pode ter tido conhecimento detalhado de episódios de abuso sexual na Igreja Católica. Em 1996, a Congregação para a Doutrina da Fé, que ele liderava na época, decidiu não punir o padre pedófilo Lawrence Murphy. Com sua autoridade desgastada, por que ele permanece no cargo?
Quando é hora de um papa renunciar? Margaret Kässmann, ex-líder da Igreja Protestante na Alemanha, renunciou em fevereiro, depois de decidir que não possuía mais a autoridade moral necessária para seu cargo depois de ter sido pega dirigindo embriagada. Mas quanta autoridade o papa Bento 16 ainda tem?
Ultimamente, o que restou dela tem desaparecido quase que diariamente. Cada novo detalhe sobre o papel que ele teve na forma como sua igreja lidou com os episódios de abuso sexual a desgasta ainda mais. Mas um papa não renuncia, simplesmente. Ele não é presidente de uma empresa, ou o líder de um partido político – ele é o descendente espiritual direto do apóstolo Pedro. :: LEIA MAIS »

Papa encobriu caso de pedófilo na Igreja dos EUA, diz ‘New York Times’

RIO – Importantes autoridades do Vaticano, incluindo Joseph Ratzinger, então chefe da Congregação para Doutrina da Fé e que anos mais tarde viria a se tornar Papa, teriam ignorado casos de abuso sexual cometidos por um padre contra cerca de 200 menores surdos, de acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal “The New York Times”.

Segundo o diário, o padre Lawrence Murphy cometeu os crimes quando trabalhou em uma renomada escola para jovens surdos entre 1950 e 1974 no estado americano de Wisconsin. O caso, entretanto, só começou a ser investigado em 1993, quando o arcebispo de Milwaukee àquela época, Rembert Weakland, recebeu as primeiras denúncias contra Murphy. :: LEIA MAIS »

Vaticano investiga em Espanha 14 casos

Papa aceita renúncia de bispo irlândes após escândalos de pedofilia

CIDADE DO VATICANO – O Vaticano anunciou nesta quarta-feira que o Papa Bento XVI aceitou a renúncia do bispo irlandês John Magee, de 73 anos, acusado de negligenciar relatos de abusos sexuais em sua diocese, em Cloyne. Não foram divulgados detalhes sobre a renúncia de Magee. Antes de ser nomeado na Irlanda, ele foi secretário dos papas Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II. A renúncia do bispo é o mais recente resultado de uma série de escândalos de pedofilia que vem abalando a imagem da Igreja Católica na Europa.

Magee deixou de realizar suas tarefas diárias no ano passado para lidar com as investigações sobre os abusos. Investigações promovidas pelo governo irlandês deram origem a um relatório divulgado no ano passado com relatos de abusos sexuais contra crianças dentro de outras dioceses da Igreja na Irlanda, e supostos esforços dos religiosos para encobrir os casos. :: LEIA MAIS »

Interpol lança site de pedófilos mais procurados no G8

Há fotos dos suspeitos e descrição dos crimes pelos quais eles são procurados.

A agência de polícia internacional Interpol lançou um site que lista os suspeitos de pedofilia mais procurados entre o G8, que reúne as nações mais industrializadas do mundo.

O site, que é acessível por meio da página da Interpol (veja aqui), dá informações sobre Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Japão e Rússia. :: LEIA MAIS »

Novas denúncias são feitas contra padres e freiras na Alemanha

Ex-alunos do coral de Regensburger denunciaram quatro padres e duas freiras por pedofilia na Alemanha. Os casos são referentes as décadas de 70 e 80. Por três décadas [1964-1994], o coral foi regido pelo bispo Georg Ratzinger, irmão do papa Bento 16.

Desde janeiro, a Igreja Católica alemã é alvo de uma série de acusações de abusos sexuais e violência contra crianças em escolas e internatos nos anos 70 e 80.

Mais 4 sacerdotes e 2 freiras são acusados de pedofilia na Alemanha

BERLIM – O número de sacerdotes acusados de pedofilia no Coral de Ratisbona (sul da Alemanha) aumentou nesta segunda-feira para seis, confirmou Clemens Neck, porta-voz da diocese.

Entre os acusados estão quatro padres e duas freiras. Um dos homens trabalhou no internato em que Georg Ratzinger, irmão do papa Bento XVI, foi diretor musical durante três décadas.

Neck explicou que as acusações são anteriores a 1984. Os homens vivem atualmente em diversas dioceses da Alemanha, enquanto as duas mulheres sofrem de demência senil. Segundo ele, o número de vítimas continua aumentando, ao mesmo tempo em que são apresentadas acusações contra religiosos que já morreram.

No início do mês o Bispado de Ratisbona anunciou que dois religiosos da comunidade, mortos em 1984, foram condenados judicialmente por pedofilia. :: LEIA MAIS »



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