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:: ‘lava jato’

Denúncia contra Lula revela tese que PGR sustentará no Supremo

da Veja on line

 

A primeira denúncia criminal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apresentada nesta quarta-feira pelo Ministério Público Federal, em Curitiba, revela a tese que será usada nas acusações formais que imputarão ao petista envolvimento direto no crime de organização criminosa da força-tarefa da Operação Lava Jato.

“Nesse esquema criminoso, Lula dominava toda a estrutura por ele montada, com plenos poderes para decidir sobre sua prática, interrupção e circunstâncias”, registram os procuradores da República, na denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra o ex-presidente, a sua mulher, Marisa Letícia, e outros seis acusados.

Alvo de críticas, em especial da defesa, a forma como foi divulgada em entrevista coletiva a primeira denuncia contra Lula – e a ampla explanação sobre o contexto da estrutura criminosa montada no governo federal, que teria vitimado a Petrobras – foi montada pelos treze procuradores da República de Curitiba, com acompanhamento direto do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. :: LEIA MAIS »

Lula usa cobertura em São Bernardo que foi comprada por primo de Bumlai

por Andreza Matais e Adriano Ceolin | Estadão Conteúdo

Lula usa cobertura em São Bernardo que foi comprada por primo de Bumlai

Foto: Fernanda Cruz / Agência Brasil
Um primo do empresário José Carlos Bumlai, preso na Operação Lava Jato, é o dono de uma cobertura usada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e família no prédio onde o petista mora em São Bernardo do Campo. O imóvel foi alvo de busca e apreensão na 24.ª fase da Operação Lava Jato, após o síndico do prédio indicar aos policiais federais que o imóvel pertenceria ao ex-presidente. Lula é suspeito de ocultar patrimônio e receber vantagens de empreiteiras envolvidas em esquema de corrupção na Petrobras. Para os investigadores, ele seria o verdadeiro dono de um sítio em Atibaia, registrado em nome de dois empresários sócios de seu filho, e de um tríplex no Guarujá que oficialmente é da OAS. Documentos obtidos pelo jornalO Estado de S. Paulo revelam que Lula usa mais um imóvel em nome de outros. A cobertura número 121 do edifício Hill House fica em frente à que pertence ao petista, a 122. Nesse caso, o aposentado Glaucos da Costamarques garante que Lula lhe paga aluguel – ele é primo de Bumlai, cujo nome completo é José Carlos Bumlai da Costa Marques, e disse ter comprado o apartamento em 2011. Essa segunda cobertura já era usada por Lula desde o primeiro ano na Presidência, em 2003. Até 2007, o PT pagou pelas despesas do imóvel para que ele guardasse o acervo que doou ao partido. No segundo mandato, o governo assumiu os custos sob a justificativa de que era necessário para a segurança do então presidente. Glaucos nega que a compra do imóvel tenha sido um pedido de Bumlai, amigo de Lula e investigado na Lava Jato por suspeita de contratar empréstimos simulados para beneficiar o PT e de pagar parte da reforma do sítio em Atibaia. Morador de Campo Grande (MS), o primo de Bumlai disse à reportagem que adquiriu a cobertura por sugestão do advogado Roberto Teixeira. A Lava Jato investiga se Teixeira atuou para ajudar Lula a ocultar a propriedade do sítio em Atibaia. “Eu sou amigo do Roberto Teixeira e ele me falou: ‘Olha, tem um negócio bom aqui. O governo vai parar de alugar (o imóvel) e comprando você consegue uma boa porcentagem se quiser alugar’ “. Glaucos disse que, após uma única visita à cobertura em 2011, aceitou a sugestão e desembolsou cerca de R$ 500 mil pela propriedade. Lula foi mantido como inquilino e paga R$ 4,3 mil por mês, segundo ele, por meio de transferência bancária. No cartório, a cobertura comprada por Glaucos está registrada em nome de Elenice Silva Campos, que morreu em fevereiro de 2015. Ela vendeu o imóvel que pertencia ao marido e não pagou o imposto que permitiria a transferência do registro. O caso agora está na Justiça. O primo de Bumlai é representado por Teixeira. Os policiais federais só conseguiram identificar a existência da segunda cobertura porque o síndico do prédio informou que ela era usada por Lula. Ele teria indicado um terceiro apartamento. Chamou a atenção dos investigadores o fato de a ex-primeira-dama ter autorizado a busca e apreensão nos imóveis que não pertencem ao casal. Embora alugue a cobertura para Lula há cinco anos, Glaucos disse que, “se falarem no nome dele para Lula, ele não sabe quem é”. Em 2010, o aposentado emprestou o endereço de uma empresa que estava em seu nome, a Bilmaker 600, para que os filhos de Lula Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Luís Claudio Lula da Silva registrassem na Junta Comercial de São Paulo a holding LLCS no mesmo local. Na época, a Bilmaker era controlada por Glaucos, Otavio Ramos e Fabio Tsukamoto, que eram sócios de Luís Cláudio em outra empresa. Glaucos disse ao Estado que fez o empréstimo do endereço atendendo a um pedido do primo Bumlai. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Lava Jato: PGR pede 28 inquéritos contra políticos

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de 28 inquéritos contra políticos por indícios de envolvimento no escândalo de desvio de recursos na Petrobras. Os pedidos de investigação foram protocolados no final da tarde desta terça-feira (03), no Supremo Tribunal Federal (STF). O caso tem como relator o ministro Teori Zavascki.

Além dos inquéritos, a PGR pediu o arquivamento de 7 procedimentos investigatórios contra políticos. A abertura de 28 inquéritos e os sete pedidos de arquivamento são referentes a 54 pessoas. O STF não detalhou o número de investigados nos 28 inquéritos e o número de políticos que estão incluídos nos 7 procedimentos de arquivamento. Os protocolos de pedido de investigação ocorreram às 20h11.

Até o momento, não foram divulgados os nomes dos políticos que serão investigados. Além da abertura de inquérito contra pessoas com foro privilegiado (ministros, deputados federais e senadores), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também requereu a retirada do sigilo das investigações. Nos bastidores do STF, acredita-se que Zavascki determinará a queda de sigilo do inquérito. No entanto, o ministro ainda não estipulou quando ele decidirá sobre o sigilo das investigações.

Durante a última semana, procuradores envolvidos no processo fizeram as últimas revisões nos pedidos de investigação. A expectativa inicial era que a manifestação da PGR contra políticos ocorresse na sexta-feira da semana passada. Mas Janot resolveu fazer uma última revisão nos pedidos de abertura de inquérito nos últimos dias.

Na noite de segunda-feira (02), o procurador-geral da República afirmou que as apurações serão longas e estão apenas no começo. Para ele, a sociedade precisará ter paciência até que o processo se conclua com a punição dos culpados. “Vamos trabalhar com tranquilidade, com equilíbrio, e quem tiver de pagar vai pagar. Nós vamos apurar, isso é um processo longo, está começando agora. A investigação começa e nós vamos até o final desta investigação”, disse Janot a um grupo de manifestantes que estava na porta da PGR. “Se eu tiver que ser investigado, eu me investigo”, ratificou o procurador ao grupo.

Antes da abertura de inquérito, a PGR manteve contato com os parlamentares envolvidos a fim de avisá-los do procedimento investigatório. O rito foi necessário para evitar alegações dos advogados dos investigados de que eles foram avisados pela imprensa e não por meio da Procuradoria. :: LEIA MAIS »



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