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:: ‘londrina’

Culto em Londrina celebra 32 anos da Missão Portas Abertas

BRASIL (*) – No dia 1º de maio, a Missão Portas Abertas completou 32 anos de existência no Brasil. O aniversário foi celebrado no Espaço Esperança, da Igreja Presbiteriana Independente de Londrina-PR.
O evento contou com a presença do pastor e cantor Rodolfo Montosa, também membro do Conselho da Missão Portas Abertas; o secretário geral da Missão, pr. Carlos Alfredo, e os convidados especiais da noite, Ben e Didi Coman, correspondentes da Portas Abertas Interncional.
Cerca de 500 pessoas compareceram ao evento.
Didi Coman interpretou primeiramente a história de uma ex-muçulmana, com base nos testemunhos de mulheres que conheceu durante os treinamentos que ministrou a cristãs do Oriente Médio. Ela compartilhou história de mulheres e homens que venceram o medo de professarem abertamente sua fé em Cristo nas comunidades onde vivem.
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Proibição de pulseira do sexo divide opiniões em Londrina (PR)

A Justiça proibiu em Londrina, no Norte do Paraná, o uso de pulseiras coloridas conhecidas como “pulseiras do sexo”. A medida foi tomada depois do caso em que uma estudante de 13 anos acabou estuprada por dois rapazes, com a participação de outros dois. Na visão judicial, proibir o uso para menores de idade pode impedir a repetição de casos como esse.

Já a população não tem o mesmo ponto de vista, duvidando também de que os estudantes deixem de utilizar o acessório. A discussão em torno do uso das pulseiras é polêmica e não vai terminar com o caso de Londrina, que ainda está sendo investigado pela polícia.

Assista ao vídeo:

Após ter ‘pulseira do sexo’ arrancada, adolescente é estuprada em Londrina

Segundo a polícia, crime foi motivado pelo uso do adereço. Dos quatro envolvidos, três são adolescentes e um tem 18 anos.

Foto: Reprodução/TV Globo

Uma adolescente de 13 anos foi estuprada por pelo menos três rapazes, em Londrina (PR). O crime teria sido motivado pelo uso da  “pulseira do sexo”, segundo a polícia. A vítima foi abordada por um grupo composto por quatro jovens depois de sair da escola, na região central da cidade, por volta das 12h do dia 15 de março. De acordo com a Polícia Civil, um dos envolvidos tem 18 anos e vai responder em liberdade pelo crime de estupro de vulnerável. Os demais já foram identificados, mas ainda não prestaram depoimento até a manhã desta quarta-feira (31).

 A “brincadeira” das pulseiras funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até a prática de sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira. 

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