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:: ‘oeste’

Oeste baiano já supera os EUA produtividade

Tribuna da Bahia

Há 26 anos, sem novas opções de terras no Paraná, Walter Horita trocou a região pelo oeste baiano. Uma atitude considerada ousada pelos vizinhos. Longe de tudo e sem estradas adequadas, os desafios da nova região começaram logo cedo. Acostumado às terras férteis do Paraná, Horita amargou uma produção de apenas 14 sacas de soja por hectare na primeira safra plantada. Um desastre para o bolso.

Hoje, Horita cultiva 42 mil hectares com soja, milho e algodão. Quando as máquinas encerraram a colheita neste ano, ele constatou a produção de 62 sacas de soja e 196 de milho por hectare.

A colheita de algodão está começando e ele espera 330 arrobas por hectare. “Estamos com uma produtividade bem acima da dos Estados Unidos”, diz Horita.
A produção de Horita não está muito distante da média do oeste baiano, mas está acima dos padrões da região. Motivo: ele não mede esforços na utilização de novas tecnologias à disposição.

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Crianças ajudam na recuperação do cerrado no oeste da Bahia

do A Tarde

O parque recebeu mais de 10 mil visitas, principalmente de crianças em idade escolar Com 28 animais de nove espécies, o Parque Fioravante Galvani, em Luís Eduardo Magalhães, tem um projeto pioneiro no oeste da Bahia voltado para a educação ambiental por meio de visitas monitoradas. Em funcionamento desde setembro de 2006, o local já recebeu mais de 10 mil visitas, principalmente de crianças em idade escolar que, além de conhecer os animais e as plantas típicas da região, participam do projeto Renasce o Cerrado, para plantio de mudas de espécies nativas.

 “Este é o único criatório do Brasil onde os recintos dos animais têm mata nativa natural”, afirma a estudante de biologia da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) Valquíria Nascimento, que atua no parque como estagiária.

 Os animais chegam ao parque pelo Ibama, depois de apreensões e, pelo tempo de cativeiro, não têm mais condições de voltar à vida livre. Em outros casos, os  vitimados por atropelamentos e acidentes, com as condições físicas prejudicadas para manter a própria sobrevivência. Estão nesta situação um lobo- guará e um macaco.

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Oeste baiano: Cafeicultura do Oeste da Bahia supera desafios

O café faz parte da história do Brasil, gerando desenvolvimento em muitas regiões. No presente, é uma das bebidas mais consumidas e por consequência uma das culturas agrícolas de maior expressão.

Na maioria das zonas produtoras de cafés no país, este destacado setor tem passado por diversos desafios nas áreas que mais preocupam o setor agrícola, sendo a ambiental, social, financeira e profissional. Na esfera ambiental, radicionalmente se plantava café em montanhas, sendo hoje o maior entrave para continuar os cultivos nestas áreas.
No âmbito social, a cafeicultura emprega muita mão-de-obra, chegando a cerca de 50 % do custo de produção em regiões como Minas Gerais e São Paulo, conforme recente pesquisa da P&A Consultoria e divulgada no Jornal Valor Econômico. Diante dos conhecidos problemas trabalhistas e os altos custos, há necessidade de redução de mão-de-obra como alternativa para o cafeicultor continuar na atividade.
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Empresário conquistense inaugura montadora de aviões em Barreiras

Natural de Vitória da Conquista, mas radicado em Barreiras desde o início da década de 80, o empresário Kleber Rangel criou uma estrutura de montagem e está trazendo para Barreiras técnicos da região Sudeste e Sul para produzir aeronaves em escala

Já está funcionando no Hangar da Aero Centro, instalada no aeródromo da Associação Barreirense Aerodesportista (ABA) a montadora de aviões de pequeno porte que visa atender a necessidade de agricultores e empresários que buscam nesse tipo de transporte a agilidade e rapidez necessárias para percorrer longas distâncias, como é o caso da região Oeste da Bahia.

De propriedade do empresário Kleber Rangel, a Aero Centro, que por muitos anos manteve uma parceria com a fábrica de aeromodelos Paradise, atualmente decidiu montar seus próprios aviões. “Minha ligação com a fabricação de aviões de pequeno porte data do ano 2000 quando o empresário Noé Oliveira, trouxe para Barreiras um protótipo P1, aeronave de dois lugares da Paradise para que eu testasse e efetuasse a venda na região. Durante seis anos fui o responsável pela venda de todos os exemplares produzidos pela empresa”, comentou o empresário ressaltando que agora resolveu fazer o caminho inverso. “Enquanto a Paradise fabrica e exporta aeronaves prontas para os EUA e Austrália, a Aero Centro vai importar kits RVs dos EUA, fazer a montagem em Barreiras e efetuar a venda no mercado interno”, disse Rangel. :: LEIA MAIS »



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