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:: ‘municipal’

Audiência da Câmara de Vitória da Conquista discutirá acessibilidade

da Ascom | Gilzete Moreira

A Câmara Municipal realiza, nesta quinta-feira (12), às 8h30, audiência pública para discutir a acessibilidade dos portadores de necessidades especiais em Vitória da Conquista. A audiência é uma iniciativa dos mandatos dos vereadores Gilzete Moreira (PSB) e Alexandre Pereira (PT), e tem por objetivo informar e sensibilizar a população quanto à importância de garantir acessibilidade às pessoas que possuem algum tipo de limitação física.

Apesar de algumas ações já serem realizadas de forma a garantir o respeito a acessibilidade, muito falta para realmente serem efetivados os direitos dos deficientes, definidos em leis e também no Estatuto da Pessoa com Deficiência da ONU. :: LEIA MAIS »

Seca deixa em emergência a zona rural de Muquém do São Francisco

do A Tarde

O lavrador Nicolau Pereira Leite tem esperança de que a chuva aconteça em outubro e novembro

 Os moradores de diversos povoados e assentamentos na zona rural de Muquém do São Francisco, a 710 km de Salvador, somando 1.450 pequenas e médias propriedades, estão enfrentando dificuldades de sobrevivência por causa da seca que assola o município.

 Para minimizar os problemas de falta de água e comida, a administração municipal decretou situação de emergência, que foi homologada pelo governador Jaques Wagner por meio do Decreto 12.159/2010, facilitando a vinda de ajuda à população. Com clima de seco a semiárido, a precipitação pluviométrica anual no município é de 985,4 mm em média.

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Professores municipais de Conquista anunciam paralisação de atividades

da ASCOM | SIMMP

Após receberem as notícias da segunda rodada de negociação com a prefeitura, que aconteceu na última terça-feira, 24/05, os professores da rede municipal de ensino resolveram paralisar as atividades escolares. Dentre as questões que motivaram tal atitude está o ínfimo índice de reajuste proposto pelos gestores, o qual varia entre 4,31% e 7%, tendo como média 5,36%.

A proposta da administração está totalmente em desacordo com a dos docentes, que reivindicam 17,12% para o piso salarial (de acordo com o reajuste do Fundeb, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica) e uma nova composição de tabela, com outros níveis e classes, uma vez que a atual está defasada.

Os gestores desconsideraram a proposta dos docentes ao oferecer um índice menor que o do salário mínimo e congelar os níveis I, II e III, desvalorizando o tempo de serviço. “A tabela apresentada além de precarizar o trabalho docente, evidencia a falta de compromisso dos gestores com a educação pública de qualidade, descaracterizando a propaganda do governo participativo, uma vez que este diz priorizar o servidor, sobretudo os da área educacional”, afirmou a diretora do SIMMP, Janete Dias. :: LEIA MAIS »



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