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:: ‘minas’

SP cai do 5.º para o 25.º mais violento e é exemplo de contenção de mortes

Lisandra Paraguassú, Ligia Formenti e Rafael Moraes Moura – O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Com a maior queda entre as 27 unidades da federação, o Estado de São Paulo é um dos exemplos da contenção da violência mostrado pelo Mapa da Violência/2011 divulgado na manhã desta quinta-feira, 24, pelo Instituto Sangari e o Ministério da Justiça. A taxa, entre 1998 e 2008, caiu de 39,7 para 14,9 homicídios por 100 mil habitantes – o Estado, que ocupava o 5º lugar entre os mais violentos, caiu para a 25º posição, perdendo apenas para Santa Catarina e Piauí.

O que São Paulo, a começar pela capital, ainda não consegue controlar são as mortes de jovens (15 a 24 anos) no trânsito. Entre as 27 capitais, São Paulo é a metrópole onde morrem mais jovens na comparação com a população em geral: 68% a mais.

A principal característica do modelo adotado pelo Estado é a continuidade da política de segurança pública. Os investimentos no Estado mais rico do País começaram ainda no final da década de 90 e foram contínuos, tanto em equipamentos e treinamento para a polícia quanto em políticas de prevenção, como o desarmamento. Desde 2000 a violência homicida em São Paulo vem caindo, mas em 2008 chegou ao seu nível mais baixo, atingindo a 25ª posição.

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Sobe para 30 o número de mortos em mina da Rússia

Equipes ainda buscam sobreviventes, já que 60 pessoas ainda estão desaparecidas

O número de mortos das duas explosões em uma mina da Sibéria, no sábado e no domingo, subiu nesta segunda-feira para 30, anunciou o ministro russo das Situações de Emergência, Serguei Choigu.

“Segundo o último balanço, 30 pessoas morreram e 60 estão desaparecidas na mina. Prosseguimos com as buscas”, declarou Choigu.

A primeira explosão na mina de Raspadskaia, na região siberiana de Kemerovo, aconteceu no momento em que mais de 300 trabalhadores estavam no local.

Uma segunda explosão ocorreu quando as equipes de resgate já estavam na mina, na madrugada de domingo. O balanço anterior registrava 12 mortos e 84 feridos. :: LEIA MAIS »

MG: Bando que decapitou empresários tinha ligações com sindicatos

Notas fiscais emitidas pela empresa 404 Comunicações Ltda., de propriedade de Frederico Costa Flores de Carvalho – um dos acusados de torturar e executar dois empresários – foram usadas para justificar gastos de verba indenizatória de deputado, demonstrando o grande trânsito do estudante de direito em diferentes setores da sociedade. Até agora, pelo menos duas delas, cada uma no valor R$ 3,8 mil, estão à disposição dos eleitores na contabilidade do deputado Carlos Gomes (PT). Além do Legislativo, Frederico transitou com muita desenvoltura entre diferentes movimentos sindicais na capital e no interior. Notas fiscais da 404 – que teriam como finalidade prestação de serviço de comunicação e agência de publicidade –, foram anexadas à contabilidade da Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e até mesmo da desconhecida União Geral dos Trabalhadores. :: LEIA MAIS »

Em Minas, Serra se compromete a tocar obras recomendadas por Aécio

O que era para ser um ato simbólico se transformou num compromisso concreto do pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, com reivindicações históricas de Minas. Ao lado do ex-governador Aécio Neves, Serra fez questão de se comprometer, caso eleito, com demandas como a ampliação do metrô de Belo Horizonte e do Aeroporto de Confins.

 O compromisso foi firmado por Serra antes mesmo de receber das mãos do ex-governador o documento Agenda de Minas – relação de obras e políticas federais reclamadas pelo Estado.

Logo na primeira agenda na capital, durante entrevista à Rádio Itatiaia, o tucano classificou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como “uma lista de obras” e aproveitou para introduzir o assunto. Citou também a recuperação do Anel Rodoviário de Belo Horizonte – de responsabilidade do governo federal – e a duplicação da BR 381, no sentido Belo Horizonte-Vitória, até Governador Valadares.

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Estudante de direito e médica presos em BH são suspeitos de matar mais de 20 empresários

Segundo o primeiros depoimentos dos detidos, mais de 20 pessoas foram mortas com cenas de crueldade e terror pela quadrilha.

Um policial militar do 22º Batalhão de Belo Horizonte, dois estudantes universitários e um empresário americano, uma médica  foram presos nesta terça-feira pela suspeita de envolvimento na morte de dois empresários no último sábado. As prisões aconteceram no bairro Sion, região centro-sul da capital mineira.

De acordo com um policial que participou da operação, as vítimas foram sequestradas e torturadas pelo grupo em um apartamento do homem que seria o líder da quadrilha, um estudante de direito de 32 anos.

Os corpos de Rayder Rodrigues, 38 anos, e Fabiano Ferreira Moura, 32 anos, foram encontrados por policiais na fazenda do Rio do Peixe, estrada do Vale do Sol, em Rio Acima, na região metropolitana de Belo Horizonte. Eles teriam sido mutilados, decapitados e em seguida carbonizados.

De acordo com as primeiras investigações, os crimes estão relacionados com a ação de uma quadrilha que praticava extorsão e lavagem de dinheiro. No local do crime, depois de ser dopado com bebidas alcoólicas e drogas, uma das vítimas teve o cartão de crédito roubado e usado pela quadrilha, que teria conseguido efetuar um saque de R$ 80 mil pela internet. :: LEIA MAIS »

Falso policial é preso por extorsão em MG

Um homem suspeito de aplicar golpes em bairros na região da Pampulha, em Belo Horizonte (MG) foi preso quando tentava mais um ato de extorsão. Ele se identificou como policial para um morador, só que a suposta vítima era um dos comandantes da Rotam.

Justiça condena Minas a indenizar homem que passou 8 anos preso por engano

O TJ (Tribunal de Justiça) condenou o Estado de Minas a indenizar um homem que passou oito anos preso por um crime que não cometeu. De acordo com o tribunal, que divulgou a informação nesta terça (9), a indenização por danos morais foi fixada em R$ 300 mil e mais dois salários mínimos correspondentes a cada mês em que esteve preso.

A prisão ocorreu em outubro de 1997, quando o homem –que não teve a identidade revelada– foi condenado a 23 anos de reclusão sob a acusação de ter matado um taxista em um assalto. Na ocasião, um adolescente, que participou do crime, apontou o homem como coautor do assassinato. :: LEIA MAIS »



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