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:: ‘padre’

Padre José Augusto pede aos fiéis para não votarem no PT no segundo turno

Canção Nova TV

PT pede direito de resposta contra emissora católica Canção Nova por vídeo de padre contra o partido

Veja

Apesar da polêmica em torno de temas religiosos logo no início deste segundo turno, a coligação de Dilma Rousseff (PT) não se intimidou. Pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) direito de reposta contra a emissora católica TV Canção Nova. Segundo os advogados da campanha, um padre pediu aos fieis que não votem na candidata petista em um programa exibido ao vivo nesta terça-feira.

“Dentre outras afirmações falsas e ofensivas, de cunho difamatório e calunioso, o referido padre afirma que o PT é a favor da interrupção de gestações indesejadas”, diz a representação. A defesa argumenta ainda que o religioso afirmou que poderia ser preso ou morto por causa de suas declarações, sugerindo que tais práticas seriam cometidas por petistas.

Na ação o PT listou as acusações do padre contra a legenda e sua candidata: o partido defende a prática de aborto; a candidata e o PT pretendem aprovar leis que cerceiem as liberdades de imprensa e religiosa; ambos pretendem aprovar a celebração de casamento entre homossexuais; eles têm a intenção de transformar a nação brasileira em nação comunista com terrorista. :: LEIA MAIS »

Padre desvia mais de R$2 milhões de paróquia para pagar garotos de programa e presentes de luxo

Padre desvia mais de R$2 milhões de paróquia para pagar garotos de programa e presentes de luxo

O padre Kevin J. Gray, 64, foi preso no Estado de Connecticut (EUA) sob a acusação de ter roubado US$ 1,3 milhão [R$ 2,2 milhões] durante sete anos para pagar por garotos de programa e roupas de grife, além de hoteis e restaurantes de luxo. Gray trabalhou na paróquia do Sagrado Coração da cidade de Waterbury (no período entre janeiro de 2003 e 15 de abril deste ano), que após uma revisão de suas finanças percebeu que as contas dos últimos anos demonstravam retiradas ilícitas e estimou que o padre poderia ter roubado até US$ 1 milhão.

A pedido da arquidiocese de Hartford, a polícia local iniciou investigações no mês passado para apurar as suspeitas.

Após o inquérito, o padre se entregou hoje às autoridades e deve ser ouvido ainda nesta terça pelo tribunal de Waterbury.

De acordo com o jornal local “Hartford Courant”, Gray era bem visto na comunidade onde trabalhou durante 26 anos, passando também pelas paróquias de Santa Margarete e Santa Cecília. :: LEIA MAIS »

CPI deve convocar 30 testemunhas sobre supostos abusos de padre em Franca

da Folha

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia aprovou, em Brasília, a convocação de 30 pessoas para depor como testemunhas sobre os supostos crimes sexuais cometidos pelo padre José Afonso Dé, 74, da paróquia São Vicente de Paulo, em Franca (400 km de São Paulo).

O padre é acusado de abusar de meninos com idades entre 13 e 16 anos. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável e ato libidinoso mediante fraude. O padre nega as acusações, diz ser inocente e afirma que pode ter sido mal interpretado pelos jovens por ser “afetivo”.

De acordo com a assessoria do senador Romeu Tuma (PTB-SP), vice-presidente da CPI, entre os convocados estão seis adolescentes que supostamente foram alvos dos abusos, os pais dos menores e seis padres.

Os depoimentos devem ser tomados em Franca, mas as datas só serão marcadas depois do feriado de Corpus Christi.

O requerimento para uma acareação entre o padre e as supostas vítimas também foi aprovado pela CPI, mas isso só deve ocorrer depois dos depoimentos.

Igreja se diz “perplexa” com padre preso embriagado e seminu

Justiça de Alagoas revoga prisão de padre acusado de pedofilia

Carlos Madeiro
Especial para o UOL Notícias
Em Maceió

Depois de 18 dias preso, a Justiça de Alagoas revogou nesta quinta-feira (6) a prisão preventiva e concedeu liberdade ao monsenhor Luiz Marques Barbosa, 83, acusado de abusar sexualmente de coroinhas em Arapiraca (a 122 km de Maceió). A decisão foi do juiz Jonh Silas da Silva, da 8ª Vara Criminal e Execução Penal do município.

A decisão impõe que o monsenhor não deixe a cidade sem autorização e que compareça à Justiça sempre que for chamado. Barbosa foi flagrado em um vídeo fazendo sexo com um ex-coroinha de 18 anos.

O monsenhor havia sido preso no último dia 18, após prestar depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, do Senado, em Arapiraca. O argumento utilizado pelo presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), para o pedido foi que ele havia tirado um passaporte no início do ano e poderia fugir do país durante as investigações.

Dois dias depois de decretada a prisão, a Justiça concedeu o benefício da prisão domiciliar, devido a problemas de saúde do religioso.

No último dia 27, Barbosa, o monsenhor Raimundo Gomes e o padre Edilson Duarte foram indiciados pela Polícia Civil pelo crime de abuso sexual de menores. Além desse crime, o padre Edilson também foi indiciado por “importunismo ofensivo ao pudor” e ameaça, enquanto Barbosa foi enquadrado também por oferecer bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. Eles podem pegar penas entre quatro e 30 anos de prisão.

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Padre se converte ao protestantismo e gera polêmica na Diocese de Cajazeiras

Padres pedófilos de Arapiraca são indiciados por exploração sexual

Os três padres suspeitos de terem cometido exploração sexual contra adolescentes em Arapiraca (AL) foram indiciados pela Polícia Civil de Maceió nesta terça-feira (27). Um dos religiosos cumpre prisão preventiva em regime domiciliar desde o dia 20 de abril, em Arapiraca, após prestar depoimento na CPI da Pedofilia. O relatório da investigação ainda indiciou um dos padres pelos crimes de ameaça e importunação ofensiva ao pudor, de acordo com a Lei de Contravenções Penais.

Segundo a delegada Bárbara Arrais, uma das responsáveis pelo inquérito policial, o crime mais grave cometido pelos padres foi o de exploração sexual. “Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a pena para o crime pode variar de 4 a 10 anos. Essa, sem dúvida alguma, é a mais grave de todas as acusações contra eles que coletamos no inquérito.” :: LEIA MAIS »

Polícia Civil indicia padres suspeitos de exploração sexual em Alagoas

Fabiana Marchezi, do estadão.com.br

SÃO PAULO – A Polícia Civil de Alagoas indiciou na última terça-feira, 27, os três padres suspeitos de exploração sexual contra adolescentes no município de Arapiraca. Um dos religiosos, o monsenhor Luiz Marques Barbosa, de 83 anos, cumpre prisão preventiva em regime domiciliar há dez dias, depois de prestar depoimento na CPI da Pedofilia.

De acordo com a delegada Bárbara Arrais, uma das responsáveis pelo inquérito policial, a pena para o crime de exploração sexual pode variar de quatro a dez anos de prisão. Um dos padres também foi indiciado por ameaça e importunação ofensiva ao pudor.

Ainda segundo a delegada, agora, o relatório da investigação será analisado pelo Ministério Público Estadual, que deve decidir pela realização de novas diligências ou oferecer denúncia contra os indiciados. :: LEIA MAIS »

Padre é preso tentando subornar funcionários do Detran que aplicavam provas

Malta faz relato de reunião da CPI da Pedofilia em Alagoas

O senador Magno Malta (PR-ES), que preside a CPI da Pedofilia , fez um relato nesta terça-feira (20) sobre reunião da comissão ocorrida em Arapiraca (AL), há duas semanas. Os integrantes da CPI foram ouvir os depoimentos de ex-coroinhas que acusaram padres e dois monsenhores da Igreja Católica de abuso sexual.

O parlamentar disse que o inquérito policial envolvendo denúncia de abuso sexual de menores praticado por religiosos enfrenta sempre grandes dificuldades porque as pessoas convocadas ficam reticentes ou se calam devido ao que ele chamou de “império do medo”.

– É uma denúncia de ex-coroinhas que não aguentavam mais o fardo do abuso e, mais que isso, do império do medo sobre suas cabeças. E o império do medo inclui: ‘Olha, se você falar alguma coisa, quem vai acreditar em você? Eu tenho poder. Aqui, todo mundo beija a minha mão. Veja os políticos: eles passam por aqui, tiram fotos comigo para ter o voto dos fiéis. Ninguém vai acreditar em vocês’ – disse o senador. :: LEIA MAIS »

”Podemos estar diante de um esquema nacional”, diz senador sobre pedofilia de padres

 

Depois de colher os primeiros depoimentos de vítimas e testemunhas de um suposto esquema de abuso sexual a coroinhas em Arapiraca (AL), e da confissão de um padre acusado, o presidente da CPI da Pedofilia, o senador evangélico Magno Malta (PR-ES), afirmou que, ao contrário do que imaginava, o esquema descoberto em Alagoas é “muito grande” e pode não ser restrito ao Estado.

“É surpreendente e deu para ver que o esquema é muito grande. O monsenhor [Luiz Marques Barbosa] já foi capelão em São Paulo e essa coisa tem ramificação. Podemos estar diante de um esquema nacional. Vamos investigar”, assegurou, no intervalo entre os depoimentos, que aconteceram neste final de samana no Fórum da cidade.
Diante do volume de denúncias recebidas desde a sexta-feira (15), o senador já pediu o adiamento da apresentação do relatório final da CPI – o prazo salta de maio para novembro. “Temos muita coisa a investigar ainda”, adiantou Malta.
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Padre admite abusos à CPI da Pedofilia e pede proteção

Um padre admitiu que abusou sexualmente de ex-coroinhas menores de idade, em depoimento à Comissão Parlamentar do Inquérito (CPI) que apura casos de pedofilia o Brasil. A confissão foi feita em depoimento do religioso ao presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), durante audiência da Comissão no Fórum da Justiça Estadual, em Arapiraca, a 146 quilômetros de Maceió.

O padre disse ainda que os outros dois religiosos, que são monsenhores, também abusavam de ex-coroinhas desde que eles tinham 14 anos de idade. Além disso, ele afirmou que o dinheiro do dízimo (das oferendas) era usado para pagar os menores que foram aliciados por ele e os outros dois religiosos. :: LEIA MAIS »

Igreja transferiu suspeito de abuso sexual ao Brasil

Levantamento da Associated Press em 21 países mapeou 30 casos de padres suspeitos de abusos sexuais que foram transferidos para outras nações. Dois deles se relacionam com o Brasil, informa reportagem de Gabriela Manzini, publicada nesta sexta-feira pela Folha .

O primeiro é o do padre xaveriano Mario Pezzotti, acusado pelo americano Joseph Callander de abuso e de estupro, em 1993. Os crimes, dizia Callander, tinham ocorrido em 1959, quando estudou em um extinto colégio xaveriano do Estado americano de Massachusetts. O caso acabou num acordo indenizatório de US$ 175 mil. Na época, num bilhete, o padre disse que achara “a cura” no Brasil.

Mario Pezzotti saiu dos EUA para trabalhar com índios no Pará. Na Amazônia, as críticas ao clérigo geraram surpresa.

Outro caso é o do padre jesuíta Clodoveo Piazza, premiado por seu trabalho na Organização de Auxílio Fraterno, que mantém abrigos em Salvador. Italiano naturalizado brasileiro, ele chegou a ser secretário estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, antes de ser alvo de denúncias de abuso e exploração sexual. :: LEIA MAIS »

Delegada indiciará padre por estupro em Franca

A delegada Graciela de Lourdes David Ambrósio, que apura as denúncias envolvendo o padre José Afonso Dé, de 74 anos, disse nesta terça-feira (13/04) que irá indiciá-lo por estupro e ato libidinoso.
Ela conta que resolveu tomar essa medida após ouvir em torno de 20 depoimentos de pessoas ligadas ao caso.
O último depoimento foi do próprio acusado, que na companhia de advogados depôs durante mais de cinco horas na delegacia nesta segunda-feira (12/04). Ele negou tudo, mas para a delegada os depoimentos contrários são coerentes e levam a crer que o religioso teria mesmo cometido os crimes contra adolescentes de Franca.
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Mais um padre é denunciado por pedofilia em Alagoas

Escândalo: Carta de 1985 mostra que Bento 16 resistiu a afastar padre pedófilo, diz agência

A agência Associated Press afirmou nesta sexta-feira ter obtido uma carta de 1985, assinada pelo hoje papa Bento 16, na qual ele resiste a um pedido de afastamento do padre americano Stephen Kiesle, envolvido em um escândalo de pedofilia.

Segundo a AP, o Vaticano confirmou que a assinatura é de Bento 16, que na época era o cardeal Joseph Ratzinger. Mas o porta-voz Federico Lombardi disse que o Vaticano “não acredita ser necessário responder sobre todos os documentos tirados de contexto referentes à situações legais”.

A carta, escrita em latim, é parte de uma série de correspondências entre o Vaticano e a diocese de Oakland, que pediu a exoneração de Kiesle em 1981 – o que só ocorreu em 1987.

A AP afirmou que o padre Stephen Kiesle foi condenado à três anos de liberdade condicional em 1978, pelo abuso de dois meninos em São Francisco. Ratzinger assumiu a Congregação de Doutrina da Fé, que lida com casos de abuso sexual, em 1981. :: LEIA MAIS »



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