WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


setembro 2019
D S T Q Q S S
« ago    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  


:: ‘menores’

Razões do mal: a confissão da bruxa

da Revista Veja

A procuradora Vera Lúcia, acusada de torturar a menina que pretendia adotar, tenta justificar sua crueldade culpando a criança. Uma testemunha afirma que ela também batia na mãe. Como uma bruxa má, não demonstra nenhum arrependimento e sua lógica é a da desrazão

 Os contos de fadas, cujos heróis enfrentam bruxas malvadas e lobos maus, inevitavelmente acabam bem. São uma forma de as crianças encararem e exorcizarem seus medos e angústias, dizem os psicanalistas. Mas, só no Brasil, há milhares de meninos e meninas que descobrem, desde muito cedo, que bruxas malvadas e lobos maus podem existir de verdade – e, pior, habitar a casa onde eles moram. A procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’Anna Gomes, de 66 anos, é uma dessas bruxas malvadas de carne e osso. Presa de número 323?010 do Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, ela se entregou à polícia depois de passar oito dias foragida, acusada de torturar com frieza e fúria uma menina de 2 anos que estava sob sua guarda. Na semana passada, Vera Lúcia falou a VEJA.

 

A PROCURADORA VERA LÚCIA admitiu ter chamado T.E. de “cachorra”: “Ela estava se recusando a comer e ainda por cima sujava a roupa toda de leite. Perdi a paciência”

Estava vestida com o uniforme das presidiárias – blusa branca de malha, calça azul e chinelos de dedo -, tinha o cabelo pintado de loiro em desalinho e as unhas cor de vinho. Com os olhos fixos e a voz exaltada, ela negou a série de maus-tratos de que é acusada de infligir a T.E., a menina que estava prestes a adotar – mas assumiu sem nenhum fio de remorso a humilhação a que submeteu a criança. “Chamei a garota de cachorra mesmo”, afirmou. E acrescentou: “Mas chamar alguém de cachorro não é ofensa. Os cães são mais amigos e leais do que muito ser humano por aí”. Durante os 29 dias em que a pequena T.E. ficou sob os seus cuidados provisórios (os papéis para formalizar a adoção estavam correndo na Justiça), a procuradora a manteve trancafiada em um quarto. T.E., afirmam testemunhas, era alvo de xingamentos constantes e recebeu tantas surras que mal conseguia abrir os olhos, de tão inchados. Foi nesse estado que representantes do conselho tutelar a encontraram quando foram à casa de Vera Lúcia, movidos por uma denúncia anônima. T.E. passou três dias no hospital para tratar dos ferimentos. Hoje, de volta ao abrigo de menores onde vivia, ela pouco come e quase não fala. Quando um estranho chega perto, assusta-se e foge.

:: LEIA MAIS »

Menores fazem sexo dentro de escola para conseguir drogas em Olimpia (SP)

Cocaína era oferecida em troca de relação sexual por um adolescente

Dois irmãos de dez e 15 anos faziam sexo com outro menor de idade para conseguir cocaína, numa escola estadual em Olímpia, cidade a 448 km de São Paulo. O conselho tutelar local recebeu a denúncia do caso e em conjunto com a Polícia Militar flagrou o adolescente que oferecia a droga.

Ele ficava em uma praça em frente à escola e, no intervalo das aulas, pulava o muro do colégio para ter relações sexuais com os outros menores dentro do banheiro. Um dos irmãos conta que a prática acontecia quase todos os dias sem que ninguém suspeitasse.

Uma delegada da cidade pediu a internação do menor infrator que oferecia a cocaína. Ele vai responder por estupro de vulnerável e tráfico de drogas.

Assista ao vídeo:



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia