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:: ‘nardoni’

Mãe de Isabella diz que cuidaria dos filhos do casal Nardoni se pudesse

Ana Carolina Oliveira, mãe da menina Isabella, afirmou nesta quinta-feira, em entrevista dada à rádio BandNews, que se pudesse cuidaria dos filhos do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados pela morte de sua filha –Isabella foi jogada do sexto andar de um prédio, na zona norte de São Paulo, há dois anos.

Ana Carolina disse que tem muito carinhos pelos dois filhos do casal, em especial pelo mais velho, com quem teve mais contato. “Eu acho que essas crianças são inocentes. Elas não têm culpa de nada. Se pudesse, eu deixaria ele [o mais velho] debaixo dos meus braços e protegeria e cuidaria dele”, disse ela.

Os pais das duas crianças foram condenados por homicídio e fraude processual (por ter alterado a cena do crime). O pai de Isabella foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão por homicídio triplamente qualificado: por ter sido usado meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima, e para garantir a ocultação de crime anterior. Já Anna Carolina foi condenada a 26 anos e oito meses de prisão. :: LEIA MAIS »

Advogado do casal Nardoni formaliza pedido de um novo júri

O advogado Roberto Podval, responsável pela defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, entrou na quarta-feira (31) com a petição de apelação e protesto por um novo júri no Fórum de Santana. O casal, condenado pela morte da menina Isabella Nardoni, já havia assinado o pedido de recurso na madrugada de sábado (27), assim que a sentença foi anunciada pelo juiz Maurício Fossen.

Na primeira medida, o advogado pode pedir a anulação do julgamento realizado na semana passada, com base em algo que ele argumente ter sido irregular –como a perícia, por exemplo– e pode tentar rediscutir a longevidade da pena. :: LEIA MAIS »

Após condenação, mãe de Isabella diz que “justiça foi feita”

Ana Carolina de Oliveira, mãe da menina Isabella, disse na tarde deste sábado que a justiça foi feita, em declaração após a condenação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. “O que aconteceu (a sentença) deu uma resposta que a justiça foi feita. Era o que eu esperava. Tinha muita gente competente trabalhando por isso”, afirmou.

Questionada sobre a comemoração de mais de 200 pessoas que aguardavam o veredicto em frente ao Fórum de Santana, na zona norte da capital paulista, onde os réus foram julgados, Ana Carolina disse que foi “uma maneira das pessoas expressarem toda a injustiça e maldade que acontece”.

Ela respondeu também a perguntas a respeito da possibilidade de Alexandre Nardoni cumprir parte da pena em regime semi-aberto, daqui a alguns anos. “Não entendo de leis. Existe essa falha. A sentença foi dada, mas, apesar de tudo, minha filha não vai voltar. Não pude acordar hoje e dar um abraço nela. O vazio ficou”, disse. :: LEIA MAIS »

Advogado de defesa dos Nardoni chora e diz que promotor o intimida

 O advogado de defesa do casal Nardoni, Roberto Podval, ficou emocionado durante sua argumentação, na tarde desta sexta-feira (26) e chegou a chorar. O advogado também elogiou o promotor do caso. “O Cembranelli me intimida.” 

Segundo o G1, Podval afirmou que defender Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, acusados pela morte da menina Isabella em março de 2008, é uma das missões mais difíceis de sua vida, mas que “defende o que acredita”.  Além disso, ele agradeceu a policiais e funcionários do fórum que, segundo o advogado, evitaram que ele fosse agredido.

Podval enfrentou manifestações durante os dias de julgamento, além de uma tentativa de agressão. :: LEIA MAIS »

Pelo cronograma, sentença do casal Nardoni só deve sair no final do dia

O quinto e provável último dia de julgamento do caso Isabella, previsto para começar às 9h desta sexta-feira (26), será tomado pelos debates entre a acusação feita pelo promotor Francisco Cembranelli e a defesa do advogado Roberto Podval. Antes disso, porém, pode haver leitura de alguns trechos do processo.

O enfrentamento começa com a fala do promotor que vai pedir a condenação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pela morte da menina Isabella, de cinco anos, em março de 2008. Cembranelli poderá defender sua tese por duas horas e meia.

Em seguida, é a vez de Podval, que defende os Nardoni. O advogado, que poderá usar o mesmo tempo, deve questionar o laudo da polícia e criticar as investigações. Para a defesa, a polícia não apurou a hipótese de uma terceira pessoa ter matado Isabella.

R7

Quarto dia de julgamento começa com interrogatório do casal Nardoni

Só depois dos depoimentos, defesa deve decidir se quer fazer acareação com mãe de Isabella

 

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella, serão ouvidos pelos sete jurados nesta quarta-feira

 O quarto dia de julgamento do caso Isabella, previsto para iniciar às 9h desta quinta-feira (25), começa com o interrogatório do casal Nardoni, acusados de jogar a menina do sexto andar de um prédio. A ordem dos depoimentos deve ser definida no início desta manhã.

 Na tarde de quarta-feira (24), o advogado de defesa Roberto Podval decidiu dispensar as 11 testemunhas que tinha convocado para depor, exceto Ana Carolina Oliveira, a mãe da vítima. Ela já foi ouvida, mas o defensor disse que quer ter o direito de fazer uma acareação entre ela e os réus se achar necessário. :: LEIA MAIS »

Com depoimento dos réus, quarto dia de julgamento é o mais esperado

O quarto dia de julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá é considerado o mais importante até agora. Os réus, acusados de matar a menina Isabella Nardoni em março de 2008, serão ouvidos logo no início do julgamento desta quinta-feira, previsto para começar por volta das 9h.

Os réus poderiam começar a ser ouvidos nesta quarta-feira, após os interrogatórios das testemunhas de defesa, mas o juiz optou por deixar os depoimentos de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá para quinta-feira, já que a previsão é que eles sejam longos.

Após a fase dos depoimentos dos réus, será a vez dos debates entre a acusação e a defesa. Cada um terá o direito de falar por duas horas e meia. Se a promotoria quiser, poderá usar mais duas horas para réplica, o que automaticamente dará direito à defesa de usar o mesmo tempo para tréplica.

Terminado o debate, os jurados serão questionados pelo juiz se têm condição de julgar o caso ou se querem alguma explicação. Se o júri responder que há condição de julgar o caso, todos passarão à sala secreta e decidirão o destino do casal. A expectativa é que o julgamento dure até sexta-feira. :: LEIA MAIS »

Caso Isabella: Defesa quer explorar contradições entre delegada e perita

O advogado de defesa do casal Nardoni, Roberto Podval, deixou claro nesta terça-feira (23) que vai explorar supostas contradições entre o trabalho apresentado pela delegada Renata Pontes, ouvida nesta terça-feira, e o trabalho da perita Rosângela Monteiro, que será ouvida nesta quarta (24).

‘O relatório dela (delegada) ela justifica com a perícia. Quando eu pergunto o que ela pôs no relatório que estava na perícia, ela diz ‘eu copiei e colei’. Amanhã (quarta, 24) nós vamos ouvir a perita para ver o que ela colocou no laudo. E aí nós vamos de repente comprovar que o que a delegada usou no relatório não são as mesmas conclusões que a perita usou no laudo’, afirmou o advogado.  :: LEIA MAIS »

Queda do 6º andar não foi determinante para morte de Isabella, afirma legista

A queda do 6º andar do prédio em que seu pai morava não foi a causa determinante para a morte da menina Isabella Nardoni. Lesões causadas por asfixia e por uma queda anterior – ela teria sido atirada no chão – já teriam comprometido gravemente o seu estado de saúde, segundo o legista Paulo Sérgio Tieppo Alves. Leia mais: Isabella foi jogada no chão após asfixia, diz médico legista Defesa do casal Nardoni “segura” segunda testemunha do caso Advogado defende isolamento de mãe de Isabella para acareação com os Nardoni Julgamento recomeça com depoimento de testemunhas; réus serão ouvidos amanhã “Ela já tinha os parâmetros vitais comprometidos quando caiu”, disse Paulo Alves, um dos responsáveis pelo laudo que determinou as causas da morte de Isabella: asfixia e politraumatismo. Para ele, as lesões causadas pela queda seriam muito mais graves e haveria maior sangramento se Isabella estivesse em condições de saúde normais. :: LEIA MAIS »

Caso Isabella: testemunha surpresa da acusação é um perito baiano

A testemunha que vinha sendo listada como “surpresa” da acusação no julgamento do casal Anna Jatobá e Alexandre Nardoni é o renomado perito baiano Luiz Eduardo Carvalho Dórea. A informação anterior era que a quarta testemunha a ser ouvida nesta terça-feira, 23, seria um policial militar que esteve no local do crime pouco após o acontecido, em março de 2008. Trata-se, na verdade, do perito baiano. As informações são do portal G1. Espera-se que ele seja ouvido ainda nesta terça.


Segundo as informações divulgadas, o perito foi consultado pelo Ministério Público com relação ao laudo feito pela perita baiana Delma Gama a pedido da defesa. Carvalho Dórea teria encontrado, no documento entregue pela perita, trechos escritos por ele em um de seus livros e colocados ali em contexto diferente. A aposta da acusação é que o depoimento de Dórea possa desacreditar a análise dos advogados de defesa do casal Nardoni.

Dórea já foi diretor geral da Polícia Técnica da Bahia e trabalha atualmente na Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-BA). Tem, em seu currículo, livros lançados e costuma dar aulas a policiais técnicos de todo o Brasil. 

Segundo dia – O segundo dia do julgamento do caso Isabella Nardoni começou, nesta terça-feira, 23, por volta de 10h05, com mais de 1 hora de atraso, por conta da montagem das duas maquetes (do edifício London e do apartamento de Nardoni, de onde a menina caiu). A primeira testemunha a depor durante o dia foi a delegada Renata Helena Silva Pontes – comum à defesa e à acusação, que não havia terminado o testemunho até 12h30. Aos presentes no Fórum, a delegada disse ter indiciado o casal Nardoni pela certeza do envolvimento do casal na morte de Isabella. :: LEIA MAIS »

Segundo dia de julgamento do caso Isabella começa com atraso

Arquivo | AE

O segundo dia do julgamento do caso Isabella Nardoni começou, nesta terça-feira, 23, por volta de 10h05, com mais de 1 hora de atraso, por conta da montagem das duas maquetes (do edifício London e do apartamento de Nardoni, de onde a menina caiu). A primeira testemunha a depor durante o dia foi a delegada Renata Helena Silva Pontes – comum à defesa e à acusação. Aos presentes no Fórum , a delegada disse ter indiciado o casal Nardoni por ter certeza do envlvimento do casal na morte de Isabella.

No depoimento, o promotor Francisco Cembranelli pediu para que a delegada relatasse onde havia marcas de sangue visíveis no apartamento dos Nardonis. Ela respondeu que elas estavam na entrada do apartamento e no lençol do quarto dos filhos do casal. O restante das manchas – encontradas no carro e perto do sofá – só foram visíveis com o uso de reagente químico. :: LEIA MAIS »

Entenda como funciona um júri popular

Começou na segunda-feira (22), no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo, o julgamento de Alexandre Nardoni, de 31 anos, e Anna Carolina Jatobá, de 26 anos, acusados pela morte de Isabella. De acordo com a legislação brasileira, o júri popular está previsto para quatro crimes dolosos contra a vida: homicídio, auxílio-suicídio, infanticídio e aborto.

Veja a cobertura completa do julgamento do caso Isabella

No júri popular, pessoas ligadas à comunidade onde ocorreu o crime são recrutadas de uma lista do judiciário para julgar o caso. Normalmente, 25 pessoas são convocadas para formar um júri. A Justiça ordenou a convocação de 40 pessoas para o caso Isabella para evitar falta de quórum – é necessário que, ao menos, 15 pessoas compareçam no dia do julgamento. :: LEIA MAIS »

Mãe de Isabella chora durante julgamento do casal Nardon

A mãe da menina Isabella, Ana Carolina Oliveira, chorou muito na noite de hoje diante dos sete jurados ao ser ouvida por cerca de duas horas e meia no julgamento Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella em 29 de março de 2008. Testemunha de acusação no júri no Fórum de Santana, em São Paulo, a mãe da menina narrou brigas que presenciou entre o casal e se emocionou ao relembrar da sua chegada ao Edifício London, na noite da morte de Isabella. Uma jurada também chorou durante o depoimento, que encerrou o primeiro dia do julgamento, por volta das 22h. :: LEIA MAIS »

Sete testemunhas são dispensadas

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Sete testemunhas foram dispensadas pela defesa do casal Nardoni e pela Promotoria. São elas Rosa Cunha de Oliveira (avó de Isabella), Geralda Afonso Fernandes (vizinha), Paulo Vasan Geu (escrivão), Luiz Alberto Spinola de Castro (investigador), Cláudio Colomino Mercado (agente policial), Adriana Mendes (policial) e Walmir Teodoro Mendes (investigador). (Por Luciana Bonadio).

O julgamento de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, madrasta e pai da garota Isabella, morta em 2008, foi retomado na tarde desta segunda (22).

Será feita a leitura da sentença de pronúncia, que deve durar uma hora. Depois, os jornalistas serão autorizados a entrar no plenário. Terá início, então, a oitiva das testemunhas, começando pelas de acusação.

A mãe da garota, Ana Carolina Oliveira, deverá ser a primeira a ser ouvida. (Por Luciana Bonadio).

G1

‘Caso Isabella é terceira maior injustiça cometida no Brasil’

Antes de entrar no plenário do Fórum de Santana, o pai do réu Alexandre Nardoni, o advogado Antonio Nardoni, afirmou aos jornalistas que a acusação feita ao seu filho e à sua nora Anna Carolina Jatobá de terem matado Isabella é a terceira maior injustiça cometida no Brasil.

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Segundo ele, a primeira é a Escola Base. A segunda foi o caso da mãe acusada de colocar cocaína na mamadeira da filha. “Não tem nada nos autos que prove a culpa dos réus”. De acordo com o advogado, seu filho e sua nora estão confiantes e tranquilos.

“Esperamos que a justiça seja feita e que os jurados tenham vindo dispostos a pelo menos ouvir a defesa, sem pré-julgamento”, disse. Ele afirmou também que almoçou com Alexandre no domingo em Tremembé, e que o filho está calmo, pois sabe que não fez nada. Indagado sobre a culpa de Anna Jatobá, ele respondeu: “Nós também confiamos nela.”

Estadão

Julgamento dos Nardoni começa após 1h de atraso

O início do julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella, começou às 14h17. O sorteio dos jurados já foi realizado, após atraso de mais de uma hora. Previsto para iniciar às 13h, 40 minutos depois o advogado de defesa do casal Roberto Podval ainda se reunia com o juiz Maurício Fossen, debatendo informações sobre o processo e sobre a escolha das testemunhas a serem ouvidas, informou a assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, foi morta na noite de 29 de março de 2008. A perícia concluiu que a menina foi atirada do sexto andar do prédio onde moravam seu pai, Alexandre, sua madrasta, Anna Carolina, e dois filhos pequenos do casal, na Vila Isolina Mazzei, zona norte de São Paulo. O crime comoveu o País e ganhou grande repercussão.

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Acompanhe o primeiro dia de julgamento do caso Isabella

A movimentação em frente ao fórum é grande, mas o julgamento, previsto para começar às 13 horas, ainda não teve início. Ainda não há informações sobre o motivo do atraso, nem um novo prazo para a sessão começar. (Fabiana Marchezi)

 13H42 – ALÉM DOS NARDONIS

 Sibelle Irikura, de 32 anos, está em frente ao fórum por um motivo diferente da grande maioria. Ela foi ao local para participar de uma audiência de conciliação como representante da empresa onde trabalha, a Unimed. Sibelle está acostumada a frequentar audiências e, ainda que soubesse da movimentação que encontraria, ficou impressionada com o que viu. “É muito chocante tudo isso”, comenta.

 Sua audiência começa às 14h30. Ela ainda não sabe se entra no prédio ou espera o movimento baixar. Sobre o julgamento, ela resume: “Se eles forem absolvidos lá dentro, vão ser condenados pelo povo aqui fora.” (Gabriel Vituri) :: LEIA MAIS »



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